A balada tava um inferno de quente e lotada naquela noite de sábado. As luzes piscavam vermelhas e azuis, o som eletrônico batia forte no peito, fazendo todo mundo suar e se apertar como animais no cio. Eu cheguei com a Letícia, minha namorada de dois anos, e já sabia que a roupa dela ia chamar atenção pra caralho. Ela tava com uma saia preta colada no corpo, curtíssima, mal cobrindo metade das coxas grossas. Qualquer movimento mais brusco e a bundona dela, grande, redonda, curvilínea pra porra, aparecia inteira. Em cima, um top branco justo e revelador, decote fundo, os peitos fartos quase pulando pra fora, os mamilos marcando no tecido fino como se pedissem pra serem chupados. Ela sabia que eu adorava aquilo. - Vem amor, hoje eu quero dançar até o chão - ela disse rindo quando entramos, dando um beijo molhado na minha boca e já rebolando contra mim. A gente foi pra pista e começou a dançar colado. O corpo dela era quente, suado, cheirando a perfume doce misturado com o cheiro de pele feminina. Eu apertava a cintura dela, sentindo a bunda grande roçando na minha virilha. Minha pica já tava meia dura dentro da calça. Mas o lugar encheu rápido. A galera se empurrava, corpos colados por todo lado. Quando a gente se beijava, ela virava de costas pra mim de propósito, empinando aquela bundona pro resto da pista. Eu sentia os caras atrás se encostando, rolas duras roçando nela por acidente ou não. Ela ria no meu ouvido. - Ai, tem gente passando a mão na minha bunda de novo, amor. Esses safados não perdem tempo. - Eu achava que era reclamação, mas o jeito que ela rebolava mais forte me deixava na dúvida. A gente dançou por quase uma hora assim, suor escorrendo, a saia dela subindo aos poucos, mostrando a curva inferior da bunda. Eu tava louco pra comer ela ali mesmo, mas aí a cerveja bateu e eu precisei ir ao banheiro. - Espera aqui, amor, volto em dois minutos - eu falei, dando um tapa leve na bunda dela por cima da saia. Ela piscou. - Tá bom, mas não demora não que eu tô com sede. Quando eu voltei, o banheiro tava uma fila do caralho e demorei uns quinze minutos. A pista tava ainda mais cheia. Procurei ela dançando, mas não vi. Meu coração acelerou. Andei pro bar, empurrando gente, e aí eu vi. A Letícia tava curvada no balcão alto, se esticando pra pedir uma bebida pro barman. A saia curta tinha subido toda pra cima, enrolada na cintura como se ela nem ligasse. A bundona dela tava completamente exposta, só um fio dental preto minúsculo sumido entre as nádegas carnudas, brancas, suadas e brilhando sob as luzes. Aquela bunda grande, perfeita, redonda, com as covinhas laterais que eu amava apertar, tava ali pra todo mundo ver. E atrás dela, uns quatro caras bem colados, rindo baixo, se revezando sem disfarçar porra nenhuma. Eu parei a uns cinco metros, congelado entre a multidão. O pau na minha calça endureceu na hora, latejando forte. Um cara alto, moreno, camisa aberta mostrando peito tatuado, tava com as mãos na cintura dela, segurando firme. Os outros três tavam ao lado, olhos fixos na bund a dela, rindo e se cutucando. - Porra, olha essa bundona exposta, mano. A vadia tá pedindo pra levar pica - um deles disse pro outro, voz rouca por causa da música alta. O primeiro cara se aproximou mais, a pica dele já dura marcando na calça jeans preta. Ele encostou o quadril na bunda dela e começou a esfregar devagar, pra cima e pra baixo, a rola grossa deslizando entre as nádegas macias. O fio dental mal cobria o cu rosado e a bucetinha dela. Eu via tudo. A cabeça da pica dele pressionava o tecido, subindo até o cu, descendo até roçar onde a buceta começava a inchar. A bund a dela balançava levemente com o movimento, a pele suada brilhando. - Aaaah... que calor... - a Letícia soltou um gemido baixo, quase abafado pela música, mas eu vi o corpo dela arquear um pouco mais, empinando a bunda pro cara. Ele riu e acelerou o rebolado. - Caralho, que bund a gostosa. Olha como minha pica desliza nesse cu, mano. Ela tá molhada já, porra - ele falou pros amigos, sem tirar as mãos da cintura dela. Os outros riam e um já tava com a mão no próprio pau por cima da calça, apertando. Eu não conseguia me mexer. Ciúme queimava no meu peito como fogo, vontade de ir lá e dar porrada, mas o tesão era maior. Minha pica tava babando pré-gozo, latejando no ritmo da música. A Letícia tava deixando? Ela percebia as rolas duras se esfregando nela