Passando a rola na minha tia... E por que não na minha mãe também?

Eu tinha 20 anos e ela, minha tia Carla, 45, minha mãe Clara tem 43. Sempre foi assim, desde que eu era moleque: minha tia me tratava diferente dos outros sobrinhos. Quando eu comecei a malhar sério, ela não perdia uma oportunidade de passar a mão no meu braço e dizer que eu estava ficando um homem de verdade. Um dia, lá em casa, eu tava de pijama folgado depois do treino. Sentei no sofá e a cueca marcava tudo. Ela parou na minha frente, os olhos desceram devagar e pararam bem ali no volume.
- Caralho, sobrinho, olha o tamanho dessa pica aí na cueca... sua mãe fez um ótimo trabalho criando você, hein?
Ela pegou o celular na hora, ligou pra minha mãe e colocou no viva-voz.
- Mana, vem cá, você precisa ouvir isso. Seu filho tá aqui do meu lado e a cueca dele tá estufada que nem uma barraca. Parabéns, você criou um touro.
Minha mãe riu do outro lado e respondeu sem vergonha nenhuma:
- Ah, claro, o que você achou? Ele puxou o pai da gente, né? Grande e bravo.
Eu fiquei vermelho, mas ao mesmo tempo meu pau latejava dentro da cueca. Tia Carla desligou e piscou pra mim.
- Relaxa, garoto. É elogio. Mulher madura como eu aprecia uma pica assim, grossa e cheia de veias.
Ela era assim, aberta pra caralho. Casada há vinte e poucos anos, mas o marido dela não encostava mais nela. Fazia dois anos que não transava com ele. Ela me contava tudo enquanto tomava café na cozinha, a voz baixa e rouca.
- Sabe, sobrinho, eu traí ele mês passado. Não aguentava mais. Dois anos sem uma pica me comendo direito, eu tava secando por dentro. Fui pra um motel com um cara da academia e ele me fodeu até eu gritar. Gozei tanto que molhei o colchão todo.
Eu ouvia e imaginava ela de quatro, a bunda empinada, a buceta molhada brilhando. Um dia, a coisa ficou ainda mais louca. Eu tava conversando com ela e com minha mãe sobre uma amiga dela que tinha feito uma putaria na praia. Chamei a mulher de vadia sem pensar. Tia Carla riu alto e disse que ia me mostrar o que uma vadia de verdade fazia.
Sem avisar, ela se ajoelhou no tapete da sala, bem na frente da gente. Virou de quatro, empinou aquela bunda grande e madura pra mim, a saia subindo até mostrar a calcinha fio-dental enfiada no rego. A buceta dela marcava o tecido, inchada, os lábios carnudos apertando o pano. Minha mãe só riu, mas eu fiquei de pau duro na hora.
- Olha aqui, sobrinho. É assim que uma vadia empina o cu quando quer levar rola. Tá vendo como a buceta fica toda exposta?
Ela balançou a bunda devagar, o cu piscando por baixo da calcinha. Eu quase gozei ali mesmo.
Depois disso, as conversas ficaram ainda mais safadas. Um dia eu tava desabafando sobre minha namorada. Contei que eu demorava pra gozar, que ela aguentava um tempão mas depois pedia pra parar porque doía. Tia Carla e minha mãe se entreolharam e começaram a zoar.
- O que você esconde aí embaixo, hein? Mostra pra tia ver se é mesmo bravo como parece.
- É, sobrinho, sua namorada deve ser fresca. Uma buceta madura como a minha aguenta pica grossa a noite inteira.
Elas riram e eu fiquei com o pau latejando. Desde aquele dia, eu não conseguia parar de pensar nela.
Ontem eu decidi que era a hora. Liguei pro trabalho dela no fim da tarde.
- Tia, tô aqui no escritório sozinho. Quer passar aqui pra gente tomar um café e conversar? Tô precisando desabafar.
Ela não hesitou.
- Claro, meu amor. Chego em meia hora. Tô louca pra te ver.
Quando ela chegou, estava com um vestido leve, daqueles que marcam os peitos e deixam a bunda soltinha. Sentamos no sofá do escritório, porta trancada, luz baixa. Eu servi o café, mas meus olhos não saíam dela. Comecei devagar, elogiando.
- Tia, você tá linda pra caralho hoje. Esse vestido fica perfeito em você. Seus peitos tão mais empinados que da última vez que te vi.
Ela sorriu, tomou um gole e cruzou as pernas, deixando a coxa grossa à mostra.
- Ah, sobrinho, você sabe como deixar uma tia velha se sentindo especial. Meu marido nunca me disse isso.
Eu me aproximei mais, a mão roçando na coxa dela.
