O stripoker que passou dos limites!

Eu, Fernanda, 23 anos, nunca imaginei que uma noite de festa ia virar isso. A casa dos meus amigos tava lotada, música alta, luzes baixas e todo mundo já meio alto desde o começo. Cerveja, tequila, uns shots de vodca que desciam queimando a garganta. Eu tava de shortinho jeans justo, que marcava minha bunda redonda, e uma blusinha fina sem sutiã, porque tava calor pra porra lá dentro. Meus peitos já balançavam um pouco quando eu dançava, e os caras não perdiam tempo de olhar. A gente ria, se esfregava na pista improvisada da sala e a noite ia ficando mais solta.
Depois de umas duas horas, o álcool bateu forte. Alguém gritou - E aí, galera, vamos jogar strip poker? Perdedora cumpre desafio dos outros! Todo mundo topou na hora. Eu ri, já sentindo um calor subir entre as pernas. - Beleza, mas se eu perder vocês vão ver essa buceta toda, hein? - falei, brincando, mas por dentro já tava molhada só de imaginar.
Sentamos no chão da sala, cartas na mão, copos cheios. O jogo foi rápido no começo. Primeiro round eu perdi a blusinha. Tirei devagar, sentindo os olhos de todo mundo cravados nos meus mamilos rosados que já tavam durinhos do frio do ar-condicionado. - Porra, Fernanda, que peitinhos empinados, caralho! - disse o Lucas, meu amigo de faculdade, lambendo os beiços. A Júlia, que era mais safada, completou - Olha só como eles balançam, amiga. Aposto que sua bucetinha já tá babando.
Segundo round, perdi o short. Desci ele pelas coxas, revelando minha calcinha preta minúscula, que mal cobria os lábios da minha buceta depilada. O tecido tava úmido, eu sentia. - Mostra mais, Fernanda! Tira logo essa calcinha e deixa a gente ver esse grelinho inchado - provocou o Pedro, o mais velho do grupo. Eu corei, mas obedeci no terceiro round. Perdi feio. Tirei a calcinha devagar, abrindo as pernas um pouco pra eles verem. Minha buceta tava lisinha, os lábios maiores carnudos e o grelinho já saindo do capuz, brilhando de tesão. - Olha essa bucetinha rosada, galera. Tá molhada pra caralho! - gritou a Ana. Os caras tavam com os paus duros por baixo da calça, dava pra ver o volume.
Agora eu tava completamente pelada, corpo exposto, pele arrepiada. Meus amigos tiraram minhas roupas com as mãos, tocando sem pudor. O Lucas passou a mão na minha bunda - Que cu gostoso, Fernanda. Redondinho e firme. Aposto que você gosta de levar dedo aqui. Eu ri nervosa, mas meu clitóris pulsava. - Vocês são uns safados do caralho - respondi, sentindo o calor subir.
O jogo durou uns 40 minutos no total e eu perdi de vez. Agora era hora do desafio. Eles discutiram sério, sussurrando entre risos. - Ela tem que sair pelada, correr até a faixa de pedestres que fica umas três casas pra baixo e voltar correndo. Sem esconder nada! - decidiu o Pedro. Eu gelei, mas o álcool me deixou corajosa. - Tá louco? Tá frio pra porra lá fora! - reclamei, mas eles insistiram. Me deram mais dois shots de tequila e me animaram. - Vai, Fernanda, mostra pra rua toda essa buceta molhada e esses peitos balançando. Vai ser foda! - disse a Júlia, dando um tapa leve na minha bunda. Meu cu arrepiou com o toque.
Coloquei o pé pra fora da casa e a brisa fria me acertou como um soco. Era noite, uns 10 graus no máximo, e meu corpo nu congelou na hora. Meus mamilos viraram pedrinhas duras, quase doendo de tão empinados. A pele dos meus seios arrepiou toda, e lá embaixo minha buceta sentiu o vento gelado bater direto no grelinho, fazendo ele latejar. - Caralho, tá frio demais! - gritei de volta pra porta, mas eles fecharam e começaram a contar - Três, dois, um... vai, sua puta safada!
Eu corri. Pés descalços no asfalto gelado, cada passo queimando de frio. Meus seios balançavam pesados pra cima e pra baixo, os mamilos cortando o ar como facas. Minha bunda quicava, e eu sentia o vento invadir entre minhas pernas, roçando os lábios da buceta que tavam inchados e molhados apesar do frio. O grelinho pulsava a cada passada, e um fio de tesão escorria pela coxa, misturando com o suor. - Porra, que delícia de risco - pensei, correndo mais rápido. A rua tava escura, só uns postes distantes, mas o vento frio fazia meus dentes baterem.
Cheguei na faixa de pedestres, toquei o chão com o pé e virei pra voltar. No meio do caminho, uns três casas antes da minha, eu escorreguei. O asfalto úmido me derrubou de joelhos. Meu corpo caiu pra frente, seios esmagados no chão frio, bunda empinada pro alto. Minha buceta ficou exposta total, lábios abertos, grelinho roçando no asfalto gelado. - Ai, merda! - gemi baixo, tremendo inteira. O frio entrava no meu cu, que piscava contraído, e eu sentia minha buceta latejando de tesão misturado com medo.
