Pecados sob o Hábito. A freira provocou os rapazes no convento abandonado.



O sol do meio-dia castigava a nossa nuca na estrada de terra, mas nenhum de nós quatro — eu, Rafael, Carlos e Lucas — conseguia pensar no calor. Nossa atenção estava totalmente sequestrada pela garota de 19 anos que caminhava à nossa frente. O nome dela era Sabrina. Ela dizia ser uma noviça recém-chegada ao Convento de Santa Clara, mas tudo nela parecia uma contradição deliciosa e perigosa.

O carro em que ela estava tinha quebrado na estrada e nós, que trabalhávamos na lavoura ali perto, nos oferecemos para acompanhá-la a pé até o velho Convento de São Francisco, um lugar abandonado e maldito no meio da mata.

Olhando de trás, era impossível ignorar. O hábito cinza dela era de um tecido fino demais, colando-se de forma quase criminosa às suas curvas a cada passo. Dava para adivinhar a estrutura do corpo dela: uma bunda redonda e incrivelmente empinada que se movia com um ritmo hipnótico, e seios fartos e pesados que desenhavam silhuetas generosas sob o pano quando ela se virava. Ela tinha uma pele morena clara, cabelos pretos longos que caíam como uma cascata pelas costas, e um rosto angelical que contrastava violentamente com a eletricidade que emanava dela.

No meio da trilha fechada e silenciosa, ela parou de repente. Virou-se devagar, segurando uma pequena bíblia contra o peito, mantendo uma expressão séria, quase devota, mas com um brilho nos olhos que me fez morder o lábio.

— Sabem, rapazes... — ela começou, com uma voz mansa, pausada. — Se eu não soubesse que posso confiar em rapazes tão prestativos... eu estaria muito assustada. Uma noviça, completamente indefesa, caminhando para um lugar totalmente isolado no meio do mato com quatro homens fortes e de corpos tão... robustos como os de vocês. Se vocês decidissem me encurralar ali na frente e fazer o que bem entendessem com o meu corpo... ninguém nunca saberia. É uma situação perigosa para uma garota, não acham?

Minha garganta secou instantaneamente. Rafael limpou o suor da testa e Carlos deu um passo para trás, sem saber onde enfiar as mãos. Dei um passo à frente, tentando manter a voz firme, embora meu coração estivesse batendo na garganta.

— A senhora está segura com a gente, irmã. Jamais faríamos nada que... que a irmã não quisesse.

Sabrina deu um meio-sorriso, sustentando meu olhar com uma intensidade que fez meu sangue descer direto para a calça.

— Que bom saber disso, Thiago — respondeu ela, pronunciando meu nome devagar, quase saboreando-o. — É um alívio. Porque uma moça pura e de carne tão sensível precisa de homens vigorosos para proteger a sua virtude. Mas me digam... e se eu quisesse algo? Vocês seriam obedientes o suficiente para atender aos caprichos de uma pobre serva?

Ninguém conseguiu responder. A audácia daquela pergunta, feita com uma seriedade glacial, nos deixou completamente desarmados. O ar entre nós ficou tão denso que quase dava para cortar com uma faca.

Continuamos a andar, mas agora estávamos mais perto dela, quase cercada, atraídos como mariposas pelo fogo. Pouco depois, o som de água corrente anunciou que havíamos chegado ao riacho que cortava a trilha. A água corria rápida sobre pedras lisas e escorregadias.

— Deixe-me ajudar, irmã — pediu Lucas, apressando o passo e estendendo a mão.

— Obrigada, Lucas. Mas preciso tomar muito cuidado para não contaminar ou molhar minhas vestes sagradas — ela disse, mantendo o tom sério, mas com uma malícia cortante.

Ela deu um passo até a margem e, com as duas mãos, segurou as pontas do hábito. Em vez de levantá-lo apenas um pouco, ela puxou o tecido cinza de uma vez só, subindo-o até a altura da cintura.

O mundo parou.

