Meu nome é Kelly e eu acordei hoje de manhã já com aquela coceira safada entre as pernas, sabe? Tinha uns dias sem transar direito, só me tocando rapidinho no chuveiro pensando em alguma loucura. Aos 27 anos, eu sou dessas que adora o risco, adora sentir o corpo reagindo quando ninguém espera. Peguei o trem lotado na hora do rush, vestida com aquela saia curta preta que mal cobre a metade da coxa, sem calcinha porque o dia tava quente e eu queria sentir o ar roçando direto na minha buceta lisinha. A blusinha fina marcava os bicos dos peitos já meio duros só de imaginar. O vagão tava um inferno de gente espremida, corpos suados colados uns nos outros, o cheiro de perfume misturado com suor e aquele balanço constante do trem que faz tudo parecer um convite pra putaria. Eu me posicionei bem no meio do vagão, segurando o poste de metal frio com uma mão. Foi quando senti ele atrás de mim. Um cara na casa dos 30, alto, corpo firme, cheiro bom de homem que tomou banho de manhã. A namorada dele – ou esposa, sei lá – tava espremida do lado direito dele, segurando o mesmo poste, o celular na mão e o olhar perdido na tela. Ela era bonitinha, cabelo preso, mas completamente alheia ao mundo, mexendo no Instagram como se o trem fosse só um fundo chato. Ele tava quieto, olhando pra frente, mas o corpo dele tava colado no meu, a virilha dele praticamente encostando na minha bunda. O trem deu uma freada brusca e eu aproveitei. Mudei o peso do corpo devagar, como se fosse só o movimento natural, e deixei minha bunda redonda, macia e firme roçar de leve na frente da calça dele. No começo foi sutil pra caralho. Só um roçar inocente, a curva da minha bochecha esquerda pressionando de leve contra o que parecia um volume mole ainda. O trem balançava e eu acompanhava, arqueando um pouquinho as costas pra empinar mais aquela bundinha. - Meu Deus, que delícia sentir isso crescendo, pensei, mordendo o lábio por dentro. Ele não se mexeu, mas eu senti a respiração dele mudar, ficar mais pesada atrás da minha orelha. A namorada dele tava bem ali, a centímetros, e soltou um comentário casual: - Amor, você lembrou de comprar o leite pra gente hoje à noite? Ele respondeu com a voz um pouco rouca, tentando disfarçar: - Lembrei sim, amor... vai dar certo. Mas eu já tava mais ousada. Comecei a fazer movimentos pequenos em círculo, bem lentos, esfregando a bunda toda contra a virilha dele. Senti o pau dele reagindo na hora. Primeiro um inchaço leve, depois mais firme, a pica engrossando por baixo da calça social fina. Porra, que sensação gostosa. O calor dele atravessava o tecido e batia direto na minha pele, bem no meio das duas bochechas. Eu continuei, subindo e descendo devagar, como se o trem estivesse me empurrando, mas na verdade era eu controlando tudo. A protuberância dele cresceu rápido, virou uma barra dura, latejando contra minha bunda. Eu sentia a cabeça da pica dele marcando, pulsando, pressionando bem na curva onde a saia subia um pouco. Meu coração tava disparado, a buceta já começando a ficar molhada pra valer. Eu sentia o melzinho escorrendo devagar pelas coxas, o grelinho inchando só de imaginar o que tava acontecendo. A namorada dele tava ali do lado, o ombro roçando no dele, e ela nem imaginava que eu tava transformando o pau do homem dela numa rola dura e cheia de veias. Eu arqueei mais as costas, empinando a bunda pra encaixar melhor. Agora o pau dele tava preso entre as minhas bochechas, a calça dele esticada no limite. Eu esfregava para cima e para baixo, sentindo cada centímetro daquela pica crescer, latejar, o calor aumentando. Ele respirava fundo, o peito subindo e descendo contra minhas costas, mas não se mexia muito pra não chamar atenção. A safada dentro de mim tava no comando. Eu imaginei ele gemendo baixo, a pica dele babando pré-gozo na cueca, marcando a calça. Meu cu se apertava de tesão toda vez que eu sentia a cabeça dele roçar bem ali, quase cutucando o anelzinho por cima da saia fina. A buceta pingava mais, o clitóris – meu grelinho – tava duro como uma pedrinha, roçando de leve na costura da saia a cada movimento. O trem parou numa estação, gente entrando e saindo, mas ninguém reparou. O corpo dele ficou ainda mais colado no meu porque o vagão lotou mais. Eu aproveitei pra dar uma reboladinha mais forte, circular bem devagar, sentindo o pau dele pular contra minha bunda. Foi aí que ele não aguentou e se inclinou um pouquinho pra frente, a boca quase encostando na minha orelha, a voz baixa e rouca pra só eu ouvir: - Porra, sua vadia safada... o que você tá fazendo com essa bundona gostosa na minha pica? Tá me deixando louco aqui... Eu sorri por dentro, o tesão subindo