Na ausência de meu amigo, acabei passando a rola na esposa dele!

Rodrigo estacionou o carro na rua quieta daquele bairro residencial e sentiu o sol de domingo queimando a pele. Ele era amigo de Luiz há anos, daqueles que dividiam cerveja e futebol, mas hoje tinha um motivo diferente pra bater naquela porta. O coração batia um pouco mais rápido, pois ele sabia que o amigo não estaria em casa e como já havia tempo que ele reparava na esposa do amigo, iria inventar algo para se aproximar ou até mesmo tentar algo com ela, foi então que ele ergueu a mão e deu três batidas firmes na madeira. O silêncio durou só uns segundos até a porta se abrir.
Mariana apareceu, com aquele sorriso fácil e um ar de quem estava mesmo no meio da arrumação de casa. Ela vestia um shortinho jeans bem curtinho, daqueles que mal cobriam a metade da coxa, e uma blusinha fina de alcinha que deixava os ombros à mostra e marcava os seios redondos e empinados. O cabelo castanho caía solto, um pouco bagunçado, e o rosto dela brilhava de suor leve. Rodrigo engoliu seco.
- Bom dia moça, você que é esposa do Luiz? – disse ele, com a voz rouca de quem já estava imaginando coisas.
- Bom dia, sou sim – respondeu ela, abrindo um sorriso largo e inclinando a cabeça de leve. – E você? Quem é?
- Ah, meu nome é Rodrigo, sou amigo dele – falou Rodrigo, passando a mão no cabelo curto. – Desculpe pelo incômodo em pleno domingo, mas gostaria de saber se ele se encontra?
Mariana deu de ombros, o corpo todo relaxado, como se estivesse acostumada a receber visitas assim.
- Não… Ele não está agora. Mas pode entrar e aguardar por ele, se quiser.
Rodrigo hesitou só um segundo, mas o convite veio com um olhar que já entregava algo mais.
- Eu quero sim, mas não seria incômodo?
Ela riu baixinho, aquele som leve que já fazia o pau dele mexer dentro da bermuda.
- Claro que não! Se você não se importar que eu esteja confortável – disse ela, apontando pro short e pra blusinha. – Estava arrumando a casa.
- Ah, você está na sua casa, então pode ficar da maneira que se sentir confortável e sendo dessa forma não irei reclamar – respondeu ele, com um risinho safado.
Mariana deu passagem, o quadril balançando de leve enquanto ele entrava. A casa cheirava a café fresco e um perfume doce de mulher que acabara de tomar banho. O sofá da sala estava logo ali, largo e convidativo.
- Então, pode ficar à vontade – falou ela, fechando a porta atrás dele.
Rodrigo não perdeu tempo. Tirou a camisa devagar, revelando o peito largo, os ombros fortes e a barriga tanquinho de quem malhava. Jogou a peça no braço do sofá e se acomodou, as pernas abertas.
- Olha, se pedir pra eu ficar à vontade, vou tirar a camisa e me acomodar no sofá viu – brincou ele.
- Pode ficar! Tá tão quente hoje – respondeu Mariana, virando de costas pra continuar organizando umas caixas no canto da sala. O shortinho subia um pouco, mostrando a curva gostosa da bunda redonda e firme.
Rodrigo não disfarçou. Os olhos dele grudaram naquela raba, imaginando como seria apertar.
- Cheia de saúde hein? Ele é um homem de sorte viu – murmurou ele, a voz mais baixa.
Mariana finalmente virou o rosto, notando o olhar dele. As bochechas dela ficaram vermelhas na hora, mas ela não se afastou.
- Me desculpe ser tão invasivo... – ele disse calmamente.
- Não se preocupa… – disse ela, baixinho.
- Mas como não reparar e resistir hein? – provocou Rodrigo, se inclinando pra frente.
Ela mordeu o lábio inferior, o corpo todo formigando.
- Que tal dá um beijinho, talvez.. – sussurrou.
- No bumbum? – perguntou ele, já sentindo o pau endurecer.
- Sim.
Rodrigo se levantou devagar, o coração martelando. Segurou a bunda dela com as duas mãos grandes, apertando a carne macia e dando um tapinha leve que fez o corpo dela tremer.
- Hum, que delícia de raba hein – gemeu ele, abaixando o rosto e plantando beijos molhados em cada nádega, a língua deslizando devagar pela pele quente.
Mariana empinou a bunda pra ele, se apoiando no encosto do sofá, as pernas tremendo de expectativa.
- Quer ficar logo de quatro e rebolar me chamando, quer?
- Mas você disse que era só um beijinho – provocou ela, a voz já rouca.
- Mas assim dá pra beijar melhor – respondeu Rodrigo, rindo baixo.
Ela obedeceu, ficando de quatro no sofá, a bunda empinada pra cima, o shortinho esticado entre as coxas.
- Nossa, meu amigo tá comendo em bom pasto hein – disse ele, admirando a visão. – Vendo uma raba dessa de quatro, dá vontade de bater nela.
