Em um show com o namorado, gozei com um estranho roçando em mim!

Eu e o Lucas tínhamos acabado de começar a namorar, uns dois meses no máximo, a gente com vinte anos cheios de fogo e ainda descobrindo o corpo um do outro. Ele era aquele tipo de cara carinhoso, que segurava minha mão o tempo todo e me olhava como se eu fosse a única mulher do planeta. A gente decidiu ir num show lotado pra caralho numa casa de shows pequena no centro da cidade, daqueles eventos que viram sauna humana. A banda era barulhenta, rock pesado misturado com batida eletrônica, e a galera tava espremida como sardinha em lata. O suor escorria pelo pescoço de todo mundo, o ar cheirava a cigarro, cerveja derramada e tesão reprimido.
Eu tava vestida com uma saia jeans curta e fina pra caralho, daquelas que mal cobriam metade da coxa, calcinha de renda preta por baixo e um cropped justo que deixava minha barriga suada à mostra. O Lucas segurava minha mão direita com força, olhos grudados no palco, cantando junto com a voz rouca de tanto gritar. - Essa porra é foda, amor! - ele berrou no meu ouvido uma vez, sorrindo todo animado, sem fazer ideia do que tava acontecendo atrás de mim.
Eu tava meio desligada da banda, curtindo só a vibração da multidão, o corpo balançando devagar no ritmo da música que martelava nos alto-falantes. Foi aí que senti. Primeiro um calor atrás de mim, como se alguém tivesse se aproximado demais pra passar. Mas não passou. O cara parou ali, colado na minha bunda, e começou a se mexer. Devagar no começo, só um balanço de quadril, mas com intenção clara. A pica dele já tava meio dura, eu senti o volume grosso pressionando bem no meio da minha bunda através da saia fina. Meu coração deu um salto, eu congelei por um segundo, olhei pro Lucas do lado. Ele continuava cantando, mão na minha, alheio total.
Eu deveria ter me afastado, empurrado ele, falado alguma coisa. Mas não. Em vez disso eu me encostei mais. Meu cu apertou instintivamente quando senti a rola dele crescer, ficando dura pra caralho, latejando contra o tecido. - Porra... - eu pensei, mas não saiu som nenhum. Ele sentiu que eu deixei e intensificou. Os quadris dele giravam devagar, esfregando aquela pica grossa bem no vinco da minha bunda, subindo e descendo como se estivesse me fodendo por cima da roupa. A música batia forte, o baixo vibrava no chão e subia pelas minhas pernas, e cada movimento dele sincronizava perfeito, como se a gente estivesse dançando uma sacanagem particular no meio de milhares de pessoas.
Minha buceta respondeu na hora. Eu senti ela inchando, os lábios carnudos ficando molhados, o grelinho latejando contra a calcinha que já grudava na pele. O calor era insuportável, suor escorrendo entre meus seios, descendo pela barriga e se misturando com o tesão que vazava de mim. Cada vez que ele pressionava mais forte, eu sentia a cabeça da pica dele roçando bem onde minha calcinha ficava enfiada no cu, quase invadindo. - Caralho, que delícia... - eu murmurei baixinho pra mim mesma, mordendo o lábio inferior pra não gemer alto.
Ele não usava as mãos no começo, só o corpo todo colado, peito suado nas minhas costas, respiração quente no meu pescoço. Mas depois de uns minutos ele encostou os dedos leves na minha cintura, só pra firmar o ritmo, e sussurrou no meu ouvido, voz rouca e cheia de tesão. - Tá sentindo minha pica dura na sua bundinha gostosa, safada? - Eu não respondi, só empinei mais o cu contra ele. Ele riu baixinho. - Isso, rebola pra mim... deixa eu esfregar essa rola bem no seu cu enquanto seu namorado tá aí do lado segurando sua mão.
