Pegando minha mãe de jeito na cozinha!

Não consigo acreditar que estou digitando isso de novo, mas porra, já faz mais de um ano que eu me masturbo pensando na minha mãe Heloísa e no último fim de semana aconteceu de verdade. Ela tem 43 anos, mas parece ter uns 35 no máximo. O corpo dela é uma provocação ambulante: bundão redondo e empinado, daqueles que balançam devagar quando ela anda, peitos grandes e firmes que ficam marcando o tecido de qualquer blusa, cabelo longo escuro que cai pelas costas como uma cascata de seda preta. E o pior – ou o melhor – é que ela sabe exatamente o quanto é gostosa. Vive se vestindo pra matar, especialmente em casa.
O uniforme dela de trabalho em casa é mortal: leggings de couro preto, tão coladas que parecem pintadas na pele. O material é grosso, brilhante, faz aquele barulhinho suave de rangido toda vez que ela mexe as coxas grossas. Elas abraçam a bunda dela como uma segunda pele, marcando a fenda do cu e o volume da buceta de um jeito que eu juro que dá pra ver o formato dos lábios quando ela se abaixa. Sempre combina com aqueles saltos pretos brilhantes, de tiras finas que sobem pelas panturrilhas e fazem a bunda dela projetar pra trás, como se estivesse pedindo pra ser comida. Eu passei meses roubando olhares. Toda vez que ela se curvava pra pegar algo na prateleira de cima da cozinha, o couro esticava, a costura sumia entre as nádegas e meu pau ficava duro na hora, latejando dentro da bermuda.
Eu me masturbava no quarto pensando nela quase todo dia. Imaginava descendo aquelas leggings devagar, vendo a buceta raspadinha aparecer, molhada, brilhando. Sonhava com o cheiro dela – aquele perfume doce misturado com o suor leve da pele quente. Às vezes eu gozava só de imaginar enfiando a pica nela enquanto ela gemia meu nome. Era errado pra caralho, eu sabia, mas o tesão era mais forte que qualquer culpa.
No sábado passado, papai tinha viajado pro fim de semana inteiro. A casa estava só nossa. Eu desci pra cozinha pra pegar água e lá estava ela, de costas pra mim, fazendo café. As mesmas leggings de couro preto, coladas pra caralho, e os saltos altos batendo no azulejo frio. Ela esticava o braço pra pegar o açúcar na prateleira de cima e o couro rangia, esticando sobre a bunda enorme. A costura sumia no meio das nádegas, marcando tudo. Meu pau endureceu instantaneamente, latejando contra a bermuda fina.
Eu não aguentei. Caminhei atrás dela devagar, coração martelando no peito como se fosse explodir. Parei colado, encostei a cabeça grossa da minha pica dura bem no meio daquela bunda coberta de couro quente. Ela congelou por um segundo. Senti o corpo dela tensionar, mas em vez de se afastar, ela soltou um gemidinho baixo, quase um suspiro.
- Amor... o que você está fazendo? – sussurrou ela, a voz rouca, ainda de costas.
Eu não respondi com palavras. Agarrei os quadris dela com as duas mãos, sentindo o couro macio e quente sob os dedos, e comecei a esfregar devagar. Minha pica latejava contra a fenda da bunda dela, o tecido da bermuda era a única coisa entre a gente. O couro rangia baixinho a cada movimento. Ela não se mexeu pra fugir. Pelo contrário, empinou um pouco a bunda, pressionando contra mim.
- Heitor... meu Deus... – murmurou, mas a voz dela já estava carregada de tesão.
Eu virei ela de frente. As bochechas dela estavam vermelhas, os olhos escuros brilhando. A gente se olhou por um segundo que pareceu eterno. Depois eu simplesmente colei minha boca na dela. O beijo foi bruto, urgente. Língua dela invadindo a minha, gemendo dentro da minha boca enquanto as mãos dela desciam pelo meu peito, puxavam a barra da minha camiseta e depois entravam na bermuda. Ela tirou meu pau pra fora e agarrou minha pica com a mão quente, apertando firme, masturbando devagar.
- Porra, filho... você tá tão duro pra mamãe... – disse ela entre beijos, a voz baixa e safada.
Eu apertei a bunda dela por cima do couro, enfiando os dedos na carne macia através do material apertado. Sentia cada curva, cada centímetro. Ela gemeu mais alto, roçando a buceta contra a minha coxa. Eu desci a mão e passei os dedos por entre as pernas dela. O couro estava quente, úmido no meio. Sem calcinha. Porra, ela estava molhada pra caralho.
Eu a virei de novo, inclinei ela sobre a bancada da cozinha. Os seios dela esmagaram contra o granito frio. Puxei as leggings pra baixo só o suficiente, até as coxas. A bunda dela saltou pra fora, redonda, branca contrastando com o preto do couro amontoado. A buceta apareceu inchada, brilhando de tesão, os lábios grossos e rosados, o grelinho inchado pedindo atenção. Os saltos altos deixavam ela na altura perfeita. Eu cuspi na mão, passei na cabeça da pica e esfreguei devagar na fenda dela, de cima pra baixo, batendo no grelinho.
- Ahhh... porra... – gemeu ela, empinando mais.
Eu não aguentei mais. Segurei os quadris dela e enfiei a pica de uma vez, cru, até o talo. A buceta dela era quente, molhada pra caralho, apertava como se quisesse me sugar. Ela engasgou alto, o corpo tremendo.
- Heitor! Que pica grossa... tá me abrindo toda... – gritou ela.
Comecei a meter forte. O som do couro rangendo toda vez que minhas bolas batiam na bunda dela era obsceno. Ploc, ploc, ploc. Os saltos dela batiam no azulejo, desequilibrando um pouco com cada estocada. Eu segurava a cintura dela, puxando pra trás enquanto metia pra frente. A buceta dela esguichava um pouco a cada vez que eu entrava fundo, molhando minhas bolas.
- Mais forte, amor... fode a mamãe mais forte... – pediu ela, voz rouca de tesão. – Enfia essa pica toda na buceta da tua mãe... ahhh, assim!
Eu aumentei o ritmo, batendo fundo, sentindo o cu dela piscar perto da minha pica. O cheiro de sexo enchia a cozinha – buceta molhada, suor, couro quente. Eu estiquei a mão e comecei a esfregar o grelinho dela enquanto metia. Ela gritou, apertando a buceta em volta da minha pica.
- Isso... mexe no grelinho da mamãe... tô quase gozando... não para, filho da puta... me fode!
Eu metia como um animal. O couro das leggings amontoado nas coxas dela rangia a cada estocada. Eu sentia o orgasmo dela vindo – a buceta pulsando, apertando minha pica como um punho quente e molhado. Ela gozou gritando, o corpo todo tremendo, as pernas bambas nos saltos.
- Aaaahhh... tô gozando... porra... gozei na pica do meu filho!
Eu não parei. Continuei metendo naquele bucetão molhado, mais rápido, mais fundo. Minhas bolas batiam contra ela, o suor escorrendo pelas costas dela. Eu segurei a bunda dela com força, abrindo as nádegas pra ver minha pica entrando e saindo, brilhando de porra dela.
- Vou gozar dentro, mãe... vou encher essa buceta de leite... – avisei, a voz rouca.
- Goza, amor... enche a buceta da mamãe... me engravida se quiser... eu quero sentir tudo!
Eu explodi. Um gozo grosso, quente, jorrando fundo dentro dela. Fiquei segurando os quadris dela com força, metendo até o fim enquanto esvaziava as bolas. Senti o creampie saindo pelas bordas, escorrendo pelas coxas dela enquanto eu ainda estava dentro. O couro das leggings estava todo melado.
A gente ficou ali um tempo, ofegando. Eu saí devagar, vendo minha pica molhada sair da buceta inchada dela, o creampie branco escorrendo. Ela se virou, me beijou de novo, lenta dessa vez, com carinho safado.
- Isso foi loucura... mas foi tão bom... – murmurou ela.
A gente limpou a cozinha em silêncio, agindo como se nada tivesse acontecido. Mas o ar estava pesado de tesão ainda.
Na manhã seguinte, domingo, ela desceu pra cozinha usando exatamente as mesmas leggings de couro e os mesmos saltos. O couro ainda tinha uma manchinha discreta do que rolou. Ela me olhou com aquele sorrisinho cúmplice, mordeu o lábio inferior e se curvou de propósito pra pegar a cafeteira, empinando a bunda na minha direção.
- Bom dia, amor... dormiu bem? – perguntou ela, voz manhosa.
Eu já estava duro de novo só de olhar. Caminhei até ela, encostei a pica na bunda dela por cima do couro outra vez.
- Mãe... eu quero de novo... – disse eu.
Ela riu baixinho, safada.
- Então vem... a mamãe tá molhada desde ontem pensando nessa pica. Me fode na bancada de novo, filho... mas dessa vez quero sentir você no meu cu também.
Eu puxei as leggings pra baixo mais uma vez. A buceta dela ainda estava inchada, com resquícios do creampie seco. Mas eu queria mais. Lambi os dedos, passei na rola dela e comecei a esfregar o cu apertado. Ela gemeu, empinando.
- Isso... abre o cuzinho da mamãe... enfiou devagar, tá?
Eu entrei no cu dela devagar, sentindo o anel apertar minha pica. Era mais quente, mais apertado. Ela gritou de prazer misturado com dor gostosa.
- Aaaai... que pica grande no meu cu... fode devagar primeiro... ahhh, assim!
Eu comecei a meter no cu dela, devagar no começo, depois mais forte. Os saltos batiam no chão, o couro rangia. Eu metia na buceta de novo, alternando, usando os dois buracos. Ela gozou duas vezes antes de eu encher o cu dela de porra também.
A gente passou o resto do domingo trancado no quarto dela. Eu comi ela de quatro na cama, de frente com as pernas nos meus ombros, sentada no meu pau enquanto os saltos ainda estavam nos pés dela. Cada vez que eu metia, ela falava sacanagem no meu ouvido.
- Olha como a mamãe tá safada pra você... essa buceta é sua agora... fode ela até eu não aguentar mais andar...
- Quero que você goze na minha boca depois... quero engolir o leite do meu filhão...
Eu gozei quatro vezes naquele dia. Na boca dela, na buceta, no cu, nos peitos. Ela lambia tudo, gemendo como uma puta no cio.
Desde então, a gente age normal quando o pai tá em casa. Mas toda vez que ele viaja, ela já me manda mensagem: “Tô de leggings e saltos na cozinha. Vem logo.” Eu sei que isso é errado pra caralho. Sei que é incesto, sei que pode dar merda. Mas porra, nunca senti um tesão igual. A buceta da minha mãe é viciante. O jeito que ela geme, o jeito que o couro range, o jeito que ela me pede pra foder mais forte... é a coisa mais gostosa que eu já vivi.
E eu sei que vai continuar acontecendo. Porque ela quer tanto quanto eu. E toda vez que eu penso naquilo, meu pau fica duro de novo.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Pegando minha mãe de jeito na cozinha!

Codigo do conto:
257977

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
27/03/2026

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