Sem aguentar, me acabei na siririca pensando no meu pai!

Sábado, dia 21/03/2026, o clássico tava pegando fogo na TV da sala. Palmeiras contra São Paulo, o Morumbis lotado, torcida gritando como louca, passava dos 15 minutos e o Palmeiras ja tava dando 1 a 0. Aqui em casa, o cheiro de cerveja gelada misturado com o tempero da feijoada que eu tinha feito pro meu pai mais cedo impregnava o ambiente. Ele tava relaxado no sofá, camisa do Verdão meio aberta no peito, barba de dois dias e aquele cheiro de homem que sempre me deixava com o coração acelerado sem eu admitir. Eu tinha caprichado no jantar – arroz soltinho, farofa crocante, linguiça bem gorda e uma bandeja de torresmo que ele adorava. Trouxe a primeira cerveja gelada da geladeira e sentei do lado dele, joelho encostando no dele de leve.
- Porra, filha, essa feijoada tá uma delícia. Tu cozinha melhor que tua mãe, viu? – ele disse, dando um gole longo na latinha, espuma branca escorrendo no canto da boca.
Eu sorri, fingindo que tava prestando atenção no jogo. Mas futebol nunca foi minha praia. Os jogadores correndo, bola indo pra lá e pra cá, juiz apitando, e eu só pensando no calor do corpo dele ali do lado. Depois de uns vinte minutos eu já tava entediada pra caralho. Não queria deixar ele sozinho, então peguei o cobertor felpudo que ficava no encosto do sofá, me cobri até o pescoço e fui me ajeitando devagar. Deitei a cabeça no colo dele, bem no meio das coxas grossas, o tecido da bermuda de algodão roçando na minha bochecha. Meu corpo inteiro se encaixou ali, bundinha empinada de leve contra a almofada, pernas dobradas.
Ele não disse nada no começo. Só sentiu meu peso e, depois de uns segundos, a mão grande dele desceu pro meu cabelo. Começou a fazer carinho devagar, dedos grossos deslizando entre os fios, massageando o couro cabeludo como se eu fosse uma gatinha. Aquele toque… porra, era inocente, mas meu corpo reagiu como se tivesse levado um choque. Senti um calor subir pela barriga, descer direto pro meio das pernas. Minha xoxota deu uma piscadinha involuntária dentro da calcinha fina de algodão.
Eu tava de shortinho curto e camiseta larga, sem sutiã, os mamilos já duros roçando no tecido. Debaixo do cobertor, ninguém via nada. Mordi o lábio inferior e, bem devagar, imperceptivelmente, deslizei a mão direita pela minha barriga, por baixo do short, até chegar na buceta. Os dedos roçaram a calcinha que já tava úmida. Caralho, eu tava molhada pra valer. Abri as pernas um pouquinho, só o suficiente pra caber a mão, e comecei a tocar o grelinho por cima do pano. Circulozinhos leves, pressão mínima, só pra sentir o latejar.
- Tá confortável aí, filha? – ele perguntou, a voz rouca de quem tava concentrado no jogo, mas a mão não parava de acariciar meu cabelo.
- Tô sim, pai… só um pouco cansada – respondi baixinho, quase num sussurro, enquanto meu dedo médio pressionava mais forte no grelinho inchado.
A buceta pulsava. Eu sentia o melzinho escorrendo, encharcando a calcinha, o cheiro leve de tesão subindo disfarçado pelo cobertor. O jogo tava 1 a 0 pro Palmeiras, torcida explodindo, mas eu mal via a tela. Meus olhos semicerrados, respiração controlada pra não gemer. Dedo deslizando agora por baixo da calcinha, direto na carne quente e molhada. A buceta tava inchada, os lábios grandes abertos, o clitóris duro como uma pedrinha. Eu circulei devagar, imaginando que era a língua dele ali, lambendo tudo.
Ele continuou o carinho, dedos descendo pra nuca, apertando de leve, como se soubesse que eu tava precisando. Meu cu piscava junto com a buceta, o cuzinho franzido se contraindo de tesão. Eu enfiei a ponta do dedo médio na entrada da buceta, só um centímetro, sentindo as paredes quentes e encharcadas sugarem. Porra, tava encharcada. O som molhado era baixinho, disfarçado pelo barulho da TV, mas eu ouvia. Meu pai mexeu a perna de leve, a coxa grossa roçando na minha orelha, e eu juro que senti a pica dele dar uma mexidinha dentro da bermuda, encostando de leve na minha bochecha por baixo do cobertor.