Por baixo daquela roupa, ela estava completamente nua. Não usava calcinha, apenas um cinto de couro fino que marcava seus quadris largos e destacava a pele morena e perfeita. Sua bunda era imensa, redonda, arrebitada e perfeitamente lisa, balançando de leve enquanto ela testava o primeiro passo na água.

— Ai... a pedra é tão escorregadia — murmurou ela de costas para nós, mantendo o hábito erguido lá no alto, expondo toda aquela carne maravilhosa à nossa frente. Ela estendeu a mão para trás sem olhar. — Alguém precisa segurar a minha mão... ou apoiar minha cintura para eu não cair. Quem vai ser o meu cavaleiro?

Eu e Rafael quase tropeçamos um no outro. Segurei a mão dela, que era macia e quente, enquanto Rafael deu um passo à frente na água e apoiou a palma da mão calejada diretamente na lateral do quadril nu dela, espalmando os dedos bem perto da curva da nádega para lhe dar firmeza.

Ao nos aproximarmos tanto para sustentá-la, a inclinação do corpo dela e a altura em que ela segurava o tecido revelaram tudo. Por entre a fresta das pernas grossas e morenas, a poucos centímetros dos nossos olhos, conseguimos ver o sexo dela: uma mata de pelos pretos, espessos e bem aparados, que emolduravam a sua intimidade já completamente inchada, brilhando e visivelmente úmida pelo tesão daquela audácia. A visão daquele contraste — o quadril firme, a bunda imensa empinada e o sexo peludo totalmente exposto sob a luz que filtrava pelas árvores — fez meu sangue ferver.

Senti Sabrina tremer levemente sob o toque de Rafael e soltar um suspiro baixo, sibilante, que parecia um gemido disfarçado, sabendo exatamente a visão que estava nos entregando de bandeja.

Ela começou a atravessar o riacho com uma lentidão torturante. A cada passo que dava sobre as pedras molhadas, ela rebolava de forma deliberada, fazendo aquela bunda perfeita se mover bem diante dos nossos narizes. A água fria respingava nas coxas grossas dela, e o tesão daquela situação era quase insuportável.

Ficamos em silêncio absoluto, completamente hipnotizados, andando devagar para prolongar aquele momento. Carlos e Lucas vinham logo atrás, com os olhos estatelados, devorando cada milímetro daquela visão proibida.

— Vocês estão muito calados... — provocou ela, parando exatamente no meio do riacho, com a água batendo no meio de suas canelas. Ela olhou de soslaio por cima do ombro, exibindo aquele traseiro espetacular para nós. — O que foi? A floresta assusta vocês? Ou é o medo de que eu escorregue e acabe mostrando mais do que deveria?

— É que... a visão aqui de trás é um pecado, irmã — Carlos confessou, com a voz completamente rouca, sem conseguir se controlar.

Ela deu uma risadinha baixa, quase inaudível, claramente deliciada com o controle absoluto que tinha sobre nós quatro. Terminou a travessia com a mesma lentidão torturante e, ao pisar na terra firme do outro lado, soltou o hábito, cobrindo-se novamente como se nada tivesse acontecido.

Assim que pisei na margem, a adrenalina e o tesão acumulados me fizeram ir direto até ela. Parei a centímetros do seu corpo, sentindo o calor quase sufocante que emanava daquela pele morena.

— Caralho, irmã... você definitivamente não é uma freira comum! — soltei, com a respiração arfante, tentando recuperar o controle sobre mim mesmo.

Sabrina abandonou qualquer resquício de distância. Ela deu um passo ainda mais próximo, colando quase o peito no meu, obrigando-me a olhar para baixo para sustentar seu rosto. Levou as mãos lentamente ao próprio hábito, segurando o tecido fino e puxando-o com firmeza contra o corpo. O pano colou de forma explícita, desenhando perfeitamente o contorno dos seus seios fartos e pesados, destacando os mamilos duríssimos que apontavam sob o cinza.

Ela soltou uma risadinha baixa, carregada de um cinismo delicioso, e correu os olhos por nós quatro, que a cercávamos com as respirações descompassadas.