Foi aí que ouvi o motor. Um carro virando a esquina da nossa rua. Faróis varreram o asfalto. Meu coração disparou. Eu me arrastei rápido pro jardim da casa ao lado, me escondendo atrás de uns arbustos baixos. Os galhos arranharam minha pele nua, espetando meus seios, minha barriga, e roçando meu grelinho inchado. Eu fiquei agachada, bunda pra cima, buceta escorrendo tesão no chão. O carro parou bem na frente da casa onde eu tava escondida. Era o vizinho, um cara de uns 40 anos, conversando com alguém dentro do carro. - Ei, João, tudo bem aí? - ouvi uma voz masculina. Eles falaram uns minutos sobre não sei o quê, risadas, e eu ali, pelada, tremendo, o frio congelando meus mamilos e meu cu piscando de nervoso.
Meu corpo inteiro vibrava. O risco me deixou louca de tesão. Enquanto eles conversavam, eu não resisti. Minha mão desceu sozinha entre as pernas. Dedos frios tocaram meu grelinho duro, girando devagar. - Ahh, porra... - sussurrei baixinho, mordendo o lábio. Minha buceta tava encharcada, os lábios inchados e quentes apesar do gelo. Enfiei dois dedos na entrada, sentindo as paredes apertadas pulsarem. O vento batia no meu cu exposto e eu imaginei alguém me vendo assim, de quatro, buceta aberta, dedos fodendo ela. Meu clitóris inchou mais, latejando forte. Eu gozei rápido, mordendo o braço pra não gemer alto. O orgasmo me fez tremer mais, suco escorrendo pelos dedos e pingando no chão gelado.
O carro finalmente ligou e foi embora. Eu esperei uns segundos, coração na boca, e saí dos arbustos. Levantei devagar, pernas bambas. Meus mamilos tavam tão duros que doíam, seios arrepiados, pele toda vermelha do frio e dos arranhões. Andei devagar de volta pra casa, pés congelados, bunda balançando lenta. Cada passo fazia minha buceta roçar nas coxas, sensível pra caralho depois do gozo. - Que loucura, Fernanda... quase fui pega pelada, buceta molhada e tudo - pensei, mas sorri, o tesão ainda pulsando.
Cheguei na porta da casa dos meus amigos e eles abriram rápido, me puxando pra dentro. - Caralho, você voltou! Olha esse corpo todo arrepiado, mamilos duros pra porra! - disse o Lucas, passando a mão nos meus seios gelados. - E essa bucetinha? Tá pingando, sua safada! Correu pelada e ainda gozou no caminho, né? - provocou a Júlia, enfiando um dedo rápido entre minhas pernas e tirando ele lambuzado. Eu ri, tremendo ainda, mas o calor da casa me envolveu.
- Foi foda pra caralho - contei, voz rouca. - O frio congelou meus peitos, o vento bateu direto no meu grelinho e eu caí, me escondi nos arbustos. O carro parou na frente e eu fiquei lá, de quatro, dedo na buceta enquanto eles conversavam. Gozei escondida, suco escorrendo no chão. Quase morri de medo, mas nunca fiquei tão molhada.
Eles me abraçaram, mãos quentes tocando meu corpo frio. O Pedro me puxou pro sofá - Senta aqui, Fernanda. Deixa eu aquecer essa buceta com a língua. Você merece depois dessa aventura. Eu abri as pernas, ainda pelada, e senti a boca dele chupando meu grelinho inchado. - Ahhh, chupa mais forte, Pedro... lambe essa bucetinha que quase foi vista por todo mundo - gemi. Os outros assistiam, paus duros, e a noite virou outra coisa. Mas aquela corrida pelada, o risco, o frio no cu e o gozo escondida... isso ficou marcado na minha memória pra sempre. Foi perigoso, foi gelado, foi safado pra caralho. E eu adorei cada segundo.
A festa continuou até o amanhecer. Eu fiquei pelada o resto da noite, deixando eles me tocarem, me lambem, me fodiam com os dedos enquanto eu contava de novo cada detalhe. - Imagina se o vizinho tivesse visto minha buceta aberta atrás do arbusto? - eu dizia, e todo mundo ria, excitado. Meu corpo ainda sentia o frio fantasma na pele, mas o tesão quente compensava tudo. No final, eu gozei mais duas vezes, uma na boca da Júlia enquanto ela chupava meu cu, e outra com o pau do Lucas esfregando entre meus seios. - Toma, Fernanda, goza de novo pensando na rua te vendo pelada - ele dizia. E eu gozava, gritando baixinho, lembrando do vento no grelinho, do asfalto frio na buceta e do quase ser pega.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
O stripoker que passou dos limites!

Codigo do conto:
258125

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
29/03/2026

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