Primeira vez com minha mãe!

Depois que eu me mudei pra faculdade, tudo mudou. Eu tinha 18 anos na época, cheio de hormônio e saudade de casa, mas quando voltei nas férias e vi minha mãe de um jeito diferente, aí que a coisa pegou fogo de verdade. Ela sempre foi linda, corpo bem feito, peitos grandes que balançavam quando ela andava pela casa de shortinho e regata fina, bunda empinada de quem malha todo dia. Mas agora, aos 20 anos, eu olhava pra ela e meu pau latejava sozinho. Era como se eu tivesse acordado pra um desejo que tava escondido o tempo todo. Eu queria ela. Queria foder minha própria mãe.
Comecei devagar, jogando indiretas. Quando eu tava em casa, andava só de cueca pela sala, deixando a pica meio dura marcando o pano fino. Ela fingia que não via, mas eu percebia o olhar dela demorando um segundo a mais. Elogiava ela o tempo todo – “Mãe, você tá cada dia mais gostosa, hein? Esse corpo de academia tá matando” – e ela ria, corava um pouco, mas respondia com um “Para com isso, seu safado” que soava mais como convite do que bronca.
Nas férias de inverno, ela começou a retribuir. Andava pela casa de camisola curta, sem sutiã, os bicos duros marcando o tecido. Uma vez eu tava no sofá vendo TV e ela se sentou do meu lado, cruzou as pernas de um jeito que o shortinho subiu e eu vi a curva da buceta dela, lisinha, sem calcinha. Meu pau ficou duro na hora. Ela notou, mas não disse nada. Só sorriu de canto.
A noite que tudo aconteceu foi inesquecível. Eu tinha acabado de sair do banho, cabelo molhado, corpo ainda quente do vapor. Tava só de cueca preta, aquela bem justa que marcava tudo. Entrei na cozinha pra pegar água e lá estava ela, de robe de seda aberto na frente, só de calcinha fio-dental preta e nada em cima. Os peitos dela, grandes, pesados, com bicos rosados e duros, balançando livres enquanto ela mexia no celular.
— Nossa, filho… você tá um homem feito mesmo — ela disse, os olhos descendo direto pro volume na minha cueca. — Olha só esse tanquinho da academia… e essa pica aí, meu Deus. Tá crescendo cada vez mais, hein?
Eu senti o sangue todo descer pro pau. Ele inchou na hora, empurrando o elástico da cueca, a cabeça grossa quase saindo pela cintura. Ela percebeu. Claro que percebeu. Seus olhos ficaram vidrados ali, a boca entreaberta.
— É por minha causa isso, né? — ela perguntou baixinho, a voz rouca, quase um sussurro safado. — Essa pica dura toda… é pra mamãe?
Eu não aguentei. Dei um passo pra frente, o coração martelando.
— É sim, mãe. Eu fico louco pensando em você. Nesses peitos, nessa buceta… eu me mastrobo todo dia imaginando você gemendo meu nome.
Ela mordeu o lábio inferior, soltou o robe no chão. Os peitos pularam livres, pesados, as aréolas grandes e escuras. A calcinha dela já tinha uma mancha molhada bem no meio.
— Vem cá, meu filho… mamãe também tá molhada faz tempo pensando nisso.
Eu me aproximei, mãos tremendo, e segurei aqueles peitos. Eram macios, quentes, os bicos duros roçando minha palma. Ela gemeu baixo quando eu apertei, puxei os bicos com os dedos.
— Isso, aperta bem forte… mamãe gosta quando fica bruto.
Eu baixei a cabeça e chupei um bico, depois o outro, sugando forte, mordiscando. Ela agarrou minha cabeça, enfiou os dedos no meu cabelo molhado.
— Ahhh, filho da puta… chupa o peito da mamãe assim… que delícia.
Minha pica tava latejando, babando pré-gozo dentro da cueca. Ela desceu a mão, apertou o volume por cima do pano.
— Caralho, que pica grossa… tá pulsando pra mim. Tira essa cueca, quero ver ela inteira.