— O que foi, Thiago? Assustado com a simplicidade das vestes de uma serva? — perguntou ela, mantendo uma seriedade irônica na voz que nos deixava ainda mais confusos e excitados. — Julgando-me impura só porque decidi caminhar livre das amarras do mundo, sem nada por baixo do meu hábito?

Ela inclinou a cabeça de leve, fixando os olhos castanhos e intensos diretamente nos meus, antes de disparar com uma precisão cirúrgica:

— A verdadeira impureza não está na minha carne exposta pelas águas daquele rio, meu amor... A impureza está inteiramente nos olhos de vocês. São as mentes de vocês que estão pecando agora, imaginando o que há debaixo deste pano, desejando profanar o que deveria ser sagrado. Vocês estão com os pensamentos sujos, e eu consigo ver isso perfeitamente.

Engoli em seco. A forma como ela invertia a culpa, usando o disfarce de noviça para nos encurralar com palavras ao mesmo tempo em que oferecia o corpo visualmente, era uma tortura.

— Mas não se preocupem... — ela sussurrou, reduzindo a distância a quase nada, a ponto de eu sentir o hálito quente dela contra os meus lábios. — Eu sou muito compreensiva com pecadores. Freira de dia... mas o tipo de mulher depravada que você quiser entre essas paredes. E agora? O que quatro rapazes tão fortes e cheios de maus pensamentos vão fazer com uma noviça perdida e tão necessitada no meio desta floresta?

Nenhum de nós conseguiu articular uma única palavra. Nossos paus estavam completamente duros, rasgando o brim das calças de trabalho, e o desejo de possuir aquela garota ali mesmo, no chão de terra, quase nos fez perder o resto de sanidade que restava.

Apressamos o passo, caminhando agora em um silêncio elétrico, pesado e febril. Poucos minutos depois, as árvores finalmente se abriram e a imponente e decadente estrutura de pedra do Convento de São Francisco surgiu diante de nós. Paramos diante das portas de madeira apodrecidas e semiabertas. Estávamos, finalmente, no local.

Cruzamos o portal de madeira apodrecida e o eco dos nossos passos nas paredes de pedra revelou a imponência daquela ruína. O chão estava coberto de poeira e pedaços de vitrais quebrados que filtravam a luz do sol em feixes vermelhos e dourados, iluminando frases pichadas nas colunas, como "Deus perdoa, eu não" e "Aqui o diabo goza". O cheiro de mofo e madeira velha era denso, quase sufocante. No centro do presbitério, o altar de madeira maciça continuava de pé, embora desgastado pelo tempo, cercado por um crucifixo de ferro caído no chão, como se o próprio sagrado tivesse abandonado o lugar.

Nós quatro paramos logo na entrada, com os braços cruzados e os corpos tensos, intimidados pelo silêncio sepulcral e pelo peso do sacrilégio que pairava no ar. Mas Sabrina não demonstrou a menor hesitação.

Caminhou calmamente até o altar, subiu o pequeno degrau de pedra e sentou-se na borda da madeira escura. Ela apoiou as mãos nas laterais e olhou para nós, mantendo aquela expressão séria e compenetrada de noviça, mas com os olhos brilhando com uma luxúria que desafiava o próprio ambiente.

— Vocês ficaram na porta como se estivessem esperando o início de uma missa — provocou ela, a voz ecoando suave nas colunas de pedra. — Cadê a audácia dos rapazes que quase me devoravam com os olhos no riacho? Carlos... você parecia tão cheio de certezas lá atrás quando confessou que eu era um pecado. Lucas, as suas mãos pareciam fortes o suficiente para me segurar na água, mas agora você aperta os punhos como se estivesse com medo. A aproximação do altar assusta os pecadores? Ou vocês precisam que uma pobre noviça ensine como quatro homens devem se comportar quando têm uma mulher inteiramente à disposição?

Ninguém se moveu. Meu coração batia tão forte que eu tinha a certeza de que eles podiam ouvir. Ver aquela garota sentada no altar, usando o hábito sagrado enquanto nos desafiava daquele jeito, era a coisa mais excitante e perturbadora que eu já tinha visto.