Mariana rebolou devagar, o shortinho marcando a fenda da buceta.
- Bate… – sussurrou ela, a voz cheia de tesão.
- Você gosta de apanhar é?
- Gosto…
Rodrigo pegou a sandália que tinha deixado no chão, o couro grosso na mão.
- Então vai amar a maneira que vou fazer. Continua assim, empina mais e apoia a cabeça no sofá, pois vou te bater uma de maneira inesquecível.
Mariana obedeceu na hora, o rosto afundado no estofado, a bunda alta e aberta. A bucetinha dela já estava molhada, o tecido do short escurecendo no meio.
O primeiro golpe veio de surpresa – plaaaah! – a sandália estalando forte na nádega direita. A pele ardeu instantaneamente, um vermelho vivo surgindo.
- Aaaaai! – gritou Mariana, o corpo inteiro sacudindo.
- Então, o que me diz dessa violência? – perguntou ele, a voz grossa de tesão.
- Eu quero mais – gemeu ela, ofegante, a buceta latejando.
- Bem que eu desconfiava...
- Desconfiava de que?
Rodrigo não esperou. Bateu de novo, mais forte, na outra nádega, deixando as marcas simétricas.
- Que a esposa de meu amigo é uma putinha incubada– rosnou ele, alternando as sandálias, batendo com as duas de uma vez agora, o som ecoando na sala.
- Puta… cobra – ela falou brincando e gemeu entre gritos, a dor misturando com um prazer louco que fazia a bucetinha escorrer.
Ele riu, safado.
- Ah, sendo assim, vou vim aqui sempre ver essa cobrinha.
Devagar, Rodrigo puxou o shortinho dela pra baixo, junto com a calcinha fina. A bucetinha rosadinha apareceu, inchada, molhada, o grelinho duro brilhando.
- Que bucetinha é essa hein? O corno não tá comendo não é? – provocou ele, passando o dedo na entrada encharcada.
- Não como deveria – respondeu Mariana, virando o rosto levemente, os olhos vidrados de desejo.
- Vira o rosto vai, pra não ver o que vou fazer nessa bucetinha antes de meter – mandou ele.
Mas ela insistiu.
- Eu quero ver…
- Apenas sinta…
Ele pegou a sandália de novo e bateu forte, bem na rachinha da buceta – plaaaah! O som molhado ecoou.
- Aaaaaai! – gritou Mariana, empurrando ele instintivamente, o corpo todo ardendo.
Rodrigo segurou ela com força, o pé dele pressionando o rosto dela contra o sofá, a bunda e a buceta totalmente expostas.
- Pra onde você pensa que vai? – rosnou.
- Tá doendo, porra… – choramingou ela, lágrimas nos olhos, mas a buceta escorrendo mais.
- Calma que vai ficar gostoso – disse ele, tirando o pau pra fora da bermuda. A pica grossa, veias saltadas, cabeça vermelha e brilhante, já babando pré-gozo. Ele esfregou a cabecinha na entradinha molhada, batendo de leve.
- Camisinha… – sussurrou Mariana, mesmo com o tesão tomando conta.
- Tem algum perigo de ser sem? – perguntou ele, esfregando mais forte.
- Eu não tomo remédio…
- Relaxa que eu gozo fora.
- Promete?
- Prometo – mentiu ele, dando batidinhas com a cabeça da rola na portinha.
Mariana abriu mais a bunda com as mãos, os dedos tremendo. Rodrigo empurrou devagar, o pau grosso abrindo os lábios inchados.
- Aaaai, porra, que pau gostoso – gritou ela quando ele começou a alargar tudo.
Ele socou devagar no começo, sentindo cada centímetro ser engolido pela bucetinha apertada e quente.
- Tá tão fundo! – gemeu Mariana, a pressão fazendo ela tremer.
Rodrigo apertou a bunda dela, batendo enquanto empurrava.
- Devagar! – choramingou ela, mas o corpo pedia mais.
Ele tirou quase tudo, esfregou na entrada e socou de uma vez – ploc! – arrombando fundo.
- Toma, toma, toma! – rosnou ele.
- Aaaai! Isso! Mete! – gritou Mariana, a buceta apertando o pau dele como um punho molhado.
Ele meteu sem parar, tapas estalando na bunda, o sofá rangendo. Mariana não aguentou ficar de quatro; o corpo dela desabou, deitada de bruços. Rodrigo deitou por cima, o pau ainda dentro, socando como uma britadeira.
- Toma mais, toma toma toma – grunhiu ele, o suor pingando nas costas dela.
Mariana gozou pela primeira vez, a buceta contraindo forte, melando o pau e o sofá.
- Tá tão fundo – gritou ela, o corpo inteiro tremendo.
Rodrigo esticou o cabelo dela, beijando a boca aberta, línguas se enrolando enquanto ele bombava mais forte, a cabeça do pau batendo no útero.
- Vai me fazer gozar de novo – choramingou ela contra a boca dele.
Ele chupou a língua dela, socando com violência, o barulho molhado de buceta enchendo a sala.
- Aí que delícia, que bucetinha gostosa de comer! – gemeu ele.
- Tá machucando – choramingou Mariana, mas gozou de novo, mais forte, o mel escorrendo pelas coxas.
- Toma toma toma toma cachorra! Fala o que você é minha, fala!