ou a bebida e o barulho faziam ela achar que era só a multidão? O primeiro cara continuou por uns bons minutos, gemendo baixo. - Toma essa pica seca na sua bund a, sua safada. Rebola pra mim. - A bund a dela se movia sutilmente com ele, as nádegas apertando a rola dele. O fio dental tava todo molhado agora, grudado na pele. Eu via o grelinho dela inchando por baixo, o tecido escuro de tesão. Ele se afastou, pau ainda duro, e o segundo tomou o lugar. Esse era mais baixo, mas a pica parecia enorme, um volume grosso e longo marcando na bermuda. Ele segurou as nádegas dela com as duas mãos, abrindo um pouco, e enfiou a rola entre elas com força. - Porra, olha esse cu apertado. Vou foder ele seco até gozar na calcinha dela - ele rosnou no ouvido dela. A Letícia mordeu o lábio, olhos semicerrados. - Hmm... continua... tá bom... - ela gemeu, voz rouca, o corpo tremendo. O cara acelerou, a pica deslizando rápido entre as nádegas, batendo no cu dela com tapinhas molhados. A bund a grande balançava, as carnes tremendo a cada estocada seca. Suor escorria pelas coxas dela. - Aaaahhh... ai meu cu... tá quente pra caralho... - ela soltou, mais alto agora, as pernas fraquejando um pouco. Eu tava hipnotizado. Os outros dois assistiam, um já com o pau pra fora discretamente, batendo punheta devagar. O terceiro, loiro com tatuagem no braço, empurrou o segundo e se encaixou. - Minha vez, deixa eu dar uma esfregada nessa bucetinha também. - Ele puxou o fio dental pro lado com o dedo, expondo a buceta raspada, inchada, brilhando de tesão. A pica dele, grossa e veiada, roçou direto na carne molhada, subindo pro grelinho. - Uuuuhhh... meu grelinho... ai porra... roça mais... - a Letícia gemeu desesperada, a voz saindo trêmula, o corpo se empinando todo pra trás. O cara riu alto. - Olha isso, a putinha tá pingando. O grelinho dela tá duro como pedra. Vou fazer ela gozar só com a pica seca. - Ele esfregou forte, a cabeça da rola circulando o grelinho, descendo pra abrir os lábios da buceta sem penetrar, só roçando. A bucetinha dela soltava um barulhinho molhado a cada movimento. As nádegas apertavam a pica dele, o cu piscando de tesão. O quarto cara, o mais agressivo, um negão forte com barba, tomou o lugar em seguida. Ele não pediu licença. Segurou a bund a dela com força, dedos afundando na carne, e enfiou a pica enorme entre as nádegas com um empurrão. - Toma essa rola preta na sua bund a branca, sua vadia. Eu vou foder esse cu até você gritar - ele disse no ouvido dela, voz grave. A Letícia arqueou as costas toda, peitos pressionados no balcão. - Aaaahhh fode... fode meu cu com essa pica grossa... não para porra... - ela gemeu alto, desesperada, o corpo todo tremendo como se estivesse levando uma vara de verdade. Os caras tavam se revezando sem parar agora, um atrás do outro, rolas duras esfregando, batendo, deslizando entre a bund a, no cu, roçando a buceta molhada e o grelinho inchado. A bunda dela tava vermelha de tanto atrito, brilhando de suor e pré-gozo deles. O fio dental tava todo torto, meio puxado pro lado, deixando a bucetinha quase toda exposta. Eu via os caras rindo, comentando baixo. - Porra, essa bundona é feita pra levar pica. Olha como ela rebola, tá amando - um dizia. - A buceta dela tá encharcada, mano. Aposto que ela goza se eu enfiar o dedo - outro respondia. A Letícia tava no limite. Gemidos saíam sem parar. - Aaaah... aaaahhh... meu grelinho tá pulsando... roça mais forte... ai meu cu tá ardendo de tesão... fode... fode... - Ela rebolava agora abertamente, empinando pra cada pica que chegava, o corpo suado brilhando, peitos quase saindo do top. Eu fiquei ali uns vinte minutos vendo tudo. Minha pica tava doendo de tão dura. Ciúme me consumia – será que ela tava fingindo que não percebia? Ou ela sabia e tava amando aqueles quatro estranhos usando a bunda dela como uma buceta pública? A saia continuava subida, a bund a exposta, e ela só pedia a bebida de vez em quando, bebendo goles enquanto os caras se revezavam. O barman viu tudo mas só sorriu, servindo a bebida como se fosse normal. Um dos caras, o moreno, enfiou a mão por baixo e enfiou um dedo na buceta dela enquanto esfregava a pica no cu. - Caralho, tá encharcada. Toma dedo na bucetinha enquanto eu fodo seu cu seco. - Oooohhh porra... dedo fundo... ai meu grelinho... eu vou gozar... aaaahhh... - A Letícia gemeu alto, as pernas tremendo forte, o