Eu ainda estava com o corpo todo arrepiado quando a gente saiu do shopping ontem. Meu pai e eu passamos o dia inteiro juntos, aquelas coisas boas de pai e filha, andando de mão dada pelos corredores, rindo de bobagem, comendo sorvete e olhando vitrine. Mas dentro de mim tinha um fogo que não parava de crescer. Fazia semanas que meu vibrador favorito tinha quebrado, o coitado parou de vibrar no meio de uma sessão e me deixou na mão. Eu precisava de um novo, urgente, algo que batesse forte na minha buceta e no grelinho sem dó. Quando chegamos na Spencer's eu vi a brecha. Meu pai estava distraído mexendo em umas camisetas com frases engraçadas, então eu fui pro fundo da loja rapidinho, onde ficam as prateleiras cheias de picas de borracha, plugs pro cu, vibradores de clitóris e tudo que é brinquedo safado. Eu parei na frente de um consolo enorme, cor de pele, veias marcadas, cabeça grossa, e imaginei ele entrando devagar na minha buceta apertada, abrindo os lábios inchados. Minha calcinha já estava úmida só de olhar. Eu peguei um vibrador pequeno em forma de ovo, daqueles que batem direto no grelinho, e fiquei girando na mão, sentindo o peso, imaginando o zumbido dentro de mim. Foi aí que ouvi a voz dele bem atrás. - Ei filha, o que você tá fazendo aqui no fundo da loja? Eu quase deixei o brinquedo cair. Meu coração disparou, o rosto queimou inteiro. Me virei rápido, tentando esconder o vibrador atrás das costas, mas ele já tinha visto. Os olhos dele desceram pra prateleira, pros pênis de silicone, pros anéis penianos, e depois voltaram pra mim. Eu pensei que ia levar bronca, que ele ia me chamar de vadia, de pervertida, mas não. Ele só sorriu daquele jeito calmo, colocou a mão no meu ombro e falou baixo. - Tá tudo bem, filha. É normal ter esses desejos. Todo mundo tem tesão, até as meninas como você. Não precisa ter vergonha de nada. Se você quer um brinquedo novo pra brincar com sua bucetinha, não tem problema. A voz dele, grave, tranquila, dizendo bucetinha como se fosse a coisa mais natural do mundo, me acertou como um soco no estômago. Meu grelinho pulsou forte dentro da calcinha. Eu imaginei ele pensando em mim de quatro, enfiando um vibrador na buceta enquanto gemia o nome dele. Meu pai sabendo que eu me masturbava, que eu enfiava coisas na minha xota molhada, que eu gozava pensando em pica grossa. A buceta ficou encharcada na hora. O líquido quente escorreu, molhando a calcinha toda, grudando nos lábios grossos. Eu apertei as coxas uma na outra disfarçando, mas o tesão era tanto que eu sentia o cheiro da minha própria buceta subindo. - Obrigada, pai... eu... eu não sabia o que dizer. Ele riu baixinho, apertou meu ombro de leve. - Não precisa explicar nada. Vamos embora, mas se quiser comprar alguma coisa, eu espero lá fora. Sem pressão. Eu balancei a cabeça, guardei o vibrador no lugar e saí correndo da seção, o coração batendo na garganta. O resto do passeio pelo shopping foi um inferno delicioso. Cada passo fazia minha buceta roçar na calcinha encharcada, o grelinho inchado latejando, pedindo atenção. Eu rebolava de leve, sentindo o líquido escorrer pela coxa interna. Meu pai andava do meu lado, conversando sobre o jantar, sobre o cassino que ia mais tarde, e eu só conseguia pensar nele me pegando ali mesmo, no banheiro do shopping, enfiando a pica dele na minha buceta molhada enquanto dizia que era normal eu ser uma putinha safada. Quando chegamos em casa eu estava louca. A buceta latejava, os lábios inchados, o cu todo sensível só de andar. Meu pai disse que ia tomar um banho rápido e depois sair pro cassino com os amigos. Ele me deu um beijo na testa, daqueles normais de pai, e falou. - Fica bem, filha. Qualquer coisa me liga. Eu volto tarde. - Tá bom, pai. Divirta-se. Assim que a porta bateu e o carro dele saiu da garagem eu subi correndo pro quarto dele. O banheiro estava escuro, cheirando a sabonete dele, aquele cheiro masculino que sempre me deixava molhada. Eu sabia exatamente onde estava a escova de dentes elétrica dele, aquela preta, com vibração forte, cabeçinha redonda que girava e pulsava. Meu brinquedo quebrado não servia mais, então ela ia ter que fazer o serviço hoje. Eu tirei toda a roupa ali mesmo, jogando no chão. Fiquei pelada na frente do espelho grande, olhando meu corpo. Tetas médias, bicos rosados e duros, barriga lisinha, buceta depilada, lábios carnudos já abertos e brilhando de tesão, o grelinho saltado pra fora, vermelho e pedindo. Subi na pia devagar, uma perna de cada lado, abrindo bem a buceta na frente do espelho. O frio da porcelana no cu me fez gemer baixinho. Peguei