Maria acordava todo dia com a buceta latejando de tesão. Fazia uma semana que ela tinha parado de usar sutiã e calcinha dentro de casa. Os mamilos dela, escuros e duros como pedrinhas, marcavam a blusa fina de algodão toda vez que ela se mexia. A saia curta mal cobria a bunda redonda e a buceta raspadinha que vivia molhada, pingando de desejo pelos próprios filhos. Lucas e Pedro, seus meninos grandes, de vinte e poucos anos, moravam ainda com ela e eram o centro de tudo. Ela os amava como mãe, mas a obsessão tinha virado outra coisa. Queria sentir aquelas picas grossas abrindo ela no meio, enchendo a buceta e o cu até não aguentar mais. Todo fim de tarde, depois do banho deles, Maria inventava desculpa pra ficar por perto. Sentava na beira da cama enquanto os dois saíam do banheiro só com a toalha na cintura. A água escorrendo pelo peito definido do Lucas, descendo pela barriga tanquinho até a toalha que mal escondia o volume da pica semi-dura. Pedro era um pouco mais grosso, a toalha sempre esticada pra caralho quando ele via a mãe olhando. Ela conversava qualquer merda – sobre o dia, sobre o jantar – só pra ver aqueles corpos molhados brilhando, os paus balançando de leve a cada passo. A buceta dela latejava tanto que ela apertava as coxas pra não gemer ali mesmo. À noite, quando ficava sozinha no quarto, Maria abria o celular e entrava nos sites de putaria. Procurava caras que pareciam com os filhos dela: cabelo bagunçado igual o Lucas, sorriso safado igual o Pedro, corpo jovem e pica grossa nas fotos. Mandava mensagem, fingia que era uma puta qualquer e pedia foto da rola dura. Enquanto via aqueles paus parecidos com os dos meninos, enfiava dois dedos na buceta molhada, esfregava o grelinho inchado e gozava sussurrando “meus meninos… porra, eu quero vocês dentro de mim”. Mas era só migalha. A vontade real crescia cada dia mais. Naquela sexta à noite, tudo mudou. Lucas e Pedro chegaram do treino de futebol suados, rindo alto, cheios de energia. Maria tinha feito um jantar caprichado só pra eles – arroz, feijão, carne bem temperada, aquela comida que os meninos amavam. Quando eles entraram na cozinha, ela estava de blusa fina sem sutiã, mamilos marcando forte, e uma saia curta que deixava a bunda quase toda de fora. Nenhum dos dois falou nada no começo, mas os olhares desceram pro corpo da mãe. - Mãe, que cheiro bom pra caralho – disse Lucas, se aproximando e dando um abraço apertado. O corpo quente dele colou no dela. Maria sentiu a pica do filho, ainda meio dura do treino, roçando na barriga dela. O cheiro de suor jovem misturado com sabonete fez a buceta dela contrair. Ela retribuiu o abraço, apertando os peitos contra o peito dele, sentindo os bicos duros roçando. - Vocês são tão bons pra mim… – murmurou ela, a voz já rouca. Pedro veio logo atrás, rindo. - É, mãe, a gente te ama pra porra. Olha só, eu trouxe aquela cerveja que você gosta. Ele deu um beijo no rosto dela, bem perto da boca, e a mão dele desceu sem querer na cintura, apertando de leve a carne macia. Foi o suficiente. Maria sentiu o corpo todo tremer. A obsessão que tinha segurado por meses explodiu de uma vez. Ela não pensou mais. Agarrou a toalha do Lucas e puxou, deixando a pica dele pular pra fora, grossa, veiada, cabeça rosada já brilhando de pré-gozo. - Meu Deus… finalmente – sussurrou ela, caindo de joelhos ali mesmo na cozinha. Lucas ficou parado, olhos arregalados. - Mãe… que porra é essa? Mas a pica