Sabrina inclinou o corpo ligeiramente para a frente, fazendo o tecido cinza se tensionar contra os seios pesados, evidenciando o relevo dos mamilos rígidos. Ela fixou o olhar em mim e deu um comando calmo, quase solene:

— Thiago... venha aqui.

Minhas pernas obedeceram quase no automático. Aproximei-me devagar, sentindo o calor do corpo dela conforme reduzia a distância. Parei entre as pernas dela, que estavam levemente abertas sob o pano.

— Uma verdadeira serva precisa ser purificada de qualquer vaidade antes de se entregar à sua verdadeira vocação — disse ela, mantendo a voz séria, os olhos cravados nos meus. — Quando entrei para a vida religiosa, fiz um voto solene de ir contra todos os bens materiais deste mundo. E o tecido que me cobre ainda é um bem material. Para que eu seja inteiramente pura neste lugar, não posso carregar nada comigo. Devo ficar completamente sem nada.

Ela segurou minhas mãos e as guiou até a fivela do cinto de couro fino que amarrava sua cintura.

— Desate o cinto, Thiago. Ajude-me a cumprir meu voto.

Minhas mãos calejadas tremeram quando puxei o couro, abrindo a fivela. O cinto caiu no chão com um baque surdo. O hábito cinza imediatamente afrouxou, abrindo-se ligeiramente no colo e revelando o início da curva dos seus seios fartos.

— Rafael... venha — chamou ela, desviando o olhar para ele com a mesma seriedade cortante.

Rafael se aproximou a passos largos, a respiração já arfante. Sabrina segurou as mãos dele e as posicionou diretamente sobre os seus ombros, onde o tecido do hábito se apoiava.

— Puxe para baixo, Rafael. Despoje-me do que me prende ao mundo dos homens.

Rafael engoliu em seco e obedeceu, deslizando o pano pelos braços dela. O hábito cinza escorregou pelo corpo de Sabrina, caindo em um monte desfeito aos seus pés no topo do altar.

O impacto visual nos paralisou. Sabrina estava inteiramente nua diante de nós. A luz avermelhada do sol poente batia na sua pele morena clara, fazendo-a brilhar. Seus seios eram imensos, fartos e pesados, com mamilos escuros e tão sensíveis que latejavam com a brisa interna da ruína. Mais abaixo, a barriga macia descia até os quadris largos, onde a mata de pelos pretos e espessos emoldurava seu sexo completamente inchado, vertendo uma umidade que brilhava entre as coxas grossas. Atrás, a bunda redonda e arrebitada estava apoiada diretamente na madeira escura do altar.

Ela abriu os braços devagar, oferecendo aquela visão profana ao silêncio da igreja, e olhou para Carlos e Lucas, que continuavam estáticos a poucos passos de distância.

— E agora, meus filhos? — sussurrou ela, com um sorriso malicioso finalmente quebrando a seriedade do seu rosto, os olhos brilhando com a promessa da mais pura depravação. — O altar está pronto. A noviça está desarmada e sem nenhum bem material para protegê-la. Quem vai ser o primeiro a me ajudar a quebrar o resto dos meus votos?

Ninguém conseguiu responder ao desafio dela de imediato. A visão era avassaladora demais. Mas Sabrina não tinha a menor intenção de esperar. Ela se inclinou um pouco mais na borda do altar, apoiando o peso nos cotovelos, o que fez seus seios pesados se projetarem para a frente, os mamilos escuros quase tocando o peito de Rafael.

— De joelhos — ordenou ela, a voz saindo baixa, mansa, mas com uma autoridade que não dava margem para hesitação. — Se querem tocar no que é sagrado, comecem demonstrando a devoção que uma mulher como eu merece.

Eu e Rafael caímos de joelhos no degrau de pedra quase no mesmo instante, com as frentes das nossas calças completamente marcadas pelo tesão que nos esmagava. Carlos e Lucas deram um passo à frente, os olhos fixos na fresta das pernas dela, completamente hipnotizados pelo show.

