Era verão, aquele calor de rachar o coco na praia da barra, em Salvador, sol batendo de frente e o mar brilhando como se tivesse diamante dentro. Eu tava de férias com meu namorado, mas ele, como sempre, resolveu que ia mergulhar o dia inteiro atrás de peixe. “Volto daqui a duas horas, amor”, ele disse, me deu um beijinho rápido e sumiu com a máscara e o snorkel. Eu fiquei sozinha na areia quente, de topless mesmo, os peitos livres, bicos duros de tanto sol, e só um fio dental vermelho enterrado na bunda, daqueles que mal cobrem a buceta. Nos pés, plataformas altas pretas, bem puta, que deixavam minha bunda empinada pra caralho. Eu tava deitada de barriga pra cima, pernas um pouco abertas, sentindo o sol queimar a pele lisinha da minha xoxota depilada. Aí os dois caras apareceram jogando bola de vôlei. Eram altos, morenos, corpo de quem malha todo dia, peito largo, barriga tanquinho, short de praia baixo na cintura. Um era loiro de olhos verdes, o outro moreno com tatuagem no braço. A bola veio voando e acertou bem na minha coxa, quicando e quase batendo na minha buceta. - Porra, desculpa aí, gata! – o loiro gritou, correndo pra pegar a bola. Eles vieram juntos, suados, sorrindo daquele jeito safado que homem faz quando vê uma mulher quase pelada. Eu sentei, sem cobrir os peitos, e sorri de volta. - Sem problema, meninos. Foi só um susto – eu disse, passando a mão na coxa onde a bola bateu. Começamos a conversar. Eles eram de São Paulo, tava de férias também, surfando e pegando onda o dia todo. Eu contei que meu namorado tava mergulhando, que eu tava sozinha ali. O moreno olhou pros meus peitos, demorou o olhar nos bicos rosados, depois desceu pros meus quadris. - Tá um calor do caralho hoje, né? – ele falou, lambendo os lábios sem querer. Eu senti a buceta dar uma piscadinha só de ver o volume que já tava crescendo nos shorts deles. Levantei, ajustei o fio dental que mal cobria o grelinho inchado e falei: - Querem vir pro meu bangalô tomar uma cerveja gelada? Aqui na areia tá quente demais. É logo ali, uns cinquenta metros. Eles olharam um pro outro, sorriram e toparam na hora. Andamos pela areia, eu na frente, rebolando devagar, sentindo o fio dental entrar mais fundo na rachinha. Os dois atrás, conversando baixo, mas eu ouvia: - Essa mina é louca, mano. Olha essa bunda... - Cala a boca, vai que ela ouve. Mas porra, que gostosa. Chegamos no bangalô. Eu abri a porta, liguei o ar-condicionado e peguei três copos grandes com cerveja bem gelada. Eles sentaram no sofá grande de couro, pernas abertas, já com o pau meio duro marcando o short. Eu não sentei com eles. Fui pra mesa de centro na frente do sofá, sentei na beirada, abri as pernas devagar e, sem falar nada, puxei o fio dental pro lado com dois dedos. Minha buceta depilada, inchada, brilhando de tesão, ficou toda à mostra. Os lábios grossos, o grelinho saltado, a entradinha rosada piscando. Eles pararam de falar por um segundo, mas depois continuaram como se nada tivesse acontecido. O loiro tomou um gole e disse: - Essa cerveja tá boa pra caralho. Eu sorri, tirei o fio dental completamente, joguei pro lado e deitei de costas na mesa. Abri as pernas bem abertas, posição de missionária total, pés nas plataformas ainda, joelhos dobrados, buceta exposta, molhada, escorrendo um fiozinho de tesão que descia pro cu. - Vem, meninos – eu sussurrei. Eles não falaram mais nada. O loiro foi o primeiro. Levantou, baixou o short num movimento só. A pica dele pulou pra fora, grossa, veias saltadas, cabeça roxa brilhando, uns 20 centímetros fáceis. Ele se aproximou, segurou a base e esfregou a cabeça na minha buceta, misturando o pré-gozo dele com minha lubrificação. - Olha essa bucetinha gulosa – ele murmurou. E enfiou de uma vez. Eu senti a pica abrindo tudo, esticando as paredes da minha xoxota, batendo