Ana tinha acabado de fazer 18 anos e ainda morava naquela casa de dois andares com os pais, o quarto dela bem lá em cima, colado no banheiro que todo mundo usava antes de dormir. A vida era tranquila, escola, faculdade começando, mas o tesão dentro dela não parava de crescer. Semana passada ela tinha feito uma coisa que mudaria tudo: comprou pela primeira vez um brinquedinho sexual na internet, escondido dos pais, o Satisfyer Pro 2, aquele que suga o grelinho como se fosse uma boca gulosa e não solta mais. Quando o pacote chegou, ela mal conseguiu esperar o dia inteiro pra ficar sozinha. Durante o jantar com os pais, ela ficava com as coxas apertadas uma contra a outra, sentindo a buceta latejar só de imaginar o que ia fazer mais tarde. O pai, um homem de 45 anos ainda forte, conversava sobre o trabalho como sempre, sem fazer ideia de que a filha dele estava contando os minutos pra se foder com um brinquedo novo. Assim que terminou de ajudar a lavar a louça, Ana subiu as escadas correndo, o coração batendo forte. Fechou a porta do quarto, trancou, e já foi tirando a roupa devagar, se olhando no espelho grande do armário. Os peitos dela eram firmes, médios, com bicos rosados que já estavam duros de tesão só de pensar. A barriga lisinha, a bunda redonda e empinada, e lá embaixo a buceta completamente depilada, os lábios carnudos já brilhando de umidade. Ela abriu as pernas um pouco e passou o dedo na fenda, sentindo o grelinho inchado e sensível. - Porra, já tô molhada pra caralho... esse grelinho tá pedindo pra ser chupado hoje. Ela pegou o Satisfyer da caixa, ligou na tomada pra carregar rapidinho e deitou na cama king size, abrindo as pernas bem largas, os joelhos dobrados. O quarto estava escuro, só a luzinha do abajur acesa, criando sombras nos lençóis brancos. Ela ligou o brinquedo no modo mais baixo primeiro. O barulhinho de sucção começou, suave, e ela encostou a boca de silicone bem em cima do grelinho. O prazer veio imediato, como uma língua quente sugando sem parar. - Ai meu Deus do céu... que delicia... - ela sussurrou, os olhos fechando. O grelinho dela foi puxado pra dentro da boca do brinquedo, vibrando leve, fazendo a buceta inteira contrair e soltar mais suco. O líquido escorria devagar pela fenda, molhando o cu dela, que piscava involuntariamente. Ana começou a rebolar os quadris devagar, pressionando o brinquedo com mais força. A sucção aumentava o sangue no grelinho, deixando ele maior, mais sensível. Ela imaginava uma pica grossa, veiosa, entrando fundo na buceta dela enquanto o brinquedo cuidava do clitóris. - Chupa mais forte, porra... mama meu grelinho assim... - ela gemia, a voz já saindo mais rouca. Os dedos da mão livre desceram e abriram os lábios da buceta, expondo tudo. Dois dedos entraram fácil, porque ela estava encharcada, fodendo a própria xota no ritmo do brinquedo. O som molhado dos dedos entrando e saindo enchia o quarto junto com o zumbido do Satisfyer. Ela aumentou a intensidade pro nível médio e o prazer explodiu. O corpo dela arqueou na cama, os peitos balançando, os bicos duros pedindo pra serem apertados. Ela beliscou um deles com a mão livre, puxando forte. - Caralho, que gostoso... minha buceta tá piscando toda... vou gozar logo se continuar assim. - Os gemidos saíam mais altos agora, ela não conseguia segurar. O grelinho latejava dentro da sucção, cada pulso mandando choques de prazer pra barriga, pras coxas, pro cu. Ela tirou os dedos da buceta e passou eles no cu, lambuzando o furinho apertado com o próprio suco. Enfiou a ponta do dedo médio devagar, sentindo o cu apertar em volta. - Ai porra... toca meu cu também... sou uma vadia completa. Ela virou de lado, uma perna levantada bem alta, o brinquedo ainda grudado no grelinho. Agora os dedos fodiam a buceta e o cu ao mesmo tempo, devagar no começo, depois mais rápido. O lençol já estava molhado embaixo da bunda dela, uma poça de porra brilhando. Os gemidos viravam quase gritos. - Fode, fode minha buceta e meu cu... não para não... chupa esse grelinho até eu esguichar. - O orgasmo veio de repente, forte pra caralho. A buceta contraiu em espasmos, o grelinho pulsando louco dentro do brinquedo, e ela esguichou pela primeira