Sabrina abriu as coxas grossas devagar, segurando os próprios joelhos para nos dar a visão perfeita. Dali de baixo, a mata de pelos pretos e espessos parecia ainda mais densa, contrastando com a pele morena e a humidade reluzente que escorria em direção à madeira. O cheiro dela, misturado ao mofo do convento velho, era puramente inebriante.

— Rafael... comece — murmurou ela, olhando por cima do ombro dele, a respiração começando a acelerar. — Mostre aos seus amigos como se adora uma noviça.

Rafael não esperou um segundo comando. Ele avançou com o rosto direto contra a intimidade dela. Suas mãos espalmaram-se nas coxas de Sabrina, apertando a carne com força enquanto sua língua começava a trabalhar, subindo e descendo de forma rústica por entre os pelos e as dobras inchadas. Sabrina jogou a cabeça para trás, os cabelos pretos longos se espalhando pela poeira do altar, e soltou um gemido alto que ecoou com força pelo teto abobadado da igreja.

— Isso... assim... — ela arfou, fechando os olhos por um segundo antes de abri-los novamente, focando diretamente em mim, que assistia à cena com o pau latejando na calça. — Thiago... não fique só olhando. Ela está muito molhada... use a sua boca também. Quero os dois me servindo.

Aproximei-me pelo outro lado, empurrando levemente o ombro de Rafael para abrir espaço. Colei meu rosto na pele quente da virilha dela. O sabor era intenso, salgado e doce ao mesmo tempo, completamente carregado pelo tesão dela. Minha língua se juntou à de Rafael, revezando-se em estocadas rápidas contra o clitóris inchado de Sabrina. Nós nos atropelávamos, a saliva escorrendo pelo queixo enquanto subíamos o ritmo, devorando o sexo peludo dela com uma fome brutal.

Sabrina começou a rebolar os quadris contra os nossos rostos, alternando o peso e empurrando a bunda contra o altar. Ela olhava para trás, para onde Carlos e Lucas assistiam a tudo com as mãos já dentro das calças, masturbando-se furiosamente diante daquele espetáculo de pura libertinagem.

— Olhem bem, meninos... — provocou ela com a voz rouca, os gemidos quebrando a seriedade do seu rosto a cada lambida mais profunda que eu dava. — Olhem como a noviça de vocês é uma vadia exibicionista... gozando só de ver o desespero de vocês. Carlos... venha logo. Substitua o Rafael. Eu quero sentir todas as línguas de vocês em mim antes de ser possuída.

Carlos, que já estava no limite, veio para a frente quase rosnando. Rafael se afastou, arfante, com a boca inteiramente brilhando com o suco dela. Carlos ajoelhou-se e grudou a boca com violência no sexo dela, sugando com força, enquanto eu continuava do outro lado, lambendo a base e a entrada da intimidade dela, sentindo as pulsações da carne de Sabrina ficarem cada vez mais rápidas e violentas.

Ela puxava os próprios cabelos, com o corpo moreno tremendo inteiro no topo do altar. O exibicionismo de ter quatro homens dedicados exclusivamente ao seu prazer, divididos entre a adoração e o desejo bruto, estava levando-a ao limite.

— Vai... mais rápido, rapazes... me fodam com as bocas de vocês... — ela implorava, perdendo completamente a postura de santa, com os seios pesados balançando violentamente conforme seu quadril subia e descia contra nós. — Eu vou gozar na boca de vocês...

O ritmo ficou frenético. Eu e Carlos nos revezávamos em movimentos rápidos, as línguas afundando na humidade quente, até que o corpo de Sabrina travou. Ela arqueou as costas, os dedos cravando-se na madeira do altar, e soltou um grito agudo que rasgou o silêncio do convento abandonado enquanto seu sexo peludo pulsava fortemente contra as nossas bocas, liberando uma onda de prazer que nos deixou completamente cobertos pelo fluido dela.

Com o orgasmo ainda pulsando e as bocas de nós dois brilhando com o fluido dela, Sabrina nem nos deu tempo de respirar. Ela abriu os olhos, com a respiração arfante e um sorriso de puro triunfo no rosto. A fragilidade simulada na estrada tinha sumido por completo; ela era a dona absoluta daquela ruína agora.

