A noite estava quente para cacete, aquele calor de fim de verão que deixa a pele grudenta e a cabeça cheia de pensamentos safados. Renato parou o carro na frente da casa do amigo Carlos, desceu devagar, ajustando a bermuda folgada que mal escondia o volume já meio interessado só de imaginar. Ele bateu na porta com firmeza, o perfume bom ainda fresco no pescoço, camisa aberta no peito mostrando um pedaço do peitoral definido de quem malha todo dia. Do outro lado, Tainara ouviu a batida e sentiu um friozinho na barriga. Ela estava sozinha, o marido viajando a trabalho até amanhã, e o corpo dela já pedia atenção fazia mais de um mês. Vestia um short curtinho de legging preta que marcava cada curva da bunda empinada, daqueles que sobem um pouco quando ela anda, e um top fino com decote generoso que deixava os seios quase pulando para fora, mamilos marcando o tecido fino. O cabelo solto, bagunçado de propósito, e o cheiro de sabonete de banho recente ainda no ar. Ela foi até a porta, abriu um sorriso curioso e perguntou: — Quem é? Renato respondeu com aquela voz grave, calma: — Boa noite, moça, sou Renato, amigo do seu marido. Ele se encontra? Tainara reconheceu o nome na hora. Carlos tinha falado dele algumas vezes, o cara novo que ele estava ajudando. Ela abriu mais a porta e respondeu com um tom leve, quase brincalhão: — Oi, Renato, prazer, Tainara. Ele não se encontra, volta só amanhã. Vou viajar a trabalho também, mas ainda nem arrumei as malas direito. Renato deu um meio sorriso, passando a mão no cabelo curto. — Muito prazer, dona Tainara. Ah, poxa, eu emprestei umas ferramentas para ele, aí vim buscar. Ela deu um passo para o lado, o short subindo um pouco mais na coxa grossa, e fez sinal para ele entrar. — Pode entrar aqui, eu te ajudo a pegar. Renato hesitou um segundo, mas entrou, sentindo o ar condicionado geladinho contrastar com o calor lá fora. Ele estava de bermuda cargo e camisa folgada, cheirando a homem limpo e suado ao mesmo tempo, daqueles cheiros que deixam mulher atenta. — Ah, mas não é incômodo? Tainara fechou a porta e virou para ele, a bunda balançando de leve no short justo. — Claro que não, é chato pegar as coisas emprestadas e depois não devolver. Eles conversaram um pouco na sala, ela oferecendo água, ele aceitando. Enquanto ela se abaixava para pegar o copo no armário baixo, empinou a bunda sem querer — ou querendo — bem na direção dele. A legging marcava o contorno perfeito da raba redonda, o tecido esticado deixando ver o formato da calcinha fininha por baixo. Renato sentiu o pau dar uma pulsada dentro da bermuda. Ele tomou a água, os olhos passeando pelo corpo dela sem disfarçar muito. — Estava treinando? Tainara riu, encostando no balcão. — Estava me preparando para ir. Treinar é meio chato, bem que eu queria algo mais divertido para me exercitar. Renato ergueu a sobrancelha, o tom ficando mais solto. — Tipo o quê? Ela deu de ombros, o decote do top descendo um pouco mais, mostrando o vale entre os seios. — Não sei, tem alguma sugestão? Ele riu baixo, sentindo o clima mudar. — Sei lá, pode ser dançar, algo assim. Não consigo pensar em muita coisa agora, estou desempregado e vim ver se o Carlos consegue uma vaga para mim lá. Tainara mordeu o lábio inferior, os olhos descendo para o corpo dele. — Ah tá, você tem que esquecer um pouco isso e se distrair. Renato sentiu o convite no ar. Ele se aproximou um passo. — Poxa, Tainara, acredita que eu cogitei até em fazer job, algo assim? Por causa do desespero. Ela riu, o riso saindo rouco. — Sério? — Foi. Tainara olhou ele de cima a baixo, devagar. — Acho que você se daria bem, é bonito. Renato deu um passo mais perto, a voz baixando. — Mas disseram que só ser bonito não basta, né? Ela se encostou mais no balcão, os seios subindo com a respiração. — É… Tem que saber comer bem. O ar ficou pesado. Renato sorriu, malicioso. — Nisso eu garanto que faço bem também, e também acho que tenho um bom tamanho de… Tainara sentiu a buceta contrair só de ouvir. — Hmmm, sério? — Quer dizer, nunca reclamaram, né, e sempre fui elogiado. Então não é minha opinião que vale e sim de quem ver. Ela lambeu os lábios. — Uau, eu te entendo porque nunca reclamaram de mim também. Renato chegou bem perto, o perfume dele misturando com o cheiro dela. — Mas não vejo motivos para reclamar de você, corpo lindo e perfeito, deve ser bem excelente. Tainara sentiu o calor subir. — Obrigada, tento dar sempre o meu máximo. Ele não aguentou mais o joguinho. — Pois é, então tipo, acha que se eu mostrasse o meu dote, seria já bom ter uma opinião a respeito? Ela respirou fundo, os mamilos duros marcando o top. — Eu poderia ser seu teste para ver se você leva jeito mesmo. Renato riu, excitado. — Tainara, Tainara… — Eu, eu. — Olha que eu não recusaria um convite desses, hein? Ela sentiu a buceta molhar na hora. — Você já me atiçou mesmo. — Aticei como? — Falando que é bom, grande e sendo bonito. Renato não esperou mais. Ele puxou ela contra o corpo dele com força, as mãos grandes apertando a bunda macia por cima da legging, os dedos afundando na carne. — Mas se sou. Quer ver o tamanho dele? Tainara gemeu baixinho, sentindo o volume duro encostar na barriga dela. — Quero… Renato se afastou só o suficiente, segurou o volume na bermuda, apertou e abaixou tudo de uma vez — bermuda e cueca. A pica escapou pesada, grossa, veias pulsando, cabeça vermelha brilhando de tesão, já babando pré-gozo no ar. Tainara ficou olhando fixamente, os olhos arregalados. — Meu Deus, que rola grande. E linda. Renato segurou a base, balançando a pica na frente dela. — Está assim por sua causa, sua gostosa. Pois não aguento ver mulher de amigo meu passando necessidade de pica. Ela sorriu safada, tirando o top devagar, depois o short e a calcinha, ficando completamente pelada na frente dele. Os seios firmes, mamilos duros, a buceta lisinha, inchadinha, já brilhando de melado escorrendo pela coxa. — Já que me mostrou você, essa sou eu. Renato perdeu a razão. A pica deu solavancos fortes, latejando mais dura ainda. — Nossa, que delícia de mulher é essa, hein? Vem cá, vem, deixa eu ver de pertinho. Tainara se aproximou, cara a cara, o pau dele encostando na barriga dela, quente e pulsante. — Pelo jeito você gostou mesmo, seu pau ficou mais animado. Ele agarrou a bunda dela com as duas mãos, puxou forte e colou a boca na dela num beijo molhado, língua entrando fundo, sugando a dela, explorando o céu da boca enquanto apertava e abria as nádegas, os dedos roçando o cuzinho piscando. Tainara passou os braços no pescoço dele, retribuindo o beijo com fome, gemendo na boca dele. — Aaaahhh… Pelo jeito você amou minha bunda, né? Renato apertou mais, batendo de leve na raba. — Amei tudo em você, mas essa raba está me tirando do sério, amorzinho. Ele a pegou pelos ombros, virou ela de costas e começou a surrar a bunda com tapas fortes, a palma da mão estalando na carne macia, deixando marcas vermelhas. — Isso que tapas gostosos. Eu amo isso. Renato não parou, deu mais tapas, violentos, a bunda balançando a cada golpe. — Toma, toma. Tainara empinou mais, gemendo alto. — Isso, me deixa marcada mesmo. Ela se ajoelhou na frente dele, pegou a rola grossa com as duas mãos e enfiou na boca quente e molhada, chupando com vontade, a língua rodando na cabeça, sugando o pré-gozo. — Aiii que putinha. Vai, amor, chupa esse pau que é todinho seu, vai. Tainara masturbava a base enquanto mamava fundo, babando tudo, os lábios esticados ao máximo. — Que pau saboroso. Renato segurou a cabeça dela e começou a socar devagar no começo, depois mais forte, a pica entrando na garganta. — Usa minha boca, vai. Ela engasgou, babou pra caralho, lágrimas nos olhos de tesão, mas não parou, engolindo tudo que conseguia. — Toma, toma, toma. A pica inchava na boca dela, pulsando. — A pica vai inchando na sua boca enquanto vou socando forte e alucinado. Tainara tirou só para respirar, babando no queixo. — Minha boca está preenchida com sua rola. Que delícia. Amo mamar assim. Renato puxou ela pelos cabelos. — Isso, deixa ele bem babado, deixa, para daqui a pouco eu socar ele com facilidade nessa bucetinha. — Claro. Eu preciso disso. Que me fodam assim. Ele perguntou, ofegante: — Quanto tempo tem que o Carlos não come, hein? Tainara, ainda com a rola na boca, respondeu babando nas bolas. — Mais de um mês. Estou doida pra cair em uma rola. Renato sorriu possessivo. — Isso, isso, sua putinha, vai babando. Vai, vai. Agora seu problema acabou, vou vir sempre comer, pois agora você é minha putinha também. Tainara lambeu as bolas dele, olhos cheios de tesão. — Eu sou sua putinha mesmo. Vou dar sempre para você. Renato a puxou. — Então vem, fica de quatro aqui no sofá. Tainara obedeceu na hora, subiu no sofá, empinou a bunda alta, as mãos no assento, a buceta aberta brilhando, o cuzinho piscando. Renato admirou a visão, passou a mão na raba. — Você gosta de apanhar, né? — Eu amo. Adoro ser tratada igual puta. Gosto de apanhar, ser enfocada, puxada de cabelo. Ele mandou: — Então encosta a cabeça no travesseiro, fecha os olhos que vou te dar uma surpresa. E empina mais. Tainara obedeceu, rosto no travesseiro, bunda para cima. Renato pegou a sandália dele no chão, bateu com força na nádega direita — o estalo ecoou na sala. — Aiiii que delícia. Ele bateu na outra. — Meu Deus. Depois pegou as duas sandálias e bateu as duas ao mesmo tempo, bem mais forte. — Você é um puto mesmo. Me tratando assim. Me deixando doida. Me fode logo, por favor. Renato mandou: — Empina mais, vai, deixa a bucetinha toda exposta. Tainara abriu as pernas, empinou ao máximo. — Pronto, meu dono. Toda sua. Ele mandou ela abrir o cu com as próprias mãos. — Pronto, bebê. Estou abrindo muito para você. Renato olhou a buceta inchada, melada, o grelinho protuberante. Pegou a sandália e bateu forte bem no meio da buceta — o estalo molhado foi alto. — Caralho. Que dor gostosa. Ele bateu de novo, mais forte, o barulho de porrada ecoando. — Eu estou maluca já. Meu Deus. Renato viu a buceta inchando, ficando vermelha e brilhante. — Eita, bebê, sua bucetinha está ficando mais inchada, o que está havendo com ela? Tainara tremia, mel escorrendo pelas coxas. — Está doendo gostoso para caralho… Por favor, Renato, me fode agora. Enfia essa rola grossa nessa buceta que está pingando para você. Ele não aguentou mais. Segurou a pica pela base, esfregou a cabeça na entrada molhada, sentindo o calor, e meteu tudo de uma vez, até o talo, abrindo a buceta apertada. — Aaaaaahhhhhhh caralho! Que rola grossa! Está me rasgando toda! Renato começou a meter forte, as bolas batendo no grelinho, o som de carne molhada enchendo a sala — ploc ploc ploc. — Toma, sua putinha, toma essa pica que você pediu. Olha como sua buceta engole tudo, gulosa do caralho. Ele puxou o cabelo dela, arqueou as costas dela, metendo mais fundo, batendo no fundo da buceta. — Isso, Renato! Fode mais forte! Me usa como sua vadia! Aaaahhh aaaahhh eu estou gozando já! O corpo dela tremeu, a buceta apertando a rola dele como um punho, esguichando mel quente nas bolas dele. Renato não parou. Tirou a rola brilhando, virou ela de frente, abriu as pernas dela no sofá e meteu de novo, olhando nos olhos dela enquanto socava. — Olha para mim enquanto eu te fodo, Tainara. Olha essa rola entrando e saindo da sua bucetinha inchada. Ela gemia sem parar, unhas cravando nas costas dele. — Que delícia… Sua pica é perfeita… Me enche toda… Aaaahhh fode fode fode! Ele chupou os mamilos dela, mordeu de leve, metendo sem parar. Depois virou ela de lado, uma perna para cima, metendo de conchinha, a mão batendo na bunda enquanto a outra esfregava o grelinho inchado. — Olha esse cu piscando pedindo rola também… Quer no cu depois, sua safada? Tainara gemeu mais alto. — Quero tudo… Quero você me arrombando o cu também… Mas agora fode minha buceta até eu gozar de novo! Ele meteu mais rápido, o suor escorrendo dos dois, o cheiro de sexo tomando a sala inteira. Tainara gozou pela segunda vez, gritando, o corpo convulsionando. Renato tirou a rola, mandou ela de quatro de novo e enfiou no cu devagar, sentindo o anel apertado abrir. — Aaaaaaiiiii que cu apertado do caralho! Está me espremendo a rola toda! — Enfia tudo, Renato! Arromba meu cu! Eu sou sua puta para sempre! Ele socou fundo no cu, metendo forte, a mão estalando na bunda, a outra puxando o cabelo. Os gemidos dela viraram gritos de prazer. — Isso! Me fode no cu! Mais forte! Aaaahhh aaaahhh caralho eu estou gozando no cu! Renato sentiu as bolas apertarem, meteu mais fundo e gozou jorrando dentro do cu dela, leite quente enchendo tudo, escorrendo pelas coxas quando ele tirou. Eles caíram no sofá, suados, ofegantes. Mas ele não tinha terminado. Depois de uns minutos descansando, ele a pegou no colo, levou para o quarto, deitou ela na cama e começou tudo de novo — chupando a buceta inchada, enfiando a língua no cu, depois metendo a rola de novo na buceta, na boca, no cu, em todas as posições possíveis. Tapas, mordidas, puxões de cabelo, ela mamando as bolas enquanto ele socava a garganta, ele batendo a rola na cara dela, esfregando no grelinho até ela gozar esguichando no peito dele. Horas se passaram. Tainara gozou mais quatro vezes, a voz rouca de tanto gemer. Renato gozou três vezes — uma na boca, uma na buceta, uma no cu — e ainda tinha energia para mais. No final, deitados na cama bagunçada, mel e porra por todo lado, ele passou a mão na bunda marcada dela e sussurrou: — Agora você é minha putinha oficial. Toda vez que o Carlos viajar, eu venho aqui te comer até você não aguentar mais. Tainara sorriu, beijando o peito dele, a mão já descendo para o pau semi-duro. — E eu vou te esperar de pernas abertas, Renato. Pode vir sempre. Essa buceta e esse cu são seus agora. Eles ficaram ali, corpos colados, o calor da noite ainda mais quente depois de tanta sacanagem. A casa inteira cheirava a sexo, e os dois sabiam que aquilo era só o começo.
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