Anos sem cair numa pica, acabei me rendendo a rola do meu filho!
A casa estava quieta naquela noite quente de verão, o tipo de calor que faz a pele grudar e a buceta latejar de tesão mesmo sem querer. Ana tinha 42 anos, corpo ainda firme de quem malhava em casa pra manter a forma, seios grandes e pesados que balançavam quando ela andava, bunda redonda e empinada que enchia qualquer legging ou short justo. Fazia dois anos que o marido tinha sumido da vida dela, deixando só ela e o filho Lucas, agora com 20 anos, um rapaz alto, forte, com aquele volume que já chamava atenção na calça desde os 18. Ana era mãe solteira dedicada, mas por dentro tava uma bagunça. Dois anos sem pau de verdade, só os brinquedos que tinha comprado pela internet – um vibrador grosso cor de pele, um plug anal pequeno e um succionador de grelinho que fazia ela gozar gritando sozinha no quarto. Era bom, mas não era o suficiente. Ela queria carne quente, pica latejando, gozo quente enchendo a buceta até transbordar. Tudo mudou uns meses atrás. Ana começou a perceber os olhares do filho. Quando ela passava pela sala de legging preta colada, aquela que marcava o formato da bunda e deixava o camel toe sutil na frente, Lucas parava o que tava fazendo e ficava com os olhos grudados. No começo ela achou graça, mas depois começou a sentir um calor subir pela barriga. Um dia, ela tava de short jeans curto, daqueles que sobem um pouco quando ela se abaixa pra pegar algo no chão da cozinha. Lucas tava sentado no sofá, videogame no colo, mas o controle parou na mão dele. Ana se virou de leve e viu: a bermuda dele tava esticada, uma barraca óbvia, a pica dura marcando o tecido fino. O coração dela acelerou. Em vez de brigar, ela sentiu a buceta contrair, molhando a calcinha na hora. - Lucas, tá tudo bem aí, filho? – perguntou ela com a voz mais doce que o normal, fingindo não notar. Ele corou, cobriu o colo com o controle e murmurou algo sobre o jogo. Mas Ana guardou aquilo. Naquela mesma semana, quando foi lavar a roupa, encontrou três calcinhas dela no quarto dele, enfiadas debaixo do travesseiro. Estavam duras de esperma seco, o cheiro forte de macho jovem impregnado no tecido rendado. Em vez de nojo, Ana sentiu um tesão do caralho. Sentou na cama dele, levou uma das calcinhas ao nariz e inalou fundo. A buceta dela pulsou. Ela imaginou o filho ali, de pau na mão, cheirando a calcinha dela enquanto batia punheta pensando na buceta da mãe. Gozou ali mesmo, dois dedos enfiados dentro de si, gemendo baixinho o nome dele. A partir daí, a fantasia tomou conta. Ana começou a se tocar pensando nele toda noite. Deitada na cama, pernas abertas, o vibrador grosso entrando e saindo da buceta molhada enquanto ela sussurrava: - Ai, filho da puta… mete essa pica grossa na buceta da mamãe… me enche de porra… Ela gozava forte, o corpo tremendo, mas sempre ficava com aquela vontade de carne real. Queria o próximo nível. Queria sentir o pau do filho abrindo ela, batendo fundo, gozando dentro até vazar. E agora, depois de meses de olhares e calcinhas sujas, ela decidiu que ia acontecer. Era sexta-feira à noite. Lucas tinha chegado da academia, suado, camiseta colada no peito definido. Ana tava na cozinha, de propósito, só com uma camisola fina de algodão que mal cobria a bunda. Sem sutiã, os mamilos duros marcando o tecido. Sem calcinha. A buceta já tava úmida só de imaginar. - Oi, mãe – disse ele, jogando a mochila no sofá. Os olhos dele desceram direto pro decote, depois pra coxas. - Oi, filho. Tá suado pra caralho, hein? Vai tomar banho que eu preparei um lanche pra você – respondeu ela, virando de costas de propósito pra pegar