Amiga me confessou que o pai comia ela, em seguida acabei comendo!

A Francielle era aquela mina que todo mundo no escritório olhava de canto, mas ninguém tinha coragem de chegar de verdade. Cabelo preto liso até a bunda, corpo cheio de curvas, peitos grandes que balançavam de leve quando ela andava de salto alto pelo corredor. Eu trabalhava no setor de logística, ela no administrativo, e com o tempo a gente foi criando uma intimidade diferente. Começou com café da tarde, depois almoço junto, depois aquelas conversas que iam até depois do expediente no barzinho da esquina. Ela ria fácil, mas tinha um olhar que às vezes ficava distante, como se guardasse um segredo que pesava pra caralho.
Um dia, depois de um porre leve de cerveja, a gente tava no meu carro estacionado na rua escura atrás do prédio. A Francielle tava com a blusa meio aberta, mostrando o sutiã de renda preta, e de repente ela começou a chorar. Não era choro de drama, era aquele choro emocionado, de quem tava segurando algo há anos. Eu passei a mão no cabelo dela, puxei ela pro meu peito e perguntei baixinho o que tava rolando. Foi aí que ela soltou a bomba.
- Meu pai... ele me comia direto, sabia? Desde que eu era novinha até pouco antes de ele morrer. Ele não era bruto, não. Era carinhoso, mas safado pra porra. Dizia que eu era a bucetinha mais gostosa que ele já tinha provado na vida.
Eu senti o pau endurecer na hora dentro da calça. Fiquei quieto, só ouvindo, mas o sangue já tava todo descendo pro meio das pernas. Ela continuou, a voz tremendo de excitação misturada com saudade.
- Toda noite, depois que minha mãe dormia, ele entrava no meu quarto. Tirava a calcinha devagar, cheirava ela e dizia que o cheiro da minha buceta era o melhor perfume do mundo. Depois enfiava a língua bem fundo, lambendo o grelinho até eu tremer inteira. Ele falava - Vem, filhinha, abre bem esse cuzinho pra papai ver como tá molhado hoje. E eu abria, porque eu adorava. Ele metia o dedo no meu cu enquanto chupava minha buceta, e eu gozava gritando baixinho pra não acordar ninguém.
Meu pau tava latejando, duro pra caralho, roçando na coxa dela por cima da calça. A Francielle percebeu, olhou pra baixo e sorriu com aquele olhar safado que eu nunca tinha visto antes.
- Tá duro assim só de ouvir, né? Imagina como ele ficava quando me via pelada na cama dele. Ele me punha de quatro, segurava meu cabelo e enfiava aquela pica grossa toda de uma vez na minha buceta. Dizia que eu era a puta particular dele, a filhinha que tinha nascido só pra levar rola do pai. E eu pedia mais, sempre pedia mais.
Eu não aguentei. Segurei o rosto dela com as duas mãos e beijei ela com força, enfiando a língua na boca dela como se quisesse comer tudo ali mesmo. Ela gemeu dentro do meu beijo e eu sussurrei no ouvido dela:
- Hoje eu vou te comer pensando que eu sou ele. Quero que você me chame de papai o tempo todo. Entendeu, filhinha?
Ela mordeu o lábio, os olhos brilhando de tesão.
- Sim, papai... me come como ele comia.
A gente não esperou chegar em casa. Eu abaixei o banco do carro, puxei a saia dela pra cima e arranquei a calcinha molhada com os dentes. A buceta da Francielle tava encharcada, brilhando, os lábios inchados e o grelinho todo arrepiado. Eu enfiei a cara ali, lambendo tudo, chupando o clitóris com força enquanto enfiava dois dedos no cu dela. Ela se contorcia no banco, gemendo alto.
- Ai papai... assim... chupa a bucetinha da sua filha... tá tão molhada pra você...
Eu levantei a cabeça, o rosto todo melado do gozo dela, e abri a calça. Minha pica pulou pra fora, grossa, veias saltadas, cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Ela olhou com fome.
- Que pica linda, papai... maior que a do meu pai... me dá ela toda.
Eu segurei as pernas dela abertas e meti tudo de uma vez. A buceta dela era quente, apertada, sugando minha rola como se não quisesse soltar nunca. Eu comecei a meter forte, batendo fundo, sentindo as paredes dela pulsarem em volta da minha pica. O carro tava balançando, o vidro embaçando, e ela gritava sem parar.
- Mais forte, papai! Me fode como você fodia sua filhinha! Enche essa buceta de porra, por favor!