- Aaaai! Eu sou sua! – gritou ela, gozando tanto que o sofá ficou encharcado.
Rodrigo tirou o pau, bateu na bucetinha inchada, depois meteu de novo, rebolando fundo.
- Isso sua putinha, mela o sofá mela, pra quando o corno chegar ele ver manchado!
Ele sentiu o gozo subir.
- Eu vou gozar, vou gozar sua cachorra, quer que eu goze onde?
Mariana estava tão perdida no prazer que nem respondeu direito, mas agarrou os braços dele.
- Não sai…
Ele meteu tudo de volta, deixando o pau atolado, rebolando.
- Promete? – pediu ela, rebolando contra ele.
- Eu prometo, amor, prometo, mas deixa eu gozar dentro vaai. Não estou aguentando mais, você é muito gostosa.
A tentação foi grande demais. Mariana ergueu o corpo um pouco.
- Goza em mim, goza… – implorou.
Rodrigo beijou a boca dela, chupando a língua pra abafar os gemidos, e explodiu. Jatos grossos de porra quente encheram a bucetinha até transbordar.
- Aaaaaaiiiiiii aaaaaaiiiiiii sua cachorra, toma toma vaai! – gritou ele, enchendo tudo.
- Enche a minha bocetinha, vai – implorou ela, apertando o pau com a buceta pra não perder uma gota.
Ele parou arfando, o pau ainda latejando dentro. Devagar tirou, a porra branca escorrendo pela buceta inchada e melando a barriga dela.
- Que delícia de mulher – murmurou ele.
- Não sai… Fica dentro… Fica – fez manha Mariana, virando de barriga pra cima e abrindo as pernas.
Rodrigo riu, o pau meio mole mas já endurecendo de novo. Entrou outra vez, devagar, e deitou sobre ela, abraçando forte, o pau parado bem fundo.
- Eu nunca gozei tão gostoso – sussurrou ela no ouvido dele, as pernas enlaçando a cintura dele.
- Ah amor, acho que gamei em você e vou querer sempre. Que você acha desse ser o início de uma relação gostosa entre nós?
- Sim… – respondeu ela, a buceta apertando o pau dele, pulsando.
Eles ficaram assim um tempo, conversando baixinho, o pau dele endurecendo de novo dentro dela. Rodrigo começou a bombar devagar.
- Devagar… – sussurrou Mariana.
Mas ele acelerou, o pau grosso entrando e saindo, arrombando de novo.
- Ele é tão grosso… – gemeu ela, apertando com a buceta.
Rodrigo levantou, colocou ela na posição de frango assado, pernas bem abertas, e meteu com violência. A cama – que eles tinham mudado pro quarto – rangeu forte. Cada socada fazia o útero dela doer deliciosamente.
- Isso… Me come feito uma puta, come – gritou Mariana.
Ele batia na cara dela agora, leve mas firme, marcando a pele vermelha.
- Quero te deixar toda marcada, toda arrombada pra quando o outro vier te comer você está sem vontade alguma – rosnou ele.
- Soca… Soca… – implorou ela.
Rodrigo deitou sobre ela de novo, beijando com mordidas nos lábios, socando sem parar. O barulho ploc ploc ploc enchia o quarto.
- O que você vai dizer quando o corno vier pra te comer hein? – perguntou ele, parando com a cabeça do pau na entrada.
- Dor de cabeça – brincou ela, ofegante.
Ele meteu com tudo, mais forte e rápido.
- Goza pra mim, goza – implorou Mariana, se ajeitando pra sentir o pau pressionar o útero.
Rodrigo segurou as pernas dela bem arreganhadas e gozou de novo, enchendo a bucetinha até transbordar.
- Aaaaaahhhhhhhhhhh que delícia, que putinha mais gostosa! – gritou ele.
- Enche sua putinha, enche – implorou ela, sentindo cada jato quente.
Depois, ele deitou exausto sobre ela, beijando devagar.
- Olha, se quiser, vamos ver se com isso vamos ter um neném, você faria o corno assumir ou diria pra ele o que rolou?
- Eu não sei… Eu só sei que quero – respondeu Mariana, enroscando a língua na dele.
- Pois eu também quero, não vou mentir… Mas não sei qual seria a reação dele ao saber que comi gostoso a putinha da esposa dele.
Eles riram baixinho, o pau dele ainda dentro, latejando. Rodrigo prometeu voltar sempre, quando Luiz não estivesse, ou ela sair com “alguma amiga”. Mariana apertou a buceta em volta dele mais uma vez, já pensando na próxima vez que aquela pica grossa ia arrombar ela de novo.
A casa estava silenciosa, o sofá e a cama marcados de porra e suor, e os dois sabiam que aquilo era só o começo de uma safadeza deliciosa e perigosa.

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Comentários


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rafaelpatricia Comentou em 04/04/2026

Amigo e pra ajudar ne




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Na ausência de meu amigo, acabei passando a rola na esposa dele!

Codigo do conto:
258593

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
04/04/2026

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