Eu sempre fui o filho mais velho da casa, aquele que ajudava no que dava. Quando meu pai casou com a Lúcia, eu já era grandinho o suficiente pra notar como ela era gostosa pra porra. Corpo cheio, peitos grandes, bunda empinada, sorriso safado que fazia qualquer um babar. Eles voltaram de uma viagem pro Nordeste anunciando a novidade com cara de quem ganhou na loteria: - Olha só, filho, a Lúcia tá grávida! Vamos ter um irmãozinho pra você. Eu fiquei feliz de verdade, abracei os dois, mas por dentro já sentia um calor estranho só de imaginar aquela barriga crescendo nela. Os dias foram passando e a barriga da Lúcia inchou rapidinho. No começo era só uma curvinha charmosa, mas logo virou uma bola redonda e pesada que fazia ela andar devagar, com as mãos na lombar, gemendo baixinho de cansaço. Os peitos dela cresceram mais ainda, os mamilos escureceram e ficavam duros o tempo todo por baixo da camiseta fina. Ela reclamava de calor, de inchaço, de tudo, mas o que ninguém via era o fogo que a gravidez acendeu dentro dela. Meu pai viajava muito a trabalho, e eu comecei a notar que ela ficava mais tempo no quarto, sozinha, com o ventilador ligado e a porta entreaberta. Uma noite eu cheguei do trampo carregando um pacote que o motoboy deixou na portaria. Era pra ela, mas a curiosidade me comeu vivo. Abri rapidinho no sofá da sala e quase caí pra trás: dentro da caixa tinha um vibrador grosso, cor de pele, com aquelas veias falsas e uma ponta curvada pra acertar o ponto G. O cheiro de plástico novo misturado com o lubrificante ainda fresco subiu no ar. Fiquei ali parado, pica já meio dura só de imaginar ela enfiando aquilo na buceta. Foi aí que a porta do banheiro abriu. Lúcia saiu enrolada numa toalha branca, cabelo molhado pingando nos ombros, barriga enorme esticando o tecido. Ela viu a caixa aberta na minha mão e ficou vermelha até o pescoço. - Ai meu Deus, você abriu... Era pra ser surpresa pra mim mesma. Eu... eu preciso disso, filho. Com essa barriga não consigo nem me tocar direito lá embaixo. A voz dela saiu rouca, envergonhada, mas com um brilho no olho que eu nunca tinha visto. Eu fechei a caixa rapidinho e entreguei pra ela sem dizer nada, mas meu pau já tava latejando dentro da calça. Um mês depois meu pai viajou pra uma obra no interior e avisou que só voltava no fim do mês. A casa ficou só nossa. Naquela noite quente de verão Lúcia saiu do banho de novo, mas dessa vez não tinha toalha. Ela tava só com um robe preto curto, aberto na frente, barriga enorme brilhando de óleo de amêndoas que ela passava todo dia. As meias pretas 7/8 subiam até as coxas grossas, apertando a carne de um jeito que fazia meu sangue ferver. Ela sentou do meu lado no sofá, coxa encostando na minha, e colocou a mão direto na minha perna. - Ninguém mais tá em casa hoje à noite. Para de bater punheta sozinho no quarto vendo pornô e vem aqui me ajudar a coçar minhas costas e outras coisas também. Eu tô louca de tesão, filho. Essa gravidez deixa minha buceta pegando fogo o dia inteiro. Ela falou baixinho, mas firme, olhos cravados nos meus. Eu nem consegui responder. Ela já tava abrindo minha bermuda, puxando o elástico da cueca e tirando minha pica pra fora. O pau tava duro feito pedra, cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Lúcia lambeu os lábios, sorriu safada e desceu a boca quente e molhada bem devagar. O calor da boca dela me engoliu inteiro. Língua girando na cabeça, chupando forte, sugando as bolas uma por uma enquanto a mão massageava o resto da vara. - Hummm, que pica gostosa, grossa e quente... Faz tempo que eu sonho com isso na minha boca. Ela murmurava entre as