Meu nome é Jucimara e até hoje, quando fecho os olhos, sinto o cheiro de pomada, suor e porra misturado no quarto dele. Foi anos atrás, mas parece que foi ontem. Meu irmão mais velho, o Ricardo, levou um tombo feio de bicicleta na descida da serra. Quebrou a perna direita em dois lugares, o braço esquerdo, o pulso e ainda teve costelas rachadas. O cara ficou um mês inteiro de cama, quase sem conseguir se mexer sozinho. Ele sempre foi o herói da família, aquele que me tirou de várias furadas quando eu era mais nova, pagou faculdade, me deu carona, me protegeu de namorado babaca. Quando vi ele ali, todo engessado e gemendo de dor, eu pensei: agora é minha vez de retribuir, nem que eu tenha que fazer tudo. Comecei devagar. Todo dia eu entrava no quarto dele de manhã cedo, abria a janela pra deixar o sol bater naquelas coxas grossas e peludas, e ajudava com tudo. Trocar a fralda de cama, dar banho de esponja, colocar a roupa. Ele odiava depender de mim, mas não tinha escolha. Eu via o pau dele ali, meio mole dentro da cueca larga que eu mesma comprava, e tentava não olhar. Mas olhava. Era grande mesmo parado, grosso, com aquelas veias saltadas que eu lembrava de quando a gente era adolescente e eu espionava ele no banho sem querer. Agora era diferente. Era necessidade. Um dia, por volta das três da tarde, entrei só pra ver se ele queria água e peguei ele tentando se masturbar. A porta estava entreaberta, ele não me ouviu. O Ricardo tinha a mão boa, a direita, mas o pulso esquerdo estava fudido e a perna engessada não deixava ele mexer direito o quadril. Ele segurava a pica com dificuldade, puxando devagar, mas o rosto dele era de dor, não de prazer. A cabeça inchada estava vermelha, latejando, e ele respirava pesado, suando na testa. Quando me viu, tentou cobrir rápido com o lençol, mas a perna não obedeceu e ele quase gritou de dor. - Mara… caralho, me desculpa… eu não queria que você visse isso. Eu fechei a porta atrás de mim, sentei na beira da cama e pus a mão no joelho dele, bem acima do gesso. - Relaxa, Ric. Eu sei o que você estava tentando fazer. Tá doendo pra caralho, né? O pulso e a perna atrapalhando tudo. Ele ficou vermelho, desviando o olhar. - Tá tudo bem, mana. Eu dou um jeito. Mas eu vi a pica dele ainda meio dura debaixo do lençol, marcando o tecido. Eu insisti, com a voz baixa, quase sussurrando: - Eu te ajudo em tudo, irmão. Banho, comida, roupa. Por que não nisso também? Você merece gozar sem sofrer. Deixa eu fazer isso por você. Ele hesitou um tempão, mordendo o lábio. Depois suspirou fundo. - Você não precisa ir tão longe, Mara… isso é… errado pra porra. - Errado é você ficar com dor por causa de tesão acumulado. Eu te amo, caralho. Deixa eu cuidar de você inteiro. Ele concordou com a cabeça, quase sem voz. Eu puxei o lençol devagar, baixei o shorts dele até os joelhos. A pica pulou pra fora, grossa, pesada, quase 20 centímetros, a cabeça roxa brilhando de pré-gozo. As bolas eram grandes, peludas, cheias. Eu segurei ela com as duas mãos, uma na base, outra massageando as bolas devagar. A pele era quente, a veia principal pulsava na minha palma. - Olha só como tá a pica do meu irmão… tá tão dura… tão cheia. Comecei a bater punheta bem devagar, apertando na cabeça, descendo até as bolas e subindo de novo. Ele fechou os olhos, soltou um gemido baixo que fez meu ventre apertar. - Porra… Marinha… tá bom demais… não para… Eu sorri, corando, mas continuei. Massageei as bolas com a outra mão, apertando leve, sentindo elas pesadas de porra represada. A pica dele vazava pré-gozo sem parar, eu espalhei com o polegar na cabeça, fazendo ele tremer. Fiquei uns bons dez minutos assim, acelerando aos poucos, ouvindo o barulho molhado da