Sempre quis meu irmão mais novo, até que um dia....
Sempre quis meu irmão mais novo. Aquela vontade começou quietinha, como um fogo baixo no fundo da barriga, e foi crescendo até virar um incêndio que me consumia toda vez que ele passava pela porta de casa. Eu, com vinte e três agora, e ele com vinte, mas na época em que tudo explodiu de verdade eu tinha dezoito e ele vinte. A gente morava junto de novo depois de um tempo separados, a casa velha da família em Alagoinhas, Bahia, com aqueles quartos colados um do lado do outro no corredor estreito. As paredes finas deixavam passar cada suspiro, cada rangido da cama, cada gemido abafado. Eu era uma puta sexual online, daqueles que vivem mandando nudes e conversando sacanagem com desconhecidos a noite inteira. Mas nada disso bastava. Eu queria carne de verdade, queria ser tocada, penetrada, preenchida até não aguentar mais. Meu corpo pedia pica grossa, buceta molhada latejando, cu piscando de tesão. E o pior é que o cara que eu mais desejava dormia a dois metros de mim. Eu passava os dias inteiros com a buceta coçando de tanto tesão. Um amigo da internet, daqueles que só existe pra trocar putaria, me mandou um plug anal de presente. Era pequeno, de silicone preto, com uma pedrinha brilhante na base. Eu enfiei devagar no cu uma noite, sentindo o anel apertado esticar e engolir o brinquedo enquanto meu grelinho inchava só de imaginar que era a pica dele me abrindo. Mas não era suficiente. Eu queria alguém dentro de mim completamente, pica latejando, bolas batendo na minha bunda, porra quente enchendo minha buceta ou meu cu. O plug só me deixava mais louca, mais vazia. Toda tarde, quando eu ouvia o barulho da moto dele chegando do trabalho, meu coração acelerava. Eu já estava na cama, pernas abertas, vibrador da minha mãe roubado na mão. Era um daqueles modelos grossos, cor de pele, que vibrava forte pra caralho. Eu enfiava ele devagar na buceta, sentindo as paredes internas sugarem o silicone enquanto o motor zumbia baixo. A porta do quarto ficava entreaberta de propósito. Não escancarada, mas o suficiente pra ele ver se quisesse olhar. Eu não gemia alto. Só baixinho, um “ahhh” rouco, quase um suspiro, pra ele ter algum aviso se estivesse prestando atenção. Meu dedo médio circulava o grelinho inchado, rápido, enquanto o vibrador entrava e saía devagar, fazendo aquele barulho molhado, chupado, de buceta encharcada. Uma vez eu juro que ele parou no corredor. Eu vi a sombra dele pela fresta da porta. Meu coração quase saiu pela boca. Eu continuei metendo o vibrador mais fundo, girando ele dentro da buceta, sentindo o plug no cu pressionar tudo por dentro. Meu corpo tremia. O grelinho estava tão inchado que doía de tesão. Eu sussurrei baixinho, só pra ele ouvir se quisesse: - Porra... vem cá... me fode... Mas ele não entrou. Só ficou ali um segundo e seguiu pro quarto dele. Eu gozei sozinha, mordendo o travesseiro, buceta contraindo forte no vibrador, cu piscando em volta do plug. Porra escorreu pelas minhas coxas, molhando o lençol. Eu fiquei ali, ofegante, imaginando a pica dele no meu lugar. Aconteceu umas três ou quatro vezes assim. Eu tinha certeza que ele entendeu. As portas dos quartos eram coladas, ele já tinha me visto pelada antes, saindo do banho, toalha caindo de propósito. Mas ele fingia que nada. Até que um dia eu desisti de deixar a porta toda aberta. Fechei um pouco mais, mas ainda deixava uma fresta. O suficiente pra ele saber que estava rolando. Eu estava de quatro na cama, bunda empinada pro ar, plug no cu brilhando de lubrificante, vibrador entrando e saindo da buceta com força. Meu grelinho latejava. Eu gemia mais alto agora: - Ai caralho... que delícia... enfia mais fundo... Foi aí que ele cedeu. Eu ouvi a porta ranger devagar. Ele entrou sem fazer barulho, sentou na cadeira da minha escrivaninha, bem de frente pra cama. Eu parei por um segundo, coração disparado, mas continuei. Ele estava de camiseta do trabalho, calça jeans, cabelo bagunçado. Olhava fixo pra minha buceta aberta, pro vibrador brilhando de melzinho, pro plug enfiado no meu cu. Ele pegou o controle do videogame que estava na mesa, como se fosse a coisa mais normal do mundo, e ligou o console. A tela acendeu. Ele começou a jogar, mas os olhos não saíam de mim. - E aí, mana, tá jogando o que ultimamente? – ele