Madrugada na academia!

Eu saí do trabalho por volta da meia-noite, como sempre, o corpo pesado mas a cabeça já latejando de tesão só de pensar na academia. O ar da rua estava fresco, o estacionamento quase vazio, e eu dirigia devagar, sentindo a calcinha já um pouco úmida só de imaginar o Diego na recepção. Aquele cara estava lá toda semana nesse horário, falante pra porra, sempre com um sorriso que dizia “eu quero te comer”. Hoje eu não ia só malhar. Eu ia deixar ele me comer crua, porque eu sou mesmo uma vadia fácil e tarada, admito sem vergonha nenhuma.
Cheguei, passei o cartão, e lá estava ele, atrás do balcão, camisa justa marcando os músculos do peito, short de academia mostrando o volume que eu já tinha sentido roçar nas minhas costas outras vezes. Tinha só mais dois funcionários no fundo, mas eles nem olhavam pra gente. Diego me viu e já abriu aquele sorriso safado.
- E aí, Clara, pronta pra suar pra mim hoje? – ele disse baixinho, só pra eu ouvir, enquanto eu passava o cartão.
Eu ri, sentindo o calor subir na cara, mas respondi no mesmo tom.
- Sempre pronta, Diego. Você vai me ajudar com a postura de novo ou vai ficar só olhando?
Ele piscou e se inclinou um pouco sobre o balcão.
- Vou fazer mais que ajudar, vadia. Hoje o bagulho vai esquentar de verdade.
Eu fingi que não ouvi direito ele me chamando de vadia e fui pro vestiário feminino, mas o coração já batia forte. Malhei pesado, agachamento, leg press, tudo que deixava minha bunda empinada e a buceta roçando no short. Cada vez que ele passava perto, fingindo ajustar alguma máquina, eu sentia o pau dele roçar de leve nas minhas costas, duro, latejando por baixo do short. Uma vez, durante o alongamento de coxa, ele segurou minha perna aberta e deslizou o dedo por dentro da fenda da buceta por cima da roupa, só um toque rápido, mas suficiente pra eu gemer baixinho.
- Shhh, quietinha, Clara. Sua bucetinha já tá molhada pra mim, né? – ele sussurrou no meu ouvido.
Eu só mordi o lábio e assenti. Era assim que a coisa vinha rolando há semanas. Ele carinhoso, flertando pesado, me chamando de linda, de gostosa, e eu deixando, porque eu queria mesmo ser comida por ele.
Terminei o treino suada, o corpo pegando fogo. Tomei banho rápido no vestiário feminino, mas uma das meninas da limpeza estava lá, esfregando o chão. Eu pensei “foda-se, tanto faz”. Saí enrolada na toalha, cabelo molhado pingando nas costas, e dei de cara com o Diego no corredor. Ele me segurou pelo braço, firme mas carinhoso, e me puxou pro lado.
- Usa o banheiro masculino pra terminar de se arrumar. Tá vazio.
Eu ri, achando que era brincadeira.
- Tá louco? E se alguém entrar?
Ele me empurrou de leve na direção da porta, o olhar queimando.
- Estou falando sério, Clara. Vem comigo. Posso te mostrar, não tem ninguém lá dentro.
Segurou meu pulso, e eu fui. Meu corpo todo tremia de tesão. Entramos no vestiário masculino. O cheiro de sabonete e suor masculino enchia o ar. A área do chuveiro tinha um banquinho de madeira no canto, e o Diego ligou o chuveiro, água quente caindo forte. Ele fechou a porta atrás da gente e virou pra mim, já tirando a camisa, mostrando o peito definido, os gominhos brilhando de suor.
- Tô no meu horário de almoço agora. Os vestiários estão fechados pra limpeza, ninguém vai entrar. Pode começar logo, vadia.
Ele sentou no banquinho, baixou o short e a cueca de uma vez. A pica dele pulou pra fora, grossa, veia marcada, cabeça rosada e brilhando, já babando pré-gozo. Ele segurou ela na mão e começou a bater punheta devagar, olhando pra mim.
- Tira essa toalha, Clara. Quero ver essa buceta linda toda pra mim. Senta aqui no meu colo e cavalga nessa pica grossa.
Eu estava tão molhada, tão a fim, que nem pensei duas vezes. Deixei a toalha cair no chão. Meus peitos estavam duros, bicos arrepiados, a buceta depilada brilhando de tesão, o grelinho inchado pedindo atenção. Ele lambeu os lábios.
- Porra, que delícia. Vem cá, senta logo.
Eu me aproximei, abri as pernas e sentei no colo dele, sentindo a cabeça grossa da pica roçar na entrada da minha buceta. Desci devagar, gemendo alto quando ele me abriu toda. Era tão grosso que eu senti cada centímetro esticando minhas paredes, enchendo meu buraco até o fundo.