vez na vida. Um jato quente saiu da xota, molhando a mão, o brinquedo, o lençol todo. - Porraaaa... tô esguichando... olha isso... - ela gritou, o corpo tremendo inteiro. Mas Ana não desligou. Respirou fundo por uns segundos, o peito subindo e descendo, suor escorrendo entre os peitos. Ligou o brinquedo no nível mais alto e colocou de novo no grelinho inchado, que agora estava vermelho e super sensível. O prazer voltou ainda mais intenso, quase dolorido de tão bom. Ela ficou de quatro, empinando a bunda pro alto, o cu aberto e brilhando, a buceta escorrendo. O Satisfyer grudado embaixo, sugando sem piedade. Ela enfiou três dedos na buceta, fodendo forte, o som molhado ecoando. - Isso... me fode como uma cachorra... meu pai e minha mãe estão lá embaixo e eu aqui me acabando... - ela falava sozinha, a voz alta, sem se importar mais se alguém ouvia. O segundo orgasmo veio rápido, ainda mais forte. Ela esguichou de novo, um jato longo que bateu na cabeceira da cama. - Caralhooo... mais um... minha buceta não para de jorrar... - O corpo dela convulsionava, as pernas tremendo, mas ela continuou rebolando contra o brinquedo. Mudou de posição mais uma vez, deitada de costas, pernas abertas no ar, segurando o Satisfyer com as duas mãos agora, apertando ele contra o grelinho. Os dedos voltaram pro cu, dois agora, fodendo o furinho apertado enquanto a buceta esguichava sem parar. O quarto cheirava a buceta molhada, suor e tesão puro. Os gemidos eram constantes, altos, sem vergonha. - Goza de novo, sua putinha safada... esguicha tudo, vaaai, acaba com essa puta... ai que delicia no meu grelinho... Terceiro, quarto, quinto orgasmo. Cada um mais intenso que o anterior. Ela perdia a noção do tempo, o corpo todo molhado, o lençol encharcado como se tivesse mijado. O Satisfyer não parava, sugando o grelinho inchado até ele ficar quase dormente de tanto prazer. Ana gritava agora sem controle. - Porra, eu sou uma puta... fode minha buceta, chupa meu cu... esguicha pra caralho... - O último orgasmo foi o mais forte de todos. Ela esguichou tanto que o jato molhou o chão ao lado da cama, o corpo arqueando tanto que só os ombros e os pés tocavam o colchão. A buceta pulsava visivelmente, abrindo e fechando, soltando mais porra clara. Finalmente ela desligou o brinquedo, jogando ele de lado. Ficou deitada, ofegante, o peito subindo e descendo rápido, as pernas abertas, a buceta vermelha, inchada, brilhando de tanto esguicho. O quarto estava silencioso agora, só a respiração dela e o som distante da TV lá embaixo. Mas aí ela ouviu passos na escada. Passos pesados subindo. Era o pai, se preparando pra dormir, como sempre fazia. O banheiro era lá em cima, bem do lado do quarto dela. Quanto tempo ele estava lá? Ele tinha subido antes e ouvido tudo? Todos aqueles gemidos, os gritos de - fode minha buceta, os esguichos molhados? O coração de Ana disparou, mas em vez de vergonha, uma onda quente de tesão novo invadiu a barriga dela. A buceta, ainda sensível, contraiu de novo só de imaginar o pai parado no corredor, ouvindo a filha dele se acabar de prazer. Ela se levantou devagar, as pernas fracas, colocou o pijama rápido, mas a cara estava vermelha, o cabelo bagunçado, o cheiro de buceta ainda no ar. Abriu a porta do quarto devagar. O pai estava no corredor, de pijama, lavando o rosto na pia do banheiro com a porta aberta. Ele parou, olhou pra ela. Os olhos dele desceram pro corpo dela por um segundo, notando as bochechas coradas, os bicos dos peitos ainda marcados no tecido fino do pijama. Não disse nada no começo. Ana sentiu o olhar dele e a buceta molhou de novo, um fio de porra escorrendo pela coxa por baixo do shortinho. - Boa noite, filha. Tudo bem aí? - ele perguntou finalmente, a voz normal, mas com um tom diferente, como se estivesse segurando algo. - Boa noite, pai... tá tudo ótimo... só... cansada. - ela respondeu, a voz ainda rouca dos gemidos, um sorriso safado escondido no canto da boca. Ele fechou a torneira, secou o rosto, passou por ela no corredor. O braço dele roçou no dela de leve e Ana sentiu um arrepio na espinha. Ele desceu as escadas sem falar mais nada, mas ela jurava que tinha visto um volume leve na calça do pijama