Me vingando do meu primo, metendo a pica na mulher dele!
Meu nome é Jonathan e tenho 28 anos e carregava uma raiva do caralho pelo meu primo mais velho, o Jackson de 37. Fazia um ano que ele me passara a perna no negócio da família, embolsando uma grana que era minha por direito. Fiquei puto pra cacete, mas segurei a onda, mantive a cara de bom moço. Até que a oportunidade perfeita caiu no meu colo como um presente dos deuses da vingança e do tesão misturados. O primo e a esposa dele, a Franciele, uma gostosa de 33 anos, tiveram uma briga feia pra caralho. Ela pegou ele trocando mensagem safada com uma mina do escritório e surtou total, gritando, chorando, quebrando coisa. Daí fez as malas na hora e foi pra casa dos pais dela, na cidade vizinha. O primo ficou lá, deprê pra porra, bebendo uísque barato e falando mal dela pra todo mundo que topava ouvir, dizendo que ela era louca, que nunca dava valor pro esforço dele. Enquanto isso eu ainda remoía a merda do negócio, sonhando com o dia que eu pudesse dar o troco. Os pais dela saíram pra noite toda, cinema e jantar fora. Eu soube pela prima mais nova que comentou de passagem. Peguei o carro, dirigi até lá sem pensar duas vezes. Bati na porta e ela abriu. Porra, que visão. Estava só de camisola fina, preta, quase transparente, o tecido colado nos seios grandes e empinados, os bicos marcando, e lá embaixo o contorno da buceta depilada, inchadinha de tanto tempo sem macho de verdade. O cabelo solto, os olhos vermelhos de choro recente, mas o corpo... o corpo gritava vontade. - Oi... o que você tá fazendo aqui? - ela perguntou, voz baixa, meio surpresa, mas não fechou a porta. Eu entrei sem pedir licença, fechei a porta atrás de mim e olhei bem nos olhos dela. - Vim ver como você tá. Soube da briga. Meu primo é um idiota, sempre foi. Ela suspirou, sentou no sofá da sala e começou a desabafar. Falou tudo. Como ele nunca valorizava ela, como tinha sido frio há meses, como ela se sentia indesejada, invisível, como ele só pensava no trabalho e nas putas do escritório. Falou que fazia tempo que ele não tocava nela direito, que ela se masturbava sozinha no banheiro pensando em qualquer coisa que desse tesão. Eu ouvia, assentia, e enquanto isso minha pica já começava a latejar dentro da calça só de imaginar. Coloquei a mão na dela, devagar. - Você merece se sentir desejada, sabia? Merece um cara que te olhe e queira devorar cada pedacinho desse corpo lindo. Ela não puxou a mão. Olhou pra mim, os olhos brilhando de uma mistura de mágoa e fogo. - Você acha mesmo? Eu me sinto tão... tão rejeitada. - Linda pra caralho. Olha só pra você. Essa camisola mal cobre essa bucetinha gostosa. Qualquer homem ia ficar louco. Toquei o rosto dela, desci a mão pro pescoço, depois pro ombro. Ela tremeu. Dez minutos depois a gente já estava no quarto dela, porta trancada, luz baixa do abajur. Eu tirei a camisola devagar, revelando os seios redondos, os mamilos rosados duros como pedrinha. Agarrei um com a boca, chupando forte, mordendo de leve enquanto a mão descia e encontrava a buceta já molhada pra porra. Os dedos deslizaram fácil entre os lábios inchados, o grelinho duro e latejando. - Aaaahhh... isso... - ela gemeu, desesperada, as pernas abrindo sozinhas. - Meu Deus, faz tanto tempo... Eu tirei a roupa rápido, minha pica grossa pulando pra fora, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Ela olhou e mordeu o lábio. - Caralho... que pica grande... maior que a do seu primo... Eu sorri, empurrei ela na cama de casal, abri as pernas dela bem abertas e enfiei a cara naquela buceta quente. Lambi tudo, devagar no começo, circulando o grelinho com a língua, chupando ele como se fosse uma bala. Ela se contorceu, agarrou meu cabelo. - Aaaahhh! Sim! Chupa meu grelinho assim... porra, que delícia! Não para... não para! Enfiei dois dedos na buceta apertada, sentindo ela pulsar, o mel escorrendo pela minha mão. Lambi o cu também, só pra testar, a linguinha entrando devagar enquanto o polegar massageava o grelinho. Ela surtou. - Oooohhh fode meu cu com a língua... isso... que safadeza... aaaahhh eu vou gozar! O primeiro orgasmo veio forte, ela gritando, o corpo tremendo, a buceta esguichando um pouquinho no meu queixo. Mas eu não parei. Continuei chupando, mais rápido, mais fundo, até ela gozar de novo, as pernas fechando na minha cabeça, gemendo como se estivesse se afogando. - Aaaahhh! Gozei de novo... caralho... você me come tão bem... Levantei, posicionei a cabeça da pica na entrada da buceta molhada e enfiei tudo de uma vez. Ela estava tão apertada, tão quente, que eu quase gozei na hora. Comecei a meter devagar, fundo, sentindo cada parede dela agarrando minha pica. - Fode... fode minha buceta... - ela sussurrou, olhos vidrados. - Isso é tão errado... você é primo dele... mas eu precisava disso... aaaahhh mais forte! Eu aumentei o ritmo, batendo fundo, as bolas estalando na bunda dela. Peguei as pernas dela por cima dos meus ombros e meti mais fundo ainda, a pica batendo no fundo da buceta. - Toma essa pica, sua safada. Seu marido te deixou na seca e eu vou te encher toda. Olha como sua buceta mama minha rola. Ela gemia alto, sem vergonha, as unhas cravadas nas minhas costas. - Sim! Me enche! Fode esse cu também... por favor... mete o dedo no meu cu enquanto fode minha buceta! Enfiei o dedo médio no cuzinho apertado dela, sentindo ele piscar enquanto minha pica entrava e saía da buceta encharcada. O barulho era obsceno, molhado, o quarto cheirando a sexo puro. Ela gozou pela terceira vez, o corpo arqueando, gritando meu nome misturado com gemidos. - Aaaahhh! Gozando de novo! Porra... que pica... não aguento... aaaahhh! Eu ainda não tinha gozado. Virei ela de quatro, agarrei os quadris e meti de novo, agora olhando a buceta inchada e o cu piscando. Lambi o cu mais uma vez, cuspi em cima e enfiei a pica devagar no cuzinho, só a cabeça primeiro. Ela gemeu desesperada. - Oooohhh devagar... meu cu é apertado... mas fode... fode meu cu também... eu quero tudo... Entrei todo, devagar, sentindo o cu dela me apertar como um punho quente. Meti devagar no começo, depois mais forte, uma mão no grelinho dela esfregando enquanto a outra segurava o cabelo. Ela estava louca, empinando a bunda, pedindo mais. - Mais forte! Rasga meu cu com essa pica grossa! Aaaahhh sim! Eu sou sua putinha agora... fode mais... mais... O quarto ecoava com o barulho de pele batendo, os gemidos dela cada vez mais altos e desesperados. Eu sentia o cu dela pulsar, a buceta pingando no lençol. Meti mais uns minutos, alternando entre buceta e cu, fazendo ela gozar mais uma vez só com os dedos no grelinho enquanto minha pica estava enterrada no cuzinho. - Aaaahhh! Gozei pelo cu... porra... que tesão... não para... me usa... Finalmente eu não aguentei mais. Tirei do cu, enfiei na buceta de novo e meti com tudo, fundo, rápido, sentindo as bolas apertarem. - Vou gozar... toma minha porra toda nessa buceta safada... Ela virou o rosto, olhos suplicantes. - Goza dentro... me enche... eu quero sentir... Explodi, jato atrás de jato, enchendo a buceta dela até transbordar, escorrendo pelas coxas. Ela tremeu com mais um orgasmo leve, gemendo baixo, exausta. Caímos na cama, suados, ofegantes. Ela ficou lá sorrindo, os olhos brilhando de um jeito que eu nunca tinha visto. - Isso é tão errado... mas eu precisava disso. Fazia meses que ninguém me comia assim. Eu me sinto viva de novo. Você me deu o que ele nunca deu. Eu sorri, ainda com a pica semi-dura encostada na coxa dela. - Foi vingança e tesão puro. Ele me fodeu no negócio, fodeu você no casamento. Eu só devolvi na mesma moeda. E foi a melhor buceta que eu já comi. Ela riu baixinho, passou a mão no meu peito. - Não me arrependo nem um segundo. E você? - Nem um pouco. Zero arrependimento. A gente ficou ali mais um tempo, conversando baixo, ela me contando mais detalhes da briga, eu contando como eu planejava isso desde que soube da separação temporária. Depois de um tempo ela pegou o celular e me mostrou. - Olha... eu já tô pensando em você de novo. Mandou uma mensagem pra mim ali na hora: “Não consigo parar de pensar na sua pica me enchendo. Quero repetir quando eu visitar os pais no mês que vem. Só nós dois.” Eu respondi na frente dela. - Beleza. Te espero. Vou te comer de novo, mais forte ainda. Ela sorriu, deu um beijo na minha boca e sussurrou. - Mal posso esperar pra sentir essa pica grossa de novo na minha buceta e no meu cu. Seu primo nunca vai saber o que perdeu. Saí da casa dela antes dos pais voltarem, o corpo ainda cheirando a ela, a buceta, o cu, o gozo misturado. No caminho de volta eu só pensava: não me sinto mal. Nem um pouco. Ele mereceu. Eu dei pra ela o que ele não conseguia mais dar e tirei algo que ele nunca mais vai ter de volta. A mulher dele agora sonha com minha pica, manda mensagem toda semana pedindo pra repetir, dizendo que goza sozinha lembrando de como eu lambi o grelinho dela até ela implorar. E o melhor? Meu primo ainda age como se tudo estivesse normal entre nós. Ainda acha que é a vítima no casamento, ainda reclama da esposa “fiel” que o abandonou. Mal sabe ele que enquanto ele bebe sozinho eu tô planejando o próximo encontro, onde vou comer a esposa dele de novo, mais devagar, mais sujo, até ela gritar meu nome e gozar tanto que esqueça até o nome dele. Não me arrependo. Nem um segundo. Foi vingança pura, tesão puro, e a melhor foda da minha vida. E vai ter mais. Muito mais.
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