Era Páscoa em Alagoinhas e o calor baiano já tava daquele jeito que deixa todo mundo meio louco. Eu, com meus 23 anos, tinha voltado da faculdade pra passar uns dias em casa. Trabalho, estudo, vida corrida em outra cidade, mas nada como voltar pro ninho da família. Meus pais tavam lá embaixo na sala, assistindo TV e comendo ovo de chocolate, rindo de alguma coisa boba. E lá em cima, no quarto que a gente dividia desde pequeno, minha irmã Luana, 19 anos recém-completos, tava mexendo com a minha cabeça de um jeito que eu nunca imaginei. Ela sempre foi a caçula linda, corpo de academia, pele morena brilhando de tanto sol na Bahia, cabelo cacheado caindo nas costas. Mas dessa vez... porra, tava diferente. Assim que eu cheguei, ela me abraçou forte demais, apertando os peitos dela contra meu peito, e sussurrou no meu ouvido: - Saudade de você, maninho... você tá bem mais gostoso agora. Eu ri, nervoso, achando que era brincadeira de irmã. Mas não era. O dia todo ela ficava passando a mão na minha coxa quando sentava do meu lado no sofá, roçando a perna dela na minha, olhando com aqueles olhos pretos cheios de malícia. À noite, quando eu tava deitado na cama de casal que a gente dividia por causa da visita, ela saiu do banho sem toalha nenhuma. Porta aberta, luz acesa. Eu vi tudo. Os peitos firmes, mamilos escuros e duros, a bucetinha depilada brilhando de gotas d’água, a bundinha redonda balançando enquanto ela andava devagar pro quarto. Meu pau acordou na hora, latejando dentro da cueca. - Ops... esqueci a toalha – ela disse, sorrindo safada, sem cobrir nada. Eu fiquei mudo, só olhando. Ela se vestiu bem devagar, de propósito, e deitou do meu lado como se nada tivesse acontecido. O cheiro dela, sabonete e buceta fresca, ficou no ar a noite toda. Na manhã seguinte, por volta das nove e meia, eu ainda tava na cama, preguiçoso, pau meio duro de manhã. Pais lá embaixo. Luana no banheiro. Meu celular vibrou duas vezes. Abri. Duas selfies. Ela completamente pelada na frente do espelho grande do banheiro. Primeiro foto: de frente, pernas um pouco abertas, buceta lisinha, grelinho aparecendo entre os lábios carnudos, uma mão apertando um peito. Segunda foto: de lado, bundinha empinada, cu piscando pro espelho, olhar direto pra câmera. Embaixo, a mensagem: - Tô pronta, e você? Meu coração disparou. Pau ficou duro pra caralho na hora, latejando contra a cueca. “Porra, não, isso não tá acontecendo”, pensei. Mas tava. E eu tava louco pra responder. Não respondi nada. O dia seguiu normal. Almoço em família, chocolate, risada. Mas o ar entre a gente tava carregado. Toda vez que nossos olhos se encontravam, ela lambia o lábio devagar. Toda vez que nossos pais viravam as costas, ela roçava a bunda na minha virilha de propósito. À tarde os velhos saíram pra visitar uma tia. Casa vazia. Só eu e ela. Eu tava na cozinha pegando água quando ela apareceu atrás de mim, colou o corpo inteiro nas minhas costas e sussurrou: - Maninho... você não respondeu minha mensagem. Tá com medo ou tá com tesão? Eu me virei. Ela tava só de shortinho curto e regata fina, sem sutiã, mamilos marcando o tecido. Meu pau já tava meio duro de novo. - Luana... porra, você é minha irmã. Ela sorriu, colocou a mão direto na minha bermuda e apertou minha pica por cima da roupa. - E daí? Eu sou tua irmã e tô louca pra sentir essa pica grossa dentro de mim. Eu vi você olhando ontem. Vi você duro hoje de manhã. Para de fingir, caralho. O toque dela foi elétrico. Eu segurei o rosto dela e beijei. Beijo molhado, língua dançando, saliva trocando. Ela gemeu baixinho na minha boca: - Hmmm... isso, maninho... me beija gostoso. Minhas mãos desceram, apertaram aquela bunda macia, puxei ela pra cima. Luana pulou no meu colo, enrolou as pernas na minha cintura. Eu carreguei ela pro quarto, joguei na cama. Ela riu, tirou a regata num segundo. Peitos lindos saltaram livres, mamilos duros como pedra. - Chupa, vai... chupa esses peitinhos que você sempre olhou escondido. Eu caí de boca. Chupei um mamilo com força, mordi de leve, suguei o outro enquanto minha mão descia pro shortinho dela. Tirei tudo. Buceta lisinha, já molhada pra caralho, brilhando. Passei o dedo no grelinho inchado e ela tremeu inteira. - Aaaahhh... caralho, maninho... isso... toca meu grelinho... ele tá louco por você. Eu desci o rosto, abri as pernas dela bem abertas e lambi. Língua passando devagar na buceta toda, saboreando o gosto doce e salgado dela. Chupei o grelinho com vontade, meti dois dedos na bucetinha apertada. Luana arqueou as costas, agarrou meu cabelo. - Porraaa... que delícia... come minha buceta com a boca, irmão... me faz gozar na tua língua... aaaahhh... assim... mais rápido... caralhooo! Os gemidos dela foram ficando desesperados. Eu metia os dedos fundo, curvando pra achar o ponto G, enquanto chupava o grelinho sem parar. Ela começou a rebolar no meu rosto, buceta escorrendo melado na minha boca. - Tô gozando... maninho... tô gozando na tua boca... aaaahhhhh... porraaa... que delíciaaa! Ela gozou forte, corpo tremendo, pernas apertando minha cabeça, buceta pulsando nos meus dedos. Jorro de tesão molhou meu queixo. Eu subi, tirei a bermuda e a cueca. Minha pica pulou dura, grossa, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Luana olhou com olhos vidrados de tesão. - Meu Deus... que pica linda... grossa pra caralho. Vem... me dá essa rola toda. Eu me encaixei entre as pernas dela. Esfreguei a cabeça da pica na bucetinha molhada, provocando. - Quer mesmo, mana? Quer que teu irmão te foda? Ela mordeu o lábio, puxou minha cintura. - Quero, caralho... enfia logo essa pica na minha buceta... me fode gostoso... me come como se eu fosse tua putinha particular. Eu meti devagar no começo. Centímetro por centímetro. Buceta dela era apertada pra porra, quente, molhada, sugando minha pica. Quando entrei todo, ela soltou um gemido longo e desesperado: - Aaaaaahhhh... que delícia... tá me enchendo toda... que pica grossa... me fode, maninho... mete forte! Comecei a meter. Devagar no início, depois mais rápido. O quarto encheu de barulho de pele batendo pele, buceta molhada fazendo barulho de tchap tchap tchap. Eu segurava os peitos dela, apertava os mamilos. Ela cravava as unhas nas minhas costas. - Mais forte... caralho... me fode mais fundo... quebra essa buceta... aaaahhh... assim... que gostoso... tua pica tá batendo no meu útero... porraaa! Eu metia como um animal. Puxei as pernas dela pra cima, dobrei ela no meio, metendo bem fundo. O cu dela piscava a cada estocada. Eu cuspi no dedo e comecei a massagear o cuzinho apertado enquanto continuava fodendo a buceta. - Quer no cu também, safada? Ela arregalou os olhos, gemendo mais alto: - Quero... quero tudo... enfia o dedo no meu cu enquanto me fode... aaaahhh... isso... tá tão bom... eu sou tua putinha, maninho... me usa... me fode os dois buracos... Eu meti o dedo no cu dela devagar. Buceta e cu apertando ao mesmo tempo. Luana tava delirando. Gemidos viraram gritos: - Aaaahhhh... caralhooo... tô gozando de novo... não para... mete mais... quebra minha buceta... porraaa... que delíciaaa! Ela gozou pela segunda vez, buceta esguichando, apertando minha pica como um punho. Eu não aguentei. Tirei a pica, virei ela de quatro, empinei aquela bundinha e meti de novo na buceta. Metendo fundo, batendo na bunda com a mão. - Toma, mana... toma essa porra toda... tua buceta tá me mamando... que delícia... Ela rebolava pra trás, encontrando cada estocada. - Me enche de porra... goza dentro... me engravida se quiser... eu quero sentir teu leitinho quente jorrando na minha buceta... aaaahhh... goza, maninho... goza pra tua irmã... Eu segurei o quadril dela com força e meti mais rápido. O quarto cheirava a sexo, suor, buceta molhada. Meu saco batia no grelinho dela. Eu sentia o gozo subindo. - Tô gozando... porra... vou encher tua buceta... - Goza... goza dentro... aaaahhhh... me enche! Eu explodi. Jato atrás de jato de porra grossa enchendo a bucetinha dela até transbordar. Gozei tanto que escorreu pelas coxas dela. Luana tremia, gozando junto pela terceira vez, cu piscando, buceta pulsando em volta da minha pica. A gente caiu na cama, suados, ofegantes. Minha pica ainda dentro dela, latejando. Ela virou o rosto, me beijou devagar. - Isso foi... o melhor sexo da minha vida, maninho. Eu tava louca por você desde que você chegou. Eu sorri, ainda dentro dela. - Eu também, mana. E isso aqui não vai parar na Páscoa. Toda vez que eu voltar pra casa... toda vez que os pais saírem... essa buceta vai ser minha. Ela apertou a buceta em volta da minha pica semi-dura e sussurrou: - Promete? Porque eu quero de novo agora... quero chupar essa pica toda suja da minha buceta... quero sentir o gosto da gente misturado. Eu puxei ela pra cima de mim. Luana desceu, pegou minha pica molhada na boca, lambeu devagar, chupou a cabeça, desceu até o saco, limpando tudo com a língua. - Hmmm... gosto de nós dois... que delícia... tua pica tá voltando a ficar dura... safado. Ela chupou com vontade. Garganta profunda, saliva escorrendo, olhos lacrimejando de tanto esforço. Eu segurava o cabelo cacheado dela e fodia a boca dela devagar. - Isso... chupa gostoso... mama essa pica, mana... que boquinha quente... Depois de deixar ela me chupar até eu ficar duro de novo, eu a puxei, sentei ela no meu colo e meti de novo. Dessa vez devagar, olhando nos olhos. Peito com peito. Bocas se roçando. - Eu te amo, Luana... mesmo sendo errado... eu te quero pra mim. - Eu também te amo, irmão... me fode devagar agora... me ama com essa pica... aaaahhh... assim... bem fundo... A gente fodeu mais duas vezes naquela tarde. Uma no banheiro, embaixo do chuveiro, ela encostada na parede, eu metendo por trás enquanto água caía. Outra na cama de novo, ela cavalgando, peitos pulando, gemendo sem parar: - Aaaahhh... que pica... me rasga... me enche de novo... goza no meu cu dessa vez... Eu gozei no cuzinho dela, jorrando porra quente enquanto ela dedilhava o grelinho e gozava gritando meu nome. Quando os pais voltaram, a gente tava na sala como se nada tivesse acontecido. Mas o olhar que ela me deu quando passou por mim... aquele sorriso safado... prometia que a Páscoa mal tinha começado. E assim foi o resto dos dias. Toda oportunidade que a gente tinha, a gente se comia. No quintal atrás da casa, rapidinho, ela de quatro no chão, shortinho abaixado, eu metendo rápido antes dos pais voltarem da igreja. No meu carro, estacionado na rua escura, ela mamando minha pica até eu gozar na boca dela e ela engolir tudinho, lambendo os lábios: - Hmmm... leitinho de irmão é o melhor. Na última noite antes de eu voltar pra faculdade, a gente ficou acordado até de madrugada. Fodemos devagar, intenso, quase romântico. Eu deitado, ela em cima, rebolando devagar, buceta engolindo minha pica toda. - Não quero que você vá embora... quero que você me coma todo dia. - Eu volto logo, mana... e quando eu voltar... vou te foder ainda mais gostoso. Ela gozou baixinho, tremendo, beijando minha boca enquanto apertava a buceta em volta de mim. Eu gozei dentro dela mais uma vez, enchendo até escorrer. Quando eu fui embora no dia seguinte, ela me abraçou forte na porta, sussurrou no meu ouvido: - Manda mensagem quando chegar... e me manda foto da pica dura pensando em mim. Porque minha buceta vai estar molhada te esperando. Eu entrei no carro sorrindo. Meu pau já latejava só de lembrar. E assim, aquela Páscoa mudou tudo. O que começou com flertes, uma porta aberta e duas selfies no banheiro virou a coisa mais safada e intensa da minha vida. Minha irmã. Minha putinha particular. Minha Luana. E eu não me arrependo de nada.
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