Eu puxei a cueca pra baixo num movimento só. Meu pau pulou pra fora, duro como ferro, veias saltadas, cabeça vermelha e brilhando, uns 22 centímetros latejando no ar. Ela arregalou os olhos, lambeu os lábios.
— Meu Deus do céu… olha o tamanho dessa pica do meu filho. Que rola linda, grossa, com essa cabeça gorda. Mamãe vai mamar tudo isso agora.
Ela se ajoelhou ali mesmo na cozinha, sem cerimônia. Pegou minha pica com as duas mãos, apertou a base, lambeu da bola até a cabeça devagar, sentindo o gosto do pré-gozo.
— Hum… salgadinho… delícia. — E engoliu tudo de uma vez.
Eu gemi alto. A boca dela era quente, molhada, a língua girando em volta da cabeça enquanto ela descia até o fundo da garganta. Ela não tinha ânsia, engolia fundo, babava, os olhos lacrimejando de tesão.
— Isso, mãe… mama meu pau… engole essa pica toda, caralho.
Ela tirou só pra respirar, cuspiu na cabeça e voltou a chupar com força, uma mão massageando minhas bolas, a outra apertando a base. O som era obsceno – gluck gluck gluck – saliva escorrendo pelo queixo, pingando nos peitos dela.
Eu não aguentei muito. Puxei ela pelo cabelo, levantei ela de pé e enfiei a língua na boca dela. Nosso primeiro beijo foi bruto, línguas se enrolando, saliva trocando, gemidos misturados.
— Quero comer sua buceta agora — eu rosnei.
Ela sorriu safada, tirou a calcinha fio-dental. A buceta dela tava inchada, lábios grossos e brilhando, o grelinho duro e vermelho aparecendo no topo. Tinha um fio de mel escorrendo pela coxa.
— Olha como mamãe tá molhada, filho. Essa buceta tá piscando pra você faz meses.
Eu a sentei na mesa da cozinha, abri as pernas dela bem abertas. Me ajoelhei e enfiei o rosto ali. Cheiro de buceta quente, doce e salgada ao mesmo tempo. Lambi o grelinho devagar, circulando, depois chupei ele inteiro, sugando forte.
— Ahhh, porra! Chupa o grelinho da mamãe… assim… isso, filho do caralho!
Eu meti dois dedos na buceta dela, que tava encharcada, apertada, sugando meus dedos. Curvei eles pra cima, batendo no ponto G enquanto chupava o clitóris sem parar. Ela tremia, coxas apertando minha cabeça.
— Vou gozar… ai meu Deus… vou gozar na boca do meu filho!
Ela gozou forte, jorrando um pouco, mel escorrendo pela minha mão, pela mesa. O corpo dela convulsionava, peitos balançando, gemidos altos ecoando pela casa vazia.
Eu levantei, pau duro babando, e encostei a cabeça na entrada da buceta dela.
— Posso, mãe? Posso meter minha pica dentro de você?
— Mete, filho. Enfia essa rola grossa na buceta da mamãe. Me fode bem fundo.
Eu empurrei devagar. A cabeça grossa abriu os lábios dela, depois o resto entrou centímetro por centímetro. Ela tava apertada pra caralho, quente, molhada, as paredes pulsando em volta da minha pica.
— Ahhh… que delícia… tá me enchendo toda… que pica grande do meu menino.
Eu comecei a meter devagar, depois mais forte. O som de pele contra pele, molhado, obsceno. Ploc ploc ploc. Eu segurava os peitos dela, apertava, chupava os bicos enquanto metia fundo.
— Toma, mãe… toma essa pica toda… vou foder você até você não aguentar mais.
Ela cravava as unhas nas minhas costas, pernas enroladas na minha cintura.
— Isso, mete mais forte! Fode a buceta da sua mãe… me usa como uma puta… ahhh, eu sou sua putinha agora!
Eu metia com força, a mesa rangendo, os peitos dela pulando. Virei ela de quatro no chão da cozinha. A bunda dela era perfeita, redonda, com o cu piscando entre as nádegas. Eu cuspi na mão, passei na cabeça da pica e meti de novo na buceta, agora por trás, batendo fundo, bolas batendo no grelinho dela.
