Que foda gostosa com minha mãe!

Era sexta-feira à noite e eu já estava chegando na casa da minha mãe como sempre fazia nos fins de semana. Ela morava sozinha com meus dois irmãos menores, mas eles estavam na casa dos avós aquela semana, então éramos só nós dois. Eu tinha 18 anos, ela 36, e toda vez que eu pisava ali o ar ficava mais pesado, mais quente. Minha mãe era uma latina linda pra caralho: 1,57 de altura, uns 80 quilos bem distribuídos, corpo carnudo, bundona redonda e peitos 38DD que balançavam toda vez que ela andava. Cabelo preto longo e grosso caindo até a cintura, pele morena macia. Ela sempre fazia as unhas dos pés de branco, brilhando, e eu vivia reparando nisso quando ela cruzava as pernas no sofá.
- Oi filho, chegou cedo hoje – ela disse quando abriu a porta, sorrindo daquele jeito que me deixava louco. Estava de shortinho de pijama super curto, daqueles que mal cobriam a metade da bunda, mostrando um pedaço da carne farta das coxas e o começo da curva da bunda. Em cima, uma camisa de pijama fina, sem sutiã, os bicos dos peitos marcando o tecido.
Eu entrei, dei um abraço rápido e senti o cheiro dela, aquele perfume misturado com sabonete de banho. Jantamos pizza vendo filme, conversando besteira, mas eu não conseguia parar de olhar pra ela. O short subia toda hora, deixando a bunda quase toda de fora. Depois do jantar ela bocejou e falou:
- Vamos dormir, filho? A cama é grande, você sabe que eu gosto de ter companhia.
Eu concordei, coração acelerado. Toda vez era assim. Ela nunca reclamava quando eu colocava a mão na cintura dela ou encostava no peito por “acidente” enquanto dormia. Hoje eu sentia que era a hora. Lembrei da vez que abri a porta do quarto dela sem bater: ela estava praticamente nua, só de fio dental preto, de costas pra mim, peitos pesados balançando enquanto ela se trocava. Eu fechei a porta rápido, mas ela gritou:
- Entra filho, não tem problema!
Eu não entrei, mas a imagem ficou gravada na minha cabeça. Hoje eu ia usar isso.
Deitamos na cama dela, luz apagada, só o abajur baixo aceso. Ela virou de lado pra mim, shortinho subido até o limite, a camisa levantada mostrando a barriguinha macia. Eu fingi dormir, mas minha pica já estava dura pra caralho dentro da cueca. Devagar, coloquei a mão na cintura dela, subindo devagar até encostar na lateral do peito. Ela respirou fundo, mas não afastou. Ao contrário, se mexeu um pouco pra trás, encostando a bunda no meu quadril.
- Filho... tá tudo bem? – ela sussurrou, voz rouca.
Eu não respondi com palavras. Desci a mão pela barriga dela, por baixo da camisa, e segurei um peito inteiro. Era pesado, macio, o bico já duro na palma da minha mão. Ela soltou um gemidinho baixo:
- Hmmm... que isso, meu amor...
Eu apertei mais, roçando o bico com o polegar. Ela virou o corpo todo pra mim, olhos semicerrados, boca entreaberta. O shortinho estava tão curto que eu via o começo da buceta, o tecido molhado já marcando.
- Mãe... eu te quero faz tempo – eu murmurei, voz tremendo de tesão.
Ela mordeu o lábio, mão descendo e apertando minha pica por cima da cueca.
- Ai filho... eu sei. Eu sinto você me tocando toda noite. Eu finjo que durmo, mas minha buceta fica molhada toda vez. Hoje eu não aguento mais. Me fode, filho. Me fode como você sonha.
Eu não esperei. Puxei a camisa dela pra cima e chupei um peito inteiro, mamando o bico grosso enquanto apertava o outro. Ela gemeu alto, desesperada:
- Aaaahhh filho, chupa mais forte... morde o bico da mamãe... issooo...
