Eu e minha mãe morávamos num condomínio pequeno pra cacete, só um quarto apertado onde mal cabia a cama dela e o meu colchão inflável jogado no chão bem do lado. Todo dia era a mesma rotina que me deixava louco. Ela chegava do trabalho, tirava a roupa devagar no quarto mesmo, e vestia aquela camisola fina de algodão que mal cobria as coxas grossas. O decote era generoso pra porra, os peitos grandes e pesados dela ficavam ali, balançando livres, os bicos escuros marcando o tecido como se pedissem pra ser chupados. Eu fingia que estava no celular, mas meus olhos grudavam naquela pele macia, no vale profundo entre os seios, e minha pica já latejava dentro da cueca, inchando devagar só de imaginar como seria apertar aquilo tudo com as duas mãos. De manhã era pior. Ela dormia de lado, a camisola subia até a cintura e eu via a curva da bunda redonda, a calcinha fio-dental enfiada no rego. Às vezes ela se virava de costas pro meu colchão e a buceta quase aparecia, os lábios grossos inchados do sono, aquele cheiro de mulher quente que subia no ar. Eu ficava ali de pau duro, batendo uma punhetinha silenciosa debaixo do lençol, pensando na xoxota dela que eu já tinha visto tantas vezes sem querer. Porque sim, a porta do banheiro nunca fechava direito. Ela fazia xixi com tudo escancarado, sentada na privada, as pernas abertas, e eu passava pelo corredor e via tudo: a buceta peladinha, os pelos curtos, o jato amarelo saindo forte do meio daqueles lábios carnudos. Uma vez ela até me viu olhando e só riu, sem fechar a porta. - Olha só o filho da mamãe babando na xoxota dela, hein? Coisa mais safada. A gente revezava a lavagem de roupa e quando era minha vez eu sofria pra caralho. Pegava a máquina cheia das calcinhas dela, aquelas de renda preta ou branca, e sempre tinha uma manchadinha no fundo, o cheiro forte de buceta que ela deixava depois de um dia inteiro. Eu levava uma pro nariz, inalava fundo, aquele aroma azedo e doce misturado, e minha pica ficava dura que nem pedra. Ficava ali na lavanderia do condomínio, pau latejando, imaginando que era a buceta quente dela que eu estava cheirando. Uma vez até lambi o fundinho da calcinha, sentindo o gosto salgado de suor misturado com a secreção dela, e gozei ali mesmo, jorrando porra grossa dentro da máquina antes de ligar. Ela sabia que eu era virgem ainda, ou quase. Uma tarde ela viu meu pau quando eu saí do banho só de toalha. A toalha caiu e lá estava ele, pequeno, duro, cabeça rosada brilhando. Ela deu uma risada gostosa, daqueles risos que faz o corpo todo tremer. - Nossa, filho, que pica miudinha você tem aí. Tão bonitinha, mas pequena mesmo. Será que aguenta uma buceta de verdade da mamãe? Eu fiquei vermelho, mas o pau deu um pulo. Ela só piscou e saiu rebolando, a bunda grande balançando dentro da camisola. À noite o clima ficava ainda mais pesado. Ela tinha aqueles vibradores guardados na gaveta de baixo da cômoda. Quando queria se aliviar, me mandava sair. - Vai dar uma volta, filho, a mamãe precisa de um tempo sozinha. Eu saía pro corredor do condomínio, mas ficava encostado na porta, ouvindo. Primeiro o barulho baixo do vibrador ligando, depois os gemidos dela começando baixinho. - Uuuuhhh... que delícia... assim no grelinho... aaaahhh porra... Depois ficava mais alto, desesperado. - Aaaaiii que gostoso... mete mais fundo nessa buceta... ahhh filho... não para... Eu batia punheta ali mesmo no corredor, imaginando que era eu metendo nela, e gozava ouvindo ela gozar alto, quase gritando. Um dia a coisa mudou de vez. Era sexta à noite, condomínio quieto, só o barulho da chuva lá fora. Eu estava no colchão, pau duro pra caralho depois de ter lavado as calcinhas dela mais cedo. Ela saiu do banho com a camisola molhada grudada no corpo, os peitos marcando tudo, bicos duros. Sentou na beira da cama, pernas abertas, e me olhou direto. - Vem cá, filho. A mamãe viu você cheirando as calcinhas dela hoje. Achou que eu não ia notar? Eu engoli seco. Ela sorriu safada. - Tira essa cueca aí. Quero