chupadas, saliva escorrendo pelo queixo, pingando na barriga enorme. Eu gemia alto, mão no cabelo dela, empurrando devagar pra sentir o fundo da garganta. Ela engasgou, cuspiu, riu e voltou mais faminta ainda. O barulho molhado de chupada enchia a sala. Depois de uns minutos ela parou, ofegante, cuspe brilhando nos lábios inchados. - Agora é sua vez, vem. Me dá uma boa lambida nessa xoxota inchada. Ela abriu as pernas no sofá, barriga pra cima, meias pretas contrastando com a pele clara. A buceta tava depilada, inchada de gravidez, lábios grandes e vermelhos brilhando de tesão. O grelinho tava enorme, protuberante, pedindo boca. Eu me ajoelhei entre as coxas dela, cheiro forte de buceta molhada invadindo meu nariz. Passei a língua devagar do cu até o clitóris, sentindo o gosto doce e azedo ao mesmo tempo. - Isso, filho, lambe minha buceta direitinho... Chupa esse grelinho que tá latejando... Ai que delícia! Ela segurava minha cabeça com as duas mãos, barriga tremendo a cada lambida. Eu enfiava a língua fundo na entrada dela, sentindo as paredes quentes e molhadas apertando, depois subia e sugava o grelinho com força, dois dedos enfiados na buceta enquanto o polegar roçava o cuzinho piscando. Lúcia gemia alto, rebolando contra minha cara, suco escorrendo pela minha barba. - Mais fundo, enfia a língua toda... Meu cu também, lambe meu cu, vai! Eu obedeci, língua rodando no anelzinho apertado enquanto os dedos fodiam a buceta sem parar. Ela gozou pela primeira vez assim, jorrando na minha boca, corpo tremendo inteiro, barriga subindo e descendo rápido. - Porra, que gozo bom... Agora se apressa e enfia essa pica logo. Eu tô precisando de rola de verdade dentro de mim. Eu hesitei um segundo, olhando aquela barriga enorme. - Isso não vai machucar o bebê? Ela riu rouca, puxou meu pau e esfregou a cabeça na entrada melada. - Fica tranquilo, filho. Tá tudo bem, o médico disse que sexo faz bem. Enfia de uma vez, me fode gostoso. Eu empurrei devagar. A buceta dela tava absurdamente apertada, quente, molhada pra caralho. Parecia que sugava minha pica pra dentro. Entrei até o fundo e fiquei ali, sentindo as paredes pulsando ao redor. Comecei a meter devagar, com medo de machucar, mas ela cravou as unhas na minha bunda e puxou. - Mais forte! Me fode como se fosse me engravidar de novo. Eu acelerei, pau entrando e saindo com barulho molhado, bolas batendo no cu dela. Os peitos grandes balançavam, leite vazando um pouquinho dos mamilos. Eu baixei e chupei um enquanto metia, ela gritando de prazer. - Isso, mama meus peitos cheios... Ai que delícia, sua pica tá batendo tão fundo! Não durou vinte minutos. Eu tava virgem nisso tudo, tesão acumulado demais. Senti o gozo subindo e avisei. - Vou gozar, Lúcia... - Goza dentro, filho, enche minha buceta de porra quente! Eu explodi, jatos grossos enchendo ela inteira, escorrendo pelos lábios inchados. Saí de dentro ofegante, pau ainda latejando. - Desculpa, é minha primeira vez... não tenho experiência nenhuma. Ela sorriu, puxou meu rosto e me beijou com gosto de buceta. - Tudo bem se você não tem experiência hoje. Amanhã a gente continua praticando. E depois de amanhã. E todos os dias que seu pai ficar fora. E foi exatamente isso que aconteceu. Quase todo santo dia, depois que eu chegava do trampo, ela me esperava já molhada. Às vezes na cozinha, saia levantada, barriga apoiada na mesa, me chamando: - Vem logo, filho, minha buceta tá coçando o dia inteiro. Eu metia por trás, segurando os quadris dela com cuidado, pau deslizando fácil na xoxota encharcada. Outras vezes no sofá, ela montada em mim, barriga enorme encostando no meu peito, rebolando