Eu tinha acabado de fazer 19 anos quando as coisas com a minha irmã mais velha começaram a descer pro lado mais quente. Ela tinha 23, morava ainda na mesma casa dos pais, mas o quarto dela era tipo um mundo à parte, no fim do corredor, longe o suficiente pra gente poder fazer merda sem acordar ninguém. A gente sempre foi grudado pra caralho. Desde pequeno ela me guiava em tudo: lição de casa, primeira vez que eu tomei porre, primeira briga no colégio, tudo. Ela era aquela irmã que falava de tudo sem filtro, e eu, mesmo sendo o caçula, já tinha uns pensamentos bem sujos com ela desde uns dois anos antes. Mas só depois dos meus 18 que ela abriu o jogo de verdade. Foi numa noite de outubro de 2024, por volta das três da manhã, a gente deitado na cama dela debaixo de um cobertor grosso, conversando baixo pra não acordar os velhos. A casa toda dormindo, só o barulho do ventilador no teto e o cheiro de perfume dela misturado com o meu suor de nervoso. A gente tinha começado falando de namoradas, de como eu ainda era virgem, e aí ela soltou: - Mano, tu já transou com alguém ou tá só batendo punheta pensando na vida? Eu ri nervoso, mas respondi sincero: - Só punheta mesmo, mana. Todo dia quase. E tu? Conta aí, como é a tua vida sexual? Ela não hesitou. Começou a contar das transas dela, dos caras que tinham passado pela cama dela, do tamanho das picas, do jeito que gostava de ser comida de quatro, do cu que já tinha dado pra uns dois. Eu sentia meu pau endurecendo só de ouvir a voz dela baixa, rouca de sono e tesão. Depois a conversa mudou pra masturbação, pra pornô, pra fetiches. Ela perguntou direto: - Tu se masturba todo dia? Edging ou vai direto pro gozo? - Todo dia, sim. Às vezes faço edging pra caralho, às vezes só gozo rápido pensando em buceta molhada. A gente ficou horas ali, rindo, se abrindo. Foram várias noites assim, papo até o sol raiar, falando de tudo: de como ela gostava de ver pica grossa metendo fundo, de como eu curtia buceta raspadinha brilhando de tesão, de fetiches com cheiro, com som, com edging. A gente hesitou pra cacete antes de dar o próximo passo. Duas semanas de discussão profunda, às vezes rindo de nervoso, às vezes quase desistindo. Mas no final de outubro a gente fechou o acordo: - Beleza, vamos assistir pornô juntos. Mas só assistir e se tocar por baixo do cobertor. Nada de ver corpo ainda. Combinado? - Combinado, mana. Só pra gente se divertir sem frescura. A primeira vez foi numa quarta-feira, bem tarde. Eu esperei os pais dormirem, me esgueirei pelo corredor de cueca e camiseta larga, entrei no quarto dela devagar. Ela já tava na cama, iPad na mão, cobertor até o queixo, luz só do abajur bem fraca. O quarto cheirava a ela: sabonete de baunilha misturado com aquele cheiro natural de pele quente. Ela sorriu de lado e sussurrou: - Vem, irmãozinho. Fecha a porta e deita aqui do meu lado. Hoje a gente vai ver uns vídeos bem safados. Eu me enfiei debaixo do meu cobertor separado, o dela era o dela, o meu era o meu. A gente deixou um espaço de uns vinte centímetros entre os corpos pra não encostar. Ela abriu o Pornhub no modo anônimo e escolheu um vídeo de casal novinho, ele com pica grossa, ela gemendo alto enquanto levava rola no cu. O som tava baixo, só o suficiente pra gente ouvir. - Olha essa pica, mano. Olha como ela abre a bucetinha dela toda melada. Tu gosta? - Porra, mana, gosto pra caralho. Olha o jeito que ela rebola no pau dele. A gente começou só assistindo. Mas logo o calor subiu. Eu senti meu pau inchando dentro da cueca, latejando, empurrando o tecido. O volume ficou óbvio debaixo do cobertor fino, uma barraca bem marcada. Ela olhou de canto de olho e sorriu, mas não falou nada ainda. Do lado