Eu ainda sinto o latejar dele dentro de mim, a buceta pulsando, melada de porra quente escorrendo pelas coxas. Meu Deus, como é bom ser comida assim pelo próprio filho. Tudo começou há uns dois meses, quando o Lucas terminou com aquela vadia da ex dele. O menino chegou em casa arrasado, olhos vermelhos, mal falava. Eu, como mãe, não aguentei ver ele sofrendo daquele jeito. Uma noite, depois de ele desabar no sofá chorando, eu sentei do lado, abracei ele forte e comecei a passar a mão no peito dele, descendo devagar. - Mãe... tá tudo errado isso aqui... – ele murmurou, a voz rouca de tesão misturado com culpa. Eu sorri contra o pescoço dele e respondi baixinho: - Deixa a mamãe cuidar de você, filho. Você precisa gozar, precisa relaxar. Deixa eu te fazer sentir bem. Minha mão entrou pela calça dele, pegou aquela pica já meio dura e comecei a bater devagar. Ele gemeu alto, agarrou meu cabelo e gozou na minha palma em jatos grossos, quentes. Daquele dia em diante virou vício. Eu chupava ele no banheiro de manhã, ele me comia de quatro na sala à tarde, e à noite a gente dormia grudado, a pica dele encaixada na minha buceta mesmo sem meter. Não conseguimos mais tirar as mãos um do outro. É como se o corpo dele tivesse sido feito pra me preencher. Hoje o dia foi puro inferno de provocação. Desde que ele acordou, já veio atrás de mim na cozinha enquanto eu preparava o café. Agarrou meus quadris por trás, esfregou aquela pica dura por cima do shortinho fino e sussurrou no meu ouvido: - Caralho, mãe, você acorda já molhada pra mim? Eu sinto o cheiro da sua buceta daqui. Eu ri, empinei o cu contra ele e respondi: - Cala a boca e vai trabalhar, safado. Mas guarda essa pica grossa pra mais tarde que a mamãe tá louca pra levar uma pirocada hoje. O dia inteiro foi assim. Ele mandava mensagem no celular: “Tô no escritório imaginando minha pica entrando na buceta apertada da minha mãe”. Eu respondia com foto do decote, mostrando o bico do peito duro. Quando ele chegou do trabalho, eu estava dobrando roupa na sala de calcinha e sutiã. Ele veio por trás, enfiou a mão dentro da calcinha, achou o grelinho inchado e ficou rodando o dedo enquanto mordia meu ombro. - Olha como a buceta da mamãe tá encharcada... – ele rosnou. – Tá pingando pra mim o dia todo, né? - Tô sim, filho... – eu gemi, rebolando na mão dele. – Essa buceta de mãe só quer sua pica hoje. Mas eu segurei. Queria que o tesão acumulasse. Jantei com ele, servi aquele pinot que ele adora, a mesa iluminada só pela luz baixa da cozinha. Eu estava de shortinho jeans curto e regata fina, sem sutiã, os mamilos marcando o tecido. Ele não tirava os olhos de mim. Cada gole de vinho, o olhar dele descia pro meu colo, pros meus lábios. Eu sabia exatamente o que ele estava fantasiando: eu de quatro, ele metendo fundo. - Você tá me olhando como se quisesse me comer inteira, Lucas... – eu provoquei, passando a língua no lábio inferior. Ele sorriu, aquele sorriso safado que faz minha buceta contrair. - É porque eu quero, mãe. Quero te foder até você não conseguir andar amanhã. Depois do jantar, peguei os pratos vazios e fui pra pia. Ele veio logo atrás com as taças de vinho. Mal eu abri a torneira pra enxaguar a louça, senti as mãos grandes dele agarrando meus quadris com força. Os polegares entraram por baixo do short, puxaram o tecido pra baixo num movimento rápido. O short caiu nos meus tornozelos. O ar frio bateu na minha buceta molhada e no cu exposto. Ele não esperou. Encostou o corpo todo em mim, a pica dura pra caralho já pra fora da calça, latejando. Enfiou ela bem entre minhas nádegas e coxas, esfregando pra cima e pra baixo, a cabeça grossa roçando na entrada da minha buceta e no grelinho ao mesmo tempo. - Porra, mãe... você tá encharcada pra caralho – ele gemeu, a voz rouca encostada no meu ouvido. – Tá pingando na minha pica. Olha como ela desliza fácil entre essas coxas grossas. Eu agarrei a borda da pia com as duas mãos, empinei o cu mais ainda e comecei a rebolar contra ele, sentindo a pica quente deslizando, molhando toda de mel. - Mete logo, filho... – eu pedi, quase implorando. – Enfia essa pica grossa na buceta da mamãe. Eu preciso te sentir me abrindo. Ele não precisou de mais convite. Segurou a base da pica, esfregou a cabeça inchada na entrada da minha buceta duas, três