Comendo a tia depravada!

Eu tinha 24 anos e vivia numa casa simples em Alagoinhas, Bahia, com a minha avó, que já passava dos 80 e vivia no quarto dela assistindo novela ou cochilando o dia inteiro. Aí, há poucas semanas, minha tia Rosa se mudou pra cá de vez. Ela tinha 42 anos, latina até o último fio de cabelo, corpo cheinho daquele jeito que faz a boca encher de água. Peitos grandes e pesados, que balançavam livres por baixo da blusa fina, cintura ainda marcada apesar dos filhos já grandões, e uma bunda enorme, redonda, empinada, daquelas que parecia ter vida própria. Ela vendia a casa dela pra cuidar da mãe, ficou solteira depois de um casamento que deu merda, e agora dormia no quartinho ao lado do meu. Caralho, desde o primeiro dia eu sabia que ia ser difícil. Ela sabia que era gata pra porra. Me pegava olhando fixo praquela bunda e só sorria, mordia o lábio de leve, como quem diz “eu vi, sobrinho, e tô gostando”.
Em casa ela se vestia como se tivesse 20 anos. Leggings pretas coladas que marcavam cada curva da bunda, o tecido fino esticando tanto que dava pra ver o contorno da buceta por baixo, o camel toe perfeito quando ela se abaixava. Tops curtos que deixavam a barriguinha cheinha de fora e os mamilos escuros quase furando o pano. Eu passava o dia de pica meia bomba só de cruzar com ela no corredor. À noite, no meu quarto, eu batia punheta pensando nela, imaginando como seria enfiar a rola grossa naquela buceta madura, chupar aquele grelinho até ela gritar, meter o dedo no cu dela enquanto ela rebolava. Mas era só fantasia. Até aquela tarde.
A avó tava trancada no quarto, roncando leve com a novela no volume baixo. A casa cheirava a café fresco e ao perfume doce da tia Rosa. Eu tava na sala, sem camisa, só de short folgado, quando ouvi a música alta vindo da cozinha. Era um funk pesado, daqueles que faz qualquer mulher rebolar sem vergonha. Fui ver o que era. Lá tava ela, tia Rosa, de costas pra mim, limpando a pia. Legging cinza clara, tão justa que a bunda parecia duas melancias separadas por um fio. A blusa curta subia um pouco e deixava ver a pele morena da lombar, brilhando de suor por causa do calor da tarde. Ela dançava sozinha, rebolando devagar no ritmo, a bunda subindo e descendo, o tecido esticando entre as nádegas grossas.
Ela me viu pelo reflexo no armário de vidro e sorriu largo. Fez um gesto com a mão, chamando.
- Vem cá, sobrinho, dança comigo. Tá parado aí que nem um poste.
Eu ri, mas o sangue já tava descendo pro pau. Cheguei perto, comecei a dançar de brincadeira, balançando o corpo. Ela riu alto, virou de frente, depois deu as costas de novo e encostou a bunda bem no meu quadril. Porra, o contato foi elétrico. Ela rebolou mais forte, pressionando aquela carne macia e quente contra mim. Meu pau endureceu na hora, inchando dentro do short, roçando bem no meio da fenda da bunda dela por cima da legging. Eu segurei os quadris dela com as duas mãos, os dedos afundando na carne farta, e puxei ela mais pra perto. Ela encostou a cabeça no meu peito, respirou fundo, um suspiro lento e quente.
- Hum... tá bom assim? – ela murmurou, a voz rouca.
Eu não respondi com palavras. Só apertei mais, sentindo o cheiro do cabelo dela, shampoo de coco misturado com suor. Meu pau latejava, duro como pedra, pressionando entre as nádegas dela. Ela rebolou mais devagar, quase esfregando, como se quisesse sentir cada centímetro. Meu coração batia forte. Eu tava tentado pra caralho a descer a mão e apertar aquela bunda toda, enfiar o dedo por baixo da legging e sentir se ela tava molhada. Mas ela se afastou de repente, virou o corpo, o rosto corado, os olhos brilhando.
A música continuava tocando. Ela me olhou de cima a baixo, parou o olhar bem na barraca que eu tinha no short.
- Olha só o que você fez, seu safado – ela disse baixinho, com um sorriso malicioso. – Essa pica aí tá dura que nem pau de ferro. Tá sentindo o que a tia causa em você?
Eu engoli seco. O tesão tava maior que o medo.
- Tia... eu... – comecei, mas ela não deixou eu terminar.
Ela deu um passo pra frente, colou o corpo no meu de novo, a mão descendo devagar até apertar meu pau por cima do short.
- Shhh. Eu sei que você me olha o dia inteiro. Eu vejo como você encara minha bunda quando eu passo. Hoje eu tô molhada desde que comecei a dançar, sabia? Essa buceta tá piscando de tesão por sua causa, sobrinho.
O jeito que ela falou “buceta” me deixou louco. Eu segurei o rosto dela e beijei forte, língua entrando na boca dela, chupando, mordendo o lábio. Ela gemeu dentro da minha boca, apertou meu pau com mais força.
- Aaaah... porra, que rola grossa – ela sussurrou quando a gente separou o beijo por um segundo. – Eu quero sentir isso tudo dentro de mim.
Eu não aguentei. Virei ela de frente pro balcão da cozinha, puxei a legging pra baixo num movimento só, até os joelhos. Ela não tava de calcinha. A bunda enorme ficou toda exposta, redonda, com a pele morena brilhando. A buceta dela tava inchada, os lábios grossos brilhando de mel, o grelinho protuberante, rosado, pedindo boca. O cu piscava logo acima, enrugadinho e convidativo.
- Caralho, tia, que buceta linda – eu disse, caindo de joelhos atrás dela. – Tá encharcada.
Separei as nádegas com as mãos e enfiei a língua direto na buceta. Ela deu um grito abafado.
- Aaaaiii, meu Deus! Chupa essa buceta, sobrinho! Lambe o grelinho da tia, vai!
Eu chupei com fome, língua rodando no grelinho inchado, sugando os lábios carnudos, enfiando a ponta da língua dentro do buraco quente e molhado. O gosto era doce, salgado, puro tesão de mulher madura. Ela rebolava contra minha cara, esfregando a buceta toda na minha boca.
- Hum... isso... assim... tá me deixando louca... mete a língua fundo, caralho!
Eu desci a boca pro cu dela, lambi o anelzinho apertado enquanto enfiava dois dedos na buceta. Ela tremia.
- Porra... você tá lambendo o cu da tia... que safado... aaaahhh, continua!
Eu levantei, baixei o short, e minha pica pulou pra fora, grossa, veia saltada, cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Encostei a glande na entrada da buceta dela e empurrei devagar. Ela abriu as pernas o quanto a legging permitia.
- Mete logo, vai! Enfia essa pica grossa na buceta da tia! – ela pediu, voz desesperada.
Eu meti tudo de uma vez. A buceta dela era quente, apertada, molhada pra caralho. Ela soltou um gemido longo, gutural.
- Aaaaaahhhh! Tá me rasgando todinha! Que rola grande, porra!
Comecei a meter forte, as bolas batendo nos lábios inchados dela, o som molhado de pele contra pele enchendo a cozinha. Segurei os quadris dela e fodia sem parar, vendo a bunda balançar a cada estocada.
- Isso... fode a tia... mete fundo... aaaaiii, tá batendo no fundo da buceta!
Ela se apoiava no balcão, peitos balançando, mamilos duros. Eu estiquei a mão e belisquei um, puxando. Ela gritou mais alto.
- Aaaahhh, caralho! Me fode mais forte, sobrinho! Quero essa pica me arrombando!
Eu metia cada vez mais rápido, o suor escorrendo, o cheiro de sexo puro no ar. De repente ela apertou a buceta em volta da minha rola e gozou forte, jorrando um líquido quente que escorreu pelas coxas dela.
- Tô gozando! Aaaaiiii, porra, tô gozando na pica do meu sobrinho!
Eu não parei. Puxei a pica pra fora, ainda latejando, e enfiei o dedo no cu dela, lubrificado com a baba da buceta.
- Agora eu quero esse cu também – eu disse, voz rouca.
Ela olhou pra trás, olhos vidrados de tesão.
- Então mete no cu da tia, vai. Arromba ele todinho.
Eu cuspi na glande e empurrei devagar. O cu dela era apertado pra caralho, mas cedeu aos poucos. Ela gemeu alto, misturando dor e prazer.
- Aaaaiii, devagar... tá entrando... caralho, que pica grossa no meu cu!
Quando eu tava todo dentro, comecei a meter, devagar no começo, depois mais forte. Ela rebolava contra mim, ajudando.
- Isso... fode o cu da tia... mete tudo... aaaahhh, tá me enchendo!
A gente fodia assim, eu no cu dela, uma mão no grelinho, esfregando forte. Ela gozou de novo, ocu piscando em volta da minha pica.
- Tô gozando pelo cuuuu! Aaaahhhh, porraaaa!l, que gostoso, fode fode fode!
Eu não aguentei mais. Puxei a pica, virei ela de frente, e gozei forte nos peitos dela, jatos grossos de porra branca caindo nos mamilos e escorrendo pela barriga.
- Toma, tia... toma a porra do sobrinho...
Ela lambeu os dedos sujos de porra, sorriu safada.
- Hum... gostosa. Mas isso foi só o começo, né? A avó vai dormir até de noite. Vamos pro seu quarto. Eu quero sentar nessa pica até você encher minha buceta de novo.
A gente subiu correndo, legging ainda nos joelhos dela, buceta e cu brilhando de mel e porra. No quarto, ela tirou tudo, ficou pelada, corpo cheinho brilhando. Me empurrou na cama e sentou na minha rola de uma vez, buceta engolindo tudo.
- Aaaahhh, caralho... tá fundo pra porra – ela gemeu, começando a cavalgar.
Eu segurava os peitos dela, chupava os mamilos enquanto ela subia e descia, a bunda batendo nas minhas coxas.
- Rebola, tia... rebola nessa pica – eu pedia.
Ela rebolava como na cozinha, só que agora com minha rola toda dentro. O quarto enchia de gemidos.
- Hum... assim... tá me fodendo tão bom... aaaaiii, bate no grelinho!
Eu metia de baixo, estocadas fortes, fazendo os peitos dela pularem. Ela gozou pela terceira vez, gritando meu nome.
- Aaaaiiii, sobrinho! Tô gozando de novo! Enche essa buceta!
Eu virei ela de quatro, meti na buceta de novo, depois alternava pro cu, depois voltava. A gente fodeu por horas. Eu chupava a buceta dela até ela implorar, ela chupava minha pica até o fundo da garganta, baba escorrendo, olhos lacrimejando.
- Engole essa rola, tia... engole até o saco – eu dizia, segurando o cabelo dela.
Ela engolia, tossia, mas voltava, lambendo as bolas, enfiando a língua no meu cu enquanto batia punheta.
- Porra, que sobrinho safado... me deixa louca.
Quando a noite chegou, a gente tava exausto, mas ainda com tesão. Eu gozei pela última vez dentro da buceta dela, enchendo tudo de porra quente. Ela apertou as pernas, segurando.
- Deixa aí dentro... quero sentir o leitinho do sobrinho pingando o dia inteiro amanhã.
A gente ficou abraçado, suados, ofegantes. Ela beijou meu peito.
- Isso vai ser nosso segredo, né? Mas sempre que a avó dormir, eu vou querer essa pica de novo. Na cozinha, no quarto, no banheiro... onde você quiser foder a tia.
Eu sorri, já sentindo o pau endurecer de novo só de imaginar.
- Pode deixar, tia. Essa bunda, essa buceta e esse cu são meus agora.
A música da cozinha ainda tocava baixinho no fundo da casa. A tarde que começou com uma dança inocente tinha virado uma foda desesperada, suada, cheia de gemidos e sacanagem que a gente nunca mais ia esquecer. E o melhor: isso era só o começo da nossa nova rotina secreta.

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Comentários


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casualsomente Comentou em 05/04/2026

Eu sonho com uma bela tia assim.




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Comendo a tia depravada!

Codigo do conto:
258656

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
05/04/2026

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