Renata estava deitada na cama do quarto, o ventilador girando devagar no teto, mas o calor que sentia não vinha do verão. Aos 42 anos, casada com um homem que mal olhava mais pra ela, seu corpo ainda era uma tentação: seios grandes e pesados que balançavam quando ela andava, bunda redonda e firme, buceta depilada que vivia latejando de desejo. O marido roncava no sofá da sala, de olho nas mensagens dela como sempre, mas ela não aguentava mais segurar. Abriu o WhatsApp e o coração disparou quando viu Renato online. Ele era o fogo que ela não conseguia apagar, o cara que fazia ela se sentir viva de novo. Ela digitou rápido, os dedos tremendo de tesão. - Rê, meu marido acabou de sair, hoje foi mais cedo e estou deitada só de camiseta e calcinha, ah a cor é rosa, sei que você ama saber a cor. - Que delicia, eu gostaria de invadir sua casa agora e te surpreender em cima da cama - Nem fale, com esse pau bem duro me pegando com força. Depois continuou, sabendo que cada palavra podia explodir tudo. - Rê, agora sério, meu marido está de olho em minhas mensagens, podemos deixar eu te enviar a carinha primeiro, isso quando eu ver você on, assim evitaria problemas pra mim. Ser casada infelizmente é ter que dar satisfações. Eles dois haviam se conhecido pelo Facebook, mais precisamente em uma comunidade/grupo referente ao mesmo time, compartilhavam da mesma paixão pelo alviverde paulista, o Palmeiras. Do outro lado da cidade, Renato, um jovem homem de apenas 26 anos com corpo forte de quem malha todo dia, leu a mensagem e sentiu a pica já começar a inchar dentro da calça do trabalho. Ele imaginou Renata pelada, aquelas coxas grossas abertas pra ele, e digitou de volta, o pau latejando. - Eu entendo seu lado, querida, não queria te causar tantos transtornos, queria até ver outra forma da gente conversar com mais segurança e tal. Mas eu sei que pedir isso a você seria muito egoísmo da minha parte, então tudo que você decidir a respeito do nosso contato, eu aceito de peito aberto. Renata sorriu, a buceta já molhando a calcinha fina que ela usava em casa. Ela apertou as pernas uma contra a outra, sentindo o clitóris roçar no tecido. - Você é um fofo, Re. Fico feliz que me entenda. Ele respondeu quase na hora, a voz mental dele grave e cheia de desejo. - Eu entendo, querida, irei sentir muito sua falta, saiba que sempre vai morar em meu coração, te amo. Ela riu baixinho, o tesão subindo. - Re, calma la, isso não é uma despedida, vou te chamar sempre que puder. Ou seja, sempre. Renato sentiu as bolas pesadas, cheias de gozo que ele guardava pra ela. - Linda, você é uma das melhores pessoas que conheço, que confio, Re você faz parte da minha família, vou me empenhar em sempre fazer você feliz mesmo eu estando longe. Ela mordeu o lábio, a mão descendo devagar pela barriga até o monte depilado. - Então se é pra me fazer feliz, e pra mostrar que estamos bem depois me mande uma foto bem linda, quero ver você bem excitado. A pica de Renato deu um pulo dentro da cueca. Ele adorava se mostrar pra ela, ver como aquela mulher casada ficava louca com o tamanho dele. - Você me pedindo tudo isso me deixa até mais excitado ainda, gosto muito de me mostrar pra você, se quiser até mesmo agora eu mando, o que acha? Renata sentiu um jorro quente escorrer pela buceta. - Ótimo. Ela esperou um momento, o coração batendo forte. - Um momento. E então ele enviou. A foto chegou: Renato pelado no banheiro do trabalho, a pica grossa e veiada apontando pra cima, cabecinha roxa brilhando de pré-gozo, bolas grandes e cheias penduradas. Renata abriu a imagem e enfiou dois dedos na buceta molhada na hora, gemendo baixinho pra não acordar o marido. - Aí sim, bom garoto. Ele digitou de volta, a respiração curta. - Re, fala pra mim que tipo de tortura me faria. Ela imaginou tudo e respondeu, enquanto ele do outro lado da cidade estava com a mão já apertando o pau por cima da calça. - Ficaria peladinha na sua frente, deixando você me acariciar, louco pra me comer, e eu só deixaria você me alisar e enfiar o