Fiquei ali uns bons minutos, dedo fodendo devagar minha buceta, polegar no grelinho, o outro braço fingindo que tava só abraçando a cintura dele. O tesão subia em ondas. Eu queria gemer alto, queria abrir as pernas e pedir pra ele meter a mão ali, mas me controlei. O jogo seguia 1 a 0, Palmeiras controlando o jogo, Sao Paulo sem reação, pai animado:
- Porra, juiz cego! Isso foi falta pra caralho!
A mão dele apertou meu cabelo com mais força por um segundo, e eu gozei de leve, um orgasminho silencioso que fez minha buceta contrair forte em volta do dedo. Mel escorreu pela minha coxa. Respirei fundo, controlando o tremor nas pernas.
O jogo acabou finalmente, 1 a 0 pro Palmeiras. Pai comemorou, bateu palma, e eu me levantei devagar, cobertor caindo, fingindo sono.
- Vou pro quarto, pai… boa noite – murmurei, voz rouca.
- Boa noite, filha. Sonha com os anjos – ele disse, sorrindo, mas os olhos… caralho, os olhos dele desceram um segundo pro meu shortinho, onde a mancha molhada era visível se ele olhasse direito.
Fui pro quarto, fechei a porta, coração martelando. Tirei o short e a calcinha encharcada num segundo. A buceta tava vermelha, inchada, grelinho latejando pedindo mais. Peguei o vibrador que ficava na gaveta de baixo da mesinha – aquele rosa grosso, com pontas para o cu e tudo. Deitei na cama de pernas abertas, espelho do guarda-roupa refletindo tudo. Liguei no modo baixo primeiro.
- Aiiiiii, porra… – sussurrei sozinha, encostando a cabeça vibrante no grelinho.
O prazer veio imediato. Imaginei meu pai ali, de pé na porta, assistindo. - Olha pra essa buceta molhada pro teu pai, filha safada. Tá pingando pra mim, né? – eu imaginava ele falando, voz grossa.
Enfiei o vibrador inteiro na buceta de uma vez. Estava tão molhada que deslizou fácil, esticando as paredes. Comecei a meter forte, a outra mão apertando o peito, beliscando o mamilo duro.
- Mete, pai… mete essa pica grossa na buceta da tua filha… – falei baixinho, voz tremendo.
Aumentei a velocidade. O vibrador zumbia alto agora, batendo fundo, tocando aquele ponto que me fazia ver estrelas. Meu cu piscava, pedindo atenção. Peguei um pouco do mel que escorria e lambuzei o cuzinho, enfiei a ponta do dedo ali enquanto o brinquedo fodía a buceta sem parar.
- Que delícia, pai… teu dedo no meu cu enquanto tu fode minha bucetinha… – gemi, imaginando ele me olhando do sofá, pica dura marcando a bermuda, olhos famintos.
O orgasmo veio forte, pernas tremendo, buceta esguichando um pouco no lençol. Mas não parei. Virei de quatro, bundinha empinada pro espelho, e meti o vibrador de novo, agora imaginando ele atrás de mim.
- Olha esse cu, pai… quer comer o cuzinho da filha também? – falei, voz mais alta, safada.
Enfiei o vibrador no cu devagar, sentindo o anel apertado se abrindo, ardendo gostoso. A buceta ficou vazia, latejando, então usei dois dedos ali, fodendo os dois buracos ao mesmo tempo. O barulho era obsceno – ploc ploc molhado, vibração ecoando no quarto.
- Porra, pai… me fode inteira… enche a buceta e o cu da tua menininha… – eu repetia, dedo no grelinho agora, circulando rápido.
Gozei de novo, mais forte, corpo inteiro convulsionando, mel escorrendo pelas coxas, mancha grande no lençol. Fiquei ali, ofegante, vibrador ainda ligado dentro do cu, imaginando meu pai abrindo a porta devagar, pica na mão, grossa e veiada, olhando pra mim com aquele olhar que eu queria tanto sentir.
- Vem, pai… me olha assim… me deseja… – sussurrei pro vazio, mas na minha cabeça ele tava ali, assistindo cada detalhe, mão batendo devagar na pica enquanto eu rebolava pro espelho.
Fiquei brincando mais uns vinte minutos, trocando de posição, chupando o vibrador lambuzado do meu mel, imaginando que era a pica dele. Gozei mais três vezes, cada uma mais intensa, até ficar exausta, buceta e cu vermelhos e inchados, corpo suado, lençol destruído.
Deitei de lado, vibrador desligado ainda dentro da buceta, pulsando devagar. Fechei os olhos e sorri, o coração ainda acelerado. Aquela noite no colo dele tinha sido o começo de algo que eu não sabia se era real ou só minha sacanagem particular, mas o tesão… o tesão tava lá, latejando, pedindo mais.
E assim a noite terminou, com o som distante da TV ainda ligada na sala e meu corpo todo marcado pelo desejo proibido que eu não conseguia mais esconder de mim mesma.

Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


257760 - Passando dos limites com meu filho! - Categoria: Incesto - Votos: 0
257756 - Me acabando no banheiro do trabalho! - Categoria: Masturbação - Votos: 1
257738 - Papai dirigindo e abrindo o jogo pra mim! - Categoria: Incesto - Votos: 0
257653 - No desespero, acabei atacando meu sobrinho! - Categoria: Incesto - Votos: 2
257636 - Minha tia me tira do sério! - Categoria: Incesto - Votos: 3
257635 - Gozando sem parar, sendo possuída por dois consolos! - Categoria: Masturbação - Votos: 0
257597 - Estou dando para um velho babão e meu marido não sabe - Parte 2 - Categoria: Traição/Corno - Votos: 3
257592 - Minha irmã mais velha: uma aventura incestuosa lésbica! - Categoria: Incesto - Votos: 1
257537 - Meu pai não aguentou ser provocado! - Categoria: Incesto - Votos: 12
257536 - Pego no flagra batendo punheta, minha irmã não resistiu a minha pica! - Categoria: Incesto - Votos: 3
257515 - Não consigo mais resistir a minha mãe! - Categoria: Incesto - Votos: 2
257511 - Chupando um vibrador, acabei gozando sozinha! - Categoria: Masturbação - Votos: 0
257506 - Andando nu pela casa, acabei comendo minha mãe! - Categoria: Incesto - Votos: 3
257505 - Minha filha é tão carinhosa! - Categoria: Incesto - Votos: 4
257504 - Comendo minha mãe viúva após a quarentena! - Categoria: Incesto - Votos: 1
257498 - Me divertindo com minha mãe! - Categoria: Incesto - Votos: 2
257497 - A fantasia que virou realidade! - Categoria: Incesto - Votos: 2
257486 - Grudadinho com minha mãe! - Categoria: Incesto - Votos: 1
257475 - Me acabando na siririca escutando meu filho foder minha nora! - Categoria: Incesto - Votos: 7
257473 - A visita que terminou em uma gostosa trepada! - Categoria: Incesto - Votos: 2
257471 - Relação amistosa com minha irmã. Parte 6! - Categoria: Incesto - Votos: 2
257468 - Tentado por uma evangélica gostosa! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 2
257464 - Sentei no colo de meu pai usando biquíni! - Categoria: Incesto - Votos: 3
257462 - Sendo consolado por uma evangélica gostosa! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 2
257459 - A noite mais quente da minha vida! - Categoria: Incesto - Votos: 1
257341 - Encontrando minhas calcinhas no quarto de meu filho! - Categoria: Incesto - Votos: 10
257319 - Perdendo o cabaço com a safada da minha irmã! - Categoria: Incesto - Votos: 3
257317 - Minha irmã partiu pra cima de mim! - Categoria: Incesto - Votos: 3
257300 - Não esperava que meu filho fosse me comer tão bem! - Categoria: Incesto - Votos: 2
257298 - Finalmente comendo a filhinha! - Categoria: Incesto - Votos: 3

Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
baelfire

Nome do conto:
Sem aguentar, me acabei na siririca pensando no meu pai!

Codigo do conto:
257759

Categoria:
Masturbação

Data da Publicação:
24/03/2026

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
0