A noite estava fria e silenciosa no bairro tranquilo da cidade. Gilberto, o novo missionário que chegara há poucos dias, estacionou o carro simples na frente da casa modesta de Sarah. Ele ajustou a camisa social branca, passou a mão pelo cabelo escuro e deu um sorrisinho malicioso para si mesmo antes de bater na porta com firmeza. O vento gelado batia no rosto dele, mas o sangue já fervia nas veias só de lembrar do culto de ontem, quando ele conversara com aquela mulher de corpo escultural e olhos que pareciam carregar uma fome escondida. Sarah, do outro lado, ouviu as batidas e sentiu um frio na espinha. Ela estava sozinha, o marido a 300 quilômetros dali, preparando-se para ser pastor. Vestia apenas um pijama leve de algodão – regata fina e shortinho curto que mal cobria as coxas grossas. Os seios grandes e pesados balançavam livres por baixo do tecido, os bicos já sensíveis roçando na regata. Ela abriu uma fresta da porta, mantendo a corrente presa, e espiou com cautela. - Boa noite, irmã. A paz do Senhor. A voz dele era grave, calma, mas carregava um tom que fez o ventre dela contrair levemente. - A paz... mas acho que não te conheço. Gilberto sorriu, encostando-se no batente como se já fosse dono do lugar. - Tive no culto ontem, conversei muito com você e seu marido. Eu tava com minha esposa, aquela ruiva, lembra? Sarah piscou, reconhecendo-o aos poucos. O missionário novo, aquele que falava com tanta convicção no púlpito. - Ah, você que é o novo missionário? - Isso mesmo. Ele inclinou a cabeça, os olhos descendo por um segundo pela fresta, captando o contorno dos seios dela contra a luz interna. - Que você falou que precisava de uns conselhos referente ao seu casamento e tal. Aí resolvi vir conversar contigo, irmã, se não for muito incômodo. Sarah hesitou, o coração acelerando. Fazia semanas que o marido viajava, deixando-a com um vazio entre as pernas que nem os dedinhos dela conseguiam preencher direito. - Espere, vou soltar a corrente. Ela fechou a porta por um instante, soltou o trinco e abriu por completo. O ar frio invadiu a sala, arrepiando os pelinhos dos braços dela. - Entre agora sim. A paz de Deus. Gilberto entrou devagar, limpando os pés no tapete como um bom cristão. O cheiro da casa era de incenso e algo doce, feminino. Ele fechou a porta atrás de si e pediu licença com um aceno. - A paz de Deus, irmã. Ele se acomodou no sofá de tecido gasto, cruzando as pernas para disfarçar o volume que já começava a crescer na calça jeans. Sarah ficou de pé, envergonhada do pijama simples, os mamilos marcando o tecido fino como dois botões duros. - Desculpe se tô de pijama, não esperava visita. - Tudo bem, varoa. Gilberto deu um sorriso gentil, mas os olhos brilhavam com algo mais. - Eu que te peço desculpas em vir nesse horário. - Não tem hora certa pra atender um enviado de Deus. Ela sentou na ponta do sofá, pernas juntas, mas o shortinho subiu um pouco, revelando a curva interna das coxas grossas e macias. - Oh, dona Sarah, você é uma pessoa maravilhosa. Mas então, ontem a senhora me falou que precisava de uns conselhos. Em que posso te ajudar? Sarah respirou fundo, o peito subindo e descendo, fazendo os seios balançarem. - É que meu marido tá se preparando pra ser pastor, então fica muito ausente. Gilberto inclinou-se para frente, os cotovelos nos joelhos. - Aí tipo, ele te deixa sozinha em casa e tal. Algo assim? - Sim, viaja pra outras cidades e não posso ir junto. - Nesse momento, ele tá por onde? - A 300 km daqui. - Nossa, dona Sarah, bem distante