dedo. Renata leu a propria mensagem e apertou o grelinho com o polegar, sentindo ele inchar. - Que delícia, deve ser um tesão louco ver você dessa forma, tipo, colocaria você de quatro enquanto masturbo você louco pra enfiar o pau, e você segurando ele sem deixar eu avançar kk. Renato gemeu sozinho, apertando o pau, deitado em sua cama. - Pelo menos deixa eu dar umas linguadas e chupadas em sua bucetinha, Rê. Ela sorriu, os mamilos duros roçando na blusa. - Deixaria sim, e no caso quando eu não aguentasse mais deixaria você por só um pouquinho. Ele digitou mais rápido. - Eu ia torturar você colocando a cabecinha e roçando ela com maestria em seu grelinho, fazendo você dar uns gritinhos e gemidos bem gostosos. Renata estava encharcada, os dedos entrando e saindo da buceta com barulho molhado. - Seria realmente uma tortura, mas Re agora preciso trabalhar, outra hora te chamo, beijos meu anjo. Mas apesar dela ter se despedido, ela sentindo o fogo tomando conta da xota e do corpo não parou, bateu uma deliciosa siririca com a foto que seu jovem amante tinha mandado, enquanto ele respondia a sua ultima mensagem: - Muito bom esse tipo de tortura. Então, vá lá meu amor e trabalhe, bem, estarei disponível sempre que precisar, é só chamar, beijos. Eles se despediram com beijos virtuais, mas o tesão ficou no ar o dia todo. À noite, quando Renata estava sozinha de novo, o celular vibrou. Renato tinha chegado em casa. - Re você teria um vídeo se masturbando? Quero ver... Ele leu e sentiu um arrepio. - Sei que você adora mandar. Ele respondeu na hora. - Eu tenho sim amor, é até meio grande, tá salvo no computador, assim que chegar em casa, eu te mando viu, eu dou uma gozada bem gostosa kk. Renata mordeu o lábio. - Adoro sim, - Pode me mandar agora? - Quando chegar em casa, eu abro lá e te mando. - Então deixa, Re. - Só umas 00:10 amor, o horário que chego lá. - É sério, se puder mande agora... depois não posso. Mas ele não aguentou. - Ta certo, mando um agora mesmo. Renata esperou, o coração na boca. O vídeo chegou: Renato sentado na cadeira do quarto dele, a pica enorme na mão, veias saltadas, cabecinha brilhando. Ele batia punheta devagar no começo, gemendo o nome dela, depois acelerava, a mão subindo e descendo com força, bolas batendo, até que ele gozou forte, jatos grossos de porra branca voando no peito e na barriga. Renata assistiu três vezes, os dedos enfiados fundo na buceta, gozando junto com ele no vídeo, o corpo tremendo. - O vídeo aí amor. Ela mandou de volta, ainda ofegante. - Pensa em que quando se sacia? Renato respondeu logo. - Penso em você, Re, nessa sua buceta quente e molhada apertando minha pica. O papo no celular tinha sido só o começo. No dia seguinte, eles não aguentaram mais. Marcara um encontro escondido num motel discreto na saída da cidade. Renata saiu de casa dizendo que ia ao salão, o coração acelerado. Quando chegou, Renato já estava lá, porta entreaberta, só de cueca. A pica marcava o tecido grosso, dura como pedra. Ela entrou, trancou a porta e ele a puxou pra si sem dizer nada no começo. As mãos dele subiram pelas coxas dela, levantando o vestido. - Porra, Renatinha, você tá cheirando a tesão, sua buceta já tá molhada pra mim né? - Tá sim, Re, molhada pra caralho, olha só. Ela abriu as pernas ali mesmo, de pé, e ele enfiou a mão por baixo da calcinha. Dois dedos deslizaram fácil na buceta encharcada, o polegar roçando o grelinho inchado. Renata gemeu alto, jogando a cabeça pra trás. - Ahhh, assim, enfia mais fundo, me tortura como você prometeu. Renato sorriu safado, tirou a roupa dela devagar, beijando cada pedaço de pele. Os seios grandes pularam livres, mamilos duros como pedrinhas. Ele chupou um, depois o outro, mordendo de leve enquanto os dedos continuavam fodendo a buceta devagar. - Fica peladinha na minha frente, deixa eu te acariciar, louco pra te comer mas sem deixar ainda. Ele a colocou de quatro na cama grande, bunda empinada pra ele. A buceta brilhava, aberta, sucos escorrendo pelas coxas. Renato se ajoelhou atrás, a pica