Eu me chamo Lara, tenho 21 anos e sou uma puta safada assumida pra mim mesma. Masturbo desde os 16, cinco anos de dedada constante, e cada ano que passa eu fico mais hipersexual. Já experimentei tudo: pornô, fantasias com caras, com meninas, com brinquedos, mas ultimamente só uma coisa me deixa molhada de verdade. Eu. Meu próprio corpo. Meu reflexo no espelho grande que fica encostado na parede do quarto, logo em frente da cama. Quando eu me vejo gozando, eu perco a porra da cabeça. Hoje foi um daqueles dias que começou cedo com a buceta já latejando. Acordei às sete, ainda de shortinho de dormir, e o espelho já tava lá me chamando. Passei a mão por cima da calcinha e senti o tecido úmido. - Caralho, Lara, já tá molhada assim logo de manhã? – eu falei baixinho pro reflexo, sorrindo safada. Me olhei nos olhos e senti aquele calor subir. Mas eu tinha aula. Respirei fundo, levantei, tomei banho rápido e saí. Durante a primeira aula, sentada na cadeira de madeira fria, eu não conseguia parar de pensar. Imaginava meu grelinho inchado, meus dedos entrando fundo na buceta enquanto eu me olhava. Apertei as coxas uma na outra e senti um filete de tesão escorrer. - Porra, se eu me tocar agora aqui na sala eu gozo na frente de todo mundo – pensei, mordendo o lábio. A professora falava alguma merda de história e eu só via meu corpo nu no espelho, pernas abertas, buceta brilhando. No intervalo entre a segunda e a terceira aula eu não aguentei. Fui pro banheiro feminino do prédio de humanas, entrei na última cabine, tranquei a porta e abaixei o short. O espelhinho pequeno da pia não era o mesmo do quarto, mas servia. Levantei uma perna no vaso, puxei a calcinha pro lado e me olhei. Minha buceta tava inchada, os lábios grossos e vermelhos, o grelinho aparecendo durinho no meio. - Olha só pra essa bucetinha gulosa – eu sussurrei pro reflexo. – Tá pingando só de pensar em se ver gozando, né sua vadia? Enfiei dois dedos de uma vez. Estava tão molhada que fez aquele barulho obsceno, ploc ploc. Comecei a girar no grelinho, rápido, olhando meu rosto se contorcer. Os olhos semicerrados, a boca aberta, o peito subindo e descendo. - Isso, olha como você fica puta quando se toca… goza pra mim, vai, mostra essa cara de safada. – Meu dedo médio batia direto no ponto certo enquanto o indicador entrava e saía da entrada. Senti o cu piscar de tesão. Passei o polegar ali atrás, só roçando, e quase gozei na hora. Mas eu parei. Queria guardar pra noite, pro meu espelho de verdade. Puxei os dedos, lambi devagar, sentindo meu gosto doce e salgado. - Delícia… essa buceta é só minha. Voltei pra aula com a calcinha encharcada e o short marcando a mancha. O resto do dia foi um inferno gostoso. Toda vez que cruzava as pernas sentia a buceta latejar. No ônibus de volta pra casa eu já tava imaginando a cena: eu nua, de quatro no colchão, o espelho mostrando tudo, o cu e a buceta abertos pra mim mesma. Cheguei em casa, joguei a mochila no chão, tranquei a porta do quarto e acendi só a luzinha de cabeceira, aquela amarela que deixa tudo mais safado. Tirei a roupa devagar, bem devagar, como se estivesse fazendo um strip pra mim mesma. Primeiro a blusa, os seios pulando livres, mamilos duros como pedra. Olhei pro espelho e sorri. - Olha esses peitos, Lara… tão firmes, tão gostosos. – Peguei eles com as duas mãos, apertei, puxei os bicos. O reflexo mostrava uma garota de 21 anos, pele morena clara, cabelo castanho longo bagunçado, corpo curvilíneo, cintura fina, bunda empinada. Desci o short e a calcinha de uma vez. Minha buceta tava brilhando, os lábios inchados, um fio de tesão escorrendo pela coxa. Virei de costas, abri as pernas e olhei por cima do ombro. O cu apareceu redondo, lisinho, piscando. - Porra, que cu gostoso… imagina se tivesse uma pica aqui agora, mas não, hoje é só eu e você, espelho. Subi na cama de quatro, posicionei o corpo de frente pro espelho. Ajoelhei, abri bem as pernas, a buceta completamente exposta. Comecei devagar. Passei a mão espalmada por cima da buceta, espalhando o mel. - Tá vendo como tá molhada? Isso é tudo pra você, sua vadia narcisista. – Dois dedos deslizaram fácil pra dentro. Estava quente, apertada, as paredes pulsando. Comecei a foder devagar, entrando e saindo, enquanto o polegar girava no grelinho. O barulho era molhado, obsceno. No espelho eu via tudo: os dedos brilhando, a buceta engolindo eles, o cu se contraindo a cada estocada. Aumentei o ritmo. - Isso, mete fundo nessa buceta… olha como ela mama seus dedos, caralho. – Meu quadril começou a rebolar sozinho, como se eu estivesse cavalgando uma pica invisível. Os seios balançavam, o suor já brilhava na barriga. Tirei os dedos da buceta e levei pro cu. Cuspi neles e enfiei devagar no cuzinho apertado. - Ai, porra… que delícia sentir o cu piscando… – Enquanto um dedo entrava e saía do cu, os outros dois voltaram pra buceta. Dupla penetração comigo mesma. O espelho mostrava uma cena de filme pornô: eu de quatro, cara de puta, boca aberta gemendo, dedos entrando nos dois buracos ao mesmo tempo. Senti o gozo vindo forte. - Não para, Lara… goza olhando pra si mesma, mostra como você é safada. – O grelinho tava inchado pra caralho, eu batia nele rápido, os dedos da buceta entravam até o fundo, o do cu girava. Meu corpo tremeu inteiro. - Tô gozando, caralho! Olha pra mim! – O primeiro jato saiu forte, molhando o lençol. Continuei dedando, mais rápido, e veio o segundo, o terceiro. Gozei tanto que pingou no espelho. Meu reflexo mostrava uma cara completamente perdida de prazer, olhos revirados, língua pra fora. Mas eu não parei. Eu tava viciada. Virei de costas pro espelho, deitei de lado, levantei uma perna bem alta pra que o espelho visse tudo. - Agora olha de outro ângulo, sua puta. – Enfiei três dedos na buceta de uma vez, esticando os lábios. O grelinho tava tão sensível que só roçar já me fazia tremer. Comecei a falar mais alto, quase gritando pros meus próprios ouvidos. - Olha essa buceta aberta… tá vendo como ela tá vermelha, inchada? Isso é de tanto tesão por si mesma. Você é uma narcisista do caralho e adora isso, né? Peguei o vibrador pequeno que tava na gaveta da cabeceira. Liguei no máximo. Encostei direto no grelinho enquanto os dedos continuavam fodendo a buceta. O barulho do vibrador misturado com o som molhado dos dedos era insano. - Ai, meu Deus… vai, vibra nesse grelinho… faz eu gozar de novo olhando pra essa cara de puta. – Meu corpo inteiro suava. No espelho eu via as coxas tremendo, a buceta contraindo em volta dos dedos, o cu piscando vazio pedindo atenção. Enfiei o dedão do outro mão no cu enquanto o vibrador castigava o grelinho. O segundo gozo veio mais forte. Senti um squirt sair, molhando minha barriga, o lençol, até o espelho. - Tô esguichando, porra! Olha isso… olha como eu me faço gozar! – Gritei, o corpo convulsionando. O reflexo mostrava uma garota completamente destruída de prazer, cabelo colado na testa, boca aberta, baba escorrendo, buceta jorrando. Caí de costas na cama, ofegante, mas a mão ainda mexia devagar na buceta, prolongando as ondas. Olhei pro teto um segundo, depois voltei pro espelho. Meu reflexo sorria cansado e safado. - Você não aguenta, né? Mesmo depois de dois gozos ainda quer mais. – Levantei, fui até o espelho, encostei a buceta quente no vidro frio. Esfreguei devagar, deixando uma marca de tesão no espelho. - Sente o gosto da minha buceta, espelho… isso, lambe. Voltei pra cama, agora de frente, pernas bem abertas, pés plantados no colchão. Comecei a terceira rodada. Dessa vez só o grelinho. Dois dedos apertando ele, girando, puxando. - Olha como ele tá grandinho… parece um mini pauzinho de tão duro. – Eu falava sem parar, suja, sem filtro. - Eu amo me ver assim… amo ser essa vadia que só se excita com o próprio corpo. Sou narcisista pra caralho e isso me deixa ainda mais molhada. O terceiro gozo demorou mais, foi mais profundo. Eu me olhava nos olhos o tempo todo. - Goza pra mim… goza olhando pra si mesma… você é linda pra porra quando goza. – Meu corpo arqueou, os dedos voando no grelinho, e eu gozei de novo, um orgasmo longo, quase dolorido de tão bom. O quarto cheirava a buceta, a sexo, a suor. Quando finalmente parei, eu tava exausta, pernas tremendo, buceta latejando, cu ainda piscando. Me arrastei até o espelho, beijei meu reflexo na boca. - Obrigada por me deixar assim… amanhã a gente se vê de novo, sua safada. Deitei na cama, o corpo todo marcado de prazer, e sorri pro teto. Eu sei que é narcisista pra caralho. Sei que talvez não seja a coisa mais saudável do mundo. Mas porra… funciona tão bem. Eu me excito comigo mesma. E toda vez que me olho, eu sei que vou gozar de novo, mais forte, mais molhada, mais viciada. E amanhã, entre as aulas, eu vou lembrar disso tudo de novo. Vou apertar as coxas, sentir a buceta molhar a calcinha, e contar as horas pra voltar pro meu quarto, pro meu espelho, pra minha própria buceta que me deixa louca. Porque no final, a única coisa que me faz gozar de verdade sou eu.
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