O dia começou comum pra cacete, mas eu já sentia aquele peso no peito toda vez que pensava na minha cunhada. Fazia anos que a gente trocava aqueles olhares meio tortos, daqueles que ninguém fala em voz alta mas todo mundo sente no ar. Ela era a irmã mais nova da minha esposa, casada com um cara que mal ligava pra ela, e eu... bom, eu sempre fui o cunhado “útil”, o que sabe mexer com as coisas da casa. A tensão era tão forte que ela nem me abraçava direito quando a gente se despedia. Só um aceno rápido, o corpo dela se afastando como se tocar em mim fosse perigoso demais. Eu ficava imaginando o porquê, mas no fundo já sabia: era tesão puro, daqueles que queima devagar e explode de uma vez. Quando ela ligou pra minha esposa pedindo ajuda com uns spots de luz que precisava instalar, eu já senti o pau dar uma mexida só de ouvir a voz dela do outro lado da linha. Os orçamentos estavam absurdos, o marido dela não manjava porra nenhuma de “faça você mesmo” e ela perguntou se podia me pegar emprestado. Minha esposa riu e passou o telefone pra mim. Eu aceitei na hora, voz calma, mas por dentro já estava imaginando o corpo dela andando pela casa sem sutiã, como eu sempre notava quando ela achava que ninguém estava olhando. Cheguei na casa deles no fim da tarde. O marido tinha saído cedo pra um trabalho que ia até tarde, ela me recebeu com um sorriso tímido, daqueles que ela dava só pra mim. Vestia uma blusinha fina de alcinha que deixava os mamilos marcando de leve e uma calça legging preta que grudava na bunda redonda como se fosse pintada. Mostrou as luminárias no quarto do casal, explicou onde queria cada spot, e eu comecei a trabalhar, furando o teto, passando fio, suando um pouco. Uns trinta minutos depois ela apareceu na porta do quarto, cabelo solto, rosto meio corado. - Ei, vou ter que sair rapidinho pra comprar uma coisa que esqueci no mercado. Você fica à vontade, tá? Pode terminar tudo, eu confio em você. Eu respondi que sim, sem problema, e ela saiu. Ou pelo menos foi o que eu pensei. O quarto estava silencioso, só o barulho da furadeira ecoando. Quando terminei o primeiro spot, meus olhos caíram na gaveta da cômoda que ela tinha deixado entreaberta. Ali, dobradinhas com cuidado, estavam as calcinhas dela. De renda preta, de algodão branco com lacinho, todas com aquele cheiro leve de buceta limpa misturado com perfume. Meu pau endureceu na hora, latejando dentro da calça jeans. Eu sabia que era errado pra caralho, mas o tesão falou mais alto. Peguei uma calcinha de renda preta, aquela que parecia ter sido usada no dia anterior, ainda com um leve cheiro de boceta úmida. Baixei a calça, puxei o pau pra fora – grosso, veioso, cabeça inchada brilhando de pré-gozo – e comecei a me masturbar devagar, enrolando a calcinha na pica e esfregando o pano macio na glande. - Porra... que buceta cheirosa você tem, sua safada... – murmurei baixinho, imaginando ela de quatro na cama enquanto eu metia fundo. O movimento ficou mais rápido, a mão subindo e descendo na vara dura, o cheiro dela me deixando louco. Eu estava quase gozando quando ouvi a porta do quarto abrir devagar. Congelei. Ela estava lá, parada na porta, olhos arregalados olhando direto pro meu pau latejando enrolado na calcinha dela. O coração disparou, o rosto queimou de vergonha, mas o pau não amoleceu nem um pouco. - Desculpa... eu... eu não sei o que deu em mim – gaguejei, tentando esconder a pica com as mãos, mas era tarde demais. Ela não saiu correndo. Em vez disso, fechou a porta atrás de si, deu um passo pra dentro e mordeu o lábio inferior. A voz dela saiu baixa, rouca, quase um sussurro. - O que você está fazendo? Você tem tesão em mim ou algo assim? Eu respirei fundo, o pau ainda duro pra caralho, e soltei tudo de uma vez. - Sim, tenho. E faz anos! Toda vez que te vejo eu fico imaginando como seria te comer, sentir essa buceta apertada engolindo minha pica. Ela sorriu, um sorriso lento, safado, daqueles que mudam tudo. Os olhos dela desceram pro meu pau de novo e brilharam. - Eu também! Sempre tive essa tensão com você... Minha irmã vive falando o quanto você é dotado, o quanto sua pica é grossa e como você sabe usar. Eu morro de vontade de sentir isso dentro de mim. Eu dei um passo pra frente, larguei a calcinha no chão e cheguei perto dela. Minhas mãos subiram pela barriga dela, levantaram a blusinha fina e puxaram o sutiã pra baixo num movimento só. Os peitos dela pularam livres, mamilos rosados já duros como pedrinhas. Eu me abaixei e chupei um deles com força, sugando, lambendo, mordiscando até ele ficar vermelho e inchado. Ela gemeu alto, as mãos agarrando meu cabelo. - Aaaahhh... caralho... chupa mais forte... morde meu biquinho assim... isso, porra! Eu troquei pro outro mamilo, chupando com mais fome, enquanto minhas mãos desciam pela calça legging dela, puxando tudo pra baixo junto com a calcinha. A buceta dela apareceu lisinha, inchada, os lábios grandes brilhando de tesão. O grelinho tava protuberante, pedindo atenção. Eu a empurrei pra cama, tirei minha roupa toda e me deitei de lado, puxando ela pra cima de mim no 69. Meu pau latejava na cara dela, a cabeça roçando os lábios macios. A boceta dela ficou bem em cima da minha boca, cheirando a desejo puro. Eu lambi devagar primeiro, passando a língua toda pela fenda molhada, sentindo o gosto doce-salgado dela. Depois foquei no grelinho, chupando ele com força enquanto enfiava dois dedos na buceta apertada. Ela gemeu desesperada, a boca engolindo metade da minha pica de uma vez. - Hummmm... que pica grossa... caralho, que delícia... me chupa assim, vai... lambe meu grelinho... aaaahhh porra, eu vou gozar na tua boca! Ela mamava com vontade, a língua girando na glande, descendo até as bolas, chupando tudo enquanto eu devorava a buceta dela. O quarto enchia de sons molhados, gemidos abafados, o barulho da minha língua fodendo ela. Ela gozou primeiro, o corpo tremendo inteiro, a buceta pulsando na minha boca, soltando um jorro quente que eu engoli tudo. - Aaaaaahhh meu Deus... tô gozando... engole meu leitinho, vai... porra que delícia! Eu não parei. Virei ela de quatro na cama, a bunda empinada, o cu piscando e a buceta pingando. Segurei a pica pela base e meti tudo de uma vez, fundo, até as bolas baterem no grelinho dela. O barulho foi obsceno, molhado, gostoso pra caralho. - Uuuuuhhh... que buceta apertada... tá me engolindo inteira... geme pra mim, sua puta! Ela empinou mais a bunda, rebolando contra mim. - Me fode forte... mete essa pica grossa toda... aaaahhh sim... rasga minha buceta... eu sou tua puta agora... fode o cu da tua cunhada! Eu metia com força, o quarto ecoando os tapas da minha barriga na bunda dela, os gemidos dela cada vez mais altos e desesperados. Puxei o cabelo dela, inclinei o corpo dela pra trás e continuei socando, sentindo a buceta contrair em volta da pica. Troquei pra posição de missionário, abrindo as pernas dela bem abertas, olhando nos olhos dela enquanto metia devagar e fundo. O pau entrava e saía brilhando de melzinho dela, o grelinho roçando na minha pélvis a cada estocada. - Olha pra mim enquanto eu te como... sente como minha pica tá latejando dentro de você... você é tão safada... sempre quis isso, né? - Quis... desde sempre... me enche toda... aaaahhh porra... tô quase gozando de novo... mete mais fundo... me faz tua! Eu acelerei, o suor escorrendo, o pau inchando dentro dela. Estava quase lá, as bolas apertadas, o gozo subindo. - Estou chegando... vou gozar... Ela se jogou pra cima de mim, as pernas em volta da minha cintura, cravando as unhas nas minhas costas. - Me enche... goza dentro... enche minha buceta de porra quente... quero sentir tudo! Eu explodi. Jatos grossos, quentes, longos, enchendo ela até transbordar. A buceta pulsava, ordenhando cada gota. Quando eu saí, ela pulou em cima de mim, sentou na minha barriga e deixou o creme branco escorrer devagar pela minha pele. Depois se abaixou, lambeu tudo com a língua quente, engolindo meu gozo misturado com o dela, olhando nos meus olhos o tempo todo. - Hummm... que porra gostosa... mistura nossa... eu quero mais... limpa tudo com a boca, vai... Ela lambeu minha barriga, meu pau ainda semi-duro, chupando os restinhos de gozo que escorriam. A gente ficou ali, ofegantes, corpos colados, o quarto cheirando a sexo puro. Mas o tesão não tinha acabado. Eu a virei de lado, levantei uma perna dela e meti de novo, devagar dessa vez, sentindo a buceta melada de porra facilitando cada centímetro. Ela gemia baixinho, quase chorando de prazer. - De novo... não para... fode tua cunhada mais uma vez... aaaahhh... meu cu tá piscando de vontade também... quer socar tua pica nele? Eu sorri, tirei da buceta, lambuzei a cabeça na mistura de gozo e enfiei devagar no cuzinho apertado dela. Ela arqueou as costas, gemendo alto. - Uuuuuhhh... devagar... tá abrindo meu cu... caralho que delícia... mete tudo... fode meu rabo... eu sou tua vadia completa agora! Eu meti fundo no cu dela, sentindo o anel apertar em volta da pica, o calor insano. Ela rebolava, pedindo mais, os peitos balançando, mamilos ainda vermelhos da chupada. A gente gozou juntos de novo, eu enchendo o cu dela de porra enquanto ela gritava meu nome, o corpo convulsionando. Depois disso a gente ficou um tempo deitado, ela com a cabeça no meu peito, minha mão acariciando a bunda dela. O quarto estava uma bagunça, os spots meio instalados, mas ninguém ligava. Ela levantou o rosto, sorriu safada e sussurrou: - Isso fica entre a gente, né? Mas sempre que minha irmã viajar... você vem aqui me comer de novo. Quero sentir essa pica em todos os buracos, quero que você me encha de porra até escorrer pelas pernas. Eu beijei ela fundo, sentindo o gosto da nossa sacanagem na língua dela. - Pode deixar. Toda vez que você quiser, eu venho te foder até você não conseguir andar direito. A gente se vestiu devagar, terminou os spots como se nada tivesse acontecido, mas o ar entre nós agora era outro. Cheio de promessas sujas, de buceta molhada e pica dura. Quando eu saí da casa dela, o sol já estava se pondo, e eu sabia que aquilo era só o começo. A tensão que a gente carregava há anos tinha virado tesão puro, daqueles que não acaba nunca. E toda vez que eu olhasse pra ela no almoço de família, ia lembrar do jeito que ela gemia meu nome enquanto eu enchia a buceta e o cu dela de porra quente. O resto da noite eu passei pensando nela, no cheiro da buceta dela na minha boca, no jeito que a pica dela apertava minha vara. Minha esposa nem imaginava, e eu sorria sozinho, sabendo que a cunhada agora era minha puta particular. E ela, deitada na cama do casal, devia estar sentindo meu gozo escorrendo ainda, tocando o grelinho inchado e gemendo baixinho meu nome de novo. Foi assim que eu comi a cunhada. E foi a foda mais intensa, mais suja e mais gostosa da minha vida. E vai ter muito mais, porque agora a gente sabe: o tesão sempre esteve ali, só esperando a gente parar de fingir.
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