Eu fiquei encharcada. Literalmente. O melzinho escorria pela coxa interna, deixando a calcinha toda melada, grudando nos lábios da buceta que pulsava pedindo mais. O Lucas apertou minha mão um pouco mais forte numa parte da música que ele adorava, cantando alto. - Vem com tudo, porra! - ele gritou pro palco, sem olhar pra trás. Eu tremi inteira. O estranho atrás de mim acelerou o movimento, agora a pica dele tava completamente dura, grossa, latejando contra minha bunda como se quisesse rasgar a saia e me foder ali mesmo. Ele deslizava pra cima e pra baixo, pressionando o cu, depois descendo até roçar a buceta por baixo, sentindo o calor molhado que vazava.
Meu corpo todo queimava. As pernas tremiam, os joelhos quase dobrando. Eu sentia o grelinho inchado roçando na costura da calcinha a cada fricção, mandando choques de prazer direto pro ventre. - Ai caralho... - eu soltei num gemido quase inaudível, disfarçando com a música. Ele percebeu e sussurrou de novo, mais perto, boca colada na minha orelha. - Tá molhada pra caralho, né? Sua bucetinha tá pingando na minha perna, safada. Aposto que seu namorado não sabe que você é uma putinha que deixa qualquer estranho esfregar a pica no seu cu.
Eu não aguentava mais. O tesão subia em ondas, minha buceta contraía sozinha, apertando o nada, querendo uma pica de verdade. O suor do cara misturava com o meu, o cheiro de macho excitado invadindo meu nariz. Ele começou a gemer baixinho também, rosnando no meu ouvido. - Porra... sua bundinha é tão quente... tô quase gozando aqui, vai, rebola mais forte pra mim. - Eu obedeci, empinando o cu, girando devagar contra aquela rola que pulsava cada vez mais. A multidão empurrava a gente de todos os lados, mas aquilo só deixava tudo mais safado, mais escondido.
De repente eu senti ele tremer inteiro. A pica deu um pulo forte contra meu cu, depois outro, e ele soltou um gemido rouco abafado. - Ahhh porra... tô gozando... - ele murmurou, e eu senti o calor. Jatos grossos e quentes de porra espirrando direto na minha saia, encharcando o tecido fino, escorrendo um pouco pela coxa. Ele continuou se esfregando devagar, espremendo cada gota, a porra quente e viscosa grudando na minha pele por baixo da roupa. O cheiro de sêmen subiu sutil, misturado com o suor da galera.
Aquilo me jogou no precipício. Minha buceta contraiu desesperada, o grelinho latejou forte e eu gozei ali mesmo, em silêncio, só com os dentes cravados no lábio. - Ai meu deus do céu... caralho... - eu pensei, enquanto ondas de prazer faziam minhas coxas tremerem violentamente. O mel escorria abundante agora, misturando com a porra dele que vazava pela borda da saia. Eu apertei a mão do Lucas com força, disfarçando o orgasmo como se fosse emoção com a música. Ele sorriu pra mim, sem fazer ideia. - Tá gostando pra caralho também, né amor? - ele disse, apertando de volta.
O cara ficou colado mais uns minutos, a pica amolecendo devagar, espalhando a porra toda na minha saia. Depois ele sumiu na multidão, sem uma palavra a mais, como se nunca tivesse existido. Eu fiquei ali, pernas bambas, buceta latejando ainda, calcinha destruída de tão molhada, saia com uma mancha quente e pegajosa grudada na bunda. O show continuou, o Lucas cantando, eu tentando recuperar o fôlego. Cada passo que eu dava sentia a porra dele se espalhando mais, esfregando na pele, me lembrando do que eu tinha acabado de deixar acontecer.
Quando o show acabou e a gente saiu espremido no meio da galera, eu mal conseguia andar direito. A saia colava na bunda, a porra já começando a secar em alguns pontos, formando crostas finas. No carro, voltando pra casa, o Lucas dirigia animado, falando da banda. - Foi foda demais, né? Você tava quietinha, mas eu vi que curtiu. - Eu só sorri, apertando as coxas uma contra a outra, sentindo o cu ainda sensível e a buceta inchada. - Foi bom pra caralho - eu respondi, voz rouca.