— Olha esse cu, mãe… tá piscando pra mim. Um dia eu vou comer ele também.
— Come quando quiser, filho… hoje é a buceta que tá com fome e que tá pedindo porra.
Eu acelerei, senti as bolas apertando. Ela tava gemendo sem parar, mão no grelinho se esfregando.
— Vou gozar de novo… goza dentro da bucetinha da sua mãe, filho… enche a buceta dessa mãe safada de porra quente!
Eu não segurei. Meti bem fundo e gozei forte, jatos grossos enchendo ela, transbordando pela buceta, escorrendo pelas coxas. Ela gozou junto, gritando meu nome, corpo tremendo inteiro.
A gente ficou ali no chão, suados, melados, ofegantes. Eu ainda dentro dela, pica pulsando, porra vazando.
— Eu te amo, mãe… isso foi a melhor coisa da minha vida.
— Eu também te amo, meu filho… e agora você é meu homem.
No dia seguinte eu tive que voltar pra faculdade. Doeu pra caralho me separar dela. Mas a gente começou a trocar mensagens o dia todo. No começo era fofo, depois virou puro tesão.
— Saudade da sua pica dentro de mim, filho. Minha buceta tá doendo de tanto lembrar.
— Manda uma foto dessa buceta molhada pra mim agora.
Ela mandou. Nude completo, pernas abertas, dedos abrindo os lábios, grelinho brilhando, buceta ainda vermelha da foda da véspera. Eu mandei de volta meu pau duro na mão, veias saltadas.
A semana inteira foi assim. Ligações à noite, ela se masturbando no telefone, gemendo meu nome enquanto eu batia punheta pensando na buceta dela.
No fim de semana eu voltei. Peguei ela no aeroporto, levei pro nosso primeiro encontro de verdade – um restaurante discreto, velas, vinho. Ela tava linda, vestido justo que marcava os peitos e a bunda. Durante o jantar, pé dela subindo pela minha perna por baixo da mesa, apertando meu pau por cima da calça.
Depois do jantar, levei ela pro hotel que eu reservei. Assim que a porta fechou, a gente se jogou um no outro. Eu arranquei o vestido dela, ela abriu minha calça. Caiu de boca no meu pau de novo, mamando com fome.
— Quero te namorar, mãe — eu disse, pau na boca dela. — Quero ser seu homem de verdade. Namorado, amante, tudo.
Ela tirou o pau da boca, cuspiu, olhou pra mim com olhos brilhando de tesão e amor.
— Sim, meu filho. Eu aceito. Agora me fode de novo, namorado. Enfia essa pica na buceta da sua namorada.
A gente fodeu a noite toda. Na cama, no chuveiro, contra a parede. Eu comi a buceta dela de quatro, de lado, ela cavalgando em cima de mim, peitos pulando enquanto eu apertava o grelinho. Gozei na boca dela, no peito, dentro da buceta de novo. Ela gozou tantas vezes que perdeu a conta.
Desde então, tem sido incrível. A gente se conhece como amante de um jeito que ninguém entende. Eu volto todo fim de semana. A gente fode em todos os cantos da casa. Às vezes ela me chama de “namorado” enquanto eu meto nela, às vezes de “filho” quando tá mais safada. É proibido, é errado pros outros, mas pra gente é perfeito.
E eu tô animado pra caralho com o que vem pela frente. Mais noites, mais porra, mais gemidos. Minha mãe, minha mulher, minha puta particular. A vida nunca foi tão boa.

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Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
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Nome do conto:
Primeira vez com minha mãe!

Codigo do conto:
257936

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
27/03/2026

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