dele. Fechou a porta do quarto de novo, deitou na cama molhada e passou a mão na buceta ainda latejando. - Caralho... ele ouviu tudo... ouviu a filha dele gritando enquanto esguichava... e eu adorei. - ela sussurrou pra si mesma, ligando o Satisfyer de novo no modo baixo, sabendo que talvez, só talvez, o pai estivesse lá embaixo pensando na mesma coisa. Ela gozou mais duas vezes naquela noite, quietinha dessa vez, mas imaginando o pai atrás da porta, ouvindo, talvez até batendo uma punheta pensando na buceta da filha. Ana nunca tinha sentido tanto tesão na vida. E ela sabia que isso era só o começo. Naquela mesma noite, depois do pai descer, Ana não conseguiu dormir. O corpo dela ainda vibrava. Ela ficou deitada de lado, uma perna por cima da outra, esfregando as coxas e sentindo o grelinho sensível roçar no tecido da calcinha molhada. Cada vez que lembrava dos gemidos altos que tinha dado, da forma como o Satisfyer tinha sugado o grelinho até ele inchar como um botãozinho vermelho, ela sentia outra contração na buceta. - Porra, eu gritei tão alto... ele deve ter ouvido cada - ai que delicia no meu cu... cada esguicho batendo no lençol. - ela pensava, a mão descendo devagar e puxando a calcinha pro lado. Os dedos encontraram a buceta ainda encharcada, os lábios inchados e quentes. Ela circulou o grelinho devagar, lembrando da sucção forte do brinquedo. O cu dela, que tinha sido fodido pelos próprios dedos, ainda estava sensível, um pouco aberto. Ela enfiou a ponta do dedo médio de novo, sentindo o calor apertado lá dentro. - Isso... imagina se fosse a pica grossa do pai entrando aqui... não, para, sua safada... mas caralho, que tesão. - Os pensamentos proibidos só aumentavam o prazer. Ela pegou o Satisfyer mais uma vez, ligou no modo mais baixo e grudou ele no grelinho. Dessa vez ela ficou de bruços, a bunda empinada, o rosto enterrado no travesseiro pra abafar os gemidos. A sucção voltou, suave mas insistente, puxando o grelinho pra dentro. A buceta soltou mais suco, molhando a mão que segurava o brinquedo. Ela rebolava a bunda no ar, imaginando alguém atrás dela, uma pica entrando fundo enquanto o brinquedo cuidava do clitóris. Os gemidos saíam abafados no travesseiro. - Mmm... fode meu cu enquanto chupa meu grelinho... sou a putinha da casa... - O orgasmo veio quieto dessa vez, mas intenso, a buceta contraindo e soltando um esguicho pequeno que molhou a palma da mão. Ela mordeu o travesseiro, o corpo tremendo. Mas o tesão não passava. Ela virou de novo, abriu as pernas no ar, segurando os tornozelos, expondo tudo. O Satisfyer no grelinho, os dedos fodendo a buceta e o cu ao mesmo tempo. Três dedos na xota, dois no cu. O som era obsceno, molhado, alto no silêncio do quarto. - Caralho, olha como eu tô aberta... buceta e cu piscando pra quem quiser foder... pai, você ouviu sua filha virar uma cachorra? - Ela gozou de novo, esguichando um jato que escorreu pela barriga até os peitos. O corpo dela estava exausto, mas a mente girava. No dia seguinte, durante o café da manhã, o pai estava mais quieto que o normal. Ele olhava pra ela de vez em quando, os olhos demorando um segundo a mais no decote da blusa dela. Ana sentia a buceta molhar só com o olhar dele. Quando ele passou por ela pra pegar o café, o corpo dele roçou no dela de novo. - Bom dia, filha. Dormiu bem? - ele perguntou, a voz baixa. - Dormi... mas tive uns sonhos bem... intensos. - ela respondeu, o tom inocente mas com um sorriso safado nos olhos. - É... a casa é pequena, os sons sobem fácil, né dona ana? - ele disse, sem olhar direto pra ela, mas o tom era carregado. Ana sentiu o coração pular. Ele tinha ouvido. E em vez de vergonha, ela só queria subir pro quarto e se foder de novo, sabendo que ele sabia. O resto do dia ela passou molhada, pensando em como ia usar o Satisfyer à noite, mais alto ainda, só pra ver até onde ia a sacanagem. E assim, a experiência dela virou um vício novo, cheio de tesão proibido. Cada gemido, cada esguicho, cada - fode minha buceta, era agora um segredo compartilhado com o pai, mesmo que ele nunca dissesse nada. Ana sabia que nunca mais ia conseguir ficar quieta. E ela não queria.
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