lá no fundo, roçando o grelinho por dentro. - Aaaaaahhh! Porraaa! Que pica grossa! – eu gemi alto, desesperada. Ele começou a meter forte, o saco batendo no meu cu, ploc ploc ploc, o barulho molhado enchendo o bangalô. Eu segurava os peitos, apertando os bicos, enquanto ele me comia como um animal. - Toma, sua vadia. Toma essa pica toda – ele rosnava. O moreno assistia, já com o pau pra fora, se punhetando devagar. A pica dele era um pouco mais longa, mas mais fina, cabeça bem rosada. - Deixa eu provar essa buceta também, porra – ele disse. O loiro tirou, a pica toda melada do meu mel, e o moreno entrou no lugar. Ele meteu mais devagar no começo, sentindo cada centímetro, depois acelerou, socando fundo, fazendo minha buceta fazer barulho de tanta água. - Meu Deus, que buceta apertada! Tá piscando no meu pau, caralho! – ele gemeu. Eu tava louca, gemendo sem parar: - Aaaaiiii! Fode! Fode minha buceta! Mais fundo, por favor! Eu sou uma puta, me usa! Eles começaram a se revezar. Um metia uns trinta segundos, tirava, o outro entrava. Minha buceta tava inchada, vermelha, escorrendo por todo lado, melando a mesa. O loiro meteu de novo, mais rápido, segurando meus tornozelos nas plataformas, abrindo minhas pernas ao máximo. - Vou gozar, vou encher essa bucetinha! – ele avisou, voz rouca. E gozou. Jatos grossos, quentes, enchendo meu útero, transbordando, escorrendo pro cu. Eu senti cada pulsada, cada jato. - Aaaaaahhh! Goza dentro! Me enche de porra! – eu gritei, gozando junto, buceta apertando a pica dele, esguichando um pouco. Ele tirou, a pica ainda babando porra, e sentou de novo no sofá, respirando pesado. O moreno olhou pra minha buceta cheia de gozo do amigo, fez uma cara e disse: - Porra, mano, tá cheia de porra agora. Não vou colocar mais não. Eu não pensei duas vezes. Desci da mesa, pernas tremendo, porra escorrendo pelas coxas, e me ajoelhei na frente dele. Segurei aquela pica latejando, ainda dura pra caralho, e enfiei na boca de uma vez. - Vou te fazer gozar do mesmo jeito, gostoso – eu falei com a boca cheia. Chupei com vontade, lambendo as veias, chupando a cabeça, descendo até o saco, cheirando o suor dele misturado com meu cheiro de buceta. Ele segurava minha cabeça, enfiando devagar. - Caralho, que boca gulosa. Chupa, vai, chupa esse pau. Eu gemia com a pica na boca: - Mmmmmm... hmmmm... quero tua porra... Ele começou a foder minha boca mais rápido, até que avisou: - Tô gozando, porra! Eu tirei o pau da boca rapidinho, peguei o copo que ainda tinha um restinho de cerveja e coloquei a cabeça da pica dentro. Ele gozou forte, enchendo o copo de porra grossa, branca, misturando com a cerveja. Jatos e mais jatos, até o copo ficar quase cheio de uma mistura leitosa. Quando parou, eu levantei o copo, olhei pra ele nos olhos e, sem desviar o olhar, virei tudo de uma vez. Engoli devagar, sentindo o gosto salgado da porra misturado com a cerveja gelada, lambendo os lábios depois. - Hmmmm... delícia. Obrigada pela porra, meninos. Eles ficaram olhando, boquiabertos, pau ainda meio duro. Eu sorri, passei o dedo na buceta, peguei um pouco do gozo do loiro que ainda escorria e lambi também. - Meu namorado volta daqui a pouco. Melhor vocês irem. Mas se quiserem repetir amanhã... eu tô aqui. Eles se vestiram rápido, ainda com cara de quem não acreditava no que tinha rolado. Saíram pelo quintal dos fundos, e eu fiquei lá, nua, buceta latejando, porra escorrendo, sentindo o gosto deles na boca. Fui pro chuveiro, mas antes passei a mão na buceta cheia e sorri sozinha. Meu namorado nunca ia saber que, enquanto ele mergulhava, eu tinha sido comida por duas picas estranhas, tinha levado porra no útero e tinha bebido o gozo do outro misturado com cerveja. E o pior – ou o melhor – é que eu queria mais.
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