Eu sou a Rayanne, tenho só 19 aninhos e se você é do tipo que se assusta com sacanagem pesada dentro de um lugar sagrado, melhor parar por aqui mesmo, porque essa história é pura putaria pura, do tipo que faz qualquer cristão de carteirinha rezar pedindo perdão. Eu cresci dentro da igreja, escola católica, missa todo domingo, terço na mão da minha mãe, padre olhando pra gente com aquela cara de santo. Mas quando eu descobri a ciência e comecei a pensar com a cabeça de verdade, a religião virou só uma lembrança chata. Minha família ainda vive disso, né? Todo mundo rezando, ajoelhando, cantando louvores. E foi exatamente por causa disso que no domingo de Páscoa, ontem, eu acabei fazendo a maior sacanagem da minha vida. A coisa toda começou semanas atrás, quando eu tava rolando o feed e vi aquele gif: uma mina dentro do banheiro de igreja, sem calcinha, metendo um desentupidor grosso na xoxota dela até o cabo sumir. A cara dela era de quem tava gozando no céu e no inferno ao mesmo tempo. Aquilo grudou na minha cabeça. Eu ficava molhada só de lembrar. Aí minha mãe implorou pra eu ir à missa de Páscoa, disse que ia ser rapidinha, que a família toda tava esperando. Pra agradar ela e pra ter uma desculpa de ficar perto de tanta gente rezando enquanto eu pensava em putaria, eu topei. Escolhi o vestidinho floral curtinho, daqueles que mal cobre a bunda, branco com florzinhas rosas, decote que mostra o vale dos meus peitinhos firmes. Sem sutiã, claro, porque eu queria sentir o tecido roçando nos bicos duros. Calcinha? A menor que eu tinha, um fio-dental branco que mal cobria a fenda da minha buceta lisinha, depiladinha de ontem. Salto branco alto, daqueles que fazem a bunda empinar. Quando eu me olhei no espelho antes de sair, já senti a xana latejando. - Porra, Rayanne, você é uma vadia mesmo, hein? – eu sussurrei pro reflexo, mordendo o lábio. Chegamos na igreja lotada, cheiro de incenso, velas acesas, gente de família toda arrumada. Eu me comportei direitinho, ajoelhei quando mandou, cantei os hinos com a voz doce, tomei o vinho e o pão na comunhão fingindo que tava com o coração limpo. Mas por dentro? Minha cabeça só repetia aquele gif. O órgão tocando alto, o padre falando da ressurreição, e eu imaginando o cabo de madeira entrando fundo na minha xana virgem apertada. Meu grelinho tava inchado pra caralho, roçando no fio da calcinha a cada movimento. Eu sentia o melzinho escorrendo, molhando a virilha. Olhei pros lados: casais de mão dada, velhinhas de terço, crianças quietinhas. Ninguém imaginava que a garota de vestido florido tava com a buceta encharcada pensando em se foder com um desentupidor no banheiro da igreja. Quando todo mundo se levantou pra cantar o próximo hino, eu aproveitei. Sussurrei pra minha mãe que precisava fazer xixi urgente. Ela só acenou, distraída. Eu saí andando rápido pelo corredor lateral, salto clicando no piso frio, o vestido subindo um pouco nas coxas. O órgão retumbava, o coro cantava alto “Aleluia”, e eu sentia o coração batendo na garganta. Entrei no banheiro dos fundos, fechei a porta com o trinco e encostei na parede, respirando pesado. - Caralho, tô tão molhada que minha calcinha tá grudada na buceta – eu murmurei baixinho. Comecei a olhar em volta desesperada. Armário de limpeza, e lá estava ele: o desentupidor, cabo de madeira liso, polido, um pouco grosso, ponta arredondada. Parecia novinho. Meu estômago deu um nó de tesão e nojo ao mesmo tempo. Peguei ele com a mão tremendo. - Isso é nojento, Rayanne, tem germe pra caralho... mas olha esse cabo... perfeito pra rasgar minha xana e meu cu – eu pensei, mordendo o lábio até doer. Peguei papel toalha, sabão líquido do dispensador, água da pia e comecei a limpar como se minha vida dependesse disso. Esfreguei, enxaguei, passei sabão de novo, sequei. Depois cuspi bem no cabo, lambuzando ele com minha saliva quente. - Vai, sua puta, molha esse pau de madeira pra ele entrar lisinho na sua bucetinha pecadora – eu falei baixinho pra mim mesma. Puxei o vestido pra cima, desci a calcinha até os joelhos. Minha xoxota tava inchada, os lábios vermelhos e brilhando, o grelinho duro pra caralho, um fio grosso de mel escorrendo pela coxa. Eu me curvei, pernas abertas, segurei o desentupidor contra a parede e alinhei a ponta na entrada da minha xana virgem. Empurrei pra trás devagar. - Aaaaiii... porra... tá entrando... – gemi baixinho quando a ponta grossa forçou meus lábios e abriu caminho. Senti a madeira lisa deslizando, esticando minha buceta apertada. - Oh meu deus do céu... que delícia... tá fundo já... – eu choraminguei, revirando os olhos. Empurrei mais, até sentir a ponta batendo no colo do útero. Dor misturada com prazer bruto, aquele desconforto gostoso que faz a gente querer mais. Comecei a quicar devagar, quadris rebolando, o cabo entrando e saindo com um barulhinho molhado, schlick schlick schlick. Meus peitinhos balançavam dentro do vestido, bicos duros roçando o tecido fino. - Mais fundo, caralho... me fode com esse desentupidor... – eu sussurrei, aumentando o ritmo. Minha buceta babava, suco escorrendo pelo cabo, pingando