mesmo. Ela mordeu o lábio inferior, sentindo o calor subir pelo pescoço. - Mas faz parte da iniciação dele. Gilberto baixou a voz, quase um sussurro conspiratório. - Mas então, você deve estar sentindo muita falta dele, né? Ainda mais nessas noites frias? - Sim, mas faz parte da obra. - Faz parte sim, irmã. E qual o aspecto que você mais tem sentido falta dele? Sarah cruzou os braços por baixo dos seios, apertando-os sem querer, e o tecido da regata ficou ainda mais transparente nos bicos. - A companhia em geral e tô querendo engravidar, mas assim fica difícil. Gilberto sentiu a pica latejar dentro da cueca, endurecendo devagar só de imaginar aquela buceta quente e molhada precisando de porra. - Entendi, dona Sarah. Creio que vocês deviam ter uma vida sexual bem ativa então, né? - Antes disso sim, vida normal de marido e mulher. Ele lambeu os lábios discretamente. - Entendi. E como seu corpo tem reagido a essa falta, já que você estava acostumada? Sarah baixou os olhos, envergonhada, mas o tesão já fazia a calcinha ficar úmida. - Me consolo sozinha na ausência. - Pode me detalhar, irmã Sarah? - Com meus dedinhos. A voz dela saiu rouca. Gilberto sentiu o pau dar um pulo. - Entendi, irmã Sarah. E você, assim dessa forma, consegue se saciar? - Sim, até o retorno dele. Ele se aproximou um pouco mais no sofá, o joelho quase tocando o dela. - Entendo, irmã Sarah. Ele deve te tratar muito bem na cama, hein? - Quando presente sim. - Eu acho que o pecado maior nisso tudo é deixar uma mulher tão linda como você passar esse tipo de necessidade, irmã Sarah. Sarah sorriu, corando, mas o elogio acertou direto no meio das pernas dela. - Agradeço o elogio, mas como disse, é temporário. Gilberto não resistiu e deixou a máscara cair um pouco. - Eu sei, irmã. Se me permite comentar, deixa eu falar... você é uma mulher de corpo bem escultural, com um rabo de respeito e generoso. O irmão deve ficar bastante extasiado quando vê esse rabão de quatro pra ele, hein? Sarah riu baixinho, surpresa com a franqueza. - Você fala de um jeito engraçado pra um missionário. - Por quê, irmã? - Essas expressões. Ele deu de ombros, o pau já duro como pedra pressionando o zíper. - Desculpe, irmã. É que pensei que como só estamos eu e você aqui presente, poderia ser mais espontâneo. Ela sorriu, o corpo relaxando. - Sendo assim, tá desculpado. - Obrigado, irmã. Quero saber de ti, se na nossa amizade que aqui se inicia, posso continuar a ser espontâneo? - Pode. Gilberto olhou o relógio na parede – 22h30 – e a voz dele ficou mais grave, carregada de desejo. - Irmã, são 22h30. Se ele estivesse aqui hoje, uma hora dessas a senhora estaria como com ele? Sarah sentiu a buceta pulsar, o mel escorrendo devagar pela calcinha. - Já que é pra ser espontânea, ele estaria me fodendo. - Isso, irmã. Quero que seja bem espontânea mesmo. Como estamos entre amigos aqui, só eu e você, me detalhe de como ele estaria te fodendo agora. Ela respirou fundo, as pernas se abrindo um pouco no sofá. - Por cima de mim, porque quero engravidar e li que essa é a melhor posição. Gilberto sentiu a cabeça da pica babar pré-gozo na cueca. - Entendo, irmã. Sendo mais espontânea ainda, faz o seguinte: deita no sofá, abre as pernas e geme como se ele estivesse nesse momento te fodendo. Pode ser? Sarah hesitou, o rosto vermelho, mas o tesão venceu. - Isso não posso. - Vai, irmã. É somente algo entre amigos aqui, pra te fazer sentir menos saudades e você se sentir bem. Te garanto que não tem nada de errado. Ela mordeu o lábio, deitou-se devagar no sofá