dela, eu vi o braço dela se mexendo devagar por baixo do cobertor. O movimento ritmado. Dedos trabalhando na buceta dela, eu tinha certeza. Eu também enfiei a mão na minha cueca, segurei minha pica grossa de 16 centímetros, pele esticada, cabeça já babando um fiozinho de pré-gozo. Comecei a bater devagar, polegar roçando a glande sensível, sentindo o latejo forte. O vídeo tava no talo, o cara metendo fundo, a menina gritando de prazer. De repente eu ouvi o primeiro som vindo dela. Um squelch baixo, molhado, aquele barulho de buceta encharcada sendo dedada rápido. Ela tava excitada pra caralho. O cheiro começou a subir devagar: almiscarado, quente, um pouco doce, um pouco azedo, o cheiro de buceta molhada de mulher excitada. Era o cheiro da minha irmã. Meu pau deu um pulo na mão. Ela arfava baixo, quase um sibilo, pra não fazer barulho alto. Não gemia, só soltava o ar pela boca entreaberta, rápido, como se estivesse correndo. O cobertor dela subia e descia no ritmo dos dedos. Eu sabia que ela tava circulando o grelinho, talvez enfiando um dedo ou dois na entradinha apertada, fazendo aquele barulho de boceta encharcada que me deixava louco. - Mana… tu tá molhada pra caralho, né? Eu tô ouvindo o squelch da tua buceta daqui. Ela virou o rosto pra mim, olhos brilhando de tesão, bochechas vermelhas. - Tô sim, irmão. Minha bucetinha tá pingando só de ver essa pica metendo. E tu? Essa tua barraca aí tá enorme. Quantos centímetros tu tem mesmo? - Uns 16, mana. Grossa também. Tá latejando pra caralho aqui. A gente continuou assim, cada um no seu canto, batendo punheta embaixo do cobertor. Eu fazia edging como ela tinha ensinado: apertava a base da pica quando sentia o gozo subindo, soltava, respirava fundo, voltava devagar. Quase 90% das noites era assim. Eu queria gozar, mas segurava. Ela, por outro lado, às vezes acelerava o dedo no grelinho e eu ouvia o squelch ficar mais rápido, mais alto, até ela tremer toda, sibilar forte, prender a respiração e gozar baixinho, o corpo sacudindo de leve. O suor começou a escorrer. Mesmo sendo fim de 2024, inverno em Bahia ainda era quente pra caralho de noite, mas o tesão fazia a gente suar igual sauna. Gotas escorriam da minha testa, do peito dela também, o cobertor grudando na pele. Eu sentia o cheiro dela mais forte agora, misturado com suor. A buceta dela tava liberando aquele aroma forte, que entrava direto no meu nariz e fazia minha pica babar mais. A gente repetiu isso por semanas. Quase toda noite eu me esgueirava pro quarto dela depois da meia-noite. Às vezes a gente escolhia vídeo de lésbica, às vezes de gangbang, às vezes só close de buceta sendo lambida. Ela me mostrava o que gostava: - Olha esse aqui, mano. A menina tá com o grelinho inchado, olha como ele pulsa enquanto o cara chupa. Eu adoro quando batem no meu grelinho assim. Eu respondia, voz rouca: - Porra, mana, eu imagino tua buceta toda inchada, grelinho duro, tu dedando ele rapidinho igual tá fazendo agora. Ela ria baixinho, arfada: - Tô sim, irmão. Meu dedão tá aqui, rodando no grelinho, tá latejando. E tua pica? Tá dura que nem pedra? - Dura pra caralho, mana. Cabeça toda melada de pré-gozo. Se eu apertar forte agora eu gozo, mas tô segurando como tu mandou. Uma noite, começo de dezembro de 2024, a gente tava assistindo um vídeo bem pesado: dupla penetração, uma menina com duas picas, uma na buceta, outra no cu. O som dos corpos batendo era alto mesmo no volume baixo. Eu tava batendo minha pica com mais força, o cobertor subindo e descendo visível. Ela tava com a mão bem enfiada entre as pernas, dois dedos dentro da buceta, fazendo squelch squelch squelch bem audível. O cheiro dela tava fortíssimo agora, enchia o quarto