perguntou, voz rouca, tentando disfarçar. Eu tirei o vibrador devagar, sentindo a buceta pulsar vazia, e respondi ofegante: - Nada, irmão... só... me tocando... Ele riu baixo, aquele riso nervoso que eu adorava. Continuou apertando os botões do controle, mas a calça dele já estava marcando a pica dura. - O negócio tá bom aí assim, ne? – ele perguntou de repente, sem tirar os olhos da minha buceta. Eu me joguei pra frente, de joelhos na cama, e segurei a mão dele. Coloquei os dedos dele na minha buceta molhada. Ele tremeu, mas não puxou. - Toca em mim, irmão... por favor... – eu pedi, voz manhosa. Ele engoliu seco. Os dedos dele eram grossos, calejados do trabalho. Ele passou o indicador devagar pela minha fenda, sentindo como eu estava encharcada. - Caralho... tá molhada pra porra... – ele murmurou, quase pra si mesmo. Eu abri mais as pernas, empinando a bunda, plug ainda no cu. - Dedilha minha buceta... devagar... assim... Ele obedeceu. O dedo entrou fácil, fundo, curvando pra dentro e tocando aquele ponto que me fazia ver estrelas. Ele mexia devagar, explorando, como quem nunca tinha feito aquilo. - Tá bom assim? – ele perguntou, voz tremendo de tesão. - Mais... dois dedos... abre minha buceta... Ele enfiou o segundo dedo. A buceta esticou gostoso, fazendo um barulho molhado. Ele começou a meter mais rápido, polegar no grelinho, circulando devagar. - Assim? – ele perguntou, olhos vidrados na minha cara de prazer. - Isso... caralho... meu grelinho... aperta ele... O sorriso dele era enorme, daqueles que iluminam o rosto inteiro. Eu nunca tinha visto ele tão feliz. Ele estava descobrindo o corpo de uma mulher pela primeira vez, e era o meu. Eu amava saber que eu era uma das primeiras. Ele dedava com vontade agora, três dedos entrando e saindo, buceta fazendo barulho de tanto mel. O plug no cu pressionava tudo, deixando tudo mais apertado. Eu me inclinei pra frente e segurei a calça dele. Abri o zíper. A pica dele saltou dura, grossa, veias pulsando, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. - Deixa eu chupar sua pica... – eu pedi, lambendo os lábios. Mas ele parou de repente. Tirou os dedos da minha buceta, limpou na coxa, e respirou fundo. - Não... a gente não pode ir além disso agora... – ele disse, voz baixa. Eu fiquei ali, buceta latejando, cu piscando em volta do plug, olhando pra pica dele que ainda estava dura pra caralho. Depois disso, eu fui pra faculdade. Três anos longe. Quando voltei, ele já estava namorando firme. Dizia que queria ser fiel. Mas as coisas não pararam. Eram as “entradas acidentais”. Eu saía do banho enrolada na toalha e a porta dele abria de repente. Ele via minha buceta raspadinha, o cu ainda brilhando do óleo do banho. Ele fingia susto, mas o olhar demorava. Uma noite eu estava no banheiro, porta só encostada, me depilando a buceta na frente do espelho. Ele entrou pra pegar a escova de dente. Parou. Olhou. Eu estava de pernas abertas na pia, grelinho inchado de tesão. - Porra, mana... desculpa... – ele murmurou, mas não saiu. Eu não cobri. Só passei a lâmina devagar, abrindo os lábios da buceta pra ele ver tudo. - Quer ajudar? – eu perguntei, sorrindo safada. Ele ficou vermelho, pica marcando a cueca, mas saiu. No quarto dele, minutos depois, eu ouvi o barulho dele se masturbando. Batendo punheta forte, gemendo baixo meu nome. Eu encostei na parede colada e gozei só de ouvir, dedo no grelinho, imaginando a porra dele jorrando. Outra vez foi pior. Eu estava na cama dele, de quatro, enquanto ele tomava banho. Ele saiu só de toalha. A toalha caiu. A pica dele estava semi-dura, pesada, balançando. Eu estava pelada, plug no cu, vibrador na buceta. - Entra... – eu pedi. Ele hesitou. Sentou na beira da cama. Eu me arrastei até ele, peguei a pica na mão, comecei a masturbar devagar. - Sua pica tá tão dura... quer foder minha buceta? Ele fechou os olhos, mão tremendo na minha coxa. - Não posso... minha namorada... Mas a pica dele pulsava na minha mão. Eu me abaixei e chupei a cabeça, língua girando no prepúcio, sentindo o gosto salgado do pré-gozo. - Porra... mana... que boca gostosa... Ele segurou minha cabeça, enfiou mais fundo. Eu engasguei gostoso, saliva escorrendo pelo queixo, chupando com força. Ele fodia minha boca devagar, gemendo. - Caralho... vou gozar... Eu não parei. Engoli tudo, porra