Eu moro com a minha irmã mais velha, a Ana, o meu irmãozinho de 12 anos e os meus pais numa casa apertada de subúrbio onde todo mundo vive grudado. Ana tem 28 anos, é uma morena alta, peitos grandes que balançam quando ela anda de camiseta fina, bunda empinada de quem malha e uma cara de safada que faz qualquer uma ficar molhada só de olhar. Ela é lésbica assumida e vive me contando as putarias que rola com a namorada, a Julia, que também é uma gata de corpo definido e buceta sempre depilada. Faz umas duas semanas ela chegou do trabalho rindo e me falou baixinho no corredor - Imagina, maninha, comprei um vibrador novo pra mim e pra Julia. Esse filho da puta é grosso pra caralho, tem ventosa pra gente montar, vibra no grelinho e ainda pulsa lá dentro como se fosse uma pica de verdade gozando. A gente gozou tanto ontem que a cama ficou encharcada. Eu ri na hora, fingi que era só curiosidade de irmã, mas por dentro minha bucetinha deu um espasmo forte. Fiquei imaginando aquela pica falsa esticando a buceta dela e da Julia, o barulho molhado, os gemidos. Desde aquele dia eu não conseguia parar de pensar. Hoje o destino ajudou pra caralho. Pais saíram cedo pro trabalho, irmãozinho foi pra escola, Ana estava no expediente dela que só termina às seis. Casa vazia, silêncio absoluto, só o barulho do meu coração batendo forte no peito. Entrei no quarto dela devagar, o cheiro dela estava no ar – perfume doce misturado com aquele cheiro de buceta que fica quando ela se masturba de porta fechada. Abri a gaveta de baixo da cômoda, a que ela acha que ninguém mexe. Roupas íntimas, calcinhas rendadas pretas, um sutiã vermelho que eu já vi ela usando e que marca os bicos duros. No fundo, dentro de uma caixinha preta fosca, estava ele. Meu Deus do céu, que pica linda. Era realista pra porra, cor de pele clara, veias grossas marcadas, cabeça inchada brilhando, uns bons 22 centímetros de comprimento e bem grosso no meio, quase do tamanho do meu punho. Tinha uma ventosa grande na base pra grudar em qualquer lugar, um botão de controle com várias velocidades e um estimulador de clitóris com duas orelhinhas de silicone que pareciam feitas pra chupar grelinho sem parar. Ainda tinha um pequeno plugzinho vibratório separado pra enfiar no cu se quisesse. Peguei ele na mão, pesado, macio, cheirando levemente a buceta da Ana e da Julia. Minha bucetinha já estava encharcada, o mel escorrendo pela coxa. - Caralho, Ana, você sabe escolher uma pica boa hein sua vadia – murmurei sozinha, passando a língua na cabeça só pra sentir o gosto. Levei ele pro banheiro do quarto dela, tranquei a porta e liguei o chuveiro quente. A água quente batendo no corpo me deixou ainda mais louca. Tirei a roupa devagar na frente do espelho, olhando meu corpo: peitos médios com bicos marrons duros de tesão, barriga lisinha, bucetinha depilada com os lábios inchados e o grelinho já aparecendo vermelho, o cu lisinho piscando de vontade. Entrei debaixo da água, abri as pernas e comecei a esfregar a cabeça da pica falsa na entrada da minha buceta. O silicone deslizava fácil no meu mel. Liguei no modo mais baixo. O zumbido grave encheu o banheiro. - Ahhh porra... que delícia – gemi, enfiando devagar os primeiros centímetros. Minha bucetinha esticou toda, senti cada veia falsa raspando nas paredes internas. Empurrei mais fundo, até a base quase encostar. O estimulador grudou direto no grelinho e começou a vibrar devagar. Meu corpo inteiro tremeu. Comecei a foder devagar, entrando e saindo, a água do chuveiro misturando com o meu gozo que já escorria. Aumentei pra segunda velocidade. - Fode, fode minha bucetinha sua pica gostosa – falei alto, rebolando o quadril como se estivesse cavalgando um cara de verdade. A vibração batia direto no ponto G, o estimulador chupava meu grelinho sem parar. Meu cu estava contraído de prazer. Enfiei um dedo molhado no cu pra sentir mais cheio ainda. - Isso... fode meu cu também... ai caralho eu tô virando uma puta. Troquei de posição. Fixei a ventosa no fundo da banheira, a pica ficou em pé, grossa e brilhando. Montei nela devagar, as pernas abertas, a buceta engolindo tudo de uma vez. - Uhhhhh que grossa... tá me arrombando toda – gritei, sentando até o saco falso encostar na minha pele. Comecei a cavalgar forte, subindo e descendo, a água batendo nos peitos, o barulho molhado ecoando no banheiro. Ploc ploc ploc, minha buceta engolia a pica inteira toda vez. O grelinho latejava contra o estimulador, eu sentia o orgasmo subindo rápido. - Vou gozar... porra vou gozar na pica da minha irmã – berrei, rebolando mais rápido, apertando os mamilos com uma