— Chega de preliminares, meus filhos... — ela disse, a voz rouca, ecoando densa pelas paredes de pedra. — As línguas de vocês fizeram o trabalho de purificação. Agora eu quero o castigo. Quero sentir o peso dos homens dessa roça me rasgando inteira neste altar.

Ela mudou de posição com uma agilidade surpreendente. Deitou-se de costas na madeira escura e áspera, segurando as próprias coxas grossas e puxando os joelhos em direção aos seios fartos. A visão era de perder a sanidade: as pernas totalmente abertas, a bunda imensa espremida contra o altar e a mata de pelos pretos exibindo o sexo completamente aberto, inchado e latejando, brilhando intensamente sob a luz vermelha dos vitrais.

Minha cabeça girava. Puxei o cordão da minha calça de brim e libertei meu pau, que saltou completamente duro, latejando de veias saltadas. Lucas e Rafael fizeram o mesmo ao lado, os corpos suados brilhando na penumbra da nave abandonada.

— Thiago... você abriu o caminho. Venha me possuir primeiro — comandou ela, cravando os olhos nos meus, desafiando qualquer rastro de hesitação.

Subi no degrau do altar, posicionando-me entre as pernas dela. Segurei a cintura morena de Sabrina com as duas mãos, sentindo a firmeza da sua carne. Encostei a cabeça do meu pau na entrada daquela intimidade peluda e encharcada. Ela soltou um suspiro sibilante, contraindo os músculos da buceta só com o contato.

Sem pedir licença, empurrei o quadril com força. Entrei de uma vez só, afundando na carne quente e apertada até a base.

— Ahhh! — Sabrina soltou um grito agudo, a voz ecoando pelo teto do convento, enquanto suas costas se arqueavam levemente na madeira. Seus dedos cravaram-se nos meus ombros, as unhas marcando a minha pele. — Isso... me rasga, Thiago! Entra tudo!

Comecei a estocar com uma brutalidade que nem sabia que tinha. O ritmo era violento, o impacto do meu quadril contra a bunda dela gerava um som estalado e úmido que preenchia o silêncio do lugar. A madeira velha do altar começou a ranger compassadamente sob o nosso peso. A cada estocada profunda, os seios pesados dela balançavam de forma caótica, e o sexo peludo engolia e cuspia meu membro, besuntando tudo em uma lubrificação excessiva.

Mas ela queria mais. Enquanto eu a possuía pela frente, Carlos contornou o altar e postou-se logo atrás da cabeça dela. Sabrina, sem quebrar o ritmo das minhas estocadas, ergueu o tronco, segurou o cabelo de Carlos com uma das mãos e puxou o pau dele direto para a sua boca. Ela engoliu a peça inteira até a garganta, gemendo com a boca cheia, os olhos revirando de puro prazer enquanto gerenciava os dois ao mesmo tempo: minha penetração brutal lá embaixo e a boca ocupada lá em cima.

Rafael aproximou-se pelo lado, com o pau latejando de tesão. Ele não aguentou apenas olhar. Cuspiu na própria mão, lubrificou o membro e empurrou os dedos na direção do cu apertado de Sabrina, que reluzia logo abaixo de onde eu entrava. Ao sentir o toque ali atrás, ela soltou o pau de Carlos por um segundo, emitindo um gemido sôfrego:

— O cu também... enfia nesse cu de puta... eu quero ficar completamente cheia!

Rafael alinhou o membro e empurrou com força na entrada estreita. Sabrina soltou um urro de dor misturado com o mais puro prazer, o corpo tremendo por inteiro enquanto era duplamente penetrada no altar sagrado. O movimento agora era uma engrenagem frenética de carne: eu estocava na frente, sentindo a pressão absurda das paredes dela esmagadas pelo membro de Rafael, que entrava com força por trás, enquanto as mãos dela puxavam Lucas e Carlos para perto, incentivando-os a se masturbarem sobre os seus seios pesados.