dele já estava dura como pedra, latejando na frente do rosto dela. Maria não respondeu com palavras. Abriu a boca e engoliu a rola do filho até o fundo, sentindo a cabeça bater na garganta. O gosto salgado, o cheiro de homem jovem, tudo a deixou louca. Chupava com fome, babando, a saliva escorrendo pelo queixo enquanto a mão dela massageava as bolas pesadas. - Aaaahhh caralho, mãe… sua boca tá tão quente – gemeu Lucas, segurando o cabelo dela. Pedro assistia, a própria pica já marcando a bermuda. Maria esticou a mão sem tirar a boca do pau do irmão e apertou o volume dele. - Vem cá, meu filho… tira essa roupa. A mamãe quer os dois. Pedro obedeceu rápido, tirando a bermuda. A pica dele era ainda mais grossa, cabeça grande, veias saltadas. Maria alternava: chupava um, depois o outro, lambendo as duas rolas ao mesmo tempo, língua rodando no grelinho de cada um. Os gemidos dos meninos enchiam a cozinha. - Porra, mãe, você chupa gostoso pra caralho – disse Pedro, empurrando a pica mais fundo na boca dela. Maria tirou a blusa, deixando os peitos grandes balançarem. Os mamilos duros pediam boca. Lucas se abaixou e mordeu um deles, sugando forte enquanto a mão dele descia e levantava a saia da mãe. - Mãe, você tá sem calcinha… e tá encharcada – ele disse, enfiando dois dedos na buceta molhada dela. O som molhado ecoou. Maria gemeu alto, boca cheia de pica. - Aaaahhh sim, filho… deda a buceta da mamãe… eu sou uma vadia por vocês dois. Eles a levaram pro sofá da sala, jogando ela de costas. Lucas abriu as pernas dela e mergulhou o rosto na buceta. Língua lambendo o grelinho inchado, chupando os lábios carnudos, enfiando na entradinha que piscava de tesão. Pedro sentou no peito dela e enfiou a pica entre os peitos, fodendo o decote enquanto ela lambia a cabeça toda vez que subia. - Olha essa buceta, irmão… tá pingando pra gente – disse Lucas, enfiando a língua mais fundo. Maria se contorcia, gemendo desesperada. - Oooohhh meu Deus… chupa meu grelinho, Lucas… assim… aaaahhh eu vou gozar na boca do meu filho! O orgasmo veio forte, a buceta dela jorrando na cara do Lucas. Ele bebeu tudo, lambendo até a última gota. Depois se levantou, pica brilhando de baba e porra dela, e alinhou na entrada. - Vou meter, mãe. Vou foder essa buceta que me pariu. E enfiou de uma vez. A pica grossa abriu ela inteira, esticando as paredes quentes. Maria gritou de prazer. - Aaaahhh caralhooo! Enche a buceta da mamãe, Lucas! Mete fundo, meu filho da puta! Ele começou a bombear forte, bolas batendo na bunda dela, o som molhado de buceta sendo arrombada enchendo a sala. Pedro enfiou a pica na boca dela de novo, fodendo a garganta enquanto o irmão metia na buceta. - Isso, mãe… engole meu pau enquanto meu irmão te fode – rosnou Pedro. Eles trocaram de posição. Pedro deitou no sofá e puxou a mãe pra cima, fazendo ela sentar na pica dele. A buceta engoliu tudo de uma vez, apertando como se não quisesse soltar. Lucas ficou atrás, passando a cabeça da rola no cu dela, que piscava de tesão. - Mãe, seu cu tá tão apertadinho… posso meter aqui também? - Sim, porra… arromba o cu da mamãe também! Quero os dois paus dentro de mim ao mesmo tempo! Lucas cuspiu na rola e empurrou devagar. O cu dela abriu, engolindo a pica grossa centímetro por centímetro. A dor misturada com prazer fez Maria gritar. - Aaaaiii meu Deus… tá me abrindo toda… aaaahhh que delícia… fode meu cu, Lucas! Agora os dois filhos fodiam ela ao mesmo tempo: Pedro