pele deslizando. Ele respirava cada vez mais rápido, o peito subindo e descendo. - Mana… eu vou gozar… caralho… tá vindo… Eu não parei. Apertei mais firme e ele jorrou. Porra grossa, branca, quente, saiu em jatos fortes, batendo na minha mão, no meu braço, até pingar no lençol. Ele gemeu alto, o corpo todo tremendo apesar do gesso. - Aaaah… porra… que delícia… obrigado, irmã… Eu limpei tudo com um lenço, lambi um pouco do gozo que ficou no dedo só pra sentir o gosto salgado dele. Depois disso, o clima mudou pra sempre no quarto. No dia seguinte, durante o banho de esponja, eu já estava mais ousada. Ele estava sentado na cadeira de banho, eu de joelhos na frente dele, esponja na mão, mas meus olhos não saíam da pica que já começava a endurecer só de eu tocar nas coxas dele. Eu lavei as bolas primeiro, devagar, sentindo elas encherem na minha mão. - Olha como ela já tá acordando… quer mais, né, irmão? Ele riu fraco, mas já com tesão na voz. - Jucimara… você tá me matando de tesão… Eu larguei a esponja, segurei a pica e comecei a bater punheta de novo, agora molhada de sabonete. Depois me inclinei, abri a boca e engoli a cabeça inteira. O gosto era de homem, suor, sabonete e pré-gozo. Chupei fundo, lambendo a veia de baixo, girando a língua na glande. - Meu Deus… o que você tá fazendo, mana? Caralho… sua boca tá quente pra porra… - Relaxa e aproveita, Ricardo. Deixa eu chupar essa pica grossa do meu irmão. Ele segurou meu cabelo com a mão boa, gemendo sem parar. Eu chupava com vontade, babando tudo, descendo até o fundo da garganta, engasgando um pouco mas sem parar. As bolas batiam no meu queixo. Quando ele gozou, encheu minha boca de porra quente, eu engoli tudo, olhando nos olhos dele. - Engoli tudinho… gostou, né? - Puta que pariu… você chupou meu pau como uma puta safada… eu te amo, irmãzinha. Daí pra frente virou rotina. Todo banho tinha punheta ou chupada. Eu sentia minha buceta molhando só de fazer isso. Uma semana depois, eu já não aguentava mais só dar prazer a ele. Eu queria sentir ele dentro de mim. Entrei no quarto à noite, só de camisola fina, sem calcinha. Ele estava deitado, luz baixa. - Hoje eu vou montar em você, irmão. Devagar, pra não machucar sua perna. Ele arregalou os olhos. - Mana… você tem certeza? Isso vai mudar tudo… - Eu quero sua pica dentro da minha buceta. Eu tô pingando só de pensar. Eu subi na cama com cuidado, levantei a camisola, mostrei minha buceta lisinha, inchada, o grelinho duro pra caralho. Ele viu o brilho do mel escorrendo na coxa. - Olha como tá molhada… toda pra você. Eu segurei a pica dele, já dura como pedra, e fui descendo devagar. A cabeça abriu meus lábios, esticou tudo. Eu senti cada centímetro entrando, grosso, quente, abrindo minha buceta apertada. - Aaaah… Ricardinho… sua pica tá me rasgando… que delícia… Ele gemeu, segurando minha cintura com a mão boa. - Porra… sua buceta tá sugando meu pau… tá tão quente e molhada… desce mais, mana. Eu desci até o fim, sentindo as bolas dele encostarem na minha bunda. Fiquei parada um segundo, sentindo ele latejar dentro de mim. Depois comecei a subir e descer devagar, só rebolando o quadril, porque a perna dele não deixava mais movimento. O barulho era molhado, meu suco escorrendo na base da pica dele. - Tá gostando de foder a buceta da sua irmã, né? Fala pra mim. - Caralho… tô amando… sua buceta aperta meu pau inteiro… sobe e desce assim, devagar… me faz gozar dentro. Eu cavalgava com ritmo, apertando os peitos dele por cima da camisa, gemendo alto. A gente começou a se beijar na boca, língua com língua, saliva misturada. Eu chupava a língua dele enquanto minha buceta engolia a pica. - Beija sua irmã enquanto me fode… isso… assim… Depois de uns minutos