- Ahhh, Diego... sua pica é tão grande... tá me abrindo toda – eu gemi, começando a subir e descer.
Ele segurou minha bunda com as duas mãos, apertando forte, e empurrou pra cima, metendo fundo.
- Isso, cavalga no meu pau, vadia tarada. Sua buceta é a mais apertada e molhada que eu já comi. Olha como ela engole minha pica inteira.
A água do chuveiro caía em cima da gente, molhando tudo, fazendo barulho de tapa molhado cada vez que eu descia. Minhas bolas dele batiam na minha bunda, ploc ploc ploc, enquanto eu quicava cada vez mais rápido. Eu sentia o grelinho roçando no pau dele a cada descida, me deixando louca.
- Mais forte, Diego... me fode... arromba gostoso essa buceta, vaaai – eu pedia, voz rouca.
Ele riu, safado, e me levantou de repente, me virou de costas e me colocou de quatro no banquinho, a bunda empinada pra ele. A pica entrou de uma vez por trás, estocando fundo, as bolas batendo forte na minha buceta inchada.
- Assim você gosta, né, puta? Olha como sua bucetinha mama meu pau. Tá toda melada, escorrendo pros meus bagos.
Ele metia sem parar, uma mão no meu cabelo puxando, a outra descendo pra apertar meu clitóris. Depois senti o polegar dele roçar no meu cu, circulando o buraquinho apertado.
- Esse cu piscando aqui tá pedindo pica também. Olha como ele contrai. Um dia eu vou arrombar esse buraquinho apertado com meu pauzão, vou te deixar toda aberta e cheia de porra no cu.
Eu gemia feito louca, empinando mais a bunda.
- Sim... enfia o dedo no meu cu agora... me fode os dois buracos.
Ele enfiou o polegar devagar, girando dentro do meu cu enquanto a pica grossa entrava e saía da buceta. Era demais. Eu gozei pela primeira vez, a buceta apertando o pau dele, esguichando um pouco de gozo que escorreu pelas minhas coxas misturado com a água.
- Porra, Clara, você gozou gostoso pra caralho. Aperta meu pau assim, vadia. Vou te encher de porra.
Ele aumentou o ritmo, metendo mais fundo, o polegar entrando e saindo do meu cu no mesmo compasso. O barulho era obsceno, água, carne batendo, meus gemidos ecoando no vestiário vazio.
- Me chama de vadia de novo... diz que minha buceta é linda – eu pedi, voz tremendo.
- Sua buceta é linda pra porra, Clara. Apertada, molhada, feita pra engolir minha pica. Você é minha vadia fácil agora, tá me ouvindo? Toda noite vai vir aqui pra eu te comer crua.
Eu gozei de novo, mais forte, o corpo inteiro tremendo. Ele não aguentou. Grunhiu alto, enfiou até o talo e gozou dentro de mim, jatos grossos e quentes de porra enchendo minha buceta até transbordar. Senti o esperma quente escorrendo pela minha perna mesmo com ele ainda dentro, misturado com meu gozo.
Ele tirou o pau devagar, e eu fiquei ali, de quatro, ofegante, sentindo a porra dele vazar da minha buceta aberta. Diego passou a mão na minha bunda, deu um tapa leve e riu.
- Olha o estrago que eu fiz. Tá toda cheia da minha porra, vadia. Brinca com ela agora, enfia o dedo e sente como eu te marquei.
Eu obedeci, ainda no banquinho, enfiei dois dedos na buceta e puxei um pouco de porra, espalhando na minha coxa, sentindo o calor viscoso. Ele se vestiu rápido, me deu um beijo na boca e sussurrou.
- Amanhã eu te fodo o cu de verdade. Agora vai pra casa assim, com meu esperma pingando. Quero que você dirija sentindo ele escorrer.
Eu me arrumei como pude, a calcinha molhada da porra dele, as pernas fracas. Saí da academia sorrindo, o cu ainda latejando do dedo dele, a buceta cheia e satisfeita. No carro, no caminho pra casa, eu não resisti. Parei num lugar escuro, abri as pernas e enfiei a mão dentro da calcinha de novo, brincando com o esperma dele que ainda saía devagar, misturando com meu próprio gozo, gozando mais uma vez só de lembrar da pica grossa me arrombando.
Desde então, toda madrugada eu volto pra academia sabendo que o Diego vai me comer de novo, sem camisinha, sem frescura, só pica, buceta, cu e porra. Eu sou a vadia dele agora, e não quero ser outra coisa.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Madrugada na academia!

Codigo do conto:
258444

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
02/04/2026

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