O flagra que acordou o monstro!

A casa estava silenciosa aquela noite de sexta, só o zumbido baixo do ar-condicionado e o barulho distante dos carros na avenida lá embaixo. Pedro, com seus 18 anos recém-completados, corpo de academia já definido, cabelo bagunçado e aquele olhar curioso de quem ainda descobria o mundo, desceu as escadas sem fazer barulho. Ele tinha voltado mais cedo da casa do amigo, o celular sem bateria, e só queria pegar um copo de água na cozinha antes de cair na cama. Mas quando passou pela porta entreaberta do quarto principal, o som chegou primeiro. Gemidos abafados, molhados, aquele barulho de carne batendo em carne que ele reconheceu de cara dos vídeos que via escondido no celular.
Ele parou. O coração acelerou. Empurrou a porta só um centímetro e viu a TV de 85 polegadas no pé da cama acesa, transmitindo ao vivo o que estava acontecendo bem ali no quarto. A imagem era cristalina, sem censura. Laura, sua madrasta de 48 anos, corpo ainda firme apesar da idade, peitos grandes e pesados balançando, estava de joelhos no chão, completamente nua. Os pulsos amarrados para trás com uma corda preta, os seios espremidos contra o tapete felpudo. Um plug anal grosso, preto, brilhando de lubrificante, enfiado fundo no cu dela, o anel apertado piscando em volta da base. O pai dele, Carlos, de joelhos atrás, suado, pica dura latejando, tentava enfiar a mão inteira na buceta dela. Os dedos já até o punho, esticando os lábios carnudos e rosados, a buceta inchada e molhada escorrendo porra e lubrificante pelo chão.
- Caralho, Laura, sua buceta tá abrindo tanto hoje... aguenta, vadia, aguenta o punho do seu macho – Carlos rosnava, voz rouca, empurrando devagar.
Do lado, na tela do computador ligado na webcam, o amigo mais novo deles, um cara de 25 anos chamado Rafael, estava de quatro chupando o pau do Carlos com fome. A boca dele babando, engolindo até o talo, as bolas batendo no queixo enquanto ele gemia.
- Mmmph... que pica grossa, Carlos... me fode a garganta enquanto você fista essa puta da sua esposa – Rafael murmurava entre chupadas, saliva escorrendo pelo queixo.
Pedro ficou paralisado na porta. Os olhos grudados na tela e na cena real. Laura gemia desesperada, o rosto vermelho, baba escorrendo da boca aberta.
- Ai meu Deus... Carlos... tá fundo demais... meu cu tá apertando o plug, minha buceta vai rasgar... mas não para, por favor, não para... me fode com a mão inteira, me faz sua cadela na frente da câmera – ela implorava, o corpo tremendo, o grelinho inchado e vermelho pulsando visível entre os lábios abertos.
Pedro sentiu a própria pica endurecer dentro da cueca, latejando forte. Ele nunca tinha visto nada assim. A madrasta, sempre tão elegante, tão “mãe” pra ele, ali de quatro, amarrada, plug no cu, buceta sendo fistada enquanto o marido tomava uma chupada. As imagens gravaram na mente dele como ferro quente. Ele ficou ali uns minutos, pau na mão sem nem perceber, batendo devagar enquanto via o pai enfiar o punho todo, a buceta de Laura engolindo até o pulso, o suco jorrando em jatos.
- Porra, tá gozando de novo, sua puta! Olha o leite escorrendo no meu braço – Carlos ria, girando o punho dentro dela.
Laura gritou, o corpo convulsionando.
- Aaaahhh... caralho... tô gozando... meu cu tá piscando no plug... me enche toda, por favor... quero porra na buceta, no cu, na boca... me usa como uma vadia ao vivo!
Pedro gozou ali mesmo no corredor, quieto, leite quente molhando a cueca. Depois subiu pro quarto sem fazer barulho, mas aquelas imagens não saíram mais da cabeça. Ele batia punheta pensando na madrasta todo dia, imaginando aquela buceta esticada, aquele cu com plug, os gemidos dela pedindo mais.
Carlos percebeu tudo. No dia seguinte, quando Laura saiu pra academia, ele chamou o filho pro escritório.
- Filho, senta aí. Eu sei que você viu ontem. Vi o reflexo na porta. E sei que tá com a imagem gravada na cabeça, né? Aquela buceta da sua madrasta aberta, o cu dela piscando com o plug, eu fistando ela enquanto o Rafael mamava minha pica.
Pedro ficou vermelho, mas não negou. O pau já mexendo na calça só de lembrar.
- Pai... eu... caralho, foi foda. Nunca vi a Laura assim. Ela parecia outra pessoa.
Carlos sorriu, malicioso.
- Ela é outra pessoa na cama, Pedro. Sua madrasta adora ser usada, adora pica grossa, adora cu arrombado, adora levar porra na cara. E eu tô pensando em dar um presente pra você. Quero que você coma ela. Quero que você foda a buceta e o cu da sua madrasta bem gostoso, enquanto eu assisto. Ela não sabe ainda, mas eu vou criar a situação perfeita.
Pedro engoliu seco, pica dura como pedra.
- Sério, pai? Eu... eu quero pra caralho. Quero meter nessa buceta que você fistou, quero chupar esse grelinho inchado, quero enfiar no cu dela enquanto ela geme desesperada.
Carlos riu baixo.
- Então prepara a pica, filho. Amanhã à noite. Eu vou sair com uma desculpa, deixar vocês dois sozinhos. Vou deixar o quarto preparado, cordas, plug, lubrificante, câmera ligada se quiser. Mas o resto é com você. Come ela como homem. Mostra pra ela que a pica nova de 18 anos é melhor que a minha.
No dia seguinte, a casa estava vazia. Laura chegou da rua, suada da academia, shortinho colado na bunda grande, top apertando os peitos. Entrou no quarto e encontrou Pedro sentado na cama, só de cueca, pica já marcando o tecido grosso.
- Pedro? O que você tá fazendo aqui, filho? Seu pai saiu, eu achei que...
Ela parou quando viu o olhar dele. Feroz. Faminto. O mesmo olhar que Carlos tinha quando amarrava ela.
Pedro se levantou, agarrou o pulso dela com firmeza, puxou pro centro do quarto.
- Mãe... eu vi tudo aquela noite. Vi você de quatro, plug no cu, buceta sendo fistada pelo pai, Rafael chupando a pica dele. Vi você gozando como uma puta, pedindo mais. E agora eu quero. Quero comer você. Quero foder essa buceta e esse cu que o pai preparou pra mim.
Laura ficou chocada, mas os mamilos endureceram na hora, a buceta molhando o shortinho. Ela tentou resistir por um segundo, mas a voz saiu fraca.
- Pedro... não... você é meu enteado, meu filho... isso é loucura...
Ele não deixou ela terminar. Empurrou ela contra a cama, tirou o shortinho e a calcinha num puxão. A buceta dela já brilhava, lábios carnudos inchados, grelinho aparecendo.
- Olha essa buceta, mamãe. Tá molhada só de eu falar. Você adora ser usada, né? Adora pica jovem rasgando você.
Ele ajoelhou, abriu as pernas dela com força, enfiou a cara entre as coxas. A língua lambeu o grelinho devagar, depois chupou forte, sugando o botãozinho inchado enquanto dois dedos entravam na buceta quente e molhada.
Laura gemeu alto, as mãos no cabelo dele.
- Aaaahhh... Pedro... caralho... não... ai meu Deus... que língua gostosa... chupa o grelinho da madrasta... mmmhh... tá me deixando louca...
Pedro metia os dedos fundo, curvando pra acertar o ponto G, a boca trabalhando no clitóris sem parar.
- Porra, madrasta, sua buceta tem gosto de puta safada. Tá escorrendo pra caralho. O pai fistou você ontem e ainda tá aberta pra mim.
Ele levantou, tirou a cueca. A pica de 18 anos pulou pra fora, grossa, veias saltadas, cabeça roxa brilhando de pré-gozo, maior que a do pai.
Laura arregalou os olhos.
- Meu Deus... que pica enorme... maior que a do seu pai... vai me rasgar toda...
Pedro agarrou os cabelos dela, empurrou a cara contra o pau.
- Chupa, vadia. Mama a pica do seu enteado como você mama a do meu pai.
Laura obedeceu, boca aberta, engolindo fundo, babando, garganta apertando em volta da grossura.
- Gluck... gluck... mmmph... que pica deliciosa... me fode a garganta, Pedro... me usa...
Ele fodeu a boca dela com força, bolas batendo no queixo, saliva escorrendo pelos peitos grandes. Depois puxou ela pelos cabelos, jogou de quatro na cama, o cu empinado, buceta pingando.
- Agora eu vou te comer, mãezinha. Primeiro a buceta.
Ele meteu tudo de uma vez, pica grossa abrindo os lábios, fundo até as bolas. Laura gritou de prazer.
- Aaaaiii... caralho... tá fundo demais... me fode, Pedro... mete essa pica jovem na buceta da sua madrasta... rasga ela!
Pedro segurou os quadris dela, metendo forte, rápido, o barulho de pele contra pele enchendo o quarto. A buceta dela apertava, suco escorrendo pelas coxas.
- Porra, que buceta gulosa... tá sugando minha pica... goza pra mim, vadia... goza na pica do enteado!
Laura convulsionou, o primeiro orgasmo vindo forte.
- Aaaahhh... tô gozando... meu Deus... minha buceta tá explodindo... me enche de porra, Pedro... me enche!
Ele não parou. Continuou metendo enquanto ela gozava, o corpo tremendo. Depois tirou a pica, olhou o cu piscando.
- Agora o cu, madrasta. Quero arrombar esse cu que tava com plug ontem.
Ele cuspiu no cu dela, esfregou a cabeça da pica, empurrou devagar. O anel apertado cedeu, engolindo centímetro por centímetro até ele estar todo dentro.
Laura gritou, unhas cravando no lençol.
- Aaaaiii... meu cu... tá me arrombando... que pica grossa no meu cu... fode ele, Pedro... me fode o cu como uma puta!
Ele metia com força agora, o cu dela esticando em volta da pica, bolas batendo na buceta molhada. Uma mão foi pro grelinho, beliscando e esfregando enquanto fodia o cu.
- Toma no cu, madrasta... toma a pica do enteado bem fundo... geme pra mim, sua cadela!
Os gemidos dela eram desesperados, roucos, quase soluços de prazer.
- Haaa... haaa... me fode o cu... me arromba... quero leite no meu cu... quero que você goze dentro de mim!
Carlos, que tinha voltado escondido e assistia pela porta entreaberta, pau na mão, sorria satisfeito. Ele entrou devagar, sem interromper.
- Continua, filho. Come ela direito. Eu quero ver você enchendo a buceta e o cu da sua madrasta de porra.
Laura olhou pra trás, olhos vidrados de tesão.
- Carlos... seu filho tá me comendo... a pica dele é maior... tá me destruindo... aaaahhh...
Pedro acelerou, metendo no cu com fúria, depois tirou e meteu na buceta de novo, alternando buracos, usando ela como um brinquedo.
- Vou gozar, mãe, vooou gooozaar... toma meu leite!
Ele explodiu dentro da buceta dela, jatos grossos e quentes enchendo até escorrer. Laura gozou de novo, gritando.
- Aaaahhh... tá me enchendo... sinto o leite quente no útero... porra... que gozo gostoso...
Mas não acabou. Pedro ainda duro, virou ela de costas, abriu as pernas e meteu de novo na buceta cheia de porra, fodendo o creme que ele mesmo tinha deixado.
- Olha o creampie que eu fiz, mamãe. Agora vou foder meu próprio leite dentro de você.
Carlos sentou na cadeira ao lado, batendo punheta devagar.
- Isso, filho. Usa ela a noite toda. Quero ver você comer essa vadia até ela não aguentar mais andar.
As horas se arrastaram em uma maratona de sacanagem. Pedro comeu Laura em todas as posições. De lado, com uma perna levantada, a pica entrando fundo no cu enquanto ele chupava os peitos. Depois ela cavalgando, buceta engolindo a pica até as bolas, rebolando desesperada, gemendo sem parar.
- Haa... haa... que pica... me mata gostoso... fode a buceta da madrasta... me faz sua puta particular!
Ele gozou mais três vezes: uma na boca dela, obrigando ela a engolir tudo enquanto olhava nos olhos; outra no cu, enchendo até vazar; e a última entre os peitos grandes, pintando os mamilos de porra branca.
Laura estava destruída, corpo marcado de chupões, buceta e cu vermelhos e abertos, leite escorrendo de todos os buracos, mas ainda pedia mais.
- Mais, Pedro... não para... me fode de novo... quero sua pica no meu cu enquanto o seu pai assiste...
Carlos finalmente se juntou, mas só pra segurar os peitos dela enquanto o filho metia. Os dois picas, pai e filho, revezando na boca dela, depois na buceta, depois no cu. Laura em êxtase total, gemendo como nunca.
- Aaaaiii... dois paus... me enchem... me usam... sou a puta da família agora... fode, fode, fode!
A noite virou madrugada. O quarto cheirava a sexo, suor, porra e buceta molhada. Pedro gozou pela última vez, enchendo o cu dela de novo, enquanto Laura gozava squirtando no chão, corpo tremendo incontrolável.
- Aaaahhh... tô morrendo de tanto gozaaar... Pedro... você me comeu melhor que o seu pai... meu cu e minha buceta são seus agora...
Carlos bateu palmas devagar, pau mole de tanto gozar assistindo.
- Bom trabalho, filho. Agora ela é nossa. Toda vez que eu quiser, você vem e come a madrasta. Ela vai estar sempre pronta, plug no cu, buceta molhada, esperando a pica jovem.
Pedro puxou Laura pra um beijo molhado, mão ainda no grelinho dela, esfregando devagar.
- Ouviu, mãe? De agora em diante, quando o pai não estiver, eu vou te foder. Vou te fistar como ele fez, vou enfiar plug no seu cu e te comer até você implorar pra parar. Essa buceta e esse cu são meus também.
Laura, voz rouca de tanto gemer, sorriu exausta, olhos brilhando de tesão.
- Sim, Pedro... me come quando quiser... sou a vadia do meu enteado agora... vem sempre foder sua madrasta bem safada...
E assim, naquela casa, o segredo virou rotina. Toda semana, Carlos criava uma desculpa, saía, e deixava Pedro sozinho com Laura. As sessões ficavam cada vez mais intensas, mais chulas, mais longas. Câmeras ligadas, plugues maiores, cordas mais apertadas. Laura gemia desesperada toda vez que a pica do enteado entrava, pedindo para ser usada, arrombada, enchida de porra. Pedro descobriu que adorava fistar ela também, imitando o pai, enfiando a mão na buceta quente enquanto chupava o grelinho. Carlos assistia, às vezes participava, mas o principal era ver o filho de 18 anos destruindo a esposa dele com aquela pica jovem e incansável.
As imagens do flagra inicial nunca saíram da cabeça de ninguém. Elas viraram combustível. Toda vez que Pedro metia fundo no cu da madrasta, ele lembrava da cena na TV de 85 polegadas, e metia mais forte. Laura gozava mais alto, sabendo que o enteado tinha visto ela no pior – ou melhor – estado possível, e agora era ele quem mandava nela.
A família nunca mais foi a mesma. Mas ninguém reclamava. A buceta da madrasta vivia molhada, o cu sempre pronto com plug, e a pica do filho sempre dura, pronta pra comer a esposa do pai. E Carlos, satisfeito no canto, batia punheta vendo o filho foder a mulher dele, sabendo que tinha criado o monstro perfeito.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
O flagra que acordou o monstro!

Codigo do conto:
258610

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
04/04/2026

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