mais. Respondi no mesmo tom, sussurrando sem virar o rosto: - Shh, cala a boca e aproveita... deixa eu sentir essa pica dura latejando na minha bunda... você tá ficando enorme, hein? A namorada dele tava distraída, ainda no celular, mas virou o rosto de leve e perguntou: - Amor, você tá bem? Tá respirando estranho... Ele disfarçou na hora, a voz tremendo um pouco: - Tô sim, amor... só o calor do trem, sabe como é lotado. Mas enquanto ele falava isso, eu dei uma esfregada mais lenta e forte, subindo a bunda até a cabeça da pica dele se encaixar bem no meio das minhas bochechas, pressionando o cu por cima da roupa. Senti ele tremer inteiro. O pau dele tava latejando forte agora, inchado pra caralho, a veia grossa pulsando contra minha pele. Eu tava encharcada, o mel da buceta escorrendo pela coxa interna, o cheiro de tesão misturando no ar quente do vagão. Meu grelinho latejava pedindo atenção, mas eu me controlava, só focando em provocar ele mais. Os minutos passavam devagar, cada segundo uma delícia. O trem balançava e eu sincronizava os movimentos: descia a bunda devagar, sentia a pica dele deslizar entre as bochechas, depois subia rebolando, apertando ele todo. Ele sussurrou de novo, a voz baixa e cheia de sacanagem: - Caralho, continua assim... sua bucetinha deve tá molhada pra caralho, né? Eu sinto o calor dela mesmo sem tocar... deixa eu imaginar metendo essa rola toda nessa bundinha apertada... Eu respondi baixinho, mordendo o lábio: - Tá pingando sim, seu safado... minha buceta tá encharcada só de sentir sua pica dura contra meu cu... imagina se eu te chupasse bem aqui, engolindo tudo enquanto ela olha pro celular... A namorada dele continuou alheia, comentando sobre o dia deles como se nada estivesse rolando: - Amor, depois do trabalho a gente pode ir no cinema? Tô com vontade de ver aquele filme novo... Ele respondeu com esforço, a pica ainda latejando forte contra mim: - Pode sim, amor... vai ser bom... Mas eu não parei. Continuei esfregando em círculos pequenos, depois subindo e descendo toda a extensão da pica dele. Senti um ponto úmido na calça – o pré-gozo dele vazando, molhando o tecido e roçando na minha bunda. Porra, que tesão. Meu cu se contraía de vontade, imaginando aquela pica grossa abrindo meu furinho devagar. A buceta latejava, o grelinho tão inchado que eu sentia ele roçando na saia a cada movimento. O vagão inteiro tava quente, corpos suados, mas ninguém via o que tava acontecendo entre nós dois. A namorada dele tava a meros centímetros, o braço dela roçando no dele, e eu ali, transformando o pau do cara numa vara de ferro só com a minha bundinha. Dez minutos viraram doze, o trem se aproximando da minha parada. Eu tava no limite, o corpo todo arrepiado, a buceta pulsando como se fosse gozar só com a fricção. Dei uma última esfregada bem lenta, empinando a bunda ao máximo, sentindo a cabeça da pica dele pressionar forte bem no meio do cu, latejando como se fosse explodir. Ele sussurrou uma última vez, quase gemendo: - Sua putinha... você me deixou com a pica explodindo... se a gente tivesse mais tempo eu te comia aqui mesmo... Eu sorri, respondendo no sussurro: - Quem sabe na próxima... agora vai pra casa com a namoradinha e pensa em mim enquanto fode ela com essa rola que eu deixei dura... O trem parou. Eu dei uma última reboladinha discreta, sentindo o pau dele pulsar uma última vez contra minha bunda, depois me afastei devagar, saindo pela porta sem olhar pra trás. Meu coração batia forte, as pernas tremiam de tesão. Cheguei na plataforma e senti o ar fresco bater nas coxas úmidas – a buceta ainda pingando, o grelinho sensível roçando na saia. Fui pro trabalho sorrindo sozinha, a bunda ainda quente da sensação daquela pica dura. O dia inteiro eu fiquei molhada, pensando em cada detalhe: o jeito que o pau dele cresceu contra mim, o latejar, o pré-gozo molhando a calça, os sussurros safados enquanto a namorada dele falava de planos inocentes. Eu sei que foi arriscado pra caralho, malvado até, mas porra, que delícia de tesão proibido. À noite, em casa, eu não aguentei. Deitei na cama, levantei a saia e comecei a me tocar pensando nisso tudo. Dedos circulando o grelinho inchado, imaginando aquela pica grossa abrindo minha buceta ou meu cu bem ali no trem. Gozei forte, gemendo baixo, o corpo tremendo com a lembrança. Foi isso que aconteceu hoje de manhã, mas no conto eu vivi cada segundo de novo, mais intenso, mais chulo, mais detalhado. Se você quiser mais uma parte, ou mudar alguma coisa, só falar. Tô aqui tomando café e rindo porque sei que você leu isso tudo e ficou excitada de novo. Beijo safado.
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