O suor escorria pelos nossos corpos, misturando-se à poeira dourada que flutuava no ar. A profanação era total, e o exibicionismo de Sabrina atingia o ápice, delirando alto a cada movimento, comandando os quatro lobos que ela havia atraído para o seu playground particular.

O ritmo no altar tornou-se completamente caótico e violento. A pressão das paredes da intimidade dela, esmagadas entre o meu membro pela frente e o de Rafael por trás, era algo que me fazia perder os sentidos. Eu estocava com os dentes cerrados, os músculos das minhas costas travados pelo esforço, sentindo o calor absurdo que emanava daquela carne morena. Sabrina mantinha os olhos revirados, a boca semiaberta soltando gemidos curtos e sibilantes a cada tranco que dávamos no seu corpo.

— Mais... mais forte, seus porcos... — ela arfava, a voz rouca falhando, os dedos cravados na madeira do altar com tanta força que as pontas estavam brancas. — Me encham... eu quero o leite de vocês... me marquem inteira...

O aviso dela foi o gatilho definitivo. O tesão acumulado pelo trabalho na roça, multiplicado pela audácia daquela profanação, explodiu em nós quase ao mesmo tempo.

Senti a onda me atingir. Segurei os quadris largos dela com força total, cravando meus dedos na pele morena, e dei as últimas três estocadas mais brutais e profundas que consegui. Afundei meu pau até a base, encostando meu corpo suado contra o dela, e descarreguei. Gozei forte, disparando rajadas espessas e quentes direto no fundo daquela buceta peluda e encharcada. No mesmo segundo, Rafael soltou um urro rouco atrás de mim, desferindo golpes rápidos no cu apertado dela antes de descarregar também, enchendo o interior estreito de Sabrina até começar a transbordar pelas bordas.

Sabrina soltou um grito agudo que ecoou por toda a nave da igreja, o corpo inteiro entrando em convulsão, os músculos internos nos esmagando enquanto ela entrava em mais um orgasmo violento.

Logo acima, Carlos e Lucas, que assistiam ao duplo arrombamento enquanto se masturbavam furiosamente, atingiram o limite. Lucas segurou o membro com força e descarregou jatos grossos diretamente sobre os seios fartos e pesados dela, cobrindo os mamilos escuros com o líquido quente. Carlos, rindo com um misto de deboche e puro delírio, mirou no rosto dela: disparou sua porra em jatos certeiros, cobrindo as bochechas e a testa de Sabrina, desenhando quase uma marca sobre a pele morena.

Quando finalmente nos afastamos, arfantes e trêmulos, a visão no topo do altar era o cenário da mais pura depravação. Sabrina continuava deitada de costas, com as pernas caídas para os lados, o corpo coberto de suor, poeira dourada e o gozo de quatro homens. O fluido escorria pelas suas coxas, misturando-se à humidade do sexo peludo e avermelhado pelo esforço.

Em vez de demonstrar qualquer vergonha, ela abriu os olhos devagar. Passou a mão pelo próprio rosto, espalhando o líquido esbranquiçado pelas bochechas com um sorriso cínico e vitorioso. Ela olhou para mim, depois para os outros, saboreando o controle absoluto que tinha sobre a nossa sanidade.

— Amém, meus filhos... — sussurrou ela, a voz fraca, mas carregada de uma malícia cortante, enquanto limpava os lábios com a ponta da língua. — Esta foi a melhor comunhão que este convento já viu. Vocês foram ótimos ajudantes para os meus votos.

O silêncio que se seguiu na nave da igreja abandonada era quase sagrado, se não fosse pelo cheiro denso de suor, mofo e depravação que pairava no ar. Eu, Rafael, Carlos e Lucas continuávamos caídos ao redor do altar, tentando recuperar o fôlego, com os peitos subindo e descendo e as mentes completamente atordoadas pelo que havia acabado de acontecer. Nossos corpos estavam exaustos, mas o sangue ainda fervia.

No topo da madeira escura, Sabrina era a única que parecia inteiramente em paz.

