O encanador, um homem de 35 anos, corpo forte e braços musculosos, tinha acabado de consertar o chuveiro. Sua camisa de trabalho estava aberta, revelando um peito peludo e barriga levemente saliente. As ferramentas ainda estavam espalhadas no chão, e o suor da tarde brilhava em sua testa.
O marido, impecavelmente vestido com uma camisa social branca e calça de linho, observava tudo da porta, um copo de uísque na mão e um sorriso irônico no rosto.
A esposa, de robe transparente, se aproximou do encanador com um sorriso malicioso.
— Pronto, meu amor? — ela perguntou, passando a mão no braço dele, sentindo os músculos duros sob a pele.
— Sim, senhora. O chuveiro está funcionando direitinho agora — ele respondeu, olhando de relance para o marido, que apenas sorriu e tomou um gole do uísque.
— Ah, que ótimo! — ela exclamou, abrindo o robe lentamente e deixando-o cair no chão. Ela ficou totalmente nua deixando o encanador congelado.
— Vou testar agora mesmo.
O encanador engoliu em seco ao ver o corpo nu dela: seios fartos e firmes, com mamilos escuros e duros, bumbum arredondado e empinado, e a bucetinha úmida e inchada, com um triângulo bem cuidado de pelos escuros. A pele dela brilhava sob a luz do sol, dourada e macia.
Ela entrou no chuveiro, ligou a água e deixou o jato quente escorrer pelo corpo. Ensinou os seios, passou as mãos pelo bumbum, abriu as pernas e deixou a água lavar sua buceta, tudo enquanto olhava fixamente para o encanador.
— Nossa, como a água está boa... — ela gemia, ensaboando os seios com um sabonete perfumado.
— Você não acha, meu amor? Perguntou de forma bem provocativa.
O encanador, com o pau já duro e pressionando a calça, não conseguia tirar os olhos dela.
— É... é, senhora. Ficou perfeito — ele balbuciou, as mãos tremendo.
O marido, da porta, comentou com um tom de brincadeira:
— Parece que o serviço foi bem feito, hein?
A esposa ri, saiu do chuveiro e começou a se enxugar devagar, passando a toalha entre as pernas e deixando a buceta à mostra.
— E esse aqui? — ela perguntou, encostando no encanador e segurando o pau dele por cima da calça.
— Tá funcionando direitinho? Ela fazia um olhar safado e ao mesmo tempo belo enquanto aguardava a resposta.
O encanador não resistiu. Abaixou a calça, liberando o pau grosso duro, que já estava completamente ereto.
— Senhora... — ele suspirou, olhando para o marido, que apenas acenou com a cabeça, como se dissesse: "Pode continuar".
A esposa ajoelhou-se na frente do encanador, segurando a base do pau dele com uma mão e massageando os sacos com a outra.
— Você tem um pau lindo, meu amor. — ela disse, lambe os lábios e começa a chupar devagar, fazendo barulho molhado. — Será que ele funciona tão bem quanto o chuveiro?
O marido observava, tomando outro gole do uísque.
— Se for como o chuveiro, vai vazar tudo — ele brincou.
A esposa ri, soltou o pau e olhou para o marido.
— Você está com ciúmes, querido? — ela perguntou, provocante.
— Ciúmes? Não, amor. Só estou aproveitando o espetáculo — ele respondeu, com um sorriso irônico.
Ela voltou a chupar o encanador, agora com mais intensidade, a boca indo até a base, os lábios apertando o pau. O encanador gemia, as mãos cravadas nos cabelos dela.
— Porra, senhora... — ele suspirou, os quadris empurrando para frente.
A esposa parou, olhou para o marido e perguntou:
— Você não vai ajudar, querido?
O marido colocou o copo na pia, se abaixou e ficou ao lado dela. Segurou um dos seios dela e começou a chupar o mamilo duro.
— Claro que sim, amor. Não posso deixar você fazer todo o trabalho — ele disse, com um tom de brincadeira.
O encanador olhava para a cena, incrédulo, mas extremamente excitado.
A esposa deitou no chão do banheiro, abriu as pernas e puxou o encanador para cima dela.
— Vem, meu amor. Mostra que você sabe consertar mais do que canos — ela disse, com um sorriso safado.
O encanador entrou nela com um gemido, o pau afundando na buceta molhada. A esposa gemia alto, os seios balançando a cada empurrão.
— Ah, porra... como você é gostosa — ele suspirou, as mãos nos quadris dela.
O marido continuava chupando os seios dela, alternando entre um e outro, enquanto observava o encanador foder a esposa.
— Esse aqui tá funcionando melhor que o chuveiro, hein? — o marido comentou, com um sorriso.
A esposa ri, empurrou o encanador para fora e se ajoelhou na frente dele.
— Agora eu quero todo o seu gozo na minha boca — ela disse, com um tom de comando.
O encanador não resistiu. Segurou a cabeça dela e começou a foder a boca dela, os quadris empurrando para frente. A esposa chupava com voracidade, a saliva escorrendo pelo queixo.
O encanador gozou com um gemido rouco, o esperma jorrando na boca dela. A esposa engoliu tudo, lambeu os lábios e sorriu.
— Mmm... delicioso — ela disse, olhando para o marido.
O marido se levantou, tirou o pau para fora da calça e se aproximou do rosto dela.
— Agora é a minha vez, amor — ele disse, com um sorriso.
A esposa abriu a boca, a língua para fora, e o marido começou a gozar no rosto dela, o esperma quente escorrendo pelos lábios, queixo e seios.
— Ah, como eu amo quando você faz isso, querido — ela gemia, passando os dedos pelo rosto sujo de gozo.
O encanador, ainda ofegante, olhava a cena, incrédulo.
— Puta que pariu... — ele suspirou, se vestindo devagar.
A esposa se levantou, nua e suja de gozo, e se encostou no marido.
— Obrigada pelo serviço, meu amor — ela disse, olhando para o encanador.
O marido se ajeitou, guardou o pau e pegou o copo de uísque.
— Sim, obrigado. O chuveiro está funcionando direitinho — ele disse, com um sorriso irônico.
O encanador, já vestido, balbuciou:
— É... é, senhor. Tudo certo...
— Se precisar de mais algum conserto, é só ligar — a esposa disse, com um sorriso malicioso.
O encanador saiu do banheiro, ainda em choque, mas com um sorriso no rosto.
O marido olhou para a esposa, nua e suja de gozo, e perguntou:
— E agora, amor? Vamos testar o chuveiro juntos?
Ela ri, passou a mão no rosto sujo e respondeu:
— Claro que sim, querido. Mas primeiro, vamos tomar um banho...