Eu desci a boca pela barriga dela, beijando a pele morena, até chegar no shortinho. Puxei ele pra baixo com os dentes. Ela não tinha fio dental hoje, estava completamente pelada por baixo. A buceta era carnuda, lábios grossos, pelinhos pretos bem aparados, o grelinho inchado brilhando de tesão. O cheiro dela subiu forte, doce e safado.
- Que buceta linda, mãe... tá pingando pra mim.
Eu abri as pernas dela e enfiei a língua direto no grelinho. Ela arqueou as costas, mão agarrando meu cabelo.
- Porra filho, lambe a buceta da mamãe... isso, chupa o grelinho... aaaahhh caralho, que língua gostosa...
Eu lambia devagar, circulando o grelinho, depois enfiava a língua toda na entradinha quente e molhada. Ela se contorcia, peitos balançando, unhas dos pés brancas se cravando no lençol.
- Hummm... filho... eu vou gozar... continua chupando... aaaahhh porraaa...
Ela gozou pela primeira vez, buceta jorrando um líquido quente na minha boca, corpo tremendo inteiro. Eu subi, tirei a cueca e mostrei minha pica grossa, cabeça vermelha latejando.
- Olha o tamanho dessa pica, mãe. É pra você.
Ela olhou com fome, pegou com as duas mãos e começou a masturbar devagar.
- Que pica grossa do meu filho... maior que eu imaginava. Vem, enfia na buceta da mamãe.
Eu posicionei a cabeça na entradinha molhada e empurrei devagar. A buceta dela era apertada pra caralho apesar dos 80 quilos, quente, sugando minha pica centímetro por centímetro.
- Aaaaiii filho... tá abrindo a buceta da mamãe... devagar... que delíciaaa...
Eu meti até o fundo, bolas batendo na bunda dela. Comecei a foder devagar, depois mais rápido. Os peitos dela pulavam no ritmo, cabelo preto espalhado no travesseiro. Ela gemia sem parar:
- Fode a mãe, fode, fode gostoso essa buceta gulosa... mais forte filho... rasga a buceta da mamãe com essa pica grossa... aaaahhh caralhooo...
Eu metia fundo, sentindo a buceta dela apertar, o grelinho roçando na minha barriga. Mudei de posição, coloquei ela de quatro. A bunda grande empinada, cu piscando, buceta aberta pingando. Eu segurei a cintura dela e meti com força, pele batendo pele, barulho molhado enchendo o quarto.
- Isso filho, fode a mamãe de quatro... olha como essa bundona balança pra você... me usa como uma puta... aaaahhh porra, tô gozando de novo...
Ela gozou pela segunda vez, buceta esguichando no meu pau, pernas tremendo. Eu não aguentei mais. Segurei os cabelos pretos dela como rédea e meti fundo, gozando forte dentro da buceta.
- Toma porra mãe... tô enchendo a buceta da mamãe de leite quente...
Jatos grossos de porra quente enchiam ela, escorrendo pelas coxas. Eu fiquei lá dentro até a última gota, depois puxei devagar. A buceta dela ficou aberta, vermelha, porra branca escorrendo devagar.
Ela virou o rosto, olhos vidrados de tesão:
- Filho... ainda tá duro... eu quero mais. Me fode no cu agora. Eu sei que você olha pra minha bundona toda vez.
Eu fiquei surpreso, mas o tesão falou mais alto. Peguei o pau ainda melado de porra e buceta e encostei na rosinha apertada do cu dela. Ela empinou mais, olhando pra trás.
- Vai devagar no começo, filho... faz tanto tempo que não dou meu cu que praticamente ele é virgem de novo... mas eu quero sentir essa pica toda dentro.
Eu cuspi na cabeça da pica e empurrei. A rosinha resistiu, apertada pra caralho. Ela gemeu de dor:
- Aaaaiii porra... tá doendo filho... tá abrindo meu cu... devagar... aaaahhh caralhooo...
Eu empurrei mais, a cabeça entrou com um pop. Ela gritou, unhas cravadas no lençol, pés com unhas brancas se contorcendo.
- Ai meu Deus... tá rasgando o cu da mamãe... mas continua... não para...