corpo convulsionando enquanto gozava ali no bar, na frente de todo mundo, a buceta apertando o dedo do cara, suco escorrendo pela coxa. Os caras riram e continuaram, um atrás do outro, até o último gozar por cima da bund a dela, jatos quentes de porra espirrando nas nádegas e no fio dental. - Toma porra na bunda, sua puta. Fica marcada. A Letícia se endireitou devagar, saia descendo aos poucos, bund a melada de porra e tesão. Ela pegou o copo, virou pro grupo com um sorriso safado e disse - Obrigada pela companhia, meninos. Foi gostoso. - Piscou e veio andando na minha direção, como se nada tivesse rolado. Eu fingi que tava chegando agora. - Amor, demorei né? Tá tudo bem? - perguntei, voz tremendo. Ela me beijou profundo, a boca quente. - Tudo ótimo. Só tava pedindo bebida. Vamos dançar mais? - A bunda dela ainda tava quente contra mim, cheirando a porra alheia. A gente dançou o resto da noite, mas na minha cabeça só rolava aquela cena. Em casa, eu comi ela como um animal. - Conta pra mim o que rolou no bar - eu pedi enquanto metia forte na buceta molhada dela. - Aaaahhh... os caras tavam esfregando as picas na minha bunda... eu deixei... tava tão bom... meu grelinho gozou... - ela confessou gemendo, gozando de novo só de lembrar. Eu gozei dentro dela imaginando tudo de novo. E desde então revivo isso todo dia, ciúme e tesão misturados, sem saber se pergunto ou deixo rolar. A cena no bar não parou ali na minha memória. Eu revivia cada segundo. O jeito que a bund a dela balançava quando o primeiro cara metia a pica entre as nádegas, o som molhado do tecido roçando pele suada, o cheiro de sexo no ar misturado com cerveja e cigarro. A Letícia tava curvada, peitos esmagados no balcão frio, mamilos duros marcando. Cada cara que chegava segurava mais forte, dedos afundando na carne macia, abrindo as nádegas pra rola deslizar melhor. O cu dela piscava a cada roçada, o grelinho inchado pedindo atenção. Quando o dedo entrou na buceta, o som foi obsceno, molhado, ela gemendo - Aaaahhh mais fundo... fode minha bucetinha com o dedo enquanto roça o cu... porra eu amo pica atrás de mim... Os caras tavam insaciáveis. O segundo voltou depois do terceiro, pica ainda dura, e esfregou mais devagar agora, saboreando. - Olha como sua bund a engole minha rola, vadia. Tá toda melada do meu pré-gozo. - Ela respondia com gemidos longos - Hmmmm... desliza devagar... tá roçando meu grelinho indiretamente... ai vou gozar de novo... Eu contava os segundos. Cinco minutos com um, três com outro, revezando sem parar. A bund a dela tava vermelha, marcas de dedos, porra escorrendo pelas coxas quando o último gozou. Ela não limpou, só desceu a saia e veio pra mim, buceta pingando, cu ardendo de tanto atrito. Em casa a transa foi épica. Eu metia nela por trás, imaginando os caras. - Era assim que eles faziam? - eu perguntava batendo forte. - Sim amor... as picas deles eram duras... esfregavam meu cu e minha buceta... um até colocou dedo... eu gozei na frente deles... aaaahhh mete mais... me fode pensando neles... A gente gozou junto, eu enchendo a buceta dela de porra enquanto revivia a bund a exposta, os quatro paus se revezando, os gemidos dela desesperados ecoando na minha cabeça. E assim a noite toda, detalhes se repetindo na mente: o fio dental preto grudado, a buceta inchada brilhando, o grelinho pulsando, as nádegas tremendo, os diálogos chulos dos caras - Porra que cu guloso, toma rola, sua puta safada. E os gemidos dela - Aaaahhh... aaaahhh... fode meu cu... roça meu grelinho... não para seus safados... A história continua na minha cabeça até hoje, cada detalhe mais vivo. A forma como a saia subiu devagar no começo, expondo centímetro por centímetro da bund a, como os caras se olharam e riram antes de se aproximar, como a multidão em volta não via ou fingia não ver, mas eu via tudo. O suor escorrendo pela coluna dela, pingando no fio dental. O jeito que os peitos dela balançavam quando ela tremia de prazer. O barman servindo a bebida com um sorriso cúmplice, como se soubesse que ela tava sendo usada ali no balcão. Depois, quando a gente foi embora, a Letícia andava devagar, bunda sensível, e no carro ela sentou com cuidado, gemendo baixinho - Ai amor, minha bund a tá ardendo... aqueles caras me deixaram melada. - Eu dirigi com o pau duro de novo, ciúme e tesão lutando dentro de mim.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.