largo, abriu ligeiramente as coxas grossas e sussurrou: - Então farei isso vestida. - Isso, não precisa tirar a roupa. Continua assim vestida mesmo. E faz, vai. Me mostra como ele te trata. Sarah deitou completamente, abriu as pernas um pouco mais, a regata subindo e revelando a barriga macia. Os bicos dos seios estavam duros como pedras, marcando o tecido fino. - Venha, amor me fode gostoso, vai. A voz dela saiu baixa, rouca. Gilberto sentiu o pau latejar forte. - Isso, irmã. O que mais? Fala. Ela fechou os olhos e não falou nada, a mão instintivamente descendo para a virilha, roçando por cima do short. Gilberto não aguentou mais. O pau dele estava inchado, a cabeça roxa e babando. Ele se levantou devagar. - Nossa, irmã, deve estar mesmo com vontade, hein? Sarah sorriu, os olhos ainda fechados, e a mão dela escorregou para dentro do short, apertando a buceta por cima da calcinha molhada. - Quer tirar ela e me mostrar essa bucetinha que deve tá ardendo de tesão? Ela não respondeu com palavras. Apenas sorriu mais largo e fechou os olhos com força, como se estivesse sonhando acordada. Gilberto se aproximou em silêncio, o coração martelando. Ele encostou o corpo no dela de surpresa, as mãos grandes deslizando devagar pelos ombros dela, puxando a regata para cima. O tecido subiu, revelando os seios pesados, redondos, com auréolas grandes e rosadas, bicos duros implorando por boca. Ele tirou o shortinho e a calcinha devagar, enrolando a peça encharcada e jogando no chão. A buceta de Sarah apareceu inteira: lábios grossos, inchados, cobertos de mel brilhante, o grelinho saltado e vermelho, o cu piscando logo abaixo. Sarah soltou um gemido baixo, o corpo arqueando. A calcinha dela estava toda enroladinha no chão, melada, o cheiro forte de buceta molhada enchendo a sala. Gilberto se ajoelhou entre as pernas dela, abriu as coxas grossas com as mãos, o rosto colado na carne quente. A língua dele lambeu devagar, circulando o grelinho inchado, chupando o mel doce e salgado que escorria. O dedo médio entrou fácil, a buceta dela apertada e quente, sugando o dedo como se fosse uma boca. Ele meteu o dedo devagar, depois dois, abrindo a carne rosada enquanto a língua batia forte no grelinho. Sarah procurou o pau dele com a mão cega, os olhos ainda fechados. Encontrou o volume duro, apertou por cima da calça e abriu o zíper. A pica pulou para fora, grossa, veias saltadas, cabeça roxa brilhando de pré-gozo, quase 20 centímetros latejando. - Ele ta bem duro, irma. O que você quer que eu faça com ele, hein? Sarah abriu os olhos pela primeira vez, a voz trêmula de tesão. - Me fode agora, missionário. Gilberto esfregou a cabeça grossa da pica na entrada da buceta meladinha, lambuzando tudo de baba e mel. A pica entrou centímetro por centímetro, abrindo a buceta quente e apertada. Sarah gemeu alto, as unhas cravando no sofá. - Isso faz o que ele não tá podendo fazer. Gilberto segurou as pernas dela no ar, arreganhou bem, as coxas tremendo, e meteu fundo de uma vez. A pica sumiu toda dentro da buceta, batendo no fundo, as bolas batendo no cu dela. Ele metia forte, o pau saindo quase todo e entrando com força, o barulho molhado de buceta enchendo a sala – ploc, ploc, ploc. A buceta dela esguichava mel a cada estocada, escorrendo pelo cu e molhando o sofá. Sarah gemia baixinho, o corpo inteiro tremendo. - Vou gozar, vou gozar gostoso, não estou aguentando maaaais. - Goza, goza gostoso na minha pica, vai, irmã. O orgasmo dela veio forte, a buceta apertando a pica como um punho, esguichando mel