Emanuelle acordou naquela manhã tranquila, corpo ainda marcado pela foda louca com o sobrinho Bernardo. A buceta e o cu latejavam de leve, lembrando da pica quente dele e da varinha de Harry Potter enfiada fundo enquanto ela gritava gozando como nunca. Estava sozinha em casa de novo, o sol entrando pela janela do quarto, e o plano era simples: tomar um banho demorado, se tocar um pouco e quem sabe grudar os dois consolos na parede do banheiro pra repetir a dose. A calcinha fio-dental já estava molhada só de pensar, o grelinho inchando devagar contra o tecido fino. - Hoje eu vou me foder devagarinho... quero sentir a buceta e o cu cheios de novo – murmurou pra si mesma enquanto fazia café, mão escorregando por baixo da camisola e apertando o grelinho de leve. O celular tocou às dez horas. Era Vilma, a amiga de longa data, voz agitada do outro lado. - Ei, Manu, sou eu. Olha, preciso viajar urgente pro interior, um problema de família, e não sei com quem deixar o Perseu. Ele é forte, parrudo, mas é um amor. Você pode ficar com ele uns dias? Eu te pago o que precisar. – Emanuelle hesitou um segundo, mas sorriu. - Claro, Vilma, traz ele aqui. Eu cuido direitinho, não se preocupa. – Vilma agradeceu mil vezes e duas horas depois chegou com o Pitbull: um monstro de cachorro, musculoso, pelagem brilhante, cabeça larga e olhos atentos. Perseu era enorme, peito largo, patas grossas, o tipo de cachorro que enche a casa só de entrar. Emanuelle se agachou pra fazer carinho, rindo quando ele lambeu seu rosto. - Vem cá, grandão... vai ser fácil, né? – disse, e Vilma foi embora prometendo voltar em uma semana. Os primeiros dias foram tranquilos. Emanuelle cuidava de tudo com capricho: dava ração de qualidade duas vezes por dia, levava pra passear no quintal, brincava com bola e até deu banho no primeiro dia pra ele se acostumar. Perseu era calmo, obediente, dormia aos pés da cama dela à noite. Ela ria sozinha vendo o tamanho dele, as patas pesadas batendo no chão. - Você é um pitbullzão forte mesmo, hein? Mas é um amor – falava enquanto enchia a tigela de água. A tesão dela ficava guardada; com o cachorro em casa ela não queria arriscar sessão de siririca barulhenta, mas o corpo pedia. Toda noite ela ia dormir com a buceta molhada, sonhando com picas grossas. No terceiro dia, o calor apertou. Emanuelle decidiu tomar um banho longo pra relaxar. Tirou a roupa no quarto, ficou só de calcinha, e foi pro banheiro. Abriu o chuveiro quente, deixou a água escorrer pelo corpo, peitos firmes brilhando, bunda redonda empinada enquanto se ensaboava. A buceta já pingava um pouco, o grelinho latejando sob o sabonete. Ela passava a mão devagar entre as pernas, gemendo baixinho. - Hmm... que delícia... buceta tá pedindo dedo de novo... – sussurrava, olhos fechados. De repente a porta do banheiro se mexeu. Perseu estava agitado do outro lado, arranhando e ganindo, querendo entrar. Emanuelle riu inocente. - Tá bom, grandão, entra. Não vou te deixar fora. – Abriu a porta e o pitbull entrou rápido, rabo balançando, farejando o ar úmido do banheiro. Ela continuou o banho, agora ensaboando o cachorro também, pra ele não ficar sujo. Passou sabonete nas costas largas, nas patas, na barriga. Perseu ficou quieto, deixando. Quando ela deslizou a mão pela barriga dele, bem embaixo, sentiu algo quente e duro saindo da bainha rosada. O pau do cachorro, enorme, vermelho, pontudo na ponta e grosso no meio, estava pra fora, latejando duro, veias pulsando, brilhando de um líquido claro. Era maior que qualquer pica que ela já tinha visto – uns 25 centímetros fáceis, com um nó na base inchando devagar. Emanuelle parou, olhos arregalados, surpresa pura. - Caralho... que pica enorme... o pau do Perseu tá duro assim... – murmurou, coração acelerando, mas ainda na inocência total. O sabonete escorregou da mão dela e caiu num canto do box, atrás da pia, num lugar que ela só conseguiria pegar se ajoelhasse e ficasse bem de quatro, bunda empinada pra cima. Sem pensar duas vezes, ela se abaixou, joelhos no chão molhado, mãos esticadas pra frente, bunda alta e aberta, buceta exposta brilhando de água e sabonete, cu piscando inocente. - Só um segundo, Perseu... deixa eu pegar isso aí – falou baixinho, procurando o sabonete com os dedos. Perseu, que estava atrás dela, viu a cena: a tia de quatro, bunda empinada, buceta molhada e aberta, cheiro forte de fêmea no ar. O instinto tomou conta. Ele montou rápido, patas da frente batendo nas costas dela, peso enorme prendendo ela no lugar. Emanuelle sentiu o choque. - Ei, o que... Perseu, para! – gritou, mas não deu tempo de reagir. O pau enorme do pitbull já cutucava a buceta dela, a ponta pontuda encontrando a entrada molhada e enfiando de uma vez, forte, fundo, rasgando tudo. A dor veio primeiro, lancinante. - Aaaahhh porraaa... tá entrando... o pau do cachorro tá me arrombando... aiiiiiii caralho que grosso... – berrou ela, corpo tremendo, lágrimas nos olhos. O pau entrava