Eu tava em casa naquele dia, pau já meio duro só de tédio e tesão acumulado, sem nada pra fazer além de rolar o celular e ficar imaginando buceta molhada. Decidi que era hora de sair. Fui direto pra sex shop do bairro, aquela lojinha discreta com vitrine cheia de vibradores e lingeries. Eu gosto de ir lá exatamente nesses dias, quando tô com a pica latejando, porque saber que a vendedora vai ver o que eu compro me deixa ainda mais louco. E ela... porra, ela é uma gata de dar água na boca. Chama-se Larissa, uns 28 anos, morena clara com cabelo cacheado caindo nos ombros, peitos grandes e firmes que esticam a blusinha preta da loja, bunda empinada que balança quando ela anda entre as prateleiras, e uma cara de safada que parece que já chupou um monte de pica na vida. Sempre com aquele sorriso de canto de boca, como se soubesse o que todo cliente tá pensando. Entrei e o sino da porta tocou baixo. O ar tinha cheiro de borracha, lubrificante e aquele perfume doce dela. Ela tava atrás do balcão, arrumando umas caixas, e virou pra mim com os olhos brilhando. – Oi, tudo bem? Voltou rapidinho hoje, hein? Procurando algo pra te deixar bem animadinho? Eu senti a pica dar um pulo dentro da cueca só de ouvir a voz dela, rouca e baixa. Respondi tentando parecer casual, mas o sangue já tava todo lá embaixo. – Tô sim, Larissa. Tô precisando de um lubrificante bom, daqueles que escorregam bastante e não acabam rápido. Ela veio mais perto, inclinando o corpo sobre o balcão, e os peitos quase saltaram da blusa. Eu vi o contorno dos mamilos marcando o tecido fino. – Ah, eu tenho o ideal pra você. Esse aqui de silicone, bem denso, mas não gruda. Ele esquenta um pouco na pele e deixa tudo mais gostoso pra bater uma punheta caprichada... ou pra foder de verdade, né? Ela piscou e eu quase gemi ali mesmo. Peguei o frasco que ela indicou, mas já tava pensando no próximo passo. Fui andando pros preservativos, sentindo o pau endurecendo mais, pressionando contra o jeans. – E de camisinha... preciso de umas maiores e bem finas. As normais apertam demais a minha pica e não dá pra curtir direito. Larissa parou na frente da prateleira, pegou uma caixa e virou pra mim com aquela cara curiosa, mordendo o lábio inferior de leve. – Maiores como? Tem os tamanhos em números aqui... 53, 56, 60, 64. Qual você usa normalmente? Eu não faço a menor ideia desses números, cara. Meu pau é grosso pra porra, cabeça larga, veias saltadas, e quando tá duro parece uma barra de ferro. Sem pensar duas vezes, olhei pra ela e falei baixo, com um sorriso safado. – Não entendo esses números não, Larissa. Quer ver uma foto pra eu te mostrar exatamente como é o tamanho? Ela ficou parada um segundo, os olhos arregalando um pouquinho, mas não de susto. De tesão. O sorriso dela cresceu devagar, malicioso, e ela respondeu sem hesitar. – Sim... mostra aí. Quero ver direitinho pra te dar o que cabe certo nessa pica toda. Meu coração acelerou. Tirei o celular do bolso, abri a galeria e escolhi a melhor foto que tinha: eu de pé, pau duro pra caralho, bem iluminado, medindo fácil uns 22 centímetros de comprimento e bem grosso na base, cabeça vermelha brilhando, veias pulsando. A foto era de uma punheta recente, com a mão em volta mostrando o tamanho real. Estendi o celular pra ela. Larissa pegou o aparelho com a mãozinha manicure vermelha, inclinou a cabeça e olhou fixo. Três segundos... quatro... cinco. Eu vi ela engolir em seco, as bochechas corando levemente, e os mamilos endurecendo visível na blusa. A buceta dela devia tá molhando ali, eu tinha certeza. Ela lambeu os lábios devagar antes de devolver o celular. – Nossa... que pica linda, hein? Grossa, comprida, cabeça bem inchada. Realmente precisa de uma maiorzinha. Vou te pegar as 64, bem finas, pra você sentir tudo sem apertar. Imagino que