Chegando em casa, ele foi tomar banho primeiro. Eu entrei no quarto, tirei a saia devagar e olhei. Lá estava: manchas brancas e amareladas de porra seca espalhadas pela parte de trás, algumas ainda úmidas no centro onde ele tinha gozado mais forte. O cheiro subiu forte quando eu levei o tecido perto do nariz. Meu corpo reagiu na hora. Eu me deitei na cama, abri as pernas e comecei a me tocar. Dois dedos na buceta melada, outro no grelinho inchado. - Porra... que delícia... - eu gemi baixinho, lembrando da pica dele esfregando meu cu.
Eu gozei de novo, rápido e forte, imaginando ele me fodendo de verdade enquanto o Lucas cantava do lado. Quando o Lucas saiu do banho, eu tava nua, saia jogada no canto. Puxei ele pra cama. - Vem, me fode agora - eu pedi, voz desesperada. Ele entrou em mim fácil, minha buceta ainda encharcada da porra do estranho e do meu próprio gozo. Enquanto ele metia gostoso, eu mordia o ombro dele e gemia. - Mais forte... caralho... me fode como se eu fosse sua putinha... - Ele não sabia, mas eu tava pensando na rola do estranho, na porra quente que ainda sentia grudada na pele.
A gente fodeu por quase uma hora, eu gozando mais duas vezes, gemendo alto agora sem medo. - Aiiiii porra... tô gozando de novo... - eu gritava, unhas cravadas nas costas dele. Depois, deitada no peito dele, suada e satisfeita, eu sorri sozinha. O segredo da porra seca na saia ia ficar só comigo. E toda vez que a gente fosse num show lotado depois disso, eu ia lembrar daquela noite, daquela pica esfregando meu cu, daquele gozo quente e da buceta que traíu o namorado sem ele nunca desconfiar.
Mas a história não para aí. Nos dias seguintes o tesão não passou. Eu lavava a saia, mas o cheiro ficava na minha memória. Uma tarde, sozinha em casa, eu peguei a saia ainda com resquícios e enfiei o tecido na boca, chupando o gosto salgado da porra enquanto me dedava com força. - Caralho... que safada eu sou... - eu gemia, gozando no sofá com as pernas abertas. Quando o Lucas chegou, eu tava pronta de novo, buceta latejando, pedindo pra ele me comer no sofá mesmo. - Me fode gostoso hoje, amor... tô com saudade de sentir uma pica me enchendo - eu disse, e ele obedeceu, sem saber que eu tava molhada pensando no estranho.
O tempo passou, mas aquela noite ficou gravada. Toda vez que a gente transava, eu fechava os olhos e revivia o esfrega-esfrega no meio da multidão, a pica dura no cu, a porra quente escorrendo, o gemido abafado dele. - Porra, que delícia... - eu sussurrava no ouvido do Lucas enquanto gozava, e ele achava que era por causa dele. Eu nunca contei. Nunca precisei. O segredo da putinha que gozou com um estranho na frente do namorado era meu tesão particular, e toda vez que eu via uma saia curta ou sentia um corpo colado atrás no ônibus lotado, minha buceta molhava na hora, lembrando daquela fricção suja e perfeita.
E assim, com vinte anos e um namoro novinho, eu descobri que às vezes deixar rolar é a melhor foda da vida. O Lucas nunca soube, a multidão nunca viu, mas meu corpo ainda lembra do calor daquela pica, da porra grudada e do gozo silencioso que me fez tremer no meio de todo mundo. Fim... ou melhor, só o começo de muitas noites em que eu revivi isso tudo na minha cabeça enquanto meu namorado me comia sem fazer ideia do quanto eu tinha sido safada aquela noite.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Em um show com o namorado, gozei com um estranho roçando em mim!

Codigo do conto:
258856

Categoria:
Fantasias

Data da Publicação:
07/04/2026

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