ver essa pica miudinha de novo. Eu obedeci, tremendo. O pau pulou pra fora, pequeno mas duro como ferro, cabeça brilhando de pré-gozo. Ela lambeu os lábios. - Olha só... tão durinha... vem cá, deita aqui do lado da mamãe. Eu subi na cama, colchão inflável esquecido. Ela puxou a camisola pra cima, mostrando a buceta peladinha, inchada, já molhada. Os lábios grossos abertos, o grelinho saltado, rosado, brilhando. - Olha o que você faz com a mamãe, filho. Essa xoxota tá pingando só de pensar nessa pica pequena entrando nela. Ela pegou minha mão e colocou direto na buceta. Estava quente, encharcada, os dedos escorregando no melzinho que escorria. - Dedilha a buceta da mamãe, vai... assim... no grelinho... aaaahhh porra... isso... Eu comecei a mexer, circulando o clitóris inchado, enfiando um dedo na entradinha apertada. Ela gemia baixo no começo. - Uuuuhhh... que mãozinha gostosa... mete dois dedos agora... aaaaiii que delícia... Depois ficou desesperada, quadril rebolando contra minha mão. - Mais rápido, filho! Dedilha essa buceta molhada! Aaaahhh... tô quase gozando... não para... aaaahhh porraaa! Ela gozou forte, buceta apertando meus dedos, jorrando um leitinho quente na minha palma. O cheiro encheu o quarto. Ela puxou minha cabeça pra baixo. - Chupa agora. Lambe a buceta da mamãe inteira. Eu enfiei o rosto ali, língua varrendo os lábios grossos, chupando o grelinho com força. O gosto era azedo, doce, viciante. Ela segurou minha cabeça com as duas mãos. - Isso, filho... chupa o grelinho da mamãe... mete a língua bem fundo nessa xoxota... aaaahhh que boca gulosa... uuuuhhh... tá me fazendo gozar de novo... aaaaiii porraaa! Ela gozou na minha boca, inundando minha língua com porra de buceta. Eu lambia tudo, engolia, pau latejando sem parar. Ela me puxou pra cima, olhos vidrados de tesão. - Agora a mamãe vai cuidar dessa pica miudinha. Deita aí. Ela se ajoelhou entre minhas pernas, peitos balançando, e pegou meu pau com a mão quente. - Olha como pulsa... pequena mas tão durinha... a mamãe vai mamar tudinho. Abriu a boca e engoliu de uma vez, língua girando na cabeça, chupando forte. - Mmmmmm... que gostoso... chupando a pica do meu filho... - Eu gemia alto. - Aaaahhh mãe... que boca quente... chupa mais... por favor... Ela mamava com fome, babando, descendo até os bagos, lambendo o cuzinho de leve. - Quer que a mamãe chupe seu cuzinho também? - - Sim... porra... chupa meu cu... Eu sentia a língua dela circulando o anel apertado, entrando um pouco, enquanto a mão batia minha pica. O prazer era insano. Ela subiu de novo, mamando com força, olhos nos meus. - Goza na boca da mamãe, filho... jorra essa porra pequena toda aqui... Eu não aguentei. - Aaaahhh mãe... tô gozando... porraaa! Jorrei na garganta dela, leite quente e grosso, ela engoliu tudo, gemendo satisfeita. - Mmmmm... que porra gostosa... leitinho do meu filhote... Mas não acabou. Ela subiu em mim, buceta roçando na pica que já endurecia de novo. - Agora a mamãe vai sentar nessa pica. Devagarinho pra sentir cada centímetro. Ela segurou a base e desceu, buceta engolindo meu pau inteiro, quente, molhada, apertada pra cacete. - Uuuuhhh... tá entrando... que delícia... mesmo pequena tá enchendo a buceta da mamãe... aaaahhh porra... Ela começou a cavalgar, peitos pulando, bunda batendo nas minhas coxas. O barulho de carne molhada ecoava no quarto. - Mete, filho! Empurra pra cima! Fode a buceta da mamãe! - Eu metia com força, mãos apertando a bunda dela. - Aaaahhh mãe... sua buceta tá me espremendo... que quente... porra... goza no meu pau... Ela gozou de novo, gritando, buceta esguichando em volta da minha pica. - Aaaaiii filho... tô gozando... porraaa... me arromba... aaaahhh! O leite dela escorria pelas minhas bolas. Ela não parou. Virou de quatro, bunda empinada, cu piscando e buceta aberta pingando. - Agora fode a mamãe por trás. Mete fundo. Eu segurei a cintura e enfiei tudo, metendo com força, bolas batendo no grelinho. - Aaaahhh que delícia... fode essa buceta... mais