inteiro. Almiscarado, doce, quase animal. Eu suava tanto que a camiseta grudava no peito. Ela também, o cabelo grudado na testa, lábios entreabertos soltando aqueles sibilos curtos e rápidos. De repente ela virou o rosto pra mim, olhos vidrados: - Mano… eu tô quase. Meu grelinho tá duro pra caralho. Tu quer ouvir eu gozando? - Quero pra caralho, mana. Goza pra mim. Deixa eu ouvir tua buceta gozando. Ela acelerou o dedo, o squelch virou um barulho constante, molhado, obsceno. O corpo dela tremeu, coxas apertando a mão, ela prendeu a respiração, soltou um sibilo longo e baixo: - Aaaah… porra… tô gozando… minha buceta tá apertando os dedos… gozei, irmão… gozei pra caralho… Eu quase explodi junto. Meu pau latejava louco na mão, cabeça inchada, pré-gozo escorrendo pelos dedos. Mas segurei. Apertei a base com força, respirei fundo, deixei o tesão baixar um pouco. Depois continuei devagar, saboreando o cheiro dela pós-gozo, ainda mais forte. A gente fez isso várias noites seguidas. Às vezes eu gozava mesmo, explodia dentro do cobertor, jatos grossos de porra quente encharcando a cueca, escorrendo pela coxa. Aí a gente usava lenços de papel pra limpar tudo, rindo baixinho, suados, exaustos. - Porra, mana, tu me deixa louco. O cheiro da tua buceta quando tu goza é a coisa mais safada que eu já senti. Ela respondia, voz satisfeita: - E tu, irmãozinho? Essa tua pica grande latejando ali me deixa molhada pra caralho. Um dia a gente vai tirar esses cobertores, né? Mas por enquanto… só assim tá bom pra caralho. A gente continuou assim até janeiro de 2025. Noites e noites de pornô, de punheta mútua escondida, de edging, de suor, de cheiro de buceta molhada no ar, de squelch e sibilos. Eu observava ela mais que o vídeo: o jeito que o corpo dela se mexia, o braço ritmado, o peito subindo rápido, o suor brilhando no pescoço. Ela sabia que eu tava olhando, e isso deixava ela ainda mais safada. Uma noite, final de janeiro, o tesão tava insano. O vídeo era de irmão e irmã, coincidentemente. A gente riu nervoso no começo, mas depois o clima pesou. Ela tava dedando a buceta com força, squelch alto, cheiro forte pra caralho. Eu batia minha pica devagar, edging no limite. - Mana… tu tá imaginando que sou eu metendo nessa buceta? Ela arfou, sibilo longo: - Tô sim, irmão… imaginando tua pica grossa abrindo minha bucetinha apertada… goza pra mim agora, vai… não segura mais. Eu não segurei. Explodi. Jatos quentes de porra voando dentro da cueca, escorrendo, melando tudo. O corpo todo tremendo. Ela gozou junto, sibilo abafado, corpo arqueando. Depois, limpando com lenços, a gente ficou em silêncio um tempo, só respirando. Ela virou pra mim e falou baixinho: - Isso tá ficando cada vez mais forte, né? Um dia a gente vai querer mais. Mas por enquanto… continua vindo pro meu quarto toda noite. Eu adoro sentir tua pica latejando ali do lado enquanto eu dedo meu grelinho pensando em ti. Eu sorri, pau ainda meio duro: - Pode deixar, mana. Toda noite. Tua buceta, teu cheiro, teu squelch… isso virou o melhor tesão da minha vida. E assim foi. Semanas de tesão puro, escondido debaixo de cobertores, com pornô rolando no iPad, suor escorrendo, cheiros misturados, pica latejando, buceta molhada, grelinho pulsando, edging até o limite e gozo quando não dava mais pra segurar. A gente nunca tirou a roupa na frente um do outro naquela época. Mas o tesão… porra, o tesão tava ali, vivo, latejando, pronto pra explodir mais.
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Caralho... Isso é um conto ou um relato de tortura medieval? Muito bom mas sem a conclusão que todos nós, leitores, desejamos e que já deve ter acontecido.
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