A festona tava pegando fogo aquela noite. A casa era enorme, cheia de gente suada dançando colado, música alta batendo no peito e o cheiro de cigarro, suor e bebida barata misturado no ar. Era uma das minhas primeiras vezes bebendo de verdade, e eu tava me sentindo leve, solta, como se o mundo inteiro tivesse virado um carrossel gostoso. Meu irmãozão, aquele safado alto e forte que sempre me protegia desde pequena, tava do meu lado o tempo todo. A gente ria alto, dançava junto, esbarrava em todo mundo e pegava mais uma dose de qualquer coisa que passasse pela mão. Cerveja, vodka, e no final a gente achou uma garrafa de tequila vagabunda que alguém tinha deixado esquecida numa mesa do canto. - Porra, mana, cê tá bebendo igual gente grande hoje hein – ele falou rindo, batendo o ombro no meu enquanto a gente se enfiava pelo corredor lotado. Eu ri também, o corpo já quente da bebida e da dança. - Cala a boca, irmão, hoje eu quero me soltar de vez. A gente conversava com um monte de gente, mas sempre voltava um pro outro. Ele me olhava de um jeito diferente aquela noite, ou talvez fosse a tequila que tava me fazendo ver coisas. O vestido que eu tava usando era daqueles bem colados no corpo, decote fundo pra caralho, mostrando boa parte dos meus peitos que já eram grandes e firmes. Toda vez que eu me mexia, o tecido escorregava um pouco e deixava o vale entre eles bem à mostra. A gente acabou escapando da multidão, rindo e tropeçando, até encontrar um quarto nos fundos da casa que tava vazio. Porta fechada, luz baixa de um abajur só, cama bagunçada e a garrafa de tequila na mão dele. Perfeito pra gente continuar a farra só nós dois. Ele se jogou na cama, abriu a garrafa e tomou um gole direto, depois me passou. - Cê viu o jeito que aquele cara tava falando com você lá na pista? – ele disse, rindo ainda, mas com um tom diferente na voz. Eu tomei um gole grande, o álcool queimando a garganta e descendo quente pro estômago. - Não, não percebi nada. Por quê? - Porra, mana, o cara mal conseguia olhar pra sua cara. Tava com os olhos grudados no seu decote o tempo todo, babando feito cachorro. Eu ri, sentindo o rosto esquentar. - Sério? Eu nem notei. Ele tomou outro gole e me olhou fixo, os olhos descendo devagar pro meu peito. - Eu não culpava ele nem um pouco. Eu também tava olhando, tá ligado? Elas tão muito boas hoje, caralho. Meu coração deu um pulo. A gente sempre brincava, mas aquilo tava diferente. A tequila tava batendo forte, me deixando ousada. - Tá tão ruim assim, irmãozão? – perguntei, fingindo inocência, mas já sentindo um calor subir entre as pernas. - Ruim? Tá uma delícia pra caralho. Olha só o tamanho delas apertadas nesse vestido. Eu ri e puxei o decote pra cima, tentando cobrir. - Não fica olhando tão óbvio assim, seu safado. Ele se inclinou rápido e empurrou minha mão de volta com força, o tecido escorregando todo pra baixo. Meus dois peitos pularam pra fora de uma vez, mamilos já duros e rosados apontando pra ele. O ar frio do quarto bateu neles e eu senti um arrepio. - Não faz isso! – ele falou quase gemendo, os olhos brilhando. Eu dei um tapa no braço dele, mais de brincadeira que de raiva. - Olha o que você fez, seu idiota! Agora tá tudo pra fora. Mas ele não tava nem aí pro tapa. Tava maravilhado, olhando fixo pros meus peitos grandes, pesados, a pele clara brilhando com um pouco de suor da dança. Eu sentia os mamilos latejando, duros que nem pedra. Sem pensar muito, a tequila me empurrando, peguei a mão dele e coloquei direto em cima de um deles. A palma dele era quente, áspera, e cobriu quase todo o peito. - Porra... – ele murmurou, apertando devagar, os dedos afundando na carne macia. O toque me fez soltar um suspiro. Ele apertou mais, apertou o mamilo entre os dedos e puxou de leve. Meu buceta deu uma piscadinha, já ficando molhada dentro da calcinha fina. - Posso beijar, mana? – ele perguntou, a voz rouca, quase suplicante. - Pode sim, irmãozão... pode tudo hoje. Ele me puxou pra perto com força, uma mão ainda apertando meu peito, a outra na minha nuca. A boca dele veio quente e molhada direto pros meus peitos. Primeiro lambeu devagar o vale entre eles, depois subiu e chupou um mamilo inteiro, sugando forte como se quisesse tirar leite. A língua dele girava, quente e áspera, e ele mordia de leve, puxando o bico com os dentes. Eu gemi alto, a cabeça caindo pra trás. - Ahhh caralho, assim... chupa mais forte. Ele tirou o outro peito do vestido de vez, como se tivesse esperando por isso a vida inteira, e atacou os dois ao mesmo tempo. Chupava um, mordia o outro, lambia em círculos lentos, depois sugava tudo de novo. O barulho era molhado, obsceno, slurp slurp enquanto ele babava nos meus peitos. Eu peguei a garrafa de tequila com a mão livre e tomei um gole grande, o álcool descendo queimando enquanto ele continuava mamando igual um louco. O contraste era foda: garganta