Eu metia sem parar, imaginando o pai dela fazendo a mesma coisa anos atrás. Peguei os peitos dela, apertei os mamilos duros e chupei eles enquanto socava. Ela gozou pela primeira vez ali mesmo, apertando minha pica com tanta força que eu quase gozei junto. Mas eu segurei. Queria mais.
A gente saiu do carro e foi pro meu apartamento, que ficava a cinco minutos. No elevador já tava rolando de novo. Eu levantei ela no colo, encostei na parede e meti de novo, dessa vez devagar, sentindo cada centímetro entrar e sair. Ela sussurrava no meu ouvido:
- Papai... você tá me comendo melhor que ele... minha buceta nunca ficou tão molhada assim...
Chegamos no apartamento e eu nem acendi a luz. Joguei ela na cama, tirei toda a roupa dela e fiquei olhando. Corpo perfeito, buceta depilada, cu piscando de tesão, peitos subindo e descendo rápido. Eu me ajoelhei entre as pernas dela e comecei a chupar de novo, agora enfiando a língua bem fundo na buceta e depois no cu, alternando, deixando ela louca.
- Papai... lambe meu cu... enfiou a língua toda... ai que delícia...
Depois eu virei ela de quatro, cuspi na mão, passei no cu dela e comecei a meter devagar no cuzinho. Ela gemeu alto, empinando mais a bunda.
- Enfia no cu da sua filha, papai... ele adorava foder meu cu também... me arromba todinha...
Eu meti fundo, sentindo o cu dela apertar minha pica como um punho. Meti com força, batendo as bolas na buceta molhada dela, enquanto enfiava três dedos na xoxota e mexia no grelinho com o polegar. Ela gozou de novo, jorrando na minha mão, o corpo tremendo inteiro.
- Porra, papai... tô gozando gostoso pelo cu e na buceta ao mesmo tempo... me enche de leite, por favor!
Eu não aguentei mais. Dei umas dez socadas fortes e gozei dentro do cu dela, jatos grossos enchendo o intestino dela. Mas eu ainda tava duro. Tirei, virei ela de frente e meti de novo na buceta, agora cheia da minha porra misturada com a dela. A gente fodeu assim por horas. Eu deitado, ela cavalgando, peitos balançando, gemendo - Papai, olha como sua filha tá quicando na sua pica... eu segurava a bunda dela e metia de baixo, batendo fundo.
Depois eu pus ela de lado, levantei uma perna e meti devagar, olhando nos olhos dela.
- Diz pra mim que você é a putinha do papai.
- Eu sou a putinha do papai... minha buceta, meu cu, minha boca... tudo é seu...
Eu gozei pela segunda vez dentro da buceta, enchendo ela até transbordar. A porra escorria pelas coxas dela, misturada com o mel dela. A gente parou um pouco, suados, ofegantes. Eu trouxe água, a gente bebeu e ela começou a contar mais detalhes, agora sem vergonha nenhuma.
- Meu pai me comia no banheiro também. Ele sentava na privada, eu sentava de costas na pica dele e ele me fazia quicar enquanto minha mãe tomava banho do lado. Dizia - Calma, filhinha, não faz barulho, senão mamãe descobre que a bucetinha dela é minha agora. Eu gozava segurando o grito, sentindo a pica dele pulsar dentro de mim.
Só de ouvir eu fiquei duro de novo. Eu pus ela de joelhos na cama e enfiei a pica na boca dela.
- Chupa como você chupava o papai.
Ela chupou com vontade, lambendo as bolas, enfiando a língua na cabeça, engasgando quando eu segurava a cabeça dela e fodia a garganta. Saliva escorrendo pelo queixo, olhos lacrimejando, mas ela não parava.
- Isso, filhinha... engole a pica do papai até o fundo...
Eu gozei na boca dela dessa vez. Ela engoliu tudo, mostrou a língua limpa e sorriu.
- Gostoso, papai... tem mais?
A gente fodeu mais três vezes aquela noite. Uma no chuveiro, eu encostado na parede e ela de costas, água caindo enquanto eu metia no cu dela e apertava os peitos. Outra na cozinha, ela sentada na mesa, pernas abertas, eu de pé metendo devagar, olhando a buceta engolir minha rola toda. A última foi na varanda, de madrugada, ela de quatro olhando a cidade, eu atrás socando forte, mão na boca dela pra não acordar os vizinhos.
- Goza dentro de novo, papai... enche a bucetinha da sua filhinha até vazar...
Quando a gente finalmente deitou, exaustos, ela encostou a cabeça no meu peito e sussurrou:
- Obrigada por me deixar reviver isso... você é o melhor papai que eu poderia ter agora.
Eu beijei o topo da cabeça dela e respondi:
- E eu vou continuar comendo você todo dia, filhinha. Essa buceta, esse cu e essa boca agora são só meus.
A Francielle dormiu com um sorriso no rosto, a buceta ainda latejando, vazando minha porra pelos lençóis. Eu fiquei acordado um tempo, imaginando o pai dela fazendo tudo aquilo, e sorri. Porque agora eu era o papai dela. E ia comer ela direto, exatamente como ele fazia.