Eu meti devagar, centímetro por centímetro, sentindo o cu dela apertar minha pica como um punho quente. A dor dela virou prazer rápido. Ela começou a rebolar pra trás.
- Isso filho... fode o cu da mamãe... tá ficando bom... mais fundo... aaaahhh que pica grossa no meu rabo...
Eu acelerei, metendo fundo, bolas batendo na buceta melada de porra. Ela gemia desesperada, voz rouca:
- Porra... tá me arrombando o cuzinho... que delícia... fode mais forte... me usa como uma vadia...
O cu dela relaxou, ficando molhado e guloso. Eu metia com força, vendo a bundona balançar, o cabelo preto grudado de suor nas costas. Ela começou a gemer mais alto, mão descendo pra esfregar o grelinho.
- Filho... tô gozando com o seu pau no meu cu... aaaahhh porraaa... tô gozando tão forte...
O corpo dela tremeu inteiro, cu apertando minha pica em espasmos, buceta jorrando de novo. Ela gritava, voz quebrada:
- Aaaahhh filho... continua metendo no cu... tô me acabando de gozar... que prazer do caralho...
Eu sentia o gozo subindo. Ela percebeu e gritou, desesperada, ainda gozando:
- Não goza dentro do cu filho... se você gozar dentro do cu da mamãe eu vou me cagar toda... aaaahhh porraaa... não goza dentro... eu vou me cagar...
Eu meti mais fundo, sentindo o cu dela pulsar, e gozei forte, enchendo o rabo dela de porra quente enquanto ela gritava misturando prazer e pânico. Jatos grossos e quentes explodiam lá dentro, pintando as paredes do cu dela. O corpo dela convulsionava, gozando sem parar, porra escorrendo do cu e da buceta misturada.
Eu fiquei lá dentro uns segundos, sentindo o cu dela apertar e sugar cada gota. Depois, bem devagar, comecei a puxar a pica. Ela ainda estava tremendo, rebolando a bundona devagar, como se não quisesse que eu saísse.
- Filho... tá saindo... aaaahhh... meu cu tá tão cheio...
A cabeça da pica deslizou pra fora com um barulho molhado, e foi aí que aconteceu. Ela empinou mais a bunda, rebolando forte, quase sem controle, e o cu piscou aberto, vermelho e dilatado. Um pedaço de merda marrom-clara começou a sair devagar, misturado com a porra branca grossa que eu tinha acabado de jogar lá dentro. O cheiro subiu quente, safado, proibido. Ela gemeu alto, voz rouca de vergonha e tesão ao mesmo tempo:
- Aaaaiii porra... tô cagando filho... olha o que você fez... tô me cagando toda com a porra do meu filho escorrendo do cu... aaaahhh caralhooo...
A merda saía em pedaços macios, empurrada pela porra que ainda vazava, escorrendo pela bunda carnuda, sujando as coxas dela e o lençol. Ela rebolava mais, como se o prazer da dor e da humilhação estivesse fazendo ela gozar de novo. O cu dela continuava piscando, soltando mais, a mistura branca e marrom pingando devagar enquanto ela apertava os dentes e gemia:
- Hummm... tá saindo tudo... meu cu tá aberto pra você ver... tô cagando a porra do meu filho... que delícia do caralho... continua olhando... aaaahhh eu não consigo parar...
Eu fiquei ali, pau ainda duro, vendo tudo. Ela virou o rosto, olhos vidrados, bochechas vermelhas, mas o corpo ainda tremendo de prazer.
- Filho... me limpa depois... mas agora me fode de novo se quiser... eu sou sua puta agora.
Caímos os dois suados, ofegantes, o quarto cheirando a sexo, porra e aquela mistura nova. Ela virou pra mim, mão acariciando meu peito, um sorriso safado no rosto.
- Filho... isso foi loucura... mas eu quero de novo todo fim de semana. Mesmo que eu me cague toda.
Eu sorri, sabendo que a partir de agora a cama dela seria nossa pra sempre, com tudo que viesse junto.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Que foda gostosa com minha mãe!

Codigo do conto:
258879

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
08/04/2026

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