Saindo pra jantar com meu pai, em seguida acabei chupando o pau dele!

Eu ainda não acredito que isso aconteceu de verdade, mas cada segundo ficou gravado na minha cabeça como um filme pornô que não para de passar. Minha mãe estava viajando fazia dois dias, uma viagem de trabalho chata pro interior, e meu pai, aquele homem grande, forte, com aquela voz grave que sempre me deixava um pouco molhada sem eu admitir, resolveu que a gente não ia ficar em casa feito dois idiotas na sexta à noite. - Vamos sair pra jantar, filha? Não tô com saco de cozinhar e você também não, né? – ele disse enquanto eu tava no sofá, de shortinho curto e camiseta fina, sem sutiã porque tava calor pra caralho.
Eu sorri, sentindo um friozinho na barriga que eu não sabia de onde vinha. - Tá bom, pai. Mas vai ser num lugar chique, hein? Tipo aquele que você leva a mãe. – Ele piscou, pegou a chave do carro e me mandou me arrumar. Subi pro quarto, escolhi um vestidinho preto justo, daqueles que sobem um pouco na coxa quando eu sento, decote discreto mas que mostra o suficiente dos meus peitos. Me maquiei leve, perfume bom, e desci. Ele me olhou de cima a baixo, demorando um segundo a mais na minha perna. - Porra, você tá linda pra caralho hoje, hein? – falou baixo, quase rouco, e eu senti a buceta dar uma piscadinha involuntária.
Fomos pro restaurante no centro, aquele caro, com luz baixa, mesas de madeira escura e vinho que custa os olhos da cara. Sentamos do mesmo lado da mesa, como se fôssemos um casal, não pai e filha. Ele pediu entrada, prato principal, sobremesa, tudo. E vinho. Muito vinho. A gente riu pra caralho, contou história velha de família, ele imitou a mãe reclamando de tudo e eu quase chorei de tanto gargalhar. A cada taça, eu ficava mais solta, mais quente. Ele colocou a mão na minha perna pela primeira vez quando a gente tava falando de um filme idiota que assistimos juntos. A palma quente, pesada, subiu devagar pela coxa, apertando de leve. - Você tá bem, né? Bebeu bastante, mas eu cuido de você – murmurou, e eu senti o grelinho inchar dentro da calcinha fina.
Bebemos mais. Eu já tava alegre pra porra, o mundo girando gostoso, o corpo leve. Quando o garçom trouxe a conta, eu olhei pra ele e disse: - Obrigada por pagar tudo, pai. Sério, você me mimou demais hoje. – Ele riu, passou o cartão e guardou a nota. Depois, inclinou perto do meu ouvido, o bafo quente de vinho: - Normalmente quando eu levo sua mãe e pago, ela me reembolsa direitinho quando a gente chega em casa. Sabe como, né? – Ele não disse mais nada, mas na hora a imagem explodiu na minha cabeça: ele comendo minha mãe com força, pica grossa entrando fundo na buceta dela, ela gemendo como uma puta. Meu cu piscou, a buceta ficou encharcada na mesma hora. Porra, que tesão doentio era aquele?
Saímos do restaurante de braço dado, eu meio cambaleando, ele me segurando firme pela cintura. O estacionamento tava escuro, quase vazio, só o carro dele no canto. Entramos. Eu sentei no banco do passageiro, mas logo me virei pra ele. Coloquei a mão no braço dele, senti o músculo duro. - Pai... – comecei, sem saber o que dizer. Ele olhou pra mim, olhos escuros, pupilas dilatadas. E aí a gente se beijou. Foi louco. A boca dele grande, quente, língua entrando na minha sem pedir licença. Ele era tão maior que eu, me puxou pro colo dele como se eu não pesasse nada. Meu vestidinho subiu, a calcinha roçando na calça dele. - Filha... porra, o que a gente tá fazendo? – ele rosnou entre os beijos, mas não parou. As mãos dele apertavam minha bunda, dedos enfiando na carne.
Eu tava bêbada, excitada pra caralho, o coração batendo na buceta. - Eu me sinto tão mal... mas tão gostoso, pai. Você é um homem de verdade, maior que qualquer um que eu já fiquei – sussurrei, mordendo o lábio dele. Ele gemeu, apertou mais. - Você quer pagar o jantar, né? Do jeito que sua mãe faz? – perguntei, a voz rouca de sacanagem. Ele parou um segundo, me olhou fundo. - Porra, filha... você sabe o que tá pedindo? – Eu balancei a cabeça, já descendo a mão pro zíper dele. - Quero sim. Deixa eu te pagar direitinho.
Abri a calça dele ali mesmo, no banco do motorista. A pica dele pulou pra fora, enorme, grossa, veias saltadas, cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Era maior que qualquer pau que eu já tinha visto de perto. O cheiro forte, masculino, me deixou tonta de tesão. - Olha isso... que pica linda, pai. Tão grossa... – murmurei, segurando ela com as duas mãos. Ele segurou minha nuca, puxou minha cabeça pra baixo. - Chupa, filha. Chupa o pau do seu pai como uma boa putinha.
Eu abri a boca e engoli ele devagar no começo. A cabeça inchada passou pelos meus lábios, encheu minha língua de gosto salgado, quente. Fui descendo, engasgando um pouco porque ele era grande pra caralho. Ele segurou minha cabeça com as duas mãos, começou a foder minha boca com força. - Isso... engole fundo, filha. Sente a pica do papai batendo na sua garganta. Porra, que boca quente... melhor que a da sua mãe. – Os quadris dele subiam, a pica entrando e saindo, saliva escorrendo pelo meu queixo, pingando nos meus peitos. Eu tava babando toda, os olhos lacrimejando, mas a buceta pingava tanto que molhava o banco.
