A noite já tinha caído pesada sobre o bairro quieto quando Roberto estacionou o carro na frente da casa do seu amigo Jaime. Ele era moreno, estatura média, mas com aqueles ombros largos de quem malha sério, cabelo preto cortado curto e forte, pele bronzeada brilhando um pouco de suor por causa do calor que ainda teimava em não ir embora. Vestia uma bermuda simples e uma camiseta justa que marcava o peito definido. Bateu na porta com firmeza, três toques secos, e ficou esperando, o coração batendo um pouco mais rápido do que o normal. Não era só pelas ferramentas que ele tinha emprestado pro amigo — era o tédio de semanas sem trabalho, sem mulher, sem nada pra aliviar aquela pressão que acumula entre as pernas. A porta se abriu devagar. Carol apareceu no vão, vestindo um shortinho de algodão bem curto que mal cobria a metade das coxas grossas e macias, e uma regata fina sem sutiã, os bicos dos seios marcando o tecido leve. O cabelo solto caía pelos ombros, e o cheiro dela — uma mistura de sabonete de baunilha e algo mais quente, mais feminino — chegou nele como um soco. Ela olhou pra ele com aqueles olhos curiosos, um sorrisinho no canto da boca. - Pois não? Roberto pigarreou, tentando manter a compostura. - Boa noite, moça. Tudo bem? - Tudo bem sim e com você? Precisa de algo? Ele explicou rápido, a voz rouca de quem já estava imaginando coisas que não devia. - É que sou amigo do seu marido, tinha emprestado um jogo de ferramentas pra ele. Vim pegar de volta. Ele se encontra? Carol inclinou a cabeça, o corpo encostado no batente da porta de um jeito que fazia o short subir um pouco mais nas coxas. - Ele não está no momento. Se quiser pode pegar. Deve estar na garagem. - Certo então, moça. Se não for te incomodar, viu. - Imagina, pode entrar. Ela deu um passo pro lado, deixando ele passar. Quando Roberto entrou, roçou de leve no braço dela e sentiu a pele quente. Fechou a porta atrás de si e olhou ao redor da sala arrumada, mas o olhar dele sempre voltava pra ela. - E ele está por onde uma hora dessas? - Ele está no trabalho, viajando. Volta só segunda. - Eita, nem sabia. Ele ficou de me arrumar um trampo lá também, depois vou até falar com ele a respeito. Carol deu de ombros, mas os olhos dela desceram pelo corpo dele, reparando nos braços fortes, na bermuda que já começava a ficar um pouco apertada na frente. - Claro, acho que você vai gostar. - Sim sim, e tô precisando também, sabe. Um tempão já sem trabalhar. Ela sorriu, mordendo o lábio de leve. - Forte assim você vai se dar bem lá. - Com certeza que vou, fico até ansioso. Não aguento mais ficar sem trabalhar, no desespero cê acredita que pensei até em fazer job? - Nossa, sério? - Sim sim. O papo foi esquentando devagar, como brasa que ganha vento. Carol se aproximou um passo, o corpo quase roçando no dele. - Mas pra ter sucesso na carreira precisa de algo a mais, sabe? - Tipo o que? - Ah, você sabe. Um tamanho bom. Roberto ergueu a sobrancelha, o pau já latejando dentro da bermuda só de ouvir o tom dela. - Mas tamanho do que? Só tem nós dois aqui, pode falar, prometo que fica entre a gente. Carol olhou direto pros olhos dele, a voz baixando, safada. - Tamanho do seu pau, porra. Tem que ser grande pra trabalhar com isso. - Verdade. Se tu não fosse mulher do meu amigo, eu iria propor te mostrar. Pra você avaliar e ver se eu daria bem na carreira. Ela respirou fundo, os seios subindo e descendo rápido dentro da regata. - Acho que não tem problema eu só dar uma olhada. - Sério mesmo? Posso mostrar, Carol? - Pode sim. Ele não precisa