um copo no armário alto. A camisola subiu, mostrando a bunda inteira, as bandas lisas e a fenda molhada brilhando de leve. Lucas parou no meio da sala. A pica dele endureceu na hora dentro do short de moletom. - Mãe… sua roupa… tá meio curta hoje – murmurou ele, voz rouca. Ana se virou devagar, sorrindo safada. - Curta? Tá reclamando, Lucas? Ou tá gostando de olhar a bunda da sua mãe? Ele engoliu seco. O volume na calça tava enorme agora, a cabeça da pica quase aparecendo pela barra do short. - Eu… eu não sei o que dizer… Ela se aproximou, devagar, os peitos balançando. Parou bem na frente dele, perto o suficiente pra sentir o cheiro de suor dele misturado com o perfume dela. - Eu sei o que você faz com as minhas calcinhas, filho. Encontro elas toda semana, duras de porra. Você goza pensando na buceta da mamãe, né? Lucas ficou vermelho, mas não negou. A pica pulsou visivelmente. - Mãe… desculpa… eu não consigo parar… sua bunda é tão gostosa… eu fico duro só de ver você de legging… Ana riu baixinho, passou a mão no peito dele, descendo devagar até segurar o pau por cima do short. - Olha só esse pauzão… tá latejando pra mim. Faz dois anos que eu não como uma pica de verdade, Lucas. Dois anos me fodendo com brinquedo pensando no seu pau. Hoje eu quero o real. Quero você me comendo. Quero você enfiando essa rola grossa na buceta da sua mãe e me enchendo de gozo. Ele gemeu alto quando ela apertou o pau. - Mãe… caralho… você tá falando sério? - Seríssimo, filho. Tira essa roupa. Agora. Lucas obedeceu rápido. Tirou a camiseta, o short e a cueca num segundo. A pica dele saltou pra fora – grossa, veiada, quase 20 centímetros, a cabeça vermelha e brilhando de pré-gozo. As bolas pesadas balançavam, cheias. Ana lambeu os lábios. - Que pica linda, meu Deus. Vem cá. Ela se ajoelhou na sala mesmo, tapete macio sob os joelhos. Pegou o pau com as duas mãos, cheirou a base, lambeu as bolas devagar. - Hummm… cheiro de macho… de filho safado. - Mãe… porra… chupa ele… por favor… - Tá pedindo tão bonito… mamãe vai mamar direitinho. Ela abriu a boca e engoliu metade da pica de uma vez. A língua girou na cabeça, sugando o pré-gozo salgado. Lucas agarrou o cabelo dela, gemendo. - Ai, mãe… sua boca tá quente pra caralho… chupa mais fundo… engole o pau do seu filho… Ana forçou, engasgou um pouco, mas desceu até o fundo, nariz encostado na barriga dele. Babou tudo, cuspe escorrendo pelo queixo, chupando com fome. As mãos dela massageavam as bolas, um dedo pressionando o cu dele de leve. - Mãe… eu vou gozar se você continuar assim… Ela tirou o pau da boca com um pop molhado, cuspe ligando os lábios à glande. - Ainda não, filho. Quero você gozando dentro de mim. Vem. Levantou, tirou a camisola num movimento rápido. Os seios grandes saltaram, mamilos duros como pedra. A buceta dela tava inchada, lábios grossos brilhando de tesão, grelinho saltado. Lucas olhou hipnotizado. - Caralho, mãe… sua buceta é perfeita… tá pingando… - É pra você, Lucas. Come a buceta da mamãe. Ele a pegou no colo como se ela não pesasse nada, levou pro sofá e abriu as pernas dela bem abertas. Ajoelhou no chão, cara enfiada entre as coxas. Lambeu devagar da entrada do cu até o grelinho. - Hummm… que buceta gostosa… cheira a tesão de mãe… - Ai, filho… lambe o grelinho… chupa ele pra mamãe… Lucas obedeceu. Chupou o grelinho com força, dois dedos enfiados na buceta molhada, fodendo devagar enquanto a língua girava. Ana rebolava no rosto dele, mãos no cabelo dele. - Isso… come a buceta da sua mãe… enfia a língua no cu também… vai… Ele desceu, lambeu o cuzinho piscando, enfiou a língua dentro enquanto os dedos continuavam na buceta. Ana