ela deve encher qualquer buceta direitinho... Ela falou aquilo com a voz mais baixa, quase um sussurro, e eu juro que senti a porra subindo pro pau. Peguei as camisinhas, paguei rápido, e saí da loja com o coração martelando e a pica latejando dentro da calça. O caminho pra casa foi uma tortura, imaginando a cara dela olhando pra minha rola. Cheguei em casa, tranquei a porta, tirei a roupa toda no quarto e fiquei pelado na frente do espelho. O pau já tava semi-duro, balançando pesado. Abri o frasco de lubrificante que a Larissa recomendou, aquele de silicone que ela disse que esquenta. Espalhei uma boa quantidade na palma da mão e comecei a passar devagar na pica toda. O gel era frio no começo, mas logo esquentou, escorrendo pela cabeça, pelas veias, descendo pros colhões. Eu gemi alto. – Porra... que delícia, Larissa... você que escolheu isso pra mim, vadia. Comecei a bater devagar, esticando a pele, apertando a base onde é mais grossa. Depois peguei uma das camisinhas 64, abri a embalagem com os dentes e desenrolei bem devagar pela pica dura. Ela encaixou perfeita, esticando fina mas sem apertar, deixando a cabeça sensível pra caralho. Agora eu tava pronto pra gozar pensando nela. Deitei na cama, pernas abertas, e comecei a punheta com ritmo. A mão subia e descia, o lubrificante fazendo barulho molhado, schlick schlick schlick. Fechei os olhos e a fantasia explodiu na cabeça. Imaginei a Larissa trancando a porta da sex shop depois que eu saí, virando pra mim com os olhos cheios de fome. – Vem cá, seu safado... eu vi essa pica enorme na foto e fiquei com a buceta encharcada o resto do dia. Quero chupar ela agora. Na minha cabeça ela se ajoelhava ali mesmo no quarto, tirava a blusinha e os peitos grandes saltavam, mamilos rosados duros. Ela pegava minha pica com as duas mãos, a camisinha esticada brilhando de lubrificante, e lambia a cabeça devagar. – Hmmm... que rola gostosa... grossa pra caralho. Deixa eu sentir o gosto. Ela abria a boca e engolia uns 10 centímetros de uma vez, chupando forte, língua girando no grelinho da cabeça por baixo da camisinha. Eu gemia na cama real, batendo mais rápido. – Isso, Larissa... chupa minha pica toda, sua puta safada. Engole até o fundo. Na fantasia ela engasgava um pouco, saliva escorrendo pelo queixo, olhos lacrimejando de tesão, mas não parava. Subia e descia a cabeça, uma mão apertando meus colhões cheios de porra, a outra esfregando a própria buceta por baixo da saia. Eu via ela tirar a calcinha, a buceta depilada, lábios inchados, grelinho durinho pra fora, melado de tesão. – Olha como eu tô molhada por causa da tua pica... quer foder minha buceta agora? Eu imaginava ela subindo na cama, montando em mim de frente, abrindo as pernas grossas e descendo devagar. A cabeça da pica roçando a entrada quente da buceta dela, o lubrificante misturando com o mel dela. Ela sentava de uma vez, engolindo tudo. – Aaaah... que pica grande... tá me abrindo toda, caralho... mexe esse quadril, enche minha buceta. Eu batia punheta mais forte na vida real, a camisinha esticada brilhando, a mão voando. Na fantasia eu segurava a bunda dela e metia pra cima, fundo, batendo no fundo da buceta dela com estalos molhados. Os peitos balançando na minha cara, eu chupava um mamilo enquanto ela rebolava. – Mais forte... fode minha buceta assim... eu sou tua vadia agora, usa esse pauzão em mim. Depois de uns minutos eu virava ela de quatro, empinava aquela bunda redonda e metia de novo, agora mirando o cu. Primeiro roçava a cabeça na entrada apertada, lubrificante escorrendo. – Quer no cu também, Larissa? Quer sentir essa pica grossa abrindo teu cuzinho? Ela gemia alto na minha mente. – Quero... enfia tudo no meu cu, por favor... devagar no começo, depois mete gostoso. Eu empurrava devagar, sentindo o anel apertar, depois