quente, grossa, descendo pela garganta enquanto ele tremia. Depois ele me deitou, abriu minhas pernas e dedou minha buceta até eu gozar gritando, dois dedos no cu junto com o plug, esticando tudo. A gente não fodeu de verdade ainda. Mas as entradas acidentais viraram rotina. Ele me pegava no banheiro, eu de quatro na banheira, ele dedando minha buceta e meu cu ao mesmo tempo. Eu ouvia ele gozando no quarto, pica batendo forte na mão, e eu metia o vibrador com mais força, imaginando ele me enchendo de porra. Uma tarde ele chegou cedo. Eu estava na cama dele, nua, pernas abertas, dedo no grelinho, outro no cu. Ele parou na porta, pica já dura na calça. - De novo? – ele perguntou, sorrindo aquele sorriso enorme. - Vem... toca em mim... – eu pedi. Ele sentou na cama, tirou a camisa. Mãos grandes percorreram minhas coxas, abriram minha buceta. - Olha como tá molhada... buceta piscando pra mim... Dois dedos entraram fundo. Ele mexia com força agora, sem pedir licença, polegar no grelinho apertando forte. - Tá bom assim, mana? Quer mais? - Três dedos... abre minha buceta toda... Ele enfiou três. A buceta esticou, fazendo barulho molhado, porra escorrendo pro lençol. Ele baixou a cabeça e lambeu meu grelinho, chupando forte, língua girando enquanto os dedos metiam sem parar. - Caralho... que buceta gostosa... tão apertada... Eu segurei a cabeça dele, gozando na cara dele, jorrando mel na boca dele. Ele lambeu tudo, depois me virou de quatro. - Empina esse cu... – ele mandou. Eu empinei. Ele tirou o plug devagar, cuspiu no meu cu e enfiou o dedo, depois dois, abrindo meu cu. - Um dia eu vou foder esse cu... – ele prometeu, voz rouca. A pica dele estava pra fora agora, roçando na minha buceta, cabeça grossa pressionando a entrada. - Enfia... por favor... me fode... Ele parou. Respirou fundo. Encostou a cabeça da pica na minha buceta, esfregou pra cima e pra baixo, molhando tudo. - Ainda não... mas um dia... eu vou te encher de porra... Ele meteu os dedos de novo, dedando minha buceta e meu cu ao mesmo tempo, até eu gozar de novo, corpo tremendo, gemendo alto: - Isso... me deda... faz eu gozar na sua mão... Ele gozou na minha bunda, porra quente espirrando nas minhas costas, escorrendo pro cu. A gente ficou ali, ofegantes, suados, sabendo que a fidelidade dele estava por um fio. E as coisas continuam assim. Entradas acidentais, olhares demorados, dedos na buceta, boca na pica, gemidos abafados nas paredes finas. Eu sei que um dia ele vai ceder de vez. Vai enfiar aquela pica grossa na minha buceta, vai foder meu cu, vai me encher de porra enquanto eu grito o nome dele. Enquanto isso, a tensão só cresce. Toda vez que ele chega em casa, meu corpo já está pronto, buceta molhada, grelinho inchado, cu piscando. E ele sabe. O sorriso dele continua enorme. E o meu tesão por ele só piora. A gente se esbarra no corredor, ele encosta de leve, pica roçando minha bunda por baixo da camisola fina. Eu sinto ele duro e finjo que nada. Mas à noite, quando ele se masturba pensando em mim, eu ouço cada tapa da mão na pica, cada gemido abafado. Eu meto o vibrador com força, imaginando ele me arrombando, e gozo chamando ele baixinho: - Vem... me fode gostoso... irmão... Um dia ele vai entrar sem bater. Vai me jogar na cama, abrir minhas pernas e enfiar a pica de uma vez na buceta encharcada. Vai meter forte, bolas batendo na minha bunda, mão no meu grelinho apertando enquanto eu grito. Vai virar meu cu pro alto, cuspir na rola e enfiar no meu cu apertado, esticando tudo. Vai foder os dois buracos até eu gozar jorrando, até ele encher minha buceta ou meu cu de porra quente. Enquanto isso não acontece, a gente segue com as entradas acidentais, os toques roubados, os gemidos que a casa inteira escuta. E o desejo só cresce. Cada dia pior. Cada dia mais intenso. Cada dia mais perto de explodir de vez. Ele chegou agora. Ouvi a moto. Minha buceta já está molhada só de pensar. Deixo a porta entreaberta de novo. Pego o vibrador. Enfio devagar. E espero. Porque eu sei que hoje... talvez hoje ele não resista. Talvez hoje ele entre, tire a roupa, e finalmente me foda como eu sempre quis. Pica na buceta, pica no cu, porra em todo lugar. E eu vou gozar gritando o nome dele, buceta e cu contraindo, grelinho explodindo de prazer.
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