metendo na buceta lá de baixo, Lucas arrombando o cu por trás. Os corpos batendo, suor escorrendo, a sala cheirando a sexo puro. Maria tremia inteira, peitos balançando, gemendo sem parar. - Oooohhh caralho… meus meninos… me enchendo de pica… eu sou a puta de vocês… aaaahhh não para, fode mais forte! Eles aceleraram. Pedro apertava os mamilos dela, Lucas dava tapas na bunda enquanto metia fundo no cu. A buceta dela esguichava a cada estocada, molhando as bolas do Pedro. - Mãe, sua buceta tá apertando pra caralho… vou gozar dentro – avisou Pedro. - Eu também, porra… vou encher esse cu de porra – disse Lucas. Maria sentiu os dois paus latejarem dentro dela. O orgasmo veio ao mesmo tempo, forte, desesperado. - Aaaahhh sim… goza dentro da mamãe… enche minha buceta e meu cu de porra quente, meus filhos da puta! Eles gozaram juntos, jatos grossos enchendo os dois buracos. Porra escorrendo pela buceta e pelo cu, misturando com os sucos dela. Maria gozou de novo só de sentir o calor dentro, corpo convulsionando, gemendo alto. - Oooohhh porraaa… tô gozando de novo… aaaahhh que delícia! Eles ficaram ali, paus ainda dentro, pulsando. Maria beijou os dois, língua enfiada na boca de cada um, provando o gosto deles. - Isso é só o começo, meus meninos – sussurrou ela, voz rouca de tesão. – A mamãe quer mais. Quero vocês dois me fodendo a noite toda. Eles não pararam. Levaram ela pro quarto, jogaram na cama de casal. Lucas deitou e puxou a mãe pra sentar na cara dele, fazendo ela rebolar na boca enquanto ele chupava a buceta cheia de porra. Pedro enfiou a pica no cu dela de novo, metendo forte enquanto ela se esfregava no rosto do irmão. - Lambe a porra que seu irmão deixou na minha buceta, Lucas… isso… chupa o grelinho da mamãe… aaaahhh sim! O cu dela fazia barulho molhado toda vez que a pica do Pedro entrava e saía. Maria rebolava desesperada, peitos balançando, gemendo sem parar. - Aaaaiii caralho… meu cu tá sendo arrombado de novo… fode, Pedro… mete tudo! Eles gozaram mais uma vez, enchendo ela de novo. Depois trocaram: Pedro na buceta, Lucas no cu. Maria de quatro, sendo fodida como uma cadela no cio. A cama rangia, os corpos suados batendo, porra escorrendo pelas coxas dela. - Olha só essa vadia… nossa mãe virando puta pra gente – riu Lucas, dando tapa na bunda. - Sim… sou a puta de vocês… fode a buceta e o cu da mamãe até eu não aguentar mais – respondeu ela, voz quebrada de prazer. A noite inteira foi assim. Rodaram posições: ela chupando um enquanto o outro metia, dupla penetração de novo, gozando na boca, na cara, nos peitos. Maria engolia porra, lambia os paus sujos, pedia mais. O quarto cheirava a sexo, suor e porra. Os gemidos dela ecoavam pela casa. - Aaaahhh não para… me fode mais… quero sentir meus meninos gozando dentro de mim até amanhã! Quando o sol começou a raiar, os três estavam exaustos, corpos colados, paus ainda meio duros dentro dela. Maria sorria, buceta e cu latejando de tanto uso, mas o tesão ainda ali, queimando baixo. - Da próxima vez que vocês me abraçarem… eu vou querer isso de novo – murmurou ela, beijando o peito dos filhos. - Pode deixar, mãe – disse Lucas, apertando a bunda dela. - A gente vai te foder sempre que você quiser – completou Pedro, enfiando um dedo no cu dela de novo. Maria fechou os olhos, sentindo a porra escorrendo devagar. A obsessão tinha virado realidade. E ela nunca mais ia se controlar.
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