e saía rápido, instintivo, batendo no fundo da buceta, o nó na base inchando e esticando os lábios dela a cada estocada. A buceta queimava, esticada ao limite, mas no meio da dor algo mudou: um tesão louco, animal, subiu como fogo. O grelinho roçava nas bolas dele a cada metida, mandando choques elétricos. Ela começou a rebolar sem querer, bunda mexendo contra o cachorro. - Hmmm... dói mas tá bom... que pica quente... o Perseu tá me fodendo... meu Deus... – gemia, voz misturando dor e luxúria. Perseu grunhia baixo, metendo mais rápido, patas arranhando de leve as costas dela, o pau enorme entrando até o nó quase entrar, saindo melado de mel dela. O banheiro encheu de barulho molhado: ploc ploc ploc obsceno, água e gozo misturados no chão. Emanuelle gritava agora de prazer puro. - Aaaahhh fodeeee... me arromba com essa pica de cachorro... buceta tá pegando fogo... grelinho explodindo... rebola pra ele, sua puta... – berrava, rebolando alucinadamente, bunda quicando contra o peito largo do pitbull. O tesão era insano, mais forte que com o Bernardo, mais forte que com as duas picas falsas. Dor virava prazer bruto, luxúria animal que ela nunca sentiu na vida. O cu piscava vazio, mas a buceta sugava o pau do cachorro como se quisesse engolir tudo. O primeiro orgasmo veio violento, sem aviso. O corpo inteiro travou, depois convulsionou. - Tô gozandooooo... caralhooo... gozando na pica do cachorro... aaaahhh porraaaa... nao tô aguentando, tô esguichando tudo... grelinho me matando... nunca... nunca gozei assim... – gritou ela, voz ecoando no banheiro, buceta jorrando jatos quentes que escorriam pelas pernas dele. Perseu não parou, metia mais forte, o nó batendo na entrada, quase forçando pra dentro. Ela rebolava como louca, bunda empinada balançando, peitos balançando pesados, baba escorrendo da boca. - Mais... fode mais fundo... rasga a buceta da tia... eu sou sua vadia agora, seu cachorro gostoso... aaaahhh que luxúria do caralho... – berrava, lágrimas de prazer misturadas com água do chuveiro. O segundo orgasmo bateu logo depois, ainda mais forte. Pernas tremeram tanto que ela quase caiu, mas o peso do pitbull segurava. - Gozando de novo... mais forte... pica enorme me enchendo... cu piscando querendo também... porraaaaa... esguichando no pau dele... – gritava, corpo convulsionando, gozo escorrendo em rios pelo chão do banheiro. Perseu acelerou, grunhindo mais alto, o pau latejando dentro dela, o nó inchando tanto que travou na buceta, prendendo os dois. Emanuelle sentiu o pau pulsar e jorrar porra quente de cachorro, jatos grossos enchendo a buceta até transbordar. - Tá gozando dentro... porra quente de cachorro me enchendo... ai caralho que delícia... – gemeu ela, rebolando devagarinho no nó preso, prolongando o prazer. O terceiro orgasmo veio enquanto ele gozava, fazendo ela revirar os olhos, boca aberta, baba caindo. - Aaaahhhhh to morrendo de tanto gozar...minha buceta tá cheia de porra de pitbull... grelinho pegando fogo... cu querendo pica também... que luxúria insana... nunca senti isso na vidaaaa... – berrava, corpo inteiro tremendo, ondas de prazer que pareciam não acabar. O nó ficou preso uns minutos, o cachorro parado em cima dela, ofegante, enquanto ela gemia baixinho, rebolando leve, sentindo cada pulsada. Quando o nó desinchou e o pau saiu com um ploc molhado, porra de cachorro escorrendo da buceta aberta em fios grossos, misturada com mel dela, Emanuelle caiu de lado no chão do banheiro, pernas tremendo, buceta e cu piscando, grelinho ainda latejando. O banheiro cheirava a sexo animal, sabonete, porra e buceta. Perseu lambeu o rosto dela, inocente de novo, rabo balançando. Ela riu fraca, mão passando na buceta melada. - Porra, Perseu... você acabou de me foder como uma puta de verdade... gozei mais forte que com o Bernardo, que com as picas falsas... dor misturada com tesão insano... tô destruída e amando... – murmurou, voz rouca. Levantou devagar, pernas moles, olhou pro cachorro que agora lambia as patas calmamente. A buceta doía, inchada, mas o tesão não tinha ido embora. Ela sabia que ia repetir, que ia deixar ele montar de novo, talvez até abrir o cu pra aquela pica enorme. - Amanhã a gente toma banho juntos de novo... e quem sabe você arromba os dois buracos... eu virei uma vadia de cachorro e tô viciada – sussurrou, sorrindo safada, enquanto secava o corpo. Perseu deitou no tapete, como se nada tivesse acontecido. Emanuelle saiu do banheiro arrastando os pés, buceta pingando porra, corpo marcado de patas, mas com um sorriso enorme de quem acabou de descobrir um prazer proibido e animal que nunca mais ia largar. A viagem de Vilma ainda ia durar dias. E Emanuelle já planejava a próxima sessão de banho, o coração acelerado só de imaginar aquela pica enorme entrando de novo. O pitbull tinha transformado ela numa puta completa, e ela mal podia esperar pra gritar de luxúria mais uma vez.
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