saber. - Tudo bem, que seja um segredo nosso, tá. Roberto não pensou duas vezes. Puxou o elástico da bermuda pra baixo devagar, o pau saltou pra fora como uma mola, duro pra caralho, 20 centímetros de carne grossa, veiuda, a cabeça inchada e brilhando de pré-gozo, as veias pulsando grossas ao longo da pica toda. O cheiro de macho subiu forte no ar. Carol arregalou os olhos, a boca entreaberta. - Uau. É grande mesmo. Tem quantos cm? - 20cm. Mas de que adianta ter isso tudo e raramente transar com alguém? Rsrs. - Nossa, se meu marido tivesse um pau desses eu ia querer dar todos os dias. - Sério? Mas você não dá todos os dias quando ele tá aqui, não é? - Não, infelizmente não dou todos os dias. - Ué, mas por quê? Se eu tivesse uma mulher como você, eu iria querer comer todos os dias. Carol deu um passo à frente, a mão tremendo de tesão quando apertou o pau dele, sentindo o calor, a grossura, o peso. - Meu marido não me satisfaz como eu gosto. - E como você gostaria de ser satisfeita, amiga? Sem dizer mais nada, ela apertou mais forte, os dedos mal conseguindo fechar em volta da pica latejante. - Gostaria de ser fodida igual putinha. Roberto gemeu baixo, segurou a cintura dela com as duas mãos grandes e puxou o corpo dela contra o dele. A boca dele encostou na orelha dela, a respiração quente. - Aii bebê, quer ser minha putinha, quer? - Quero muito. Por favor. - Então vai ser sim. Ele puxou o shortinho dela devagar, descendo o tecido pelas coxas grossas até ele cair no chão. Carol estava sem calcinha, a bucetinha lisinha, inchada, já brilhando de tesão, os lábios carnudos abertos e molhados. Ele mordeu o pescoço dela de leve, chupando a pele enquanto as mãos apertavam a bunda redonda e macia. Carol gemeu alto, jogando a cabeça pra trás. - Aaaahhh... Ela começou a beijar ele com fome, a língua entrando na boca dele enquanto tirava a camiseta dele, as unhas arranhando o peito definido. Roberto desceu a mão devagar, os dedos grossos roçando a bucetinha quente e molhada, abrindo os lábios e enfiando um dedo bem fundo, sentindo as paredes apertarem e pulsarem. - Porra, tá molhadinha pra caralho... Carol rebolou no dedo dele, gemendo no beijo, a mão apertando o pau grosso, masturbando devagar. - Mmmmmm... ai que delícia... Ele tirou o dedo, lambeu o mel dela na boca e de repente pegou ela no colo, as mãos segurando aquela bunda gostosa. Levou Carol direto pro quarto, pra cama de casal onde ela dormia com o marido toda noite. Jogou ela na cama de bruços. - Fica de quatro e empina bem, safadinha. Carol obedeceu na hora, se ajoelhando, empinando a bunda pra cima, a bucetinha aberta brilhando, o cuzinho piscando de tesão. - Assim? - Isso mesmo, amor. Assim mesmo. Que bucetinha mais linda e gostosa. Roberto se ajoelhou atrás dela, abaixou o rosto e mordeu cada nádega com força, deixando marcas vermelhas. Depois abriu a bunda com as mãos e enfiou a língua bem no cuzinho, lambendo forte, girando, chupando com barulho molhado. - Aaaaaaiiii caralhooo... que delícia... Carol empinava mais, rebolando a bunda na cara dele, o cuzinho piscando na língua. - Que delícia safado... chupa a sua putinha... Ele lambeu devagar da bucetinha pro cuzinho de novo, a língua entrando um pouco no cu apertado, depois descendo pra chupar o grelinho inchado, sugando ele com força enquanto enfiava dois dedos na buceta encharcada. - Assim, sua putinha. Você merece ser judiada dessa forma. - Judia da sua putinha safada... coloca o dedo no meu cuzinho... Roberto enfiou o dedo médio bem fundo no cu dela, girando devagar, enquanto a língua fodía a bucetinha, entrando e saindo com barulhos molhados de tanta lubrificação. Carol gemia alto, o corpo tremendo. - Aaaahhh filho da puta... que língua gostosa... rebola mais... aaaaiiii... Ele tirou o dedo e a língua, levantou, pegou o pau pela base e começou a esfregar a cabeça grossa na entrada da bucetinha, batendo de leve no grelinho. - Fode minha bucetinha vai... - Toma, toma... Ele forçou devagar, a cabeça inchada abrindo os lábios carnudos, centímetro por centímetro entrando naquela buceta quente e apertada. Carol rebolava pra trás, engolindo mais pica. - Aaaaaahhh nunca senti um pau assim caralhooo... Roberto segurou a cintura dela e meteu tudo de uma vez, o saco batendo nas coxas dela, o pau todo enterrado até o fundo. - Porra, que buceta gulosa... Ele começou a socar forte, tirando quase tudo e metendo de novo com força, o barulho de pele contra pele ecoando no quarto. A bunda dela tremia a cada estocada, a bucetinha escorrendo mel pelas coxas. - Toma toma, essa pica é toda sua. - Isso safado... fode vai... mete sem dó... Roberto metia freneticamente, a pica entrando e saindo brilhando de tanto creme, apertando a bunda dela e dando tapas fortes que deixavam a pele vermelha. - Aiii... arromba minha buceta safado... Ele parou com o pau todo dentro, montou em cima dela, puxou o cabelo dela pra trás como rédea e começou a socar rápido e bruto, o colchão rangendo, o corpo dele batendo contra o dela. - Aiii filho da puta... que pau gostoso... goza dentro de mim... - Rebola vai, rebola cachorra, que eu vou encher essa xoxota de porra... Carol rebolava como uma louca, o cuzinho piscando, a bucetinha apertando o pau dele com força. Roberto metia cada vez mais fundo, o suor escorrendo dos dois corpos, os gemidos dela virando gritos. - Aaaaaahhh caralhooo... me fode mais... mais forte... aaaaiiii Robertooo... Ele sentiu o gozo subindo, as bolas apertando. Segurou a cintura dela com força e meteu até o talo, o pau pulsando forte dentro da bucetinha quente. - Toma porra, toma tudo sua putinha... Jatos grossos e quentes encheram ela por dentro, transbordando pela buceta enquanto ele ainda metia devagar, espremendo cada gota. Carol tremia inteira, gozando junto, o corpo convulsionando, gemendo sem parar. - Aaaaaahhhh... tá enchendo tudo... que delíciaaa... Eles ficaram assim um tempo, ofegantes, o pau ainda dentro dela, latejando. Roberto puxou ela pra cima, beijou o pescoço suado e sussurrou no ouvido. - Isso foi só o começo da noite, Carol. Ainda tem muito pau pra você aguentar até o dia raiar. Ela virou o rosto, sorriu safada, a buceta ainda apertando ele. - Então não para, safado. Quero mais. Quero que você me foda até eu não conseguir andar amanhã. E a noite seguiu assim, intensa, suada, cheia de gemidos, tapas, lambidas e porra escorrendo por todo lado. Roberto comeu ela de todos os jeitos naquela cama — de lado, de frente, no chão, contra a parede — sempre com aquela pica grossa abrindo a bucetinha e o cuzinho dela sem dó. Carol virou a putinha dele de verdade, gritando, rebolando, pedindo mais, gozando tantas vezes que perdeu a conta. O cheiro de sexo tomou o quarto inteiro, os lençóis molhados, os corpos marcados de mordidas e tapas. Quando o sol começou a clarear lá fora, os dois ainda estavam se comendo devagar, ele metendo devagar na bucetinha cheia de porra, ela gemendo baixinho no ouvido dele. - Mais uma vez... me fode mais uma vez... E ele fodeu. Porque putinha como aquela não se deixa escapar fácil.
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