O pai da minha amiga!

Eu tinha 32 anos e achava que já tinha visto de tudo na vida. Viajado, fodido com uns caras decentes, uns ruins, uns que me faziam gozar e outros que só me deixavam com vontade de ir embora. Mas nada, nada preparou praquela viagem de primavera na casa de praia da minha amiga. A família dela era daquelas que a gente inveja de longe: pai rico pra caralho, divorciado há uns cinco anos, e o cara era um gato de verdade. Cinquenta e quatro anos, corpo de quem malha todo dia sem ser daqueles bombados ridículos, cabelo grisalho nas têmporas, olhos verdes que pareciam ler dentro da gente. O nome dele era Roberto, mas pra mim, desde o primeiro dia, era só “o pai da minha amiga” – até aquela merda toda acontecer.
A casa era enorme, pé na areia, com chuveiro ao ar livre no fundo do quintal, daqueles que a gente toma banho olhando pro mar. No penúltimo dia da viagem, eu estava exausta de tanto sol, cerveja e risada com a galera. Os outros já tinham ido dormir. Eu entrei no chuveiro pelada mesmo, água quente caindo nas costas, espuma escorrendo pelos meus peitos, pela barriga, pela buceta lisinha que eu tinha depilado de manhã. O jato batia direto no grelinho e eu até fechei os olhos um segundo, sentindo um calorzinho gostoso subir. Foi aí que a porta de madeira rangeu.
Eu abri os olhos e lá estava ele. Roberto. Parado na entrada, toalha na mão, só de short de praia. Ele não se mexeu. Olhou devagar, de cima a baixo. Primeiro os meus peitos, mamilos duros por causa da água, depois a curva da cintura, a buceta inchada do dia inteiro de biquíni, as coxas molhadas. Subiu de novo até os meus olhos. E sorriu. Um sorriso malicioso pra caralho, daqueles que dizem “eu vi tudo que eu queria ver”. Meu coração disparou. Antes que eu conseguisse fechar a porta ou cobrir qualquer coisa, ele falou baixinho:
- Desculpa... não sabia que tinha alguém aqui.
Mas o olhar dele não pedia desculpa nenhuma. Ele ficou mais um segundo, encarando, depois virou e saiu. A porta fechou. Eu fiquei ali, água caindo, buceta latejando de vergonha e de outra coisa que eu não queria admitir. Fechei a torneira tremendo. Me enxuguei correndo e voltei pro quarto sem olhar pra ninguém.
A noite foi estranha. Todo mundo dormindo nos quartos espalhados pela casa. Eu deitei só de calcinha e camiseta fina, o ventilador girando devagar. Não conseguia dormir. Ficava repassando aquele olhar, aquele sorriso. Meu corpo traía: a buceta estava molhada de novo, o grelinho sensível roçando na calcinha. Eu tentei ignorar, mas a imagem dele ali, me olhando nua, não saía da cabeça.
Já passava das duas da manhã quando a porta do meu quarto abriu devagar. Eu sentei na cama, assustada. Era ele. Roberto. Fechou a porta atrás de si com um clique quase silencioso. A luz da lua entrava pela janela e iluminava o corpo dele: peito largo, braços fortes, short preto marcando o volume que já estava meio duro. Ele não disse uma palavra. Caminhou até mim, me pegou pela cintura como se eu não pesasse nada e me levantou. Me colocou sentada na bancada do banheiro do quarto, as pernas abertas. Eu ia falar alguma coisa, mas ele simplesmente puxou minha calcinha pro lado e baixou a cabeça.
A primeira lambida foi lenta, quente, da entrada da buceta até o grelinho. Eu segurei um gemido na garganta. Ele lambeu de novo, mais fundo, a língua grossa abrindo meus lábios, sugando o mel que já escorria. Meu cu piscava de tesão. Ele percebeu e subiu a língua, circulando o cuzinho apertado antes de voltar pra buceta. Chupava o grelinho com força, depois enfiava a língua toda lá dentro, fodendo minha xoxota com a boca. Eu agarrei o cabelo grisalho dele, quadril mexendo sem controle.
- Ahhh... caralho... – eu sussurrei, mordendo o lábio pra não gritar.
Ele não respondeu. Só continuou. Sugava, lambia, mordiscava de leve. Dois dedos grossos entraram na buceta, curvados, batendo bem no ponto G enquanto a boca trabalhava o grelinho. Eu gozei pela primeira vez assim, de repente, pernas tremendo, buceta apertando os dedos dele, um jato quente molhando o queixo dele. Ele não parou. Lambeu tudo, engoliu, e continuou. A segunda vez veio mais forte. Eu quase caí da bancada. Ele me segurou, me carregou pro colchão e me jogou de costas.
Agora ele estava entre as minhas pernas abertas, cara toda brilhando da minha porra. Puxou minha calcinha fora de vez e mergulhou de novo. Língua no cu, dedo na buceta, depois trocou: dois dedos no cuzinho, língua fodendo a xoxota. Eu estava delirando.
- Porra... que delícia... me chupa mais... – eu gemia baixinho, desesperada.
Ele grunhiu contra minha buceta, o som vibrando direto no grelinho. Terceiro orgasmo. Eu arqueei as costas, mordi o travesseiro pra abafar o grito, corpo inteiro tremendo como se estivesse levando choque. Quando abri os olhos, ele já tinha tirado o short. A pica dele era grossa, veias saltadas, cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Uns bons 20 centímetros latejando no ar. Ele subiu em cima de mim, segurou meus pulsos acima da cabeça e enfiou tudo de uma vez.
A buceta engoliu ele inteiro, molhada pra caralho. Ele começou a meter devagar, fundo, sentindo cada centímetro. O barulho molhado da pica entrando e saindo era obsceno, mas a casa estava em silêncio total. Ele tapava minha boca com a mão quando eu gemia alto demais.
- Calma... quietinha... – ele sussurrou pela primeira vez, voz rouca. – Não quero que ninguém acorde enquanto eu tô te comendo.
Eu balancei a cabeça, olhos revirados. Ele acelerou. Metia forte, bolas batendo no meu cu, pica esticando minha buceta toda. Eu sentia ele roçando no fundo, no colo do útero. Ele soltou meus pulsos, pegou meus peitos, chupou os mamilos enquanto metia. Eu estava gozando de novo, quarta vez, buceta esguichando no pau dele.
- Ahhh... porra... eu vou gozar de novo... me fode mais forte... – eu implorei baixinho.
Ele virou meu corpo de lado, uma perna minha levantada, e meteu por trás. A pica entrava ainda mais fundo assim. Ele segurava meu quadril, dedos cravados na carne, metendo como um animal. O cu piscava cada vez que ele entrava até o talo. Eu sentia o orgasmo subir de novo, aquele tipo que faz a gente ver estrelas.
- Goza pra mim... goza na minha pica... – ele rosnou no meu ouvido.
Eu gozei gritando abafado no travesseiro, buceta apertando ele como um punho. Ele tirou o pau de dentro de repente, me virou de costas e subiu no meu peito. Segurou a pica grossa e começou a bater punheta rápido, olhando nos meus olhos.
- Abre essa boquinha... mostra a língua... – ele mandou.
Eu obedeci. Ele gozou. Jatos grossos, quentes, brancos, caindo nos meus peitos, no pescoço, um pouco na língua. Porra quente escorrendo pelos mamilos, pingando na barriga. Ele gemeu baixo, corpo tremendo, esvaziando tudo. Quando terminou, passou a cabeça da pica nos meus peitos, espalhando a porra toda, marcando.
Ficamos ali um tempo, respirando pesado. Ele passou o dedo na porra que estava no meu mamilo e levou até minha boca. Eu chupei, olhando pra ele.
- Gostosa pra caralho... – ele disse baixinho, sorriso malicioso de novo.
Eu não respondi nada. Só sorri. Ele se levantou, vestiu o short e saiu do quarto tão silencioso quanto entrou. Eu fiquei lá, peitos melados de porra dele, buceta latejando, cu ainda formigando das lambidas. Cheirei meus próprios peitos, sentindo o cheiro dele. Não me arrependi de nada. Foi, sem dúvida, a melhor foda da minha vida.
Na manhã seguinte, no café, ele passou por mim como se nada tivesse acontecido. Só me olhou de canto, aquele mesmo sorriso. Eu senti a buceta molhar de novo só de lembrar da língua dele no meu cu, da pica esticando tudo, da porra quente nos peitos. A viagem terminou, mas aquela noite... aquela noite ficou marcada na minha pele pra sempre.

Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


258785 - Caindo na pica de um estranho na trilha, enquanto meu namorado assistia...desolado! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 2
258767 - Delícia de cunhada! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 0
258659 - Vi minha mãe se pegando com uma amiga! - Categoria: Lésbicas - Votos: 6
258656 - Comendo a tia depravada! - Categoria: Incesto - Votos: 7
258635 - Irmã grávida? Que nada, tem que cair na vara mesmo! - Categoria: Incesto - Votos: 3
258630 - Comendo minha amiga, o irmão dela viu e não aguentou... - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 1
258629 - Sendo o primeiro da minha irmã. Será mesmo? - Categoria: Incesto - Votos: 1
258628 - A mãe de meu amigo é muito sonsa! - Categoria: Heterosexual - Votos: 3
258612 - Páscoa inesquecível! - Categoria: Incesto - Votos: 0
258610 - O flagra que acordou o monstro! - Categoria: Fetiches - Votos: 0
258607 - Me acabando na siririca cheirando a cueca de meu cunhado! - Categoria: Masturbação - Votos: 1
258606 - Renato sortudo, Tainara fogosa! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 2
258604 - Minhas filha e suas calcinhas! - Categoria: Incesto - Votos: 6
258603 - Obsessão pelos meus filhos! - Categoria: Incesto - Votos: 2
258593 - Na ausência de meu amigo, acabei passando a rola na esposa dele! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 2
258516 - Convivência com minha mãe! - Categoria: Incesto - Votos: 1
258515 - Passando a rola na minha tia... E por que não na minha mãe também? - Categoria: Incesto - Votos: 2
258510 - Morando com minhas irmãs enquanto fazia faculdade! - Categoria: Incesto - Votos: 4
258476 - Comendo a mulher de meu amigo na casa dele! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 4
258475 - Massagem gostosa na irmã! - Categoria: Incesto - Votos: 4
258471 - Me vingando do meu primo, metendo a pica na mulher dele! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 4
258468 - Anos sem cair numa pica, acabei me rendendo a rola do meu filho! - Categoria: Incesto - Votos: 4
258462 - Masturbação insana entre irmãos! - Categoria: Incesto - Votos: 5
258461 - A escova de dentes do papai! - Categoria: Incesto - Votos: 1
258452 - Evangélica Sarah! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 2
258449 - Esfregada gostosa com papai! - Categoria: Incesto - Votos: 1
258444 - Madrugada na academia! - Categoria: Heterosexual - Votos: 0
258390 - Saindo pra jantar com meu pai, em seguida acabei chupando o pau dele! - Categoria: Incesto - Votos: 5
258313 - Indo até um hotel com minha irmã! - Categoria: Incesto - Votos: 1
258251 - Minha irmã mais velha me deixa muito excitado! - Categoria: Incesto - Votos: 2

Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
baelfire

Nome do conto:
O pai da minha amiga!

Codigo do conto:
258787

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
07/04/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
0