forte... - - Sim mãe... toma essa pica... mesmo pequena tá te arrombando... porra... Ela gemia como louca. - Uuuuhhh... isso... mete no fundinho... quer foder o cu da mamãe também? - Eu tirei da buceta, cuspi no cu dela e empurrei devagar. O anel apertado cedeu, engolindo minha pica até o talo. - Aaaaiii porra... tá no meu cu... que gostoso... fode o cuzinho da mamãe... aaaahhh filho... me enche de porra... Eu metia sem parar, o cu dela apertando, quente, o barulho molhado de porra e suor. Ela esfregava o grelinho com a mão. - Tô gozando no cu... aaaahhh... porraaa... goza dentro... enche o cuzinho da mamãe! Eu explodi, jorrando leite quente fundo no intestino dela. - Aaaahhh mãe... tô enchendo seu cu de porra... porraaa! Ficamos ali, ofegantes, suados, meu pau amolecendo dentro do cu dela, porra escorrendo devagar. Mas a noite mal tinha começado. Ela virou, me beijou na boca com língua, provando o gosto da própria buceta e da minha porra. - Isso é só o começo, filho. Amanhã a mamãe quer acordar com essa pica miudinha dentro dela. E no dia seguinte, e no outro. A gente continuou assim por semanas. Toda noite era buceta, cu, boca, peitos. Ela me ensinava tudo. Uma vez me fez lamber o cu dela enquanto ela se masturbava com o vibrador no grelinho, gemendo alto. - Lambe o cuzinho da mamãe enquanto eu gozo... aaaahhh... isso... língua bem fundo... uuuuhhh porraaa! Outra vez ela sentou na minha cara, buceta molhada esfregando na minha boca, me sufocando com o melzinho enquanto mamava minha pica ao contrário. - Senta na cara do filho... goza na boca dele... aaaaiii... engole tudo... - Eu engolia, lambia, chupava o grelinho até ela tremer inteira. O condomínio pequeno virou nosso ninho de sacanagem. De manhã, antes de sair pro trabalho, ela vinha no colchão, abria as pernas e me mandava comer a buceta rapidinho. - Come a xoxota da mamãe antes do café, vai... mete a língua... aaaahhh... assim... rapidinho que eu vou gozar... uuuuhhh! Eu gozava na boca dela enquanto ela tomava o leitinho quente. À noite, depois do banho, ela lavava minha pica com a boca, chupando devagar, falando safadeza. - Essa pica pequena é toda da mamãe agora... ninguém nunca vai ter ela... só essa buceta e esse cu guloso... Uma tarde chuvosa a gente fodeu no chão mesmo, colchão inflável empurrado pro canto. Ela de quatro, eu metendo no cu enquanto ela gritava. - Fode o cu da mamãe... arromba... aaaahhh porra... mais forte... que delícia de pica... mesmo pequena tá me destruindo... aaaaiii! Porra escorria pelas coxas dela, o quarto cheirava a sexo puro. Depois ela me fez deitar e sentou na pica de novo, rebolando devagar, peitos na minha cara pra eu mamar. - Chupa os peitos da mamãe enquanto eu cavalgo... morde o bico... aaaahhh... isso... tô gozando de novo... uuuuhhh filho... porraaa! A gente gozava juntos, gemidos misturados, corpos colados de suor. Ela sussurrava no meu ouvido enquanto eu metia. - Eu te amo, filho... mas amo mais essa pica dentro de mim... enche a mamãe de porra todo dia... - Eu respondia metendo mais fundo. - Eu quero te foder pra sempre, mãe... sua buceta, seu cu, sua boca... tudo meu... aaaahhh! E assim foi, dia após dia, noite após noite. O espaço apertado só deixava tudo mais intenso. Não tinha escapatória, só tesão puro, sem culpa, só prazer cru. A camisola ficava jogada no canto, as calcinhas manchadas de porra nossa, o vibrador esquecido porque agora era minha pica que preenchia cada buraco dela. E toda vez que ela gemia, era mais alto, mais desesperado, mais safado. - Aaaahhh filho... me fode... me usa... sou sua putinha agora... porraaa... goza dentro... enche a buceta da mamãe de leitinho quente! A gente vivia assim, morando juntos, fodendo como animais, o condomínio pequeno testemunha silenciosa do nosso segredo quente. E nunca parou. Porque quando a porta do banheiro fica aberta, quando a camisola sobe, quando a buceta chama, não tem como resistir. Só meter, gozar, gemer e repetir.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.