Flagrei minha mãe peladan sem querer!

A casa estava silenciosa demais naquela tarde de domingo. Eu tinha saído de bike pra aliviar a cabeça, mas o xixi segurado por mais de duas horas pesava como chumbo na bexiga. Entrei correndo, chutei os tênis na sala e fui direto pro banheiro do corredor. A porta estava entreaberta, como sempre quando minha mãe tomava banho sozinha. Eu nem pensei, empurrei e entrei já baixando o short.
Meu pinto saiu pra fora, grosso e meio inchado do esforço de segurar, e o jato quente começou a bater no vaso com força. Foi aí que virei a cabeça pro lado direito. Ela estava lá, completamente nua, pingando água do chuveiro que ainda escorria pelos seios grandes e pesados. Os mamilos escuros, duros do frio do ar condicionado, apontavam pra mim. A barriga macia, a buceta depilada brilhando molhada, os lábios carnudos entreabertos e o grelinho aparecendo logo acima, rosado e inchadinho. A bunda redonda, empinada pra trás enquanto ela se inclinava pra pegar a toalha que não estava lá.
- Caralho... – eu murmurei, paralisado.
Ela virou o rosto e me viu. Os olhos dela se arregalaram, mas não gritou. Só ficou ali, nua, com as mãos tentando cobrir os peitos e a buceta ao mesmo tempo, mas era impossível. Os dedos escorregavam na pele molhada.
- Filho... a toalha... cadê a porra da toalha? – a voz dela saiu rouca, quase um sussurro.
Eu olhei pro lado e vi a toalha branca dobrada na cama do quarto dela, porta aberta. Meu pinto ainda soltava o resto do xixi, mas parou de repente. O sangue subiu todo pro rosto e pro pau ao mesmo tempo. Saí correndo, puxando o short pra cima, coração martelando no peito.
Desde aquele dia eu virei um fantasma na própria casa. Uma semana inteira sem olhar na cara dela. Quando ela chamava pro café, eu respondia de longe com um grunhido. Quando ela passava pela sala de shortinho e regata, eu baixava os olhos pro celular e fingia que não existia. Mas à noite, sozinho no quarto, a imagem dela não saía da cabeça. Aquela buceta molhada, o grelinho brilhando, os seios balançando. Eu batia punheta pensando nela, gozando tanto que a cama ficava molhada, e depois me odiava mais ainda.
Na sexta à noite ela não aguentou. Eu estava no sofá, vendo qualquer merda no Netflix, quando ela apareceu na sala de camisola fina, sem sutiã. Os bicos dos peitos marcando o tecido. Sentou do meu lado, perto demais.
- Filhote... a gente precisa conversar sobre o que aconteceu no banheiro. – a voz dela estava baixa, quase doce.
Eu senti o rosto queimar.
- Mãe, pelo amor de Deus, esquece isso. Foi sem querer. Eu sou um idiota.
Ela colocou a mão na minha coxa. Quente. Os dedos apertaram de leve.
- Eu vi como você olhou pra mim. Não foi só vergonha, né? Seu pau tava duro quando você saiu correndo. Eu notei.
Eu engoli seco. Meu pinto começou a inchar dentro da bermuda só de ouvir ela falando assim.
- Mãe... para.
- Para quê? De falar a verdade? – ela se aproximou mais, o cheiro do corpo dela, sabonete e mulher, me invadiu. – Eu fiquei pensando também. Faz tempo que seu pai não me toca direito. E ver você ali, com aquele pinto grosso saindo do short... não vou mentir, mas aquilo tudo me deixou molhada, filho. Molhada pra caralho.
Eu virei o rosto. Ela estava com os olhos brilhando, os lábios entreabertos.
- Você tá louca? Eu sou seu filho.
- E eu sou sua mãe. E eu quero que você me foda. Quero sentir essa pica dentro da minha buceta. Quero que você chupe meu grelinho até eu gozar na sua cara.
As palavras dela caíram como bomba. Meu pau ficou duro feito pedra, latejando contra o tecido. Ela notou e sorriu, safada.
- Tá vendo? Ele quer. Olha como tá pedindo pra sair.
A mão dela subiu devagar pela minha coxa e apertou meu pau por cima da bermuda. Eu soltei um gemido baixo.
- Mãe... porra...
- Shhh. Deixa a mamãe cuidar de você.
Ela se ajoelhou no chão da sala, bem na minha frente. Puxou minha bermuda pra baixo e meu pinto pulou pra fora, veias inchadas, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo.
- Que pica linda, meu Deus. Grossa, comprida... maior que a do seu pai. – ela lambeu os lábios. – Posso chupar?
Eu só consegui fazer que sim com a cabeça.
Ela abriu a boca e engoliu metade da minha pica de uma vez. Quente, molhada, a língua girando na cabeça. O barulho de sucção encheu a sala.
- Hmmm... que delícia de pau, filho. Tão grosso... tá enchendo minha boca toda.
Ela desceu mais, engolindo até o fundo, garganta apertando. Eu segurei o cabelo dela e comecei a foder a boca dela devagar. Ela gemia, baba escorrendo pelos cantos da boca, olhos lacrimejando de tesão.
- Isso, mãe... chupa meu pau... caralho, que boca gulosa.
Ela tirou pra respirar, cuspe ligando os lábios dela na minha pica.
- Quero você inteiro dentro de mim. Vem pro quarto.
Eu levantei, pau balançando duro, e ela me puxou pela mão. No quarto dela, a mesma cama onde eu tinha visto a toalha. Ela tirou a camisola num movimento só. Os peitos grandes pularam livres, a buceta já brilhando, lábios inchados e molhados.