eu acelerei um pouco, sentindo o grelinho roçando na base dele. Gozei forte, apertando a buceta, esguichando um pouco no peito dele. - Aaaah caralho, não para de bombar… tô gozandooo… sua pica me fez gozar, irmão… porra… Ele não aguentou, jorrou dentro de mim, porra quente enchendo tudo, escorrendo pela minha buceta quando eu levantei. A partir daí a gente não parava mais. Todo dia eu montava nele pelo menos duas vezes. A gente conversava sujo pra caralho enquanto eu cavalgava. - Olha como minha buceta tá gulosa… engolindo sua pica inteira… você tá me viciando, Ric. - Sua buceta é a melhor que já comi… mais apertada que qualquer puta… goza de novo pra mim, mana… aperta meu pau com ela. A gente começou a experimentar mais. Um dia eu tirei a blusa, pus meus peitos na cara dele e ele chupou meus mamilos enquanto eu batia punheta nele. Depois montei de novo e ele gozou entre meus peitos, porra branca escorrendo no vale. - Lambuza meus peitinhos com sua porra quente… isso… agora chupa de novo. Depois veio o anal. Eu tava curiosa pra caralho. Lubrifiquei bem com meu próprio mel, sentei de costas pra ele, devagar, sentindo o cu piscando e abrindo pra cabeça da pica. - Entra no meu cu, irmão… devagar… aaaah… tá abrindo meu cuzinho apertado… - Caralho… seu cu tá sugando minha pica… tá tão quente… desce mais, Mara… me deixa foder esse cu virgem da minha irmã. Doía no começo, mas virou prazer. Eu rebolava devagar, sentindo ele todo dentro do meu cu, as bolas batendo na minha buceta molhada. Gozei esfregando o grelinho com a mão enquanto ele enchia meu cu de porra. - Goza no meu cu… enche ele de porra… isso… sinto latejando dentro… Ele também me comeu de lado, com cuidado por causa dos ferimentos. Eu deitada de lado, perna levantada, ele enfiando a pica na buceta por trás, devagar mas fundo. A gente se beijava o tempo todo. - Fode sua irmã de ladinho… assim… mete fundo… me enche de porra de novo. - Sua buceta aperta tanto… tô viciado em você… vou gozar de novo… toma tudo. A sensação estranha de ser irmão e irmã sumiu depois da terceira ou quarta vez. Virou só prazer puro, amor cru, tesão doentio e lindo ao mesmo tempo. Eu faria qualquer coisa por ele. E fiz. Deixei ele me comer de todas as formas que o corpo dele aguentava. Quando ele melhorou um pouco, já conseguia ficar de quatro em cima de mim, mas ainda com cuidado. Eu abria as pernas, segurava meus peitos e pedia: - Come minha buceta agora, irmão… mete essa pica grossa até o fundo… me faz sua putinha safada. Ele metia devagar, mas com força, o suor pingando no meu peito, a gente se olhando nos olhos. - Você é minha putinha… minha irmã safada… toma meu pau inteiro… goza pra mim. Eu gozava gritando o nome dele, apertando a buceta, sentindo a porra dele jorrar de novo. Isso durou quase dois meses, até ele tirar o gesso. A gente continuou transando mesmo depois, mas aqueles dias de cuidado, de banho, de punheta e de montar nele com ele todo quebrado foram os mais intensos da minha vida. Eu nunca vou esquecer o rosto dele quando gozava, aquela mistura de dor, prazer e amor. Eu faria tudo de novo. Porque eu amo meu irmão mais velho pra caralho e ele merece cada gota de porra, cada gemido, cada vez que minha buceta ou meu cu engoliu ele inteiro. Depois que ele ficou bom, a gente ainda rolou umas rapidinhas escondidas na casa da família, mas nada se compara àqueles dias em que eu era tudo pra ele – enfermeira, irmã, amante, puta, tudo junto. E toda vez que eu lembro, minha buceta molha de novo só de pensar na pica dele latejando dentro de mim enquanto eu sussurrava no ouvido dele: - Goza pra sua irmã, Ric… enche minha buceta de porra… eu sou toda sua.
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