- Velha? Para com isso. Você tem o corpo de uma mulher que sabe foder. Eu fico imaginando como deve ser bom meter nessa buceta que você tanto cuida.
Ela respirou fundo, os mamilos marcando o vestido.
- Caralho, garoto... você tá falando sério?
- Seríssimo. Desde o dia que você ficou de quatro na sala, eu não penso em outra coisa. Quero sentir o gosto da sua buceta, tia. Quero comer você até você gritar meu nome.
Ela mordeu o lábio, a mão descendo até apertar minha coxa.
- Então vem, sobrinho. Tira essa calça e me mostra essa pica que sua mãe tanto elogiou.
Eu não esperei. Abri o zíper e puxei o pau pra fora. Estava duro, latejando, a cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Ela arregalou os olhos.
- Puta que pariu... olha o tamanho disso. Grossa, veiada, cabeça grande. Minha buceta já tá molhando só de olhar.
Ela se ajoelhou ali mesmo no sofá, puxou o vestido pra cima e mostrou a calcinha encharcada.
- Olha como você me deixou, sobrinho. Minha buceta tá pingando.
Eu segurei a cabeça dela e enfiei a pica na boca quente. Ela chupou com fome, a língua rodando na cabeça, engolindo até o fundo.
- Mmmmmm... que pica gostosa... chupo mais fundo, tia?
- Isso, garoto... engole tudo... caralho, você mama como uma puta profissional.
Ela babava, saliva escorrendo pelo meu pau, os olhos lacrimejando de tanto esforço. Eu metia na garganta dela, sentindo o cu dela piscar enquanto ela se tocava.
Depois de uns minutos, eu a levantei, tirei o vestido e a calcinha. A buceta dela era linda: lábios grossos, inchados, o grelinho duro pra fora, brilhando de tesão. Eu a joguei no sofá, abri as pernas dela e enfiei a cara ali.
- Aaaahhh! Caralho, sobrinho... lambe minha buceta... isso... chupa o grelinho... ai, meu Deus...
Eu chupava com vontade, língua rodando no clitóris, dois dedos metendo fundo na buceta molhada. Ela segurava minha cabeça, empurrando contra a boceta.
- Come minha buceta, sobrinho... come gostoso... aaaahhh... tô gozando... porra...
Ela gozou forte, o corpo tremendo, a buceta esguichando um pouco na minha boca. Eu lambi tudo, o gosto doce e salgado dela me deixando louco.
- Agora me fode, sobrinho. Mete essa pica grossa na buceta da tia.
Eu me posicionei, a cabeça do pau roçando na entrada molhada. Empurrei devagar, sentindo as paredes quentes e apertadas me engolirem.
- Uuuuuhhh... que buceta apertada... caralho, tia... você tá me sugando...
- Mete tudo... aaaahhh... rasga minha buceta... isso... fundo...
Eu comecei a meter forte, o saco batendo no cu dela. O sofá rangia. Ela gemia alto, sem vergonha.
- Fode, sobrinho... fode essa buceta madura... mais forte... aaaahhh... sua pica é enorme... tá batendo no meu útero...
Eu metia sem parar, suor escorrendo, o barulho molhado da buceta dela ecoando no escritório. Peguei ela de quatro, igual ela tinha feito aquele dia na sala. A bunda empinada, o cu piscando pra mim.
- Olha esse cu, tia... tá pedindo rola também.
- Quer comer meu cu, sobrinho? Então mete... lubrifica com minha buceta e enfia.
Eu cuspi no cu dela, esfreguei a pica na buceta e empurrei devagar no cuzinho apertado. Ela gemeu desesperada.
- Aaaaaaiiii... devagar... aaaahhh... tá abrindo meu cu... que delícia... mete mais...
Eu entrei todo, o cu dela apertando minha pica como um punho quente. Comecei a meter ritmado, uma mão no grelinho dela, esfregando enquanto fodia o cu.
- Isso... fode o cu da tia... aaaahhh... tô gozando de novo... porra...
Ela gozou mais uma vez, o cu piscando forte no meu pau. Eu não aguentei. Puxei pra fora e virei ela de frente.
- Quero gozar na sua cara, tia. Abre a boca.
Ela obedeceu, língua pra fora, olhos pidões. Eu punhetei rápido e gozei forte. Jatos grossos de porra bateram na língua, no nariz, nos peitos. Ela engoliu o que conseguiu, o resto escorrendo pelo queixo.
- Hummm... que porra gostosa, sobrinho... quente e grossa...