gozou pela primeira vez, jorrando um pouco no queixo dele, corpo tremendo. - Porra… gozei na cara do meu filho… que delícia… Lucas subiu, pica roçando na entrada da buceta. - Posso meter, mãe? Posso enfiar tudo? - Mete, filho. Mete essa pica toda na buceta da mamãe. Me fode como uma vadia. Ele empurrou. A cabeça grossa abriu os lábios, entrou devagar, centímetro por centímetro, até as bolas encostarem na bunda dela. Ana gemeu alto, unhas cravadas nas costas dele. - Ai, caralho… tá tão fundo… sua pica é enorme… me rasga… Lucas começou a meter forte, o sofá rangendo, bolas batendo na bunda com som molhado. A buceta dela fazia barulho de ploc ploc toda vez que ele tirava e enfiava. - Mãe… sua buceta tá apertando meu pau… tá sugando… que delícia… - Fode mais forte, filho… mete até o talo… quero sentir suas bolas batendo no meu cu… Ele acelerou, segurando os seios dela, chupando os mamilos enquanto metia sem parar. O suor dos dois misturava. Ana gozou de novo, buceta contraindo em volta da pica, leite escorrendo pelas coxas. - Gozei de novo… porra… continua… não para… Lucas virou ela de quatro no sofá, bunda empinada. Cuspiu no cu dela e enfiou um dedo enquanto a pica voltava pra buceta. - Quero foder seu cu também, mãe… posso? - Pode, filho… mas primeiro goza na buceta… me enche de porra… quero o recheio que eu tanto sonhei… Ele meteu mais rápido, mão no grelinho dela esfregando. Ana gritava. - Isso… fode a mamãe… sou sua putinha agora… goza dentro… enche a buceta da sua mãe… Lucas urrou, pica inchando. Jatos grossos de porra quente explodiram fundo dentro dela, enchendo até vazar pelas bolas. Ele continuou metendo, empurrando o gozo mais fundo. - Toma, mãe… toma toda a porra do seu filho… caralho… Ana gozou pela terceira vez, corpo convulsionando, buceta espremendo cada gota. Ficaram assim um tempo, ofegantes. Ele tirou o pau devagar, um rio de porra branca escorrendo da buceta inchada dela pro sofá. - Olha o que você fez, filho… me deixou toda melada de gozo… Lucas sorriu, pau ainda meio duro. - Ainda não acabou, mãe. Eu quero mais. Quero foder esse cu agora. Ana virou, beijou ele na boca, língua dançando. - Então vem. Come o cu da mamãe também. Ele a levou pro quarto dela, deitou ela de lado, levantou uma perna. Cuspiu no cu, pressionou a pica devagar. A rosca abriu, engolindo a cabeça. - Ai… devagar… tá grosso… mas continua… quero tudo dentro… Centímetro a centímetro, ele entrou no cu apertado. Quando tava todo dentro, começou a meter ritmado, uma mão no grelinho dela, a outra apertando o seio. - Mãe… seu cu tá mais apertado que a buceta… tô louco… - Mete, filho… fode o cu da mamãe… usa ele como quiser… sou sua puta particular agora… O quarto encheu de gemidos, tapa de pele, som molhado. Ele metia fundo, bolas batendo na buceta molhada. Ana gozou de novo só com o cu sendo fodido, leite escorrendo. - Gozei pelo cu… porra… goza dentro também… enche meu cu da mamãe de porra… Lucas não aguentou. Gozou pela segunda vez, enchendo o cu dela até vazar pela fenda. Caíram na cama, suados, gozo escorrendo de buceta e cu. Ana virou pro filho, mão acariciando o pau mole dele. - Isso foi só o começo, Lucas. Amanhã eu quero de novo. E depois de amanhã. Quero você me comendo todo dia, enchendo meus buracos de porra. Ele beijou o pescoço dela. - Pode deixar, mãe. Essa buceta e esse cu agora são meus. Vou te foder até você não aguentar mais. E assim, naquela casa que antes era só deles dois, virou ninho de sacanagem. Ana finalmente tinha o pauzão que queria. Lucas tinha a mãe mais safada do mundo. E os dois sabiam que não ia parar nunca..
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