A porta da frente abriu-se em silêncio, sem um único range. O técnico de internet, um rapaz de 21 anos, magro mas com músculos definidos, pele morena e lisa, cabelos castanhos desarrumados pelo suor, congelou. Seus olhos arregalados fixaram-se na figura que acabara de entrar: o marido, um homem de 40 anos, impecavelmente vestido com uma camisa social branca e engomada, calça cinza de corte perfeito e sapatos italianos brilhantes. O rosto do marido, barba bem cuidada, expressão serena, não demonstrava nenhum sinal de choque ou raiva. Apenas uma sobrancelha levemente erguida, como se dissesse: "Ah, então é assim que está a situação."
A esposa, de 32 anos, nua, de joelhos no tapete felpudo, não parou o que estava fazendo. Seus seios fartos e firmes, mamilos escuros e duros, balançavam levemente a cada movimento. A pele dourada brilhava com uma camada fina de suor, e o bumbum arredondado e empinado tremia a cada empurrão que ela dava com a boca no pau do técnico, que já estava completo, ereto e brilhante de saliva. Entre as pernas, a bucetinha depilada com um triângulo bem cuidado de pelos escuros glistrava, úmida e inchada de excitação. Seus lábios carnudos faziam um barulho molhado e obsceno a cada chupada, e ela gemia de prazer, como se adivinhasse o gosto do gozo que viria.
O técnico, de calça jeans abaixada até os tornozelos e camiseta branca levantada, tremia. Não de frio, mas de nervoso e prazer. Suas mãos seguravam a cabeça da mulher, os dedos cravados nos cabelos castanhos e longos dela, que caíam em ondas desarrumadas pelas costas. Ele não conseguia acreditar que o marido não estava gritando, não estava xingando, não estava fazendo nada. Apenas observava, com um sorriso discreto, como se fosse a coisa mais normal do mundo.
O marido fez um gesto de desculpas com a mão, como se interrompesse uma reunião importante.
— Desculpa, amor. O prédio todo ficou sem luz. Vim embora mais cedo.
A esposa soltou o pau do técnico com um estalo molhado, lambeu os lábios e sorriu, sem nenhum constrangimento.
— Não tem problema, querido. Se estiver com fome, o prato já está pronto. Só esquentar.
Ela voltou a chupar o rapaz, agora com mais intensidade, como se quisesse deixar claro quem mandava ali. O técnico gemia abafado, os quadris empurrando para frente sem controle. O marido, impassível, caminhou até a cozinha, pegou o prato de comida (um filé mignon com molho de vinho, que exalava um cheiro irresistível) e uma taça de vinho tinto. Voltou para a sala, sentou no sofá de couro e ligou a TV, como se nada estivesse acontecendo.
— Ah, ótimo que você arrumou a internet — disse ele, mastigando devagar.
— Tava louco para assistir o jogo hoje.
A esposa soltou o pau do técnico e respondeu, com a voz rouca de prazer:
— Esse menino aqui foi um anjo. Arrumou tudo rapidinho... — Ela apertou a base do pau dele, que pulsava nas mãos dela.
— E ainda me deu um presente bem gostoso depois que terminou.
O técnico, de boca aberta, olhava para o marido, esperando uma reação. Mas o homem apenas tomou um gole de vinho e acenou com a cabeça, como se dissesse: "Continue, não se preocupe."
— Quer um pouco de vinho, rapaz? — perguntou o marido, estendendo a garrafa na direção do técnico.
O rapaz, atordoado, balançou a cabeça que não, sem tirar os olhos da mulher, que voltou a chupá-lo com voracidade. A boca dela trabalhava sem parar, a língua enrolando na glande, os lábios apertando a base. O técnico fechou os olhos, jogou a cabeça para trás e gemia, as veias do pescoço saltadas de tanto prazer.
A esposa parou de chupar, levanta-se e empurra o técnico para o sofá. Ele cai de costas, ofegante, enquanto ela sobe nele, de joelhos, e guia o pau dele para dentro dela. O marido observa, mastigando devagar, como se assistisse a um espetáculo particular.
— Puta que pariu... — ela geme, cavalgando o rapaz com força, os seios balançando a cada movimento.
— Você é bom demais, meu amor...
O técnico, agora completamente à mercê dela, segura os quadris dela, os dedos afundando na carne macia. A esposa ri, joga o cabelo para trás e olha para o marido:
— A velocidade da internet está excelente, querida você precisa elogiar o rapaz para a empresa, estou no aplicativo, qual o nome dele?
— Desculpa, querido, esqueci de perguntar o nome dele quando entrou...
O marido ri, toma outro gole de vinho e responde:
— Não tem importância, amor. O importante é que o serviço foi bem feito.
Ela acelera o ritmo, gemendo alto, as nádegas batendo contra as coxas do rapaz. O som molhado do sexo misturava-se com o barulho dos talheres do marido comendo. O técnico estava no paraíso: uma mulher linda, dominadora, e um marido que não só permitia, como assistia.
— *Ah, porra... eu vou gozar... — ele avisa, a voz tremendo.
A esposa sai de cima dele, ajoelha-se novamente e pega o pau com a mão, chupando com força, a boca indo até a base. O marido observa, impassível, enquanto o rapaz goza com um gemido rouco, o esperma jorrando na boca dela. Ela engole tudo, lambe os lábios e sorri, satisfeita.
O técnico, exausto, começa a se vestir, ainda ofegante. A esposa, nua, deita-se no sofá, as pernas abertas, sem pressa para se cobrir.
— Foi ótimo, meu amor — ela diz, *olhando para o marido. — Acho que ele merece uma gorjeta.
O marido acena com a cabeça, sério, e pega a carteira.
— Claro. Afinal, ele resolveu o problema da internet... e ainda deu um show.
O técnico, já de pé, olha para os dois, sem acreditar no que tinha acabado de viver. A esposa ri, estica o braço e pega a taça de vinho do marido, tomando um gole.
— Amanhã o encanador vem arrumar o chuveiro — ela diz, olhando para o técnico, que ainda está boquiaberto.
— Você acha que ele também é bom no que faz?
O marido sorri, levanta-se e dá um tapinha no ombro do rapaz.
— Valeu, rapaz. A internet tá 100% agora, né?
O técnico, ainda em choque, balbucia:
— Sim... sim, senhor. Tudo funcionando... Sempre que precisarem eu...eu
E sai pela porta, sem acreditar que tinha acabado de transar com a mulher mais gostosa que já vira na vida, na frente do marido dela, que ainda por cima lhe ofereceu vinho.
A esposa ri, deita a cabeça no colo do marido e murmura:
— Acho que ele gostou do serviço...
O marido acena com a cabeça, beija a testa dela e liga a TV.
— Bom. Agora vamos assistir ao jogo.




