O sol batia forte naquela tarde de sábado quando eu cheguei na casa do Pedro, meu amigo de infância. A gente sempre se encontrava ali pra jogar videogame, fumar um baseado escondido no quintal e falar merda sobre as minas da faculdade. Mas ultimamente o que me levava pra lá não era mais o Pedro. Era ela. Dona Lúcia, a mãe dele. Divorciada há uns três anos, corpo de quem pariu mas nunca deixou de malhar, peitos naturais enormes que balançavam livres debaixo da blusa fina toda vez que ela se inclinava pra pegar algo no chão. Aqueles peitos me deixavam louco desde os quinze anos. E ela sabia. Tratava eu como se eu fosse filho dela também, mas o olhar era outro. Um olhar que descia devagar pelo meu corpo e parava na braguilha, como se estivesse medindo o tamanho da minha pica só com os olhos. — Oi, meu amor — ela disse abrindo a porta com aquele sorriso safado que só ela tinha. — Entra, o Pedro tá no banho ainda. Quer um suco? Tá quente pra caralho hoje, né? Eu entrei, sentindo o cheiro dela, um misto de perfume doce com suor leve de quem passou o dia em casa. O shortinho dela era tão curto que a bunda quase escapava, redonda, empinada, daquelas que pedem pra ser apertada com força. Os seios balançavam livres, mamilos marcando o tecido fino da regata. Meu pau já deu um pulo dentro da calça só de ver. A gente sentou na sala, ela cruzou as pernas devagar, deixando a coxa grossa à mostra. Conversa vai, conversa vem, até que o Pedro gritou do banheiro que ia demorar. Lúcia olhou pra mim e baixou a voz. — Sabe, filho, você tá cada dia mais homem. Olha esse corpo... me lembra tanto o pai do Pedro quando era novo. Forte, cheiroso... — Ela lambeu o lábio inferior devagar. Eu engoli seco. Meu pau começou a inchar. Ela percebeu e sorriu. Naquela mesma semana, a gente foi os três no carro dela pro mercado. Pedro sentou atrás, eu no banco do passageiro. No caminho, ele pediu pra parar pra comprar cigarro. Assim que ele desceu e entrou no mercadinho, Lúcia virou pra mim. O carro ainda estava ligado, ar-condicionado gelado, mas o clima esquentou em segundos. Ela colocou a mão na minha coxa e apertou. — Meu Deus, eu esperei tanto por ficar sozinha com você — ela sussurrou, voz rouca. — Toda vez que você vem aqui eu fico com a buceta molhada, sabia? Eu não consegui responder. Ela começou a gemer meu nome baixinho, como se estivesse se masturbando ali mesmo. — Ahhh... Renato... Renato... — O gemido saiu desesperado, longo, ela apertou as coxas uma na outra. — Você não imagina o quanto eu penso nessa pica grossa enquanto tomo banho. Eu me toco pensando em você me comendo, filho. Meu pau estava duro como pedra, marcando a calça jeans. Ela olhou direto pra ele e mordeu o lábio. — Olha como ele tá grande... que delícia. Eu quero chupar cada centímetro dessa pica até você gozar na minha garganta. Pedro voltou correndo, abriu a porta do carro e entrou. Lúcia mudou o rosto na hora, virou a mãe carinhosa de novo. — Ah, meu filho, que saudade que eu senti de você hoje — ela disse pro Pedro, mas a mão dela ainda estava na minha coxa, escondida. — E você, Renato, tá cada dia mais bonito. Meu Deus, como você cresceu bem. Ela piscou pra mim pelo retrovisor. Eu quase gozei ali mesmo. A véspera de Ano Novo foi o dia que tudo mudou. Eu dormi lá em casa porque a gente ia beber e ver os fogos. Pedro saiu com uns primos pra comprar cerveja e deixou eu sozinho no quarto de hóspedes. Eu estava deitado só de cueca, pau semi-duro só de lembrar dela. A porta abriu devagar. Era Lúcia, vestindo um roupão de pijama de seda preto, completamente desamarrado. Os peitos enormes estavam quase saindo, mamilos rosados duros como pedra. A buceta depilada brilhava entre as pernas, os lábios grossos inchados. Ela segurava o roupão com uma mão só, quase soltando. — Oi, meu lindo — ela disse baixinho, fechando a porta atrás de si. — O Pedro vai demorar. Eu não aguento mais fingir. Ela deixou o roupão cair no chão. Corpo nu, perfeito. Peitos pesados, cintura fina, bunda grande, coxas grossas. A buceta molhada brilhava. Ela veio devagar até a cama, olhos fixos na minha cueca onde minha pica já estava latejando, dura, babando pré-gozo. — Olha como você tá duro pra mim... que pica linda, grossa, veia estourada. Eu quero sentir ela toda dentro de mim hoje. Ela subiu na cama, montou em mim devagar. Os peitos balançaram na minha cara. Eu agarrei eles com as duas mãos, apertei forte, senti o peso natural, mamilos duros entre meus dedos. — Aaaahhh... isso, aperta os peitos da mamãe — ela gemeu desesperada. — Chupa eles, Renato. Morde. Eu enfiei um mamilo na boca, suguei forte, lambi, mordi de leve. Ela rebolava em cima da minha pica ainda dentro da cueca, esfregando a buceta molhada no tecido. — Tira essa cueca, filho. Eu quero ver essa pica de perto. Eu tirei rápido. Minha pica pulou pra fora, grossa, 22 centímetros latejando, cabeça roxa brilhando de baba. Lúcia arregalou os olhos. — Meu Deus do céu... que pica monstruosa. Olha o tamanho disso. Eu vou chupar até você gozar na minha boca. Ela desceu o corpo, segurou minha pica com as duas mãos, lambeu da base até a cabeça devagar, girando a língua no grelinho. — Hummm... que gosto bom. Tão quente, tão duro. — Ela abriu a boca e engoliu metade de uma vez. — Gluck... gluck... — O som molhado encheu o quarto enquanto ela mamava com fome, babando, engasgando, olhos lacrimejando. — Isso, mama minha pica, sua vadia gostosa — eu rosnei, segurando a cabeça dela. Ela tirou da boca só pra falar, saliva escorrendo. — Me chama de vadia, filho. Eu sou a puta da sua pica. — E voltou a chupar, mais fundo, garganta apertando. Eu não aguentei. Puxei ela pra cima, virei ela de quatro na cama. A bunda empinada, cu piscando, buceta pingando mel. — Vou comer essa buceta agora. — Isso, mete tudo. Rasga minha buceta com essa pica grossa — ela implorou, voz rouca de tesão. Eu segurei a cintura dela e meti de uma vez. A buceta quente, molhada, apertada engoliu minha pica inteira. — Aaaaiiiiii... caralhoooo... que pica grande... tá me abrindo toda — ela gritou, gemendo desesperada. Comecei a foder forte, estocadas fundas, bolas batendo na buceta. O quarto encheu de barulho molhado, tapa de carne, gemidos. — Isso... fode a mamãe... mais forte... aaaahhh... meu grelinho tá latejando... me fode como uma cachorra. Eu metia sem parar, puxando o cabelo dela, dando tapa na bunda que ficava vermelha. — Toma essa pica, sua puta. Essa buceta é minha agora. Ela gozou pela primeira vez, corpo tremendo, buceta apertando minha pica como um punho. — Aaaahhhhh... tô gozando... porra... que delícia... me enche de porra depois. Eu não parei. Virei ela de lado, levantei uma perna e meti de novo, mais fundo. Os peitos balançavam com cada estocada. Ela gemia sem parar. — Hummm... Renato... você tá me destruindo... minha buceta tá toda aberta pra você. Depois de meia hora assim, eu tirei e apontei pro cu dela. — Agora eu quero esse cu. Ela sorriu safada, cuspiu na mão e passou no cu. — Enfia devagar primeiro, filho. Depois rasga esse cu gostoso. Eu pressionei a cabeça da pica no cuzinho apertado. Ela relaxou e eu entrei centímetro por centímetro. — Aaaaiii... que delícia... tá arrombando gostoso o meu cuzinho... mete tudo. Comecei a foder o cu dela com força. Ela rebolava contra mim, gemendo como louca. — Isso... fode gostoso meu cu... eu sou sua putinha que ama levar pica no cu... aaaahhh... mais fundo. O suor escorria dos dois. Eu metia sem dó, bolas batendo no cu dela. Ela gozou de novo, cu piscando, apertando minha pica. — Tô gozando pelo cu... porraaa... me enche. Eu não aguentei mais. Puxei a pica e gozei jato atrás de jato na cara dela, nos peitos, na boca aberta. — Toma minha porra, sua vadia. Engole tudo. Ela lambeu tudo que conseguiu, olhos brilhando. — Hummm... que porra grossa e quente. Eu quero mais. A gente não parou a noite toda. Depois de recuperar, ela montou em mim de novo, cavalgando devagar no começo, depois rápido, peitos pulando na minha cara. Eu chupava os mamilos enquanto ela gemia. — Aaaahhh... Renato... você me fode melhor que meu ex... essa pica é perfeita pra minha buceta. Eu virava ela de todas as posições. Missionário, olhando nos olhos dela enquanto metia fundo. — Olha pra mim enquanto eu te como — eu dizia. — Sim, filho... me olha gozando na sua pica... aaaahhh. De madrugada, Pedro ainda não tinha voltado. A gente tomou banho juntos. Ela ajoelhada no box, chupando minha pica debaixo da água quente. — Eu quero que você me foda todo dia agora — ela disse entre mamadas. — Sempre que você vier, eu vou abrir as pernas pra você. Buceta, cu, boca... tudo seu. Eu gozei na boca dela de novo. Ela engoliu tudo, sorrindo. — Delícia. Agora vai dormir um pouco. Amanhã a gente continua. Mas não dormimos. Quando o sol começou a raiar, ela voltou pro quarto, nua, buceta ainda vermelha de tanto foder. — Vem, meu amor. Mais uma vez antes do Pedro acordar. Ela deitou de barriga pra baixo, bunda empinada. Eu meti no cu dela devagar, depois forte, segurando os cabelos. — Isso... arromba o cu da mamãe de novo... aaaahhh... eu amo sentir você me enchendo. Gemidos desesperados enchiam o quarto. A gente gozou juntos mais uma vez. Eu enchendo o cu dela de porra quente. Depois disso, virou rotina. Toda vez que eu ia na casa do Pedro, Lúcia arrumava um jeito de ficar sozinha comigo. No carro, no quarto, na cozinha quando o filho dormia. Ela virava uma puta insaciável. — Vem rapidinho, filho — ela sussurrava. — Enfia essa pica na minha buceta antes que ele acorde. Eu metia rápido, forte, tapando a boca dela pra abafar os gemidos. — Hummmm... isso... me fode... me usa como sua putinha particular. Os peitos dela viraram meu vício. Eu chupava, apertava, gozava neles toda vez. Numa tarde, ela me chamou pro quarto enquanto o Pedro jogava no computador. Trancou a porta, tirou o vestido num segundo. Buceta molhada brilhando. — Olha como eu tô molhada só de pensar em você. Vem comer a mamãe. Eu sentei na cama, ela sentou na minha pica de uma vez, cavalgando louca. — Aaaaiii... que pica deliciosa... tá batendo no meu útero... fode... fode... Os gemidos dela eram desesperados, altos, ela mordia o ombro pra não gritar. Eu dava tapa nos peitos, apertava o grelinho enquanto ela rebolava. — Goza pra mim, sua cachorra — eu mandava. Ela gozava tremendo, buceta esguichando, molhando minhas bolas. — Aaaahhhhh... tô gozando de novo... porra... você me faz gozar tanto. A gente fodia por horas. Eu comia a buceta, o cu, a boca. Gozava dentro, fora, no corpo todo. Ela lambia tudo, pedindo mais. — Eu sou viciada nessa pica agora. Não consigo mais viver sem você me fodendo todo dia. E assim continuou. Toda visita virava uma sessão de sexo selvagem, gemidos abafados, sacanagem pesada, porra escorrendo pelas coxas dela. Lúcia, a mãe dos meus amigos, tinha virado minha puta particular. E eu, o garoto que ela tratava como filho, agora era o homem que arrombava todos os buracos dela com vontade. A história não para por aí. Tem dias que ela me manda mensagem no celular: “Vem logo, minha buceta tá doendo de saudade da sua pica grossa.” Eu chego, ela já tá esperando de quatro na cama, cu lubrificado, peitos pendurados. Eu meto sem dó, estocada atrás de estocada, ouvindo ela gemer meu nome como uma louca. — Renato... aaaahhh... me destroça... me enche de porra quente... E eu encho. Sempre. Porque agora a gente sabe que essa atração sempre esteve lá, escondida atrás de olhares e sorrisos. E quando a gente se encontra, o fogo explode. Sem limite. Sem pudor. Só pica, buceta, cu, grelinho latejando e gemidos desesperados que ecoam pela casa vazia.
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