Ela continuou deitada por mais alguns minutos, com os olhos fixos no teto de pedra, deixando que o suor e os fluidos que cobriam sua pele morena secassem levemente com a brisa da tarde. Não havia um único traço de arrependimento ou pressa nela. Devagar, ela sentou-se na borda do altar, apoiando os pés no degrau de pedra. Passou os dedos pelos cabelos pretos e longos, jogando-os para trás, e olhou para nós quatro com um sorriso de puro triunfo e escárnio.

— Vocês trabalham bem, meus filhos — murmurou ela, com a voz rouca, quebrando o silêncio com aquela ironia cortante que nos desarmava. — Uma oferenda digna para esquentar os alicerces desse lugar esquecido.

Carlos soltou uma risada nervosa, limpando o rosto com a manga da camisa, enquanto Lucas apenas olhava para o chão, parecendo finalmente processar o tamanho do sacrilégio. Eu me aproximei do altar, olhando para ela, fascinado e assustado com o controle que aquela garota de 19 anos tinha sobre a nossa sanidade.

Sabrina deslizou do altar com uma leveza impressionante. Seus pés descalços tocaram o chão empoeirado. Sem o menor pudor, ela pegou o hábito cinza que estava jogado no chão e usou a barra do tecido fino para limpar o excesso do líquido esbranquiçado que escorria pelas suas coxas grossas. Em seguida, vestiu a roupa devagar.

Foi um processo quase hipnótico de assistir. Conforme ela passava o tecido pelos braços e fechava o colo, a puta exibicionista e insaciável que tinha nos usado como bem entendia foi desaparecendo sob os panos. Ela pegou o cinto de couro fino no chão, amarrou-o firmemente ao redor da cintura, ajustando as curvas do corpo, e recolheu a pequena bíblia que havia deixado de lado.

Em questão de minutos, a noviça do Convento de Santa Clara estava de volta. A postura séria, o olhar recatado e a expressão devota reassumiram o controle do seu rosto, como se a tarde inteira tivesse sido apenas um delírio da nossa imaginação.

Ela caminhou em direção à saída de madeira apodrecida com passos calmos e firmes. Pouco antes de cruzar o portal para a trilha, ela parou e olhou por cima do ombro, fitando-nos uma última vez. O disfarce estava perfeito, mas os olhos castanhos guardavam o segredo da nossa perdição.

— Obrigada pela proteção na floresta, rapazes — disse ela, com uma voz doce, formal e perfeitamente sintonizada com o papel de uma religiosa. — A Madre ficará muito feliz em saber que os jovens da região são tão prestativos com as servas da igreja.

Ela se virou e seguiu pela trilha de volta à cidade, sumindo calmamente entre a vegetação fechada. Dava para imaginar o fluido de quatro homens ainda escorrendo por entre as pernas dela por baixo daquele hábito limpo, enquanto ela caminhava de volta para as orações e para o silêncio do claustro, completamente satisfeita.

Nós quatro permanecemos nas ruínas por um longo tempo, sem conseguir dizer uma única palavra. Sabíamos que, a partir daquele dia, a nossa rotina na lavoura nunca mais seria a mesma. Toda vez que o sino da igreja da cidade ecoasse pelo vale, nenhum de nós pensaria em salvação. Pensaríamos no altar de São Francisco, no sexo peludo e úmido de Sabrina e no pecado que nos marcaria para sempre.

Foto 1 do Conto erotico: Pecados sob o Hábito. A freira provocou os rapazes no convento abandonado.

Foto 2 do Conto erotico: Pecados sob o Hábito. A freira provocou os rapazes no convento abandonado.

Foto 3 do Conto erotico: Pecados sob o Hábito. A freira provocou os rapazes no convento abandonado.

Foto 4 do Conto erotico: Pecados sob o Hábito. A freira provocou os rapazes no convento abandonado.

Foto 5 do Conto erotico: Pecados sob o Hábito. A freira provocou os rapazes no convento abandonado.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Pecados sob o Hábito. A freira provocou os rapazes no convento abandonado.

Codigo do conto:
267486

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
17/07/2026

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