quente que molhou a barriga dele. As pernas dela amoleceram, mas Gilberto não parou. Deitou por cima dela, pau todo atolado, e começou um vai e vem frenético, socando fundo, as bolas batendo no cu. - Goza, missionário, goza gostoso na buceta dessa pecadora, vaaai. - Estou gozando forte e gostoso, bem dentro de você, missionária. Gilberto urrou, a pica inchando e jorrando jatos grossos de porra quente bem no fundo da buceta dela, enchendo o útero, escorrendo pelos lábios quando ele continuava metendo. Sarah sentiu cada jato, as pernas moles, o corpo suado colado no dele. Ele relaxou sobre ela, o corpo pesado e suado, a pica ainda dentro, amolecendo devagar. Beijou a boca dela com fome, língua enroscando na dela, trocando saliva misturada com gemidos. - Vou tomar um banho aqui, acabei me gozando todo, kkk. Sarah riu, a buceta ainda pulsando em volta da pica mole, sentindo a porra escorrer devagar. - Então fomos dois. - Rsrs. Vamos pro banho, vamos. Ela balançou a cabeça, os seios colados no peito dele. - Eu gosto de ficar meladinha assim. - Então vamos ficar assim, vamos. Sarah olhou para a calcinha no chão, ainda enrolada e melada. Gilberto riu, puxando-a para mais perto, a mão descendo e apertando o cu dela com carinho. - Olha só, gozei tanto que minha porra tá escorrendo até o teu cu agora, irmã. E olha só essa bucetinha inchada, toda arrombada pela minha pica. Tá cheia de leite, hein? Aposto que se eu enfiar o dedo agora sai uma mistura de mel e porra quente. Ele enfiou dois dedos na buceta dela devagar, tirando um pouco da porra que escorria e lambuzando o grelinho sensível. Sarah gemeu de novo, o corpo reagindo mesmo depois do gozo. - Aiii, missionário... você me fodeu melhor que qualquer outro homem. Meu marido nunca me comeu assim, com essa pica grossa socando até o fundo, batendo no cu. Gilberto sorriu, o pau já começando a endurecer de novo contra a coxa dela. - Então vamos continuar, Sarah. Porque a noite é longa e essa bucetinha ainda tá pedindo mais. De quatro agora, mostra esse rabão generoso pra mim. Quero ver ele balançando enquanto eu meto de novo. Ela virou de quatro no sofá, o rabo empinado, o cu piscando e a buceta aberta, pingando porra branca. Gilberto se ajoelhou atrás, segurou os quadris largos e enfiou a pica de uma vez, socando forte enquanto apertava as nádegas macias. - Toma nesse rabão, irmã. Olha como ele quica na minha pica. Tô sentindo meu leite misturado com teu mel escorrendo pelas minhas bolas. Os gemidos dela encheram a casa de novo, mais altos, mais safados. Ele meteu por quase meia hora, trocando de posição – ela cavalgando, ele de lado, depois de novo por cima, enchendo ela de porra mais duas vezes. O sofá estava encharcado, o cheiro de sexo puro no ar. Quando finalmente pararam, suados e exaustos, Gilberto a puxou para o colo, beijando o pescoço dela. - Fica meladinha o quanto quiser, Sarah. Amanhã eu volto com mais conselhos. E da próxima, vou te foder no quarto, com você de quatro olhando pro crucifixo enquanto eu arrombo esse cu virgem também. Ela riu, o corpo mole contra o dele, a buceta ainda latejando com a porra escorrendo pelas coxas. - Pode vir sempre, missionário. Porque agora eu sei que a paz do Senhor vem com uma pica bem dura e um rabo bem comido. Eles ficaram ali, colados, o silêncio da noite só quebrado pela respiração pesada e o som distante de um carro passando. A obra do Senhor, pelo menos naquela casa, tinha acabado de ganhar um novo significado bem safado.
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