vezes, espalhando o mel, e então empurrou. Devagar no começo, centímetro por centímetro, até eu sentir as bolas dele batendo no meu grelinho. Meu Deus, que delícia. A pica dele é longa, grossa, perfeita, enche minha buceta inteira, roça em todos os pontos certos. - Caralho... – ele grunhiu contra meu pescoço, mordendo de leve. – Você tá muito mais apertada do que eu imaginava, mãe. Essa sua buceta parece que tá virgem de tão apertada. Tá me espremendo a pica toda. Eu sorri orgulhosa, sentindo minha buceta pulsar em volta dele, orgulhosa pra caralho de ainda ter uma buceta que aperta assim. - É pra você, filho... essa buceta apertada é só pra sua pica. Mete mais fundo, vai, me fode gostoso. Ele começou a meter de verdade. Saiu quase todo e enfiou de volta com força, o som molhado da pica entrando na buceta ecoando na cozinha. Ploc, ploc, ploc. Eu limpei as mãos rápido numa toalha que estava ali e desci uma mão pro meu grelinho. Comecei a rodar o dedo nele, rápido, enquanto ele me socava. Minhas pernas tremiam, os joelhos quase dobrando. - Ai, Lucas... assim... mete mais forte... – eu gemia, a voz saindo rouca. – Tá batendo no fundo da minha buceta, caralho... você tá me enchendo toda. Ele acelerou, as mãos apertando meus quadris com tanta força que eu sabia que ia ficar marca. Beijava meu pescoço, chupava, mordia, enquanto a pica entrava e saía num ritmo alucinante. Eu sentia cada veia dele roçando nas paredes da minha buceta, a cabeça inchada batendo no ponto G toda vez. - Tá gostoso, mãe? Tá gostoso levar pica do filho na cozinha? – ele perguntou, a voz entrecortada de tesão. - Tá uma delícia, filho... – eu respondi, quase gritando. – Sua pica é perfeita, me enche toda, me fode como ninguém. Eu sou sua putinha agora, Lucas. Mete, mete, não para. Minhas pernas ficaram fracas de verdade. O orgasmo veio forte, subindo pela barriga, apertando minha buceta em volta da pica dele. Eu gozei gemendo alto, o corpo todo tremendo, o mel escorrendo pelas coxas, apertando e soltando ele lá dentro como se quisesse ordenhar. - Porra, mãe... – ele grunhiu contra meu pescoço, sentindo minha buceta contrair. – Você tá me apertando tanto... eu vou gozar, caralho... vou encher essa buceta de porra. Ele me agarrou mais forte ainda, os dedos cravados na minha pele, e meteu fundo uma última vez. Grunhiu alto, quase um rugido, e eu senti os jatos quentes da porra dele explodindo dentro de mim. Quente, grossa, enchendo minha buceta até transbordar. Ele ficou ali, pulsando, gozando sem parar, o corpo colado no meu, o suor dele misturado com o meu. Eu ainda tremia do orgasmo, o grelinho latejando sob meus dedos, quando ele puxou a pica devagar. O som foi obsceno – um ploc molhado, seguido de porra escorrendo pela minha coxa. Ele virou meu corpo, me pegou no colo e me sentou na pia. Olhou nos meus olhos, o pau ainda meio duro, brilhando de mel e gozo. - Eu não terminei com você não, mãe – ele disse, abrindo minhas pernas de novo. – Essa buceta ainda tá pedindo mais. Eu ri, puxei ele pelo cabelo e respondi: - Então vem, filho. Come a mamãe de novo. Enfia essa pica toda e me fode até eu pedir arrego. Ele enfiou de novo, agora olhando nos meus olhos, metendo devagar mas fundo, enquanto eu enlaçava as pernas na cintura dele. A gente se beijou com fome, língua contra língua, enquanto ele socava. Eu sentia a porra da primeira gozada fazendo barulho a cada estocada. Meu cu piscava de tesão, e eu já imaginava ele metendo ali depois. A noite foi longa. Ele me comeu mais duas vezes – uma no sofá, eu cavalgando ele até gozar de novo, e outra no quarto, de quatro, ele segurando meu cabelo enquanto batia no cu com a palma da mão. Cada vez ele falava mais sacanagem, eu respondia no mesmo tom. No final, a gente estava exausto, suados, melados, a casa cheirando a sexo e vinho. Ele dormiu com a cabeça no meu peito, a mão ainda entre minhas pernas, dois dedos dentro da minha buceta cheia de porra dele. Eu fico aqui, acordada, sentindo tudo latejar ainda. Meu filho me comeu como um homem de verdade, e eu amo cada segundo disso. Não tem volta. Essa buceta agora é dele. E eu mal posso esperar pro café da manhã de amanhã, quando ele vai me agarrar de novo na cozinha. Uau... só de lembrar já tô molhando de novo.
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