Enquanto ele metia na minha boca, eu enfiei a mão por baixo do vestido, puxei a calcinha pro lado e comecei a esfregar o grelinho inchado. - Mmmph... – gemi com a pica na boca, o som abafado e molhado. Meu cu piscava de tesão, a buceta latejando, dois dedos entrando fácil porque eu tava encharcada. Ele viu e sorriu safado. - Tá se tocando, hein? Sua bucetinha tá molhada pensando no pau do pai? Continua, filha. Dedo na buceta enquanto chupa. – Eu obedeci, metendo os dedos mais fundo, esfregando o grelinho rápido, o prazer subindo junto com o nojo gostoso de estar chupando meu próprio pai.
Ele aumentou o ritmo, segurando minha cabeça firme, fodendo minha garganta como se fosse uma buceta. A pica entrava até o fundo, batendo no céu da boca, me fazendo engasgar e babar mais. Lágrimas escorriam, mas eu não queria parar. O carro tava cheio do som molhado de chupada, do gemido rouco dele, do meu ronronar abafado. - Porra, filha... você mama tão bem... vai engolir tudo, hein? Papai vai gozar na sua boca gostosa. – Ele tava suando, o peito subindo rápido, as bolas batendo no meu queixo.
Eu acelerei os dedos na buceta, apertando o grelinho entre o polegar e o indicador, sentindo o orgasmo vindo forte. Meu corpo tremeu, a buceta contraindo nos dedos, gozo escorrendo pela coxa. Gozei gemendo alto com a pica dele enfiada até o talo. Ele sentiu, segurou minha cabeça com mais força ainda. - Isso, goza pra mim, putinha. Agora toma a porra do pai. – E gozou. Jatos quentes, grossos, enchendo minha boca, descendo pela garganta. Era muito, salgado, quente, viscoso. Eu engolia tudo, sem derramar uma gota, a garganta trabalhando pra tomar cada jato. Ele não tirou a pica, manteve minha cabeça presa lá, pulsando dentro da minha boca enquanto eu lambia o resto, chupando as últimas gotas.
- Boa menina... engole tudinho, filha. Sente o gosto da porra do seu pai. – Ele ficou assim uns segundos, a pica amolecendo devagar na minha língua, eu ainda lambendo, limpando tudo com a boca. Quando ele finalmente soltou minha cabeça, eu levantei, o rosto todo melado de saliva e um pouco de porra que escorreu. Olhei pra ele, olhos vidrados. - Paguei o jantar direitinho, né, pai? – Ele riu baixo, puxou meu rosto e me beijou de novo, sentindo o gosto dele mesmo na minha boca. - Pagou pra caralho, filha. Melhor reembolso da minha vida.
A gente ficou ali no carro mais um tempo, eu no colo dele, a mão dele acariciando minha buceta molhada por cima da calcinha, dedo roçando o grelinho sensível. Eu tremia ainda do orgasmo, a cabeça girando de vinho e de tesão. - Isso nunca vai acontecer de novo... mas porra, foi bom demais – murmurei, encostada no peito dele. Ele apertou minha coxa. - Quem sabe, filha. Quem sabe. Sua mãe viaja de novo mês que vem.
Eu sorri, o coração ainda acelerado, sabendo que aquilo tinha aberto uma porta que a gente nunca mais ia fechar. O estacionamento tava silencioso, só o som da nossa respiração pesada. Eu sentia a pica dele meio dura de novo contra minha bunda, o cheiro de sexo no ar. A culpa batia forte, mas o tesão batia mais forte ainda. Meu pai. Meu homem grande. E eu, a filha safada que acabou chupando ele até ele gozar na minha boca como uma puta de restaurante.
A noite não acabou ali, na verdade. Ele me fez chupar de novo, mais devagar dessa vez, me ensinando a lamber as bolas, a enfiar a língua no prepúcio, a engolir fundo sem engasgar tanto. - Olha pra mim enquanto mama, filha. Quero ver esses olhos de putinha olhando pro pai enquanto engole a pica toda. – Eu obedecia, olhos fixos nos dele, boca cheia, saliva escorrendo pelo queixo pro colo. Ele metia devagar, depois rápido, alternando, me usando como uma boneca. Minha buceta pingava de novo, eu me tocava sem parar, gozando mais duas vezes só de chupar ele.
Quando ele gozou pela segunda vez, foi mais fundo, segurando minha cabeça contra a barriga dele, a pica latejando na garganta enquanto a porra descia quente direto. Eu engoli, tossi um pouco, mas tomei tudo. - Boa... muito boa... agora limpa direitinho – ele mandou, e eu lambi cada centímetro, desde a cabeça inchada até as bolas suadas. O carro tava fedendo a porra, a buceta, a vinho. Eu tava destruída, feliz, envergonhada pra caralho.
Dirigimos pra casa em silêncio, minha mão no colo dele, brincando com a pica mole dentro da calça. Chegando em casa, ele me carregou pro sofá, me beijou de novo. - Amanhã a gente conversa sobre isso, filha. Mas hoje... você foi perfeita. – Eu sorri, sentindo a buceta latejar só de lembrar. - Tá bom, pai. Mas eu ainda tô com vontade de pagar mais um pouco, se você quiser.
A gente riu, mas os dois sabiam que aquilo era só o começo. O vinho, o jantar, o carro escuro, a boca cheia de pica e porra... tudo misturado numa loucura que eu nunca mais ia esquecer. E no fundo, eu já tava contando os dias pra minha mãe viajar de novo.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Saindo pra jantar com meu pai, em seguida acabei chupando o pau dele!

Codigo do conto:
258390

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
01/04/2026

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