a escova, liguei no modo máximo. O zumbido forte encheu o banheiro inteiro. Eu encostei a cabeçinha vibrante direto no grelinho. - Ai caralho... que delícia da porra... O choque de vibração me fez arquear as costas. Eu comecei a circular devagar, pressionando o grelinho inchado, sentindo cada pulsação bater direto no nervo. No espelho eu via tudo: a buceta aberta, os lábios brilhando, o buraco piscando soltando fiozinhos grossos de lubrificante que escorriam pro cu. Eu rebolava os quadris, empinando a bunda, fazendo a escova deslizar em círculos perfeitos. - Isso, assim... bate no grelinho da sua filha, pai... olha como ela tá molhada... O prazer subiu rápido. Meu cu piscava junto, apertando o ar, o corpo todo tremendo. Eu aumentei a pressão, movendo a escova mais rápido, esfregando o grelinho de um lado pro outro. A buceta contraiu forte, os músculos apertando, e o primeiro gozo me acertou como um tapa. - Porra... vou gozar... ai meu deus... A buceta pulsou visível no espelho, os lábios inchados abrindo e fechando, e o squirt saiu forte, jorrando em arco, molhando a pia, o espelho, a escova toda. O líquido quente espirrou, cobrindo a cabeçinha da escova, escorrendo pelos cabos. Eu não tirei. Continuei esfregando, o grelinho sensível pra caralho mas o prazer era maior. - Não para... continua... sua putinha quer mais... O segundo orgasmo veio logo em seguida, mais forte. Minhas pernas tremeram, o cu contraiu tão forte que eu senti até o intestino apertar. Mais squirt, agora em jatos curtos e grossos, sujando a escova inteira, pingando no chão do banheiro. O cheiro de buceta molhada encheu o ar, doce e safado. Eu olhava no espelho, vendo minha cara de vadia, boca aberta, olhos revirados, tetas balançando enquanto eu rebolava como uma puta barata. Eu gemi alto, sem vergonha nenhuma. - Papai... se você soubesse... sua filha tá aqui gozando na sua escova de dentes... sujando ela toda com porra de buceta... eu sou uma safada do caralho... Terceiro gozo. Quarto. Eu perdi a conta. Cada um mais intenso, o corpo todo suado, o cabelo grudado na testa, a buceta vermelha e inchada, o grelinho tão sensível que cada toque da escova me fazia gritar. O líquido não parava de sair, poças na pia, fios longos pendurados nos lábios, escorrendo pro cu e pingando. A escova estava encharcada, brilhando com meu gozo, a cabeçinha toda branca de porra. Depois do quinto orgasmo eu desci tremendo, pernas moles, buceta latejando ainda. Olhei pra escova na minha mão, toda melada, cheirando forte a minha xota. Eu sorri, safada pra caralho. Não limpei nada. Nem uma gota. Coloquei de volta no suporte exato, do jeito que ele deixava todas as manhãs. Amanhã ele ia pegar ela, molhada com meu líquido seco, ia enfiar na boca sem saber que estava lambendo a porra da buceta da própria filha. Só de imaginar eu senti um novo calor subir. Eu me deitei na cama dele um pouco, ainda pelada, dedos brincando de leve no grelinho inchado, relembrando o dia todo. O jeito que ele falou que era normal, o jeito que olhou pra mim sem julgar, o jeito que me deixou louca só com palavras. Eu me masturbei de novo devagar, imaginando ele voltando do cassino, encontrando a escova, sentindo o cheiro, e depois me chamando. - Filha... o que é isso na minha escova? - É minha buceta, pai... eu gozei pensando em você... Eu gozei mais uma vez só com o pensamento, gemendo o nome dele baixinho. Quando terminei, limpei os dedos na minha própria buceta e fui dormir, sabendo que amanhã o dia ia ser bem diferente. Meu pai ia usar a escova, ia sentir meu gosto sem saber, e eu ia ficar molhada o dia inteiro só de pensar nisso. O resto da noite eu fiquei rolando na cama, buceta ainda sensível, imaginando ele no cassino, voltando pra casa, escovando os dentes de manhã cedo como sempre faz. Ele ia ligar a escova, sentir a vibração que eu usei no grelinho, colocar na boca e passar a língua onde meu squirt tinha secado. O pensamento me fazia apertar as coxas, o cu piscando de tesão novo. Eu me levantei duas vezes só pra olhar a escova no banheiro, ver ela brilhando ainda úmida nos cantos, e voltei pra cama sorrindo como a maior vadia do mundo. Eu sei que foi loucura. Sei que foi safadeza pura. Mas porra, foi a melhor masturbação da minha vida. E o melhor de tudo é que ele nunca vai saber... ou quem sabe um dia eu conte, só pra ver a cara dele quando perceber que a escova de dentes dele virou meu brinquedo favorito. Enquanto isso, eu fico aqui, esperando o dia amanhecer, buceta ainda latejando, pronta pra repetir tudo de novo se precisar.
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