latejando no ar, mas só ficou ali, masturbar devagar, roçando a cabecinha quente na entrada da buceta sem entrar. - Olha pra essa pica, Re, tá vendo como ela tá dura pra você? Eu quero enfiar tudo, mas você vai segurar, né? Só alisar e enfiar o dedo primeiro. Ela empinou mais a bunda, gemendo. - Sim, Re, me tortura, roça essa cabecinha no meu grelinho, faz eu gritar. Ele obedeceu. Segurou a pica pela base e começou a passar a cabecinha inchada pra cima e pra baixo no grelinho dela, roçando com maestria, pressionando o pontinho inchado que latejava. Renata deu gritinhos agudos, o corpo tremendo. - Ahhh porra, Re, que delícia, meu grelinho tá explodindo, continua, não para! Ele enfiou um dedo no cu dela ao mesmo tempo, devagar, sentindo o anel apertado piscar. A buceta dela pingava no lençol. Depois ele se abaixou e deu linguadas longas, chupando a buceta toda, sugando o grelinho pra dentro da boca, mordiscando de leve. O barulho era molhado, obsceno, língua entrando e saindo, nariz enterrado na carne quente. - Deixa eu chupar essa bucetinha gostosa, Re, tá tão doce e molhada, porra. Ela gozou pela primeira vez assim, gritando, o cu apertando o dedo dele, buceta jorrando na boca de Renato. Ele não parou. Virou ela de frente, abriu as pernas dela bem abertas e colocou só a cabecinha da pica dentro, roçando de novo no grelinho por dentro agora. Entrava um centímetro, saía, entrava, torturando. - Olha como sua buceta mama a cabecinha, Re, tá apertando, querendo tudo. Mas ainda não, você vai implorar. - Por favor, Renatinho, enfia essa pica grossa toda, me fode de verdade, eu não aguento mais! Ele riu e finalmente meteu tudo de uma vez. A pica grossa abriu a buceta dela até o fundo, bolas batendo na bunda. O barulho era ploc ploc ploc, rápido e forte. Renata cravou as unhas nas costas dele, gemendo sem parar. - Isso, me come, Re, fode minha buceta carente de pica e casada, me faz sua puta! Eles trocaram de posição mil vezes. Ela sentou no pau dele, cavalgando com força, os seios pulando, enquanto ele chupava os mamilos. Depois de quatro de novo, ele meteu no cu dela devagar, lubrificado com os sucos da buceta, sentindo o anel apertar a pica inteira. Renata gritava de prazer, o grelinho sendo esfregado pela mão dele ao mesmo tempo. Enquanto ele macetava forte e com vigor sua buceta, nao aguentou e ao mesmo tempo enfiou um dedo no cuzinho da safada. - Seu cu tá engolindo meu dedo, enquanto soco a pica na sua buceta, que delícia, Re, aperta mais! Ela gozou de novo, o cu piscando, leite escorrendo da buceta. Renato não aguentou. Puxou a pica pra fora e gozou forte na cara dela, jatos grossos pintando os seios, a boca, o grelinho. Ela lambeu tudo, sorrindo safada. - Me dá esse leitinho todo, Re, eu adoro. Eles ficaram ali, suados, ofegantes, corpos colados. Mas o tesão não acabou. Depois de meia hora, ele já estava duro de novo. Dessa vez foi lento, ele deitado, ela por cima, descendo devagar na pica, sentindo cada veia. Conversaram sujo o tempo todo. - Olha como sua buceta engole minha pica toda, Re, tá vendo no espelho? Que buceta gulosa. - É sua, Re, fode ela até eu não conseguir andar, me enche de porra. Eles gozaram juntos mais duas vezes, a cama molhada de suor e gozo. Quando ela teve que ir embora, já era quase noite. Renato a beijou na porta, a mão ainda apertando a bunda dela. - Amanhã eu te chamo de novo, e dessa vez vai ser ainda mais safado. Renata sorriu, a buceta latejando de novo só de pensar. - Eu vou estar pronto, nega. Sempre que você chamar. Ela saiu do motel com o corpo marcado pelo prazer proibido, sabendo que o marido nunca ia descobrir o quanto ela era feliz de verdade com Renato. O fogo entre eles não cabia mais no celular. Era real, intenso e sem fim. E assim continuou, dia após dia, cada encontro mais quente que o anterior, cada mensagem virando promessa de buceta molhada, pica latejando e gemidos que ecoavam no quarto secreto. Porque tesão de verdade, quando é assim, não tem marido que segure.
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