devagar enquanto eu chupava os mamilos. - Olha como minha buceta engole sua pica toda... Tá sentindo como tá apertada por causa da gravidez? Eu aprendi rápido. Aprendi a fazer ela gozar só com a boca, lambendo o grelinho enquanto enfiava dois dedos no cu. Aprendi a foder de conchinha, de lado, pra não apertar a barriga. Uma noite ela quis no banheiro, debaixo do chuveiro. Água quente caindo, ela encostada na parede, uma perna levantada, meias pretas molhadas coladas na pele. - Enfia devagar... Isso... Agora mete forte, filho, me arromba essa buceta grávida! Eu meti até o talo, mão no grelinho, dedo no cu dela. Ela gozou gritando, leite saindo dos peitos misturado com a água. Os dias viraram semanas. A barriga dela ficou enorme, pele esticada, linha escura descendo até a buceta. Os desejos dela só aumentavam. Uma tarde ela me ligou do trabalho: - Vem pra casa agora, eu não aguento mais. Cheguei e ela tava nua no quarto, de quatro na cama, bunda empinada, cu e buceta expostos. - Olha como tá tudo inchado... Chupa meu cu primeiro, depois fode os dois buracos se quiser. Eu obedeci. Língua no cu dela, dedos na buceta, depois troquei e meti a pica na xoxota enquanto o polegar entrava no cuzinho. Ela delirava: - Isso, fode minha buceta e meu cu ao mesmo tempo... Me faz sua putinha grávida! Eu gozava dentro dela quase sempre, enchendo até transbordar. Depois ficávamos deitados, eu com a cabeça na barriga dela sentindo o bebê chutar, e ela acariciando meu pau mole até endurecer de novo. - Olha só, ele já quer mais... Vem, me dá outra porra. E a gente transava de novo, lento, gostoso, barriga enorme entre nós dois. Durou até o fim da gravidez. Quase todos os dias, às vezes duas vezes no mesmo dia. Eu aprendi cada gemido, cada jeito que ela gostava. Aprendi que quando a barriga tava muito pesada ela preferia de lado, eu atrás, segurando um peito cheio enquanto metia devagar. Aprendi que ela gozava mais forte quando eu falava sacanagem: - Tá gostando dessa pica grossa esticando sua buceta grávida, né sua safada? E ela respondia gemendo: - Sim, filho, me fode, me enche de porra, eu sou sua vadia agora. Quando o bebê nasceu, meu irmão caçula, foi um parto lindo. Lúcia tava exausta, mas feliz. Nas primeiras semanas depois do parto o tesão dela diminuiu um pouco, o corpo se recuperando. Mas mesmo assim, uma ou duas vezes por semana ela me puxava pro quarto quando o bebê dormia: - Vem rápido, antes que ele acorde. Me come devagar hoje, minha buceta ainda tá sensível, mas tá com saudade da sua pica. Eu entrava nela com calma, sentindo as paredes ainda inchadas do parto, e a gente gozava juntos, quietinho pra não acordar ninguém. Eu nunca imaginei que o desejo de uma mulher grávida pudesse ser tão forte, tão insaciável. Aquela barriga enorme, os peitos cheios, a buceta molhada o tempo todo... Foi a época mais safada e intensa da minha vida. Meu pai nunca soube de nada. Pra ele, eu era só o filho dedicado que ajudava em casa. Pra Lúcia, eu era o cara que saciava o fogo que a gravidez acendeu nela. E pra mim? Pra mim foi o melhor aprendizado que um homem pode ter: como foder com paixão, com respeito e com muita, muita sacanagem. A gente continuou assim por uns meses, até a vida voltar ao normal. Mas aquelas noites nunca saíram da minha cabeça. O cheiro da buceta dela, o gosto da porra misturada com o leite, o jeito que ela gemia meu nome enquanto eu enchia ela toda. Se um dia você tiver a chance de viver algo assim, cara, não pensa duas vezes. Porque desejo de grávida é coisa de outro mundo. E eu tive a sorte de satisfazer cada gota dele.
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