Filho viu a mãe sendo enrabada... aproveitou e enrabou também!
A mãe solteira chamada Carla estava no auge da loucura depois do divórcio. Aos 42 anos, corpo ainda firme de tanto malhar escondido, peitos grandes e pesados, bunda empinada que chamava atenção na rua, ela vivia com o fogo aceso entre as pernas. Quando não estava sozinha no quarto enfiando dois dedos na buceta molhada e gemendo baixinho pra não acordar o filho, ela abria o celular e marcava com algum contato. Qualquer um que tivesse a pica grossa servia. Hoje não foi diferente. Ela havia convidado o Rodrigo, um amigo de longa data de 35 anos que conheceu ha muito tempo, na época da faculdade e ele era amigo do ex-marido dela também. Alto, tatuado, com uma pica que ele mesmo descrevia como grossa e veiada. Mal ele entrou pela porta da casa, Carla já pulou no pescoço dele. Os dois se beijaram com fome, línguas se enrolando, saliva escorrendo pelos cantos da boca. As mãos dele foram direto pros peitos dela, apertando forte por cima da blusa fina, beliscando os mamilos que já estavam duros como pedra. - Porra, Carla, você tá com os peitos mais gostosos que eu já vi nessa vida. Tão pesados, tão macios… - ele rosnou enquanto apertava. Ela só gemeu contra a boca dele, esfregando a buceta por cima da calça dele. A calcinha já estava encharcada, o cheiro de buceta quente enchendo o quarto. Rodrigo não perdeu tempo. Pegou ela no colo como se ela fosse uma boneca, jogou de bruços na cama king size, o rosto dela afundando no travesseiro. Com um puxão bruto, ele desceu a saia e a calcinha até os tornozelos, deixando a bunda empinada e a buceta inchada à mostra. Os lábios da xota dela estavam vermelhos, brilhando de tesão, o grelinho latejando pedindo atenção. Sem camisinha, sem aviso, ele cuspiu na mão, passou na cabeça da pica e enfiou tudo de uma vez. A buceta dela engoliu a rola grossa com um som molhado e obsceno. - Aaaahhh caralhooo! Que pica grossa da porra! Me arromba, vai, me fode bem fundo! - Carla gritou, as mãos agarrando os lençóis. Rodrigo começou a meter com força, estocadas longas e brutas que faziam o corpo dela balançar. O barulho de saco batendo em buceta molhada ecoava no quarto. Ele grunhia a cada entrada, segurando a cintura dela com força, os dedos marcando a pele. - Toma essa pica, sua vadia safada. Essa buceta tá piscando pra mim, tá engolindo tudo. Tá sentindo como ela tá quente e melada? - ele dizia entre dentes. Carla estava no céu. A buceta dela contraía em volta da pica dele, o grelinho roçando no saco a cada estocada. Ela gemia alto, sem controle. - Ai meu deus, me fode mais forte! Mais fundo, porra! Tá batendo no meu útero, tá me matando de prazer! Aaaahhh fodeeee! Eles estavam assim há uns bons quinze minutos, suados, o quarto cheirando a sexo puro, quando a porta do quarto se abriu devagar. O filho dela, o Lucas, de 19 anos, entrou sem bater, como sempre fazia quando queria perguntar alguma coisa. Ele parou congelado na porta. Ali estava a mãe dele, de quatro na cama, a cara afundada no travesseiro, a bunda empinada, e um estranho metendo a pica grossa na buceta dela sem parar. Rodrigo percebeu primeiro. Ele diminuiu o ritmo das estocadas, mas não parou. A pica ainda entrava e saía devagar, fazendo a buceta da Carla fazer barulho de molhado. Carla, perdida no prazer, nem notou de cara. - O que foi? Tá diminuindo o ritmo? Continua, porra, não para agora que eu tô quase gozando! - ela reclamou, rebolando contra ele. Rodrigo segurou o queixo dela e virou a cabeça dela pro lado. Os olhos dela encontraram os do filho. Lucas estava ali, parado, os olