Vi minha mãe se pegando com uma amiga!

O dia tava normal pra cacete até ali. Eu tava jogado na cama do meu quarto, com o gibi do Homem-Aranha aberto no colo, a luz do abajur batendo fraca porque já era fim de tarde e a casa toda quieta. Minha mãe tinha saído pra um happy hour com as amigas do trabalho, aquelas que ela chama de “as meninas”, e eu nem tava ligando pro horário. Tinha 22 anos, morava ainda com ela porque faculdade e preguiça de aluguel, e a vida era isso: quadrinhos, cerveja gelada e pau na mão de vez em quando pensando em qualquer coisa. Só que de repente ouvi a chave girando na porta da sala, o riso alto dela ecoando pelo corredor, aquele riso rouco que ela solta quando já tomou uns três drinks a mais.
- Caralho, Luana, você tá louca, hein? – ela falou, a voz embolada de álcool, e eu reconheci na hora que não era sozinha.
A amiga dela, Luana, riu também, um riso mais agudo, safado.
- Eu? Você que não parava de me olhar com aquela cara de quem quer sentar na minha cara, sua vadia.
Elas riram juntas, tropeçando nos próprios pés, e eu ouvi os saltos batendo no piso. Fechei o gibi devagar, coração já acelerando sem eu entender direito. Minha mãe nunca trazia ninguém pra casa, muito menos bêbada. Elas foram direto pro quarto dela, a porta batendo mas sem trancar, e eu fiquei ali sentado na cama, ouvindo. Primeiro só barulho de roupa caindo, o zíper descendo, o “shhh” que elas davam uma pra outra entre risadas. Depois o silêncio pesado, aquele silêncio que precede a putaria de verdade.
E aí veio o primeiro gemido. Baixo, quase um suspiro.
- Hummm... Luana, sua boca tá quente pra porra...
Meu pau deu um pulo dentro da cueca. Era a voz da minha mãe. Nunca na vida eu tinha ouvido ela falar assim. Ela era a Dona Marta, professora de português, sempre arrumada, sempre “meu filho, come direito”. E agora tava gemendo como uma puta no cio. Eu me levantei devagar, pé no chão pra não fazer barulho, e fui andando pelo corredor escuro. A porta do quarto dela tava entreaberta uns dois dedos, mas o buraco da fechadura tava livre, iluminado pela luz do abajur de cabeceira. Eu me abaixei, olho colado ali, e o que eu vi me fez esquecer de respirar.
Minha mãe tava deitada de costas na cama king size, completamente pelada, as pernas abertas pra caralho, coxas grossas tremendo. Os peitos grandes, aqueles que eu já tinha visto sem querer uma vez quando ela saiu do banho, tavam arrepiados, bicos duros como pedra. Luana, a amiga dela – uma morena de uns 45 anos, corpo de academia, bunda empinada – tava entre as pernas dela, cara enfiada na buceta da minha mãe, chupando com vontade. A língua dela saía e entrava, lambendo o grelinho inchado, sugando os lábios carnudos que já tavam brilhando de saliva e porra.
- Aaaahhh, porra, Luana... chupa esse grelinho, vai... morde ele de leve, caralho! – minha mãe gritou, a voz rouca, desesperada, quadril subindo pra encontrar a boca da outra.
Luana levantou o rosto só um segundo, boca toda melada, sorrindo safada.
- Tá gostoso, sua safada? Essa buceta tá pingando pra mim desde o bar. Olha como tá aberta, pedindo língua.
E mergulhou de novo, agora enfiando dois dedos grossos bem fundo enquanto chupava o clitóris com força. O barulho era obsceno: o som molhado, o “ploc ploc” dos dedos entrando e saindo, o gemido abafado da minha mãe que virava grito.
- Ai, meu Deus... ai, Luana... tá me comendo tão gostoso... enfia mais dedo, caralho... quero sentir até o fundo da minha buceta!
Eu tava tremendo inteiro. Meu pau já tava duro pra caralho, latejando dentro da bermuda, a ponta melada de pré-gozo. Nunca tinha imaginado minha mãe assim, tão puta, tão entregue. Ela tava rebolando na cara da Luana, uma mão apertando o próprio peito, a outra segurando o cabelo da amiga pra empurrar mais fundo. Os gemidos dela tavam cada vez mais altos, mais desesperados.
- Haaaaaaa... assim... assim... vou gozar na sua boca, Luana... não para, por favor, não para!
Luana tirou os dedos, mostrou pra ela brilhando, e enfiou de novo com três agora, curvando pra acertar o ponto G. Minha mãe arqueou as costas, peitos balançando, e gozou forte. O corpo todo tremeu, as coxas apertaram a cabeça da Luana, e ela gritou.
- Aaaaaaaaahhhhhhh! Tô gozando... tô gozando na sua boca, sua vadia... toma meu gozo... aaaahhh!
Eu vi o esguicho. Não foi só gozo normal, foi um jato forte que molhou o queixo da Luana e escorreu pela bunda da minha mãe até o lençol. Luana lambeu tudo, gulosa, gemendo também.
- Delícia, Marta... sua buceta esguicha tão gostoso... me dá mais, vai.
Elas não pararam. Luana subiu na cama, virou de lado e encaixou a perna dela entre as da minha mãe. As bucetas se encontraram, molhadas, inchadas, os grelinhos se esfregando direto. Tesoura. Pura putaria de tesoura. Elas começaram a rebolar juntas, buceta contra buceta, o barulho molhado ecoando no quarto.
- Hummmm... olha isso, Luana... nossas bucetas se beijando... caralho, que delícia... – minha mãe gemeu, olhos fechados, boca aberta.
Luana segurou a coxa dela, apertando, acelerando o movimento.
- Rebola pra mim, sua puta... esfrega esse grelinho no meu... tá vendo como tá duro? Quero sentir você gozando de novo enquanto eu gozo na sua buceta.
Elas tavam suadas, bêbadas, sem vergonha nenhuma. Minha mãe abriu mais as pernas, uma mão descendo pra abrir os lábios da própria buceta, mostrando o buraco piscando.
- Olha como tá molhada... enfia sua buceta aqui, Luana... quero sentir seu gozo misturado com o meu.
O ritmo aumentou. Elas tavam se esfregando com força, os peitos balançando, os gemidos virando um coro desesperado.
- Aaaaiii... tá bom demais... – Luana gemia.
- Haaaa... mais rápido... fode minha buceta com a sua... caralho... – minha mãe respondia.
Eu não aguentei. Baixei a bermuda ali mesmo no corredor, pau pra fora, duro pra caralho, e comecei a bater uma punheta lenta, olho colado no buraco da fechadura. O cheiro de sexo chegava até mim, doce e forte. Elas tavam suadas, pele brilhando, as bucetas vermelhas de tanto atrito. Minha mãe virou o rosto pro lado, boca aberta, e gritou de novo.
- Vou gozar de novo... Luana... goza comigo... aaaahhh... tô sentindo seu grelinho pulsando no meu... porra!
As duas gozaram juntas dessa vez. Gemidos altos, corpos tremendo, esguichos misturados molhando as coxas delas. Luana ainda rebolou devagar, esfregando o gozo nas bucetas, lambuzando tudo.
- Toma... toma meu gozo na sua buceta... sua safada...
Mas não acabou. Elas se separaram só um segundo, ofegantes, e Luana pegou um vibrador que tava na mesinha de cabeceira – eu nem tinha visto antes. Era grosso, preto, com veias falsas, do tamanho de uma pica boa. Ela ligou no máximo e enfiou devagar na buceta da minha mãe, que abriu as pernas de novo, olhos vidrados de tesão.
- Enfia tudo, Luana... quero sentir esse pauzão me rasgando... – minha mãe pediu, voz manhosa, bêbada.
Luana enfiou até o talo, girando, e começou a meter com força, a outra mão esfregando o grelinho dela.
- Tá gostando, Marta? Olha como sua buceta engole tudo... tá piscando pra mim, vadia. Quer no cu também?
Minha mãe mordeu o lábio, gemeu alto.
- Quero... mete no meu cu depois... mas agora fode essa buceta... mais forte... aaaahhh!
O barulho do vibrador entrando e saindo era obsceno, molhado, rápido. Minha mãe tava se contorcendo, peitos pulando, mão apertando o lençol. Eu batia punheta no mesmo ritmo, pau latejando, bolas apertadas, quase gozando só de ver.
- Haaaaaaa... tá me comendo tão fundo... Luana... você é uma puta safada... me fode... me fode como uma cachorra!
Luana riu, suada, e virou ela de quatro de repente. Minha mãe ficou de quatro na cama, bunda empinada, buceta e cu expostos. Luana enfiou o vibrador de novo na buceta, metendo forte, e com a outra mão começou a massagear o cu dela, cuspindo ali pra lubrificar.
- Olha esse cu piscando... quer dedo, sua vadia?
- Quero... enfia um dedo no meu cu... aaaiii... assim... mais fundo!
Luana enfiou o dedo médio no cu da minha mãe enquanto metia o vibrador na buceta. Dupla penetração. Minha mãe gritou de prazer, rosto enfiado no travesseiro.
- Aaaaaahhhhh! Tô sendo comida nos dois buracos... caralho... vou gozar de novo... não para... fode meu cu e minha buceta juntos!
Eu tava louco. Pau na mão, batendo cada vez mais rápido, pré-gozo escorrendo pelos dedos. O buraco da fechadura tava embaçado do meu próprio calor, mas eu não tirava o olho. Minha mãe tava suada, cabelo colado na testa, bunda balançando pra trás pra encontrar as estocadas. Luana tava mordendo o ombro dela, gemendo junto.
- Goza pra mim, Marta... esguicha de novo nessa cama... quero ver essa buceta jorrando enquanto eu fodo seu cu!
E ela gozou. Forte pra caralho. O corpo inteiro convulsionou, um esguicho longo saiu da buceta, molhando a mão da Luana e o vibrador, pingando na cama. O cu dela apertava o dedo da amiga, piscando visivelmente.
- Aaaaaaaaahhhhhhh! Tô gozando... tô gozando por dois buracos... porra... que delícia... aaaahhh!
Luana tirou o vibrador e o dedo, virou minha mãe de lado de novo e encaixou a própria buceta na dela mais uma vez, tesoura molhada de gozo. Elas se esfregaram devagar agora, preguiçosas, se beijando com língua, gemendo baixinho entre beijos.
- Hummm... você goza tão gostoso, Marta... – Luana murmurou.
- E você me come como ninguém... amanhã a gente repete, né? – minha mãe respondeu, rindo bêbada, mão descendo pra apertar a bunda da amiga.
Elas ficaram assim um tempo, se esfregando, se lambendo, dedos entrando e saindo devagar, gemidos baixos e satisfeitos. Eu gozei ali mesmo no corredor, porra grossa espirrando no chão, joelhos tremendo, visão turva de tanto prazer. Tive que me segurar na parede pra não cair.
Voltei pro meu quarto em silêncio, pau ainda meio duro, coração disparado. Deitei na cama, o gibi esquecido no chão, e fiquei pensando no que tinha visto. Minha mãe, a mesma que me dava bronca por bagunça, gritando pra amiga enfiar dedo no cu dela. A buceta dela esguichando, o grelinho inchado, os gemidos desesperados. Eu sabia que nunca mais ia olhar pra ela do mesmo jeito. E, pra ser sincero, eu tava louco pra ouvir aquilo de novo.
Elas continuaram no quarto por mais uma hora. Eu ouvi mais gemidos, mais risadas, o vibrador ligando de novo, o som de boceta molhada sendo chupada com vontade. Minha mãe pediu pra Luana sentar na cara dela, e eu voltei pro buraco da fechadura só pra ver: Luana de quatro por cima do rosto da minha mãe, rebolando a buceta na boca dela enquanto minha mãe enfiava a língua fundo, mãos apertando aquela bunda gostosa.
- Lambe meu cu também, Marta... vai, sua safada... enfi a língua no meu cu! – Luana pedia, voz rouca.
- Hummm... tá gostoso, né? Seu cu tá piscando na minha boca... toma língua, vadia... – minha mãe respondia, abafada, mas cheia de tesão.
Outra rodada de gozo, mais esguicho, mais gritos. Eu bati outra punheta ali, mais devagar, saboreando cada detalhe: o jeito como as bucetas se abriam, os lábios inchados brilhando, os grelinhos se tocando, o cheiro que eu imaginava forte de sexo e álcool. Quando elas finalmente apagaram, abraçadas e nuas, eu voltei pro quarto, pau dolorido de tanto bater, e fiquei acordado até o amanhecer, revivendo cada segundo na cabeça.
No dia seguinte, quando minha mãe acordou com ressaca e me deu bom dia como se nada tivesse acontecido, eu sorri e respondi normal. Mas por dentro eu tava marcado pra sempre. Aquela espiada pelo buraco da fechadura tinha me mostrado o paraíso proibido – a buceta da minha mãe aberta, gozando, pedindo mais, gemendo como uma puta desesperada. E eu sabia que, se a oportunidade aparecesse de novo, eu ia espiar mais uma vez. Porque agora eu queria ouvir ela gritar ainda mais alto, ver ela gozar ainda mais forte, sentir aquele tesão proibido correndo nas veias.
E assim, cara, a noite que começou com um gibi no colo virou a noite mais safada da minha vida. Minha mãe e a Luana se comeram com vontade, sem pudor, bêbadas e loucas de tesão, e eu vi tudo, ouvi tudo, gozei com tudo. Se você quiser que eu continue a história, com o que aconteceu nos dias seguintes ou com uma segunda espiada ainda mais pesada, só falar. Porque detalhes chulos e intensidade é o que não falta aqui.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Vi minha mãe se pegando com uma amiga!

Codigo do conto:
258659

Categoria:
Lésbicas

Data da Publicação:
05/04/2026

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