ardendo, peitos molhados de saliva, buceta latejando de tesão. Ele tava ofegante, a respiração quente batendo na minha pele úmida. - Suas tetas são uma delícia, mana... tão macias, tão gostosas pra caralho. Eu sempre quis fazer isso, porra. Eu segurei a cabeça dele contra mim, enfiando os dedos no cabelo curto, puxando ele mais fundo. - Então chupa tudo, Willian. Morde meus mamilos, vai... faz eu sentir essa boca safada. Ele obedeceu, mordendo mais forte, quase deixando marca, depois lambendo pra aliviar. Meus peitos tavam vermelhos, brilhando de saliva e um pouco da tequila que escorria da garrafa. Eu sentia minha buceta encharcada, o grelinho inchado roçando na calcinha molhada a cada movimento meu. Ele desceu as mãos pelas minhas costas, apertou minha bunda por cima do vestido, os dedos afundando na carne do cu. - Quero sentir você toda – ele murmurou contra um mamilo, a voz abafada. Então ele começou a descer, beijando minha barriga, levantando o vestido devagar. A boca dele ia deixando um rastro molhado nas minhas coxas grossas. Eu abri as pernas sem nem pensar, sentando melhor na cama. Ele beijou a parte de dentro da coxa esquerda, subindo devagar, a barba rala arranhando gostoso. Depois a direita, cada vez mais perto da buceta. Eu tava tremendo. - Olha como você tá molhada, mana... a calcinha tá encharcada, porra. Posso sentir o cheiro da sua buceta daqui. Ele puxou o vestido todo pra cima, expondo minha calcinha preta fina. O tecido tava grudado, marcando os lábios inchados da buceta. Ele passou o dedo por cima, pressionando o grelinho por cima da calcinha. Eu dei um pulo, gemendo. - Ahhh irmão... toca meu grelinho, caralho. Ele tá latejando pra você. Ele puxou a calcinha pro lado devagar, revelando minha buceta lisinha, inchada, brilhando de tesão. Os lábios grandes abertos, o buraco piscando, o grelinho durinho pra fora. Ele lambeu os lábios. - Que buceta linda, mana... rosadinha, molhada pra caralho. Vou comer ela com a boca agora. A língua dele veio quente e plana, lambendo do cu até o grelinho numa lambida longa e lenta. Eu gritei de prazer, segurando a cabeça dele. - Porraaaa, assim... lambe minha buceta toda, Will. Chupa meu grelinho, vai. Ele chupou o grelinho pra dentro da boca, sugando leve, a língua batendo rápido. Dois dedos dele entraram na minha buceta de uma vez, grossos e curvados, mexendo lá dentro enquanto ele comia meu clitóris. O barulho era molhado, pornográfico, squish squish misturado com meus gemidos. Eu tava rebolando na cara dele, peitos balançando livres, mamilos duros apontando pro teto. - Você é uma vadiazinha safada, mana... buceta apertada pra caralho, sugando meus dedos. Eu quero enfiar minha pica aqui depois, te foder gostoso. Eu tava quase gozando quando ouvimos passos no corredor, vozes altas se aproximando. Meu coração disparou. Rápido pra caralho eu puxei o vestido pra baixo, cobri os peitos que tavam vermelhos e babados, ajeitei a calcinha molhada. Ele se sentou direito, ajeitou a calça onde a pica dele tava dura que nem pedra, marcando um volume enorme. A porta abriu e entraram dois caras que a gente tinha conhecido mais cedo na festa, rindo e já meio bêbados. - E aí, o que vocês tão fazendo aqui escondidos? – um deles perguntou, olhando pra gente sem desconfiar de nada. Meu irmãozão respondeu rápido, voz ainda rouca mas controlada. - Só bebendo um pouco de tequila, cara. Tá quente demais lá fora. Eu sorri, o corpo ainda tremendo de tesão, buceta latejando, grelinho inchado implorando por mais. A gente ficou conversando um pouco com eles, fingindo normalidade, mas eu sentia o olhar dele em mim o tempo todo, os peitos ainda sensíveis roçando no tecido do vestido. A noite seguiu, a gente saiu do quarto, dançou mais, bebeu mais, mas nada aconteceu de novo. A gente não falou sobre aquilo, nem naquela hora nem depois. Até hoje eu não sei se ele lembra de ter chupado meus peitos, de ter enfiado a língua na minha buceta e me feito gemer como uma puta. Mas eu lembro de cada detalhe. Lembro do gosto da tequila misturado com a saliva dele nos meus mamilos. Lembro da sensação da boca quente devorando meu grelinho enquanto os dedos fodiam minha buceta molhada. E toda vez que eu penso nisso, sozinha no quarto, minha mão desce sozinha, dois dedos entrando fundo enquanto eu repito baixinho o nome dele, gozando com força imaginando que era a pica grossa do irmãozão me arrombando toda. A tequila pode ter sido a culpada naquela noite, mas o tesão... esse tesão era nosso, proibido e delicioso pra caralho. E eu sei que, se a gente tivesse mais cinco minutos naquele quarto, eu teria deixado ele me foder até o cu, até a buceta ficar vermelha e inchada, até a gente gozar junto e sujar o lençol todo. Mas a vida é assim. Às vezes o melhor fica só na memória, latejando forte toda vez que a gente se olha.
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