mão enquanto a outra segurava a borda da banheira. O primeiro orgasmo me acertou como um soco. Minha buceta apertou forte em volta da pica, jatos de gozo esguicharam pra fora, molhando a banheira toda. Meu corpo tremia, as pernas bambas, mas eu não parei. Continuei cavalgando, agora no modo pulsação, a pica vibrando dentro de mim como se estivesse gozando de verdade. Segundo orgasmo veio logo depois, mais forte. - Ai minha buceta... tá pulsando... goza de novo sua safada – gemi, esfregando o grelinho com força contra o brinquedo. Gozei tanto que até o cu piscou sem parar, um fio de mel escorrendo até o rabo. Eu estava suada, ofegante, a água do chuveiro ainda caindo quente nas minhas costas. Desci devagar, a pica saindo com um som molhado e obsceno, coberta do meu gozo branco e grosso. Sentei no chão da banheira, pernas abertas, olhando a pica ainda ligada, vibrando sozinha. Meu grelinho estava inchado, vermelho, sensível pra caralho. Passei os dedos na buceta, senti o buraco aberto, latejando. - Porra, Ana, sua pica é melhor que qualquer macho que já comi – falei rindo, ainda zonza de prazer. Olhei pro relógio do celular. Quase cinco e meia. Ana volta já já. Eu ainda não tinha limpado o vibrador, nem guardado. A caixinha continuava aberta no quarto. Meu mel ainda escorria pela coxa, misturado com água. E eu... eu não tinha a menor vontade de colocar de volta. Fiquei ali sentada, brincando com a ponta da pica nos dedos, imaginando a cara da Ana quando chegasse e visse tudo. Ouvi a porta da sala bater. Passos no corredor. Era ela. Meu coração disparou, mas minha buceta deu outra piscadinha de tesão. Ana abriu a porta do quarto dela e parou. Eu ainda estava nua, enrolada só numa toalha fina, o vibrador sujo do meu gozo em cima da pia do banheiro, visível pela porta entreaberta. - Que porra é essa? – ela falou alto, voz rouca de surpresa. Entrou no banheiro e viu tudo. O vibrador brilhando, meu cheiro de buceta no ar, meu rosto ainda corado de tanto gozar. Eu levantei devagar, deixando a toalha cair. Meus peitos duros, buceta inchada à mostra. - Eu... eu me fodi com ele, Ana. Montei na sua pica o tempo todo que você tava no trabalho. Gozei tanto que quase desmaiei. Ela ficou parada um segundo, olhos arregalados. Depois um sorriso safado apareceu no canto da boca. - Sua putinha... você mexeu na minha coisa sem pedir? – deu um passo mais perto, tirando a blusa do trabalho, os peitos grandes pulando livres, bicos já duros. - E ainda deixou ele sujo do seu gozo... olha pra isso, tá todo melado da sua bucetinha. Eu não respondi com palavras. Só peguei o vibrador ainda ligado e esfreguei na minha buceta de novo, gemendo. - Quer ver como eu montei? Quer ver sua irmã virando vadia na sua pica? Ana lambeu os lábios, tirou a calça e a calcinha num movimento rápido. A buceta dela estava molhada, grelinho inchado brilhando. - Vem cá, sua safada. Se você usou, agora vai me mostrar direitinho. Ela me empurrou contra a parede do banheiro, pegou o vibrador da minha mão e enfiou direto na minha buceta ainda sensível. - Toma, sente de novo enquanto eu chupo esse grelinho que você deixou tão inchado – falou, ajoelhando na minha frente. A língua dela era quente, molhada, chupando meu grelinho enquanto enfiava e tirava a pica devagar. Eu segurei a cabeça dela, rebolando na cara da minha irmã. - Isso... chupa minha buceta, Ana... eu gozei tanto pensando em você e na Julia usando isso... Ela ligou no máximo. O vibrador pulsava forte dentro de mim. Ana enfiou dois dedos no meu cu ao mesmo tempo, fodendo os dois buracos. Meu terceiro orgasmo veio rápido, jatos fortes batendo no rosto dela. Ela lambeu tudo, rindo. - Delícia... sua buceta tem gosto melhor do que eu imaginava, maninha. Depois ela se levantou, fixou a ventosa no chão do banheiro e sentou nela primeiro, gemendo alto. - Olha como eu faço... agora senta aqui do lado e me come com a boca enquanto eu gozo na pica que você sujou. Eu me ajoelhei entre as pernas dela, chupando o grelinho dela enquanto a pica entrava e saía da buceta da minha irmã. O cheiro de buceta das duas misturado era insano. Ela gozou gritando meu nome, apertando meus cabelos. Depois me puxou pra cima, me beijou com língua, trocando gozo na boca. - Da próxima vez não espera eu sair, sua vadia. A gente usa junto... e quem sabe chama a Julia pra ver como a caçula da casa cavalga bem – ela falou rindo, ainda com a pica dentro dela. Ficamos ali no banheiro, molhadas, suadas, gozadas, a pica ainda vibrando entre nós. Eu não ia colocar de volta nunca mais. Agora era nossa.
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