entrava fundo. Metia com força, uma mão puxando o cabelo cacheado dela, a outra dando tapa na bunda que ficava vermelha. O barulho era slap slap slap, a buceta dela pingando no lençol. – Isso... rasga meu cu com essa pica... eu tô gozando só de sentir você me fodendo assim. Na fantasia ela gozava forte, buceta e cu contraindo, esguichando um pouco. Eu não parava, tirava do cu e voltava pra buceta, alternando buracos, suando, gemendo. – Vou encher essa camisinha toda pensando em você, sua gostosa... imagina eu gozando dentro de você de verdade. Voltei pra punheta real, agora com as duas mãos, uma apertando a base, outra girando na cabeça. O prazer subia rápido, as bolas apertando. Na fantasia Larissa virava de frente de novo, deitada de pernas abertas, dedo no grelinho esfregando enquanto eu metia. – Goza pra mim... enche essa camisinha com toda essa porra quente... eu quero ver ela transbordando. Eu gozei forte pra caralho. O orgasmo veio em ondas, a pica pulsando dentro da camisinha, jato atrás de jato enchendo o reservatório até quase vazar. Eu gemia o nome dela alto. – Larissa... porra... toma tudo, vadia... Fiquei ali deitado, ofegante, a camisinha cheia de porra branca brilhando, o lubrificante escorrendo pelas coxas. A fantasia ainda rodava na cabeça: ela limpando minha pica com a língua depois, sorrindo safada. – Da próxima vez que você vier na loja eu não vou só olhar foto não... vou trancar a porta e te chupar de verdade. Abri os olhos devagar, sorrindo sozinho. A experiência real tinha sido só aquela olhada de três segundos e a compra, mas na minha cabeça virou isso tudo. Guardei a camisinha usada como troféu, lavei o pau ainda sensível e já fiquei imaginando voltar lá amanhã. Porque agora eu sabia: ela viu minha pica, gostou, e quem sabe da próxima vez a história não para na foto. E a fantasia não acaba aqui não, cara. Imagina se eu voltasse no dia seguinte e ela me puxasse pro estoque dos fundos. Ela trancando a porta, abaixando a saia ali mesmo. – Vem, mostra essa pica ao vivo agora... eu fiquei molhada o dia todo pensando nela. Eu baixaria a calça, pau já duro de novo, e ela cairia de boca sem camisinha dessa vez, chupando gulosa. – Hmmm... sem plástico agora... quero sentir o gosto da pele, das veias, da cabeça inchada. Ela engoliria fundo, garganta apertando, mão na buceta dela própria, dedos enfiados enquanto chupava. Eu seguraria a cabeça dela e fodería a boca devagar. – Isso... garganta profunda, sua puta... engole minha pica até o saco. Depois eu levantaria ela, colocaria de bruços numa caixa de mercadoria, levantaria a saia e meteria na buceta sem aviso. – Tá molhada pra caralho... olha como escorrega fácil. Metidas longas, fundas, batendo no colo do útero. Ela gemendo alto, sem medo de cliente ouvir porque a loja tá fechada só pra nós. – Fode mais... quebra minha buceta... eu sou tua agora, usa como quiser. Eu trocaria pro cu dela, lubrificando com a própria saliva dela que escorria da buceta. – Abre esse cu pra mim... relaxa que eu entro devagar. Empurraria até o fundo, metendo ritmado, uma mão no grelinho dela esfregando enquanto fodia o cu. – Goza no meu cu... enche ele de porra quente. E eu gozaria de novo, tirando a tempo pra jorrar na bunda dela, escorrendo entre as nádegas. Depois ela viraria, me beijaria com gosto de pica e me diria baixinho. – Volta sempre... da próxima eu te dou meu número e a gente fode em casa, com brinquedos da loja. Eu saía da loja com as bolas vazias e a cabeça cheia de planos. Mas por hoje, na cama real, depois dessa punheta épica, eu só fiquei ali recuperando o fôlego, pau amolecendo devagar dentro da camisinha cheia, sorrindo porque aquela vendedora gata tinha transformado um dia entediado num tesão que durou horas.
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