Eu metia sem parar, imaginando o pai dela fazendo a mesma coisa anos atrás. Peguei os peitos dela, apertei os mamilos duros e chupei eles enquanto socava. Ela gozou pela primeira vez ali mesmo, apertando minha pica com tanta força que eu quase gozei junto. Mas eu segurei. Queria mais.
A gente saiu do carro e foi pro meu apartamento, que ficava a cinco minutos. No elevador já tava rolando de novo. Eu levantei ela no colo, encostei na parede e meti de novo, dessa vez devagar, sentindo cada centímetro entrar e sair. Ela sussurrava no meu ouvido:
- Papai... você tá me comendo melhor que ele... minha buceta nunca ficou tão molhada assim...
Chegamos no apartamento e eu nem acendi a luz. Joguei ela na cama, tirei toda a roupa dela e fiquei olhando. Corpo perfeito, buceta depilada, cu piscando de tesão, peitos subindo e descendo rápido. Eu me ajoelhei entre as pernas dela e comecei a chupar de novo, agora enfiando a língua bem fundo na buceta e depois no cu, alternando, deixando ela louca.
- Papai... lambe meu cu... enfiou a língua toda... ai que delícia...
Depois eu virei ela de quatro, cuspi na mão, passei no cu dela e comecei a meter devagar no cuzinho. Ela gemeu alto, empinando mais a bunda.
- Enfia no cu da sua filha, papai... ele adorava foder meu cu também... me arromba todinha...
Eu meti fundo, sentindo o cu dela apertar minha pica como um punho. Meti com força, batendo as bolas na buceta molhada dela, enquanto enfiava três dedos na xoxota e mexia no grelinho com o polegar. Ela gozou de novo, jorrando na minha mão, o corpo tremendo inteiro.
- Porra, papai... tô gozando gostoso pelo cu e na buceta ao mesmo tempo... me enche de leite, por favor!
Eu não aguentei mais. Dei umas dez socadas fortes e gozei dentro do cu dela, jatos grossos enchendo o intestino dela. Mas eu ainda tava duro. Tirei, virei ela de frente e meti de novo na buceta, agora cheia da minha porra misturada com a dela. A gente fodeu assim por horas. Eu deitado, ela cavalgando, peitos balançando, gemendo - Papai, olha como sua filha tá quicando na sua pica... eu segurava a bunda dela e metia de baixo, batendo fundo.
Depois eu pus ela de lado, levantei uma perna e meti devagar, olhando nos olhos dela.
- Diz pra mim que você é a putinha do papai.
- Eu sou a putinha do papai... minha buceta, meu cu, minha boca... tudo é seu...
Eu gozei pela segunda vez dentro da buceta, enchendo ela até transbordar. A porra escorria pelas coxas dela, misturada com o mel dela. A gente parou um pouco, suados, ofegantes. Eu trouxe água, a gente bebeu e ela começou a contar mais detalhes, agora sem vergonha nenhuma.
- Meu pai me comia no banheiro também. Ele sentava na privada, eu sentava de costas na pica dele e ele me fazia quicar enquanto minha mãe tomava banho do lado. Dizia - Calma, filhinha, não faz barulho, senão mamãe descobre que a bucetinha dela é minha agora. Eu gozava segurando o grito, sentindo a pica dele pulsar dentro de mim.
Só de ouvir eu fiquei duro de novo. Eu pus ela de joelhos na cama e enfiei a pica na boca dela.
- Chupa como você chupava o papai.
Ela chupou com vontade, lambendo as bolas, enfiando a língua na cabeça, engasgando quando eu segurava a cabeça dela e fodia a garganta. Saliva escorrendo pelo queixo, olhos lacrimejando, mas ela não parava.
- Isso, filhinha... engole a pica do papai até o fundo...
Eu gozei na boca dela dessa vez. Ela engoliu tudo, mostrou a língua limpa e sorriu.
- Gostoso, papai... tem mais?
A gente fodeu mais três vezes aquela noite. Uma no chuveiro, eu encostado na parede e ela de costas, água caindo enquanto eu metia no cu dela e apertava os peitos. Outra na cozinha, ela sentada na mesa, pernas abertas, eu de pé metendo devagar, olhando a buceta engolir minha rola toda. A última foi na varanda, de madrugada, ela de quatro olhando a cidade, eu atrás socando forte, mão na boca dela pra não acordar os vizinhos.
- Goza dentro de novo, papai... enche a bucetinha da sua filhinha até vazar...
Quando a gente finalmente deitou, exaustos, ela encostou a cabeça no meu peito e sussurrou:
- Obrigada por me deixar reviver isso... você é o melhor papai que eu poderia ter agora.
Eu beijei o topo da cabeça dela e respondi:
- E eu vou continuar comendo você todo dia, filhinha. Essa buceta, esse cu e essa boca agora são só meus.
A Francielle dormiu com um sorriso no rosto, a buceta ainda latejando, vazando minha porra pelos lençóis. Eu fiquei acordado um tempo, imaginando o pai dela fazendo tudo aquilo, e sorri. Porque agora eu era o papai dela. E ia comer ela direto, exatamente como ele fazia.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Amiga me confessou que o pai comia ela, em seguida acabei comendo!

Codigo do conto:
258012

Categoria:
Fantasias

Data da Publicação:
28/03/2026

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