A gente tava ali, ofegantes, eu sentado no sofá com o pau melado, ela de joelhos com a cara toda gozada, quando de repente a porta do escritório fez um clique. Não tinha trancado direito. Entrou minha mãe, carregando uma sacola de compras, achando que ia nos surpreender com um lanche que ela tinha feito pra gente. Ela parou na porta, olhos arregalados, a boca aberta sem acreditar no que via.
- Mas que porra é essa?! Carla, você tá com a cara cheia de porra do meu filho?! Filho, o que vocês dois tão fazendo?!
Tia Carla virou o rosto devagar, lambendo os lábios sujos de porra, sem um pingo de vergonha, a buceta ainda brilhando do nosso gozo misturado.
- Mana, relaxa... o garoto me comeu gostoso pra caralho. Olha o tamanho dessa pica dele latejando. Você mesma elogiou outro dia na cozinha, lembra? Disse que ele era bravo e grande. Agora tá aqui, toda melada de mim e dele.
Minha mãe fechou a porta atrás de si com a tranca, o rosto vermelho, mas os mamilos já marcando forte a blusa fina. Em vez de sair batendo a porta, ela ficou parada olhando pro meu pau, que começava a endurecer de novo só com a situação louca.
- Caralho... eu sempre soube que ele era grande, mas ver assim, todo melado de buceta da minha irmã... e você, Carla, toda pintada de porra do meu filho... Tô molhada só de olhar. Faz tempo que seu pai não me come direito, eu tava secando por dentro igual você.
Eu tava chocado, o coração disparado, mas o tesão falou mais alto que qualquer coisa. Meu pau subiu inteiro de novo, latejando na frente das duas.
- Mãe... eu... a tia me provocou tanto, eu não aguentei... mas se você quiser ir embora...
Minha mãe largou a sacola no chão, a respiração pesada, e começou a tirar a blusa devagar, revelando os peitos grandes e maduros, mamilos duros como pedra.
- Ir embora? Agora que eu vi essa pica do meu filho toda brava? Nem pensar. Eu sempre quis saber como era sentir ele dentro de mim. Vocês dois são uns safados, mas eu tô aqui pra participar. Carla, segura ele pra mim.
Tia Carla riu baixo, safada, e segurou meu pau pela base, apontando pra boca da minha mãe.
- Isso, mana, mama o pau do sobrinho. Ele adora uma boca madura chupando fundo.
Minha mãe se ajoelhou ali mesmo, ao lado da tia, abriu a boca e engoliu a cabeça da minha pica, gemendo rouca enquanto a língua rodava.
- Mmmmm... que pica grossa e quente do meu próprio filho... aaaahhh... tão veiada, tão grande... mama mais fundo, filho? Deixa a mamãe engolir tudo.
Eu segurei a cabeça dela e meti devagar na garganta, sentindo ela engasgar mas continuar, saliva escorrendo pelo queixo misturado com a porra que ainda tava na cara da tia. Tia Carla se tocava ao lado, enfiando dois dedos na própria buceta enquanto assistia.
- Isso, mana, chupa o pau dele gostoso. Olha como ele tá duro de novo só de ver a mãe dele mamando.
Enquanto isso, eu enfiei a mão por baixo da saia da minha mãe, puxei a calcinha pro lado e senti a buceta dela: encharcada, quente, os lábios inchados e o grelinho duro pra fora.
- Mãe, sua buceta tá pingando pra caralho... deixa eu comer você também. Quero provar o gosto da buceta que me pariu.
Ela tirou o resto da roupa rapidinho, ficando pelada no sofá, as coxas grossas abertas, a buceta madura brilhando. Eu me ajoelhei entre as pernas dela e enfiei a cara ali, chupando com fome, língua rodando no grelinho enquanto dois dedos metiam fundo.
- Aaaaiiii... filho... lambe a buceta da mamãe... isso... chupa o grelinho com força... caralho... tá bom demais... aaaahhh... não para...
Eu lambia sem dó, sugando o clitóris, enfiando a língua o mais fundo que conseguia, o gosto dela diferente da tia mas igualmente viciante. Tia Carla se aproximou e começou a chupar os peitos da minha mãe, mordendo os mamilos.
- Come a buceta da mana, sobrinho... ela tá louca por isso faz anos.
Minha mãe gemia desesperada, as mãos na minha cabeça, empurrando contra a boceta.
- Uuuuuhhh... filho... me fode com a língua... aaaahhh... tô gozando... porra... gozando na boca do meu filho...
Ela gozou forte, o corpo tremendo inteiro, a buceta esguichando um jato quente na minha cara. Eu lambi tudo, limpei o queixo e me levantei, o pau duro que nem pedra.
- Agora eu vou comer você, mãe. Abre bem essa buceta pra mim.
Eu me posicionei e meti tudo de uma vez na buceta da minha própria mãe, sentindo as paredes quentes e molhadas me apertarem.