- Olha pra mim, filho. Olha a buceta da sua mãe. Tá pingando por você.
Eu me ajoelhei entre as pernas dela e abri os lábios com os dedos. O grelinho estava inchado, vermelho, pedindo atenção. Eu passei a língua devagar, sentindo o gosto salgado e doce.
- Ahhh, porra... chupa o grelinho da mamãe... isso... assim, filho... lambe minha bucetinha toda.
Eu chupei com força, enfiando dois dedos dentro dela. A buceta apertava meus dedos, quente e molhada pra caralho. Ela rebolava na minha cara, mãos no meu cabelo, gemendo alto.
- Vai, come a buceta da tua mãe... mete os dedos fundo... ai, caralho, eu vou gozar...
Ela gozou forte, jorrando na minha boca, corpo tremendo. Eu continuei chupando até ela parar de tremer.
- Agora fode a mamãe, filho. Enfia essa pica grossa na minha buceta.
Eu subi em cima dela, posicionei a cabeça da pica na entrada molhada e empurrei devagar. Centímetro por centímetro, sentindo as paredes dela me apertarem.
- Ai, meu Deus... que pauzão... tá me abrindo toda... mete tudo, vai... fode a mamãe bem gostoso.
Eu meti até o fundo. As bolas batendo na bunda dela. Comecei a estocar forte, a cama rangendo. Os peitos dela balançavam a cada estocada.
- Porra, mãe... sua buceta é tão apertada... tá sugando meu pau...
- Isso, fode a buceta da tua mãe... mete fundo... me usa como uma vadia... eu sou tua puta agora, filho.
Eu aumentei o ritmo, suado, pelado, batendo forte. Ela cravava as unhas nas minhas costas.
- Quero gozar dentro, mãe. Posso?
- Goza dentro, enche a buceta da mamãe de porra quente... goza tudo.
Eu gozei com força, jatos grossos enchendo ela. Ela gozou junto, buceta apertando meu pau, leite escorrendo pelas coxas.
Mas não acabou. Depois de um tempo descansando, ela virou de quatro na cama, bunda empinada.
- Agora fode meu cu, filho. Quero sentir essa pica abrindo meu cuzinho.
Eu cuspi na mão, passei na rola e na entrada do cu dela. Empurrei devagar. O cu apertado resistiu um pouco, depois abriu, engolindo minha pica inteira.
- Ahhh, caralho... que cu guloso... tá me rasgando todinha...
- Mete no meu cu, filho... fode o cuzinho da mamãe... mais forte... isso...
Eu meti fundo, segurando os quadris dela, estocando sem dó. O barulho de pele contra pele era obsceno. Ela enfiou a mão entre as pernas e esfregava o grelinho.
- Eu vou gozar de novo... goza no meu cu, enche meu cu de porra...
Eu gozei pela segunda vez, enchendo o cu dela. Ela gozou tremendo, leite escorrendo pela coxa.
A gente ficou ali, suados, colados, ofegantes. Ela virou o rosto e me beijou na boca, língua enroscada na minha.
- Isso foi só o começo, filhote. Amanhã eu quero de novo. E depois. E todo dia. Quero ser sua puta particular. Quero mamar essa pica toda manhã antes do café. Quero que você me foda na cozinha, no banheiro, onde quiser.
Eu sorri, pau já começando a endurecer de novo contra a coxa dela.
- Pode deixar, mãe. Agora que eu provei essa buceta e esse cu, não vou mais parar.
Naquela noite a gente fodeu mais duas vezes. Uma com ela cavalgando em cima de mim, peitos pulando, gemendo alto. Outra com ela de lado, eu metendo devagar enquanto chupava os mamilos. Gozei na boca dela da última vez. Ela engoliu tudo, lambendo os lábios.
- Delícia de porra do meu filho... vou virar viciada nisso.
Os dias seguintes viraram uma loucura de sacanagem. De manhã ela me acordava com a boca no pau. No almoço eu comia ela por trás na mesa da cozinha. À noite a gente assistia filme e ela sentava no meu colo, buceta engolindo minha pica devagar enquanto o filme rolava.
Uma tarde ela me chamou pro banheiro. O mesmo banheiro.
- Lembra aqui? Foi onde tudo começou. Agora vem aqui e fode a mamãe de novo.
Eu entrei, ela já nua, inclinada na pia. Eu meti de uma vez, fundo, olhando pro espelho enquanto fodia ela. Os peitos balançando, a cara de prazer dela.
- Olha no espelho, filho. Olha como a mamãe fica quando você mete essa pica nela.
- Porra, mãe... você é tão safada...
- Só pra você, meu amor. Só pra esse pauzão do meu filho.
A gente gozou juntos de novo, porra escorrendo pelas pernas dela enquanto eu ainda tava dentro.
Meses se passaram. A casa virou nosso ninho de putaria. Ela parou de usar calcinha em casa. Eu parava de trabalhar e ia foder ela no sofá. Ela me ligava no meio do dia só pra dizer:
- Tô aqui de quatro esperando sua pica, vem logo.
E eu ia. Sempre ia.
A vergonha de antes virou tesão puro. Aquele acidente no banheiro mudou tudo. Transformou a gente em amantes, em putos, em tudo que a gente nunca imaginou que podia ser. E a gente nunca mais parou.

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drgabriel Comentou em 29/03/2026

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Flagrei minha mãe peladan sem querer!

Codigo do conto:
258123

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
29/03/2026

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