no chão do banheiro. O órgão lá fora tocava alto, o coro cantava “Glória a Deus nas alturas”, e eu tava ali, quicando feito uma cadela no cio. Parei de repente, puxei o desentupidor pra fora com um ploc molhado. Meu suco escorria grosso pelas coxas. - Agora o cu... eu quero sentir meu cuzinho sendo arrombado bem aqui – eu disse, voz rouca. Dobrei os joelhos, alinhei o cabo encharcado de buceta na minha rosinha apertada. Cuspi de novo, lambuzei bem o anel. Empurrei pra trás. A ponta forçou, resistiu, depois pop – entrou. - Aaaaahhh caralhooo! Tá abrindo meu cu! – eu gemi alto, quase alto demais. Senti a madeira grossa esticando meu intestino, preenchendo tudo. Dor queimando misturada com prazer insano. Revirei os olhos, baba escorrendo do canto da boca. Comecei a quicar com força, jogando a bunda pra trás, o cabo entrando até o meio, saindo quase todo, entrando de novo. - Que delícia... me fode o cu... arromba meu rabinho... – eu choramingava, voz entrecortada. Minha xoxota tava com ciúmes, latejando, suco jorrando. Soltei uma mão e comecei a esfregar o grelinho com força, círculos rápidos, dedos melados. Coxas tremendo, joelhos fraquejando. O barulho da igreja entrava pela porta: hinos, aplausos, padre falando. E eu ali, - Aaaaiii porraaa... tô gozando... tô gozando pelo cu com um desentupidor! – gritei baixinho, corpo convulsionando. O orgasmo veio forte, minha buceta esguichando pra caralho, jatos quentes batendo no chão, formando uma poça. Meu cu apertava o cabo com tanta força que eu pensei que ia quebrar. - Ohhh deeeus... tá saindo tanto... minha buceta tá esguichando tudo... – eu gemia, baba literal escorrendo pelo queixo, olhos revirados. Não parei. Continuei quicando, mais rápido, mais fundo. O cabo entrava e saía do meu cu com barulho obsceno, molhado de buceta e saliva. Esfregava o grelinho sem parar. Outro orgasmo veio rápido, mais forte. - Caralhooo... de novo... tô gozando de novo no banheiro da igreja! – eu gritei entre dentes, corpo inteiro tremendo, pernas molhadas de esguicho. A poça no chão cresceu, meu vestido florido sujo de gotas. Meu cu piscava, agarrando o cabo, sugando ele pra dentro. Eu sentia cada veia da madeira, cada centímetro esticando meu rabinho. Depois do terceiro orgasmo eu tava um trapo, pernas bambas, respiração ofegante. Puxei o desentupidor devagar. Ele saiu do meu cu com um ploc alto, seguido de um pum molhado de ar e suco. - Porra... que bagunça... – eu ri baixinho, humilhada e excitada. Limpei o cabo o melhor que pude com papel toalha, depois limpei minhas coxas, minha buceta inchada, meu cu aberto que ainda pulsava. O chão? Tentei secar a poça com mais papel, mas ficou marcado. Puxei a calcinha pra cima, o fio entrando na fenda molhada. Ajeitei o vestido, olhei no espelho: bochechas vermelhas, cabelo bagunçado, olhos brilhando de puta saciada. Voltei pro banco mancando um pouco, sentindo os dois buracos latejando, vazando devagar. Sentei no banco de madeira, o suco quente molhando a madeira. O resto da missa foi um tormento gostoso: cada vez que eu me mexia, sentia o cu aberto, a buceta inchada roçando a calcinha. Meu grelinho ainda sensível. Eu cruzava as pernas e apertava, moendo devagar, discreta, enquanto o padre falava da vida eterna. Quando a missa acabou, eu levantei com as pernas fracas. Minha mãe perguntou se eu tava bem, eu só sorri – Tô ótima, mãe, só um pouco cansada da missa. – Por dentro eu pensava: - Cansada? Tô com o cu arrombado por um desentupidor e a buceta ainda pingando, sua santa. – Voltamos pra casa, eu quietinha no carro, sentindo o latejar, o vazamento molhando o banco. Em casa, no quarto, eu me olhei no espelho de novo e sorri. - Foi a melhor Páscoa da minha vida, caralho. E eu sei que vou repetir. Mas não acabou aí. À noite, sozinha na cama, eu revivi tudo. Deitei de barriga pra baixo, levantei a bunda, enfiei dois dedos no cu ainda sensível e outro no grelinho. - Lembra daquele cabo fundo no meu rabinho enquanto o coro cantava? – eu gemia sozinha. - Aaaahhh... tô metendo de novo... me fode, desentupidor... arromba minha buceta e meu cu na casa do senhor! – Outro orgasmo veio, mais calmo mas ainda forte, esguichando no lençol. Eu adormeci com os dedos melados, sorrindo, sabendo que toda vez que eu for à igreja agora, vou lembrar do gosto de pecar daquele jeito. A história toda me deixou marcada. Cada detalhe: o cheiro de incenso misturado com meu cheiro de buceta no ar do banheiro, o barulho do cabo entrando e saindo molhado, o jeito que meu corpo tremia quando o esguicho saía forte, a humilhação de limpar o chão com papel barato enquanto meu cu piscava vazio. Eu me senti a maior vadia do mundo e, porra, eu adorei. Se minha família soubesse o que eu fiz enquanto eles louvavam, iam ter um ataque. Mas eu? Eu só quero mais. Quero voltar na próxima missa, talvez com um brinquedinho menor pra deixar dentro o tempo todo. Quem sabe um dia eu me atreva a gemer mais alto, deixar alguém ouvir. Por enquanto, fico com essa memória queimando na buceta e no cu toda vez que fecho os olhos.
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