- Aaaaaahhh... que pica enorme do meu filho... tá me rasgando toda... mete fundo, filho... fode a mamãe gostoso... aaaahhh...
Eu comecei a meter forte, o saco batendo no cu dela, o sofá rangendo alto. Tia Carla se sentou na cara da minha mãe, que lambeu a buceta da irmã enquanto eu fodia.
- Isso, mana, lambe minha buceta enquanto o sobrinho te come. Goza de novo pra ele.
Minha mãe gritava de prazer, a voz abafada pela buceta da tia.
- Fode, meu filho... fode essa buceta que te pariu... aaaahhh... mais forte... tá batendo no fundo... tô gozando de novo... porra...
Eu meti sem parar, suor escorrendo, depois virei ela de quatro bem ao lado da tia. A bunda da minha mãe empinada, o cu piscando pra mim, igual a tia tinha feito aquele dia na sala.
- Olha esse cu da mãe, tia. Tá pedindo rola também.
- Mete no cu dela, sobrinho. Lubrifica com a buceta e enfia.
Eu cuspi no cu da minha mãe, esfreguei a pica na buceta dela e empurrei devagar no cuzinho apertado.
- Uuuuuhhh... filho... tá abrindo o cu da mamãe... devagar... aaaahhh... que delícia... mete mais... fode o cu da mãe...
Eu entrei todo, o cu dela apertando minha pica como um punho quente. Meti ritmado, uma mão no grelinho dela esfregando enquanto tia Carla chupava os peitos da mana. Os gemidos das duas enchiam o escritório.
- Isso... fode o cu da mana... ela tá gozando de novo...
Minha mãe tremia, gozando mais uma vez, o cu piscando forte no meu pau. Eu não aguentei e gozei dentro, enchendo o cu dela de porra quente e grossa.
- Aaaahhh... enche o cu da mamãe, filho... jorra tudo...
Depois puxei pra fora, o pau melado, e as duas se ajoelharam na frente, lambendo e chupando junto, limpando cada gota de porra e buceta misturada.
- Hummm... gosto do filho e da mana juntos... que delícia...
Mas não acabou aí, minha mãe após essa deliciosa trepada se retirou pois a mesma alegou que tinha alguns compromissos e nos deixou sozinhos. Eu e minha tia tomamos fôlego, tomamos mais café, e eu comecei a elogiá-la de novo.
- Você é a mulher mais safada que eu já vi, tia. Seu corpo é feito pra foder. Quero comer você a noite inteira.
Ela sorriu, já com a mão no meu pau que endurecia de novo.
- Então me come de novo, garoto. Dessa vez quero sentar na sua pica e cavalgar até você encher minha buceta de porra.
Ela me empurrou no sofá, subiu em mim, segurou o pau e desceu devagar, engolindo tudo de uma vez.
- Uuuuuhhh... tá tão fundo... aaaahhh...
Começou a subir e descer, os peitos balançando na minha cara. Eu chupava os mamilos duros enquanto ela rebolava.
- Rebola no meu pau, tia... isso... aperta a buceta... caralho, você mama minha pica com a buceta...
- Aaaahhh... tô sentindo cada veia... mete pra cima... fode minha buceta...
O ritmo aumentou. Ela cavalgava como louca, suor brilhando no corpo, gemidos ecoando.
- Vou gozar de novo... aaaahhh... enche minha buceta... goza dentro...
Eu segurei a bunda dela e meti pra cima com força. Gozei forte, jatos quentes enchendo a buceta dela. Ela tremeu, gozando junto, a buceta apertando e ordenhando cada gota.
A gente ficou ali, ofegantes, porra escorrendo da buceta dela pela minha coxa. Ela me beijou fundo, língua com gosto de porra e buceta.
- Isso foi só o começo, sobrinho. Amanhã eu volto e você me fode no banheiro do trabalho. Quero que você me coma de pé, com minha perna levantada, até eu gritar.
Eu sorri, o pau já meio duro de novo.
- Pode deixar, tia. Essa buceta e esse cu agora são meus.
A gente se vestiu devagar, mas antes de ela ir embora, eu ainda enfiei dois dedos na buceta dela, tirei cheios de porra e fiz ela chupar.
- Prova o gosto da gente misturado.
Ela lambeu devagar, gemendo baixinho.
- Hummm... melhor porra que já provei.
Quando ela saiu, eu fiquei sentado, pau latejando só de lembrar. Aquela tia piranha tinha virado minha puta particular. E eu mal podia esperar pelo próximo café.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Passando a rola na minha tia... E por que não na minha mãe também?

Codigo do conto:
258515

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
03/04/2026

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