Passando dos limites com meu filho!

Eu me chamo Carla, tenho 46 anos, sou casada com o Roberto há 22 anos e mãe de dois filhos maravilhosos, o Lucas de 22 e a Beatriz de 19. A vida em casa sempre foi tranquila, cheia de rotina, mas tem um segredo que anda me deixando molhada dia e noite ultimamente. Tudo começou faz uns seis meses, quando eu percebi que algumas calcinhas minhas sumiam da gaveta do banheiro e reapareciam dias depois, meio amarrotadas e com um cheiro forte de porra seca. No começo fiquei chocada, mas depois de observar o Lucas um pouco mais, entendi tudo. Meu filho estava se masturbando com as minhas calcinhas. Ele pegava as que eu usava o dia todo, aquelas que ficavam marcadas na minha buceta suada, e batia uma punheta gostosa enrolando o tecido na pica dele.
Eu não sou de brigar por besteira. Em vez de confrontar logo, comecei a separar as calcinhas que não me importavam tanto, as mais velhas e gastas, e deixava elas bem no topo da pilha de roupa suja. As boas, as de renda que eu uso pra me sentir sexy, eu guardava longe. Mas o Lucas não era bobo. Ele sabia que eu sabia. Uma noite, depois do jantar, quando o Roberto tinha saído pra jogar futebol com os amigos e a Beatriz estava no quarto dela com fone no ouvido, eu bati na porta do quarto do Lucas.
- Filho, posso entrar? A gente precisa conversar sobre uma coisa.
Ele estava sentado na cama, só de cueca, o rosto vermelho. Eu entrei, fechei a porta devagar e sentei na beira da cama. Meu coração batia forte, mas minha buceta já estava latejando só de imaginar.
- Mãe... eu... desculpa, eu não queria que você descobrisse assim.
- Lucas, relaxa. Eu sei que você tá usando minhas calcinhas pra se masturbar. E olha... eu não tô brava. Na verdade, eu até deixo algumas separadas pra você. Quero que você goze pensando na minha buceta, filho. Isso me deixa excitada pra caralho.
Ele arregalou os olhos, a pica dele já inchando dentro da cueca. Eu sorri, mordendo o lábio.
- Sério, mãe? Você não acha que eu sou um pervertido?
- Pervertido? Não, meu amor. Você é um homem jovem, cheio de tesão, e eu sou sua mãe, mas também sou uma mulher que adora saber que minha buceta ainda faz um pau duro. Agora me mostra como você faz.
Ele hesitou só um segundo. Tirou a cueca devagar e ali estava ela, a pica do meu filho, grossa, veiada, com a cabeça vermelha e brilhando de pré-gozo. Ele pegou uma calcinha preta que eu tinha deixado no cesto de roupa suja, enrolou no pau e começou a bater devagar. Eu sentei na cadeira do computador dele, abri as pernas e enfiei a mão por baixo do vestido.
- Olha pra mim enquanto você bate punheta, Lucas. Olha pra buceta da sua mãe. Tá vendo como ela tá molhada? É por sua causa.
Ele gemia baixo, o punho subindo e descendo rápido agora, o tecido da calcinha deslizando na pele da pica.
- Mãe... sua buceta é tão linda... eu cheiro suas calcinhas o dia todo... penso em enfiar a língua no seu cu enquanto você geme...
Eu tirei o vestido inteiro, fiquei só de sutiã e calcinha, abri mais as pernas e puxei o tecido pro lado. Meu grelinho estava inchado, brilhando.
- Vem cá, cheira de perto. Mas não toca ainda. Só olha e bate.
Ele se ajoelhou na minha frente, o nariz a centímetros da minha buceta, inalando meu cheiro forte de mulher madura. A pica dele pulsava, a calcinha enrolada na base.
- Porra, mãe... você cheira melhor que qualquer pornô... sua buceta tá pingando...
Eu me masturbei na frente dele, dois dedos dentro, o polegar no grelinho, enquanto ele batia punheta cada vez mais rápido. Quando ele gozou, foi um jorro grosso, quente, que sujou a calcinha toda e ainda respingou na minha coxa. Eu sorri, passei o dedo na porra dele e lambi.
- Gostoso, filho. Da próxima vez eu quero mais.
Aquela foi a primeira vez que eu assisti ele se masturbar de verdade. Depois disso virou rotina. Quase todo dia, depois que o Roberto saía pro trabalho e a Beatriz pro cursinho, eu entrava no quarto do Lucas, sentava na cama e mandava ele pegar uma calcinha minha do dia anterior, ainda quentinha do meu suor e do meu tesão.
Uma tarde eu estava especialmente safada. Tinha passado o dia inteiro pensando na pica dele e minha buceta não parava de latejar. Entrei no quarto dele só de robe, nua por baixo. Ele já estava esperando, a pica dura na mão.
- Mãe, hoje eu quero gozar no seu rosto... por favor...
- Quer gozar na cara da sua mãe, é? Então bate bem gostoso pra mim. Mostra como você quer foder essa buceta madura.
Ele se posicionou de joelhos na cama, eu ajoelhei no chão, olhei pra cima com a boca aberta. Ele batia punheta rápido, a cabeça da pica roçando na minha bochecha. O cheiro de macho jovem me deixava louca.
- Mãe... sua boca é tão safada... eu quero gozar em cima da sua língua...
Eu abri mais a boca, mostrei a língua.
- Goza, filho. Enche a cara da mamãe de porra quente.
Ele gemeu alto e gozou. O primeiro jato acertou minha testa, escorreu pro olho, o segundo na bochecha, o terceiro direto na língua. Eu engoli o que caiu na boca, o resto espalhei no rosto e no peito, lambendo os dedos.
- Delícia, Lucas. Sua porra tem gosto de juventude.
A gente riu juntos, suados, eu ainda com a cara melada. Foi quando ouvi o barulho da porta da frente. A Beatriz tinha chegado mais cedo do cursinho. Meu coração quase parou. Eu limpei o rosto correndo com a calcinha suja, vesti o robe às pressas e saí do quarto do Lucas tentando parecer normal. Ela estava no corredor, olhando pra mim.
- Mãe? Tá tudo bem? Você tá vermelha...
- Tá sim, filha. Só ajudei seu irmão com uma coisa do computador. Vai tomar banho que eu preparo o jantar.
Quase fui pega. Meu cu apertou de medo e tesão ao mesmo tempo. Aquela noite, quando o Roberto chegou, eu contei tudo pra ele. Sentamos na cama do nosso quarto, eu ainda com o cheiro da porra do Lucas no corpo.
- Amor, o Lucas tá se masturbando com minhas calcinhas e eu... eu assisti ele gozar na minha cara hoje.
Roberto sorriu, a mão já descendo pro meu peito.
- Eu sei, Carla. Ele me contou faz tempo. E eu acho foda. Você tá se divertindo?
- Tô, amor. Tô me sentindo a mulher mais safada do mundo.
- Então continua. Explora tudo. Enquanto todo mundo estiver curtindo, eu tô dentro. Quero até ver uma hora, se vocês deixarem.
A partir daí o tesão em casa virou uma fogueira. O Roberto me incentivava o tempo todo. De manhã, antes de sair, ele sussurrava no meu ouvido:
- Hoje deixa o Lucas gozar nos seus peitos de novo. Quero você cheirando a porra dele quando eu voltar.
E eu obedecia. Uma semana depois, o Lucas e eu estávamos no quarto dele de novo. Eu tinha deixado a calcinha que usei na academia, toda suada na virilha. Ele enrolou na pica e batia devagar enquanto eu tirava a roupa toda.
- Mãe, sua buceta tá inchada hoje... tá querendo pica?
- Querendo sua pica, filho. Mas por enquanto só olha. Bate pra mamãe.
Eu deitei na cama dele, abri as pernas bem abertas, segurei os lábios da buceta com os dedos e mostrei tudo: o grelinho vermelho, o buraco piscando, o cu logo abaixo.
- Olha como a buceta da sua mãe tá molhada. É pra você, Lucas. Cheira, lambe o ar, mas não toca ainda.
Ele se aproximou, o nariz roçando minha coxa, a respiração quente batendo no meu grelinho. A pica dele latejava dentro da calcinha enrolada.
- Mãe... eu quero enfiar a língua no seu cu... posso?
- Ainda não, safado. Bate mais rápido. Quero ver você gozar de novo no meu peito.
Ele obedeceu, o punho voando, os olhos fixos na minha buceta aberta. Eu me masturbava junto, dois dedos dentro, o polegar girando no grelinho. O barulho molhado enchia o quarto.
- Porra, mãe... sua buceta faz um barulho tão gostoso... eu tô quase...
- Goza, filho. Goza nos peitos da mamãe. Marca eles de porra.
Ele explodiu. Jatos grossos, brancos, quentes, acertaram meus seios, escorreram pro mamilo, um até pingou no meu umbigo. Eu passei os dedos na porra, levei pra boca e chupei devagar, olhando nos olhos dele.
- Hummm... gostosa pra caralho. Agora limpa com a língua, Lucas. Lambe tudo que você sujou na mamãe.
Ele obedeceu como um cachorrinho obediente. A língua quente passou pelos meus peitos, recolhendo a própria porra, engolindo. Quando terminou, eu puxei ele pra cima e dei um beijo profundo, trocando o gosto da porra dele na nossa boca.
- Bom garoto. Amanhã a gente faz de novo. E quem sabe um dia eu deixo você enfiar essa pica grossa na buceta da mamãe.
O Roberto, quando soube dessa sessão, ficou louco de tesão. Naquela noite ele me fodeu como há anos não fazia, me chamando de “mãe safada” enquanto enfiava o pau dele fundo.
- Você tá virando uma puta pra nosso filho, Carla. E eu adoro. Continua. Quero que ele goze na sua cara enquanto eu assisto escondido um dia.
A gente riu, gozamos juntos, e eu dormi pensando no próximo encontro com o Lucas.
Os dias viraram semanas de pura sacanagem. Eu deixava calcinhas usadas em lugares estratégicos: no cesto, na cadeira do quarto dele, até dentro do armário dele. Uma vez deixei uma calcinha fio-dental que eu tinha usado o dia todo, com o fio marcado no meu cu. Ele pegou, cheirou fundo e me mandou mensagem: “Mãe, seu cu cheira a pecado. Quero lamber tudo.”
Eu respondi na hora: “Então vem pro banheiro agora que o pai tá no trabalho.”
Ele veio correndo. Eu estava no chuveiro, nua, água caindo nos peitos. Abri a porta do box e puxei ele pra dentro.
- Tira a roupa, filho. Hoje mamãe vai te dar um show especial.
Ele ficou pelado em segundos, a pica já dura apontando pro teto. Eu me virei de costas, apoiei as mãos na parede, empinei o cu e abri as pernas.
- Olha pra buceta e pro cu da mamãe. Tão abertos pra você. Bate punheta olhando.
A água escorria pelo meu corpo. Ele se encaixou atrás de mim, sem tocar, só a pica roçando o ar entre minhas coxas. A mão dele voava no pau.
- Mãe... seu cu é tão rosadinho... eu quero cuspir nele...
- Cuspa então, safado. Marca o cu da sua mãe.
Ele cuspiu direto no meu furinho, o cuspe quente escorrendo pela rachinha até a buceta. Eu gemi alto, enfiei dois dedos na buceta e comecei a foder eu mesma.
- Isso, filho. Olha como eu me fodo pensando na sua pica. Goza pra mim. Goza no meu cu.
Ele acelerou, o gemido rouco ecoando no banheiro. A porra saiu forte, acertando meu cu, escorrendo pela buceta, misturando com a água. Eu gozei junto, tremendo, os dedos encharcados, o cu piscando recebendo a porra dele.
- Porra, Lucas... você me encheu toda... agora limpa com a língua.
Ele se ajoelhou na água, lambeu meu cu, chupou a porra misturada com meu mel, enfiou a língua fundo. Eu tremi de prazer.
- Assim, filho... come o cu da mamãe com a boca...
A gente saiu do banho rindo, enrolados na mesma toalha. A Beatriz chegou logo depois e quase nos pegou saindo do banheiro juntos. Eu disfarcei dizendo que estava ajudando ele a consertar o chuveiro. Meu coração disparou de novo, mas o tesão era maior que o medo.
À noite, deitada com o Roberto, eu contei tudo detalhado. Ele me fodeu devagar enquanto eu narrava.
- Amor, ele gozou no meu cu hoje... e eu adorei.
- Você é uma vadia deliciosa, Carla. Continua. Eu quero que vocês dois gozem juntos um dia. Quero ver meu filho enchendo a buceta da mãe dele.
Eu gozei só de ouvir aquilo, apertando o pau do meu marido.
E assim a gente vive. Eu, a mãe de 46 anos, casada, mãe de dois, virando a puta particular do meu filho. Deixando calcinhas, assistindo ele bater punheta, recebendo porra no rosto, nos peitos, no cu. Quase sendo pega pela filha, sendo incentivada pelo marido. É intenso, é sujo, é proibido e é a coisa mais gostosa que já senti na vida.
Todo dia eu acordo molhada, pensando na pica grossa do Lucas. E todo dia eu deixo uma calcinha nova pra ele, imaginando o momento em que ele vai gozar de novo pra mim. A buceta lateja, o grelinho incha, o cu aperta só de lembrar. E eu sei que isso é só o começo. Porque agora a gente conversa abertamente, se olha com tesão na mesa do jantar, e o Roberto sorri cúmplice do outro lado.
- Mãe, amanhã eu quero gozar dentro da sua boca inteira – ele me mandou mensagem ontem à noite.
Eu respondi na hora:
- Vem, filho. A mamãe tá com fome de porra.
E é assim que a gente vive essa loucura deliciosa. Sem culpa. Só tesão puro, cru, familiar. E eu nunca me senti tão viva, tão mulher, tão puta e tão feliz.

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Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
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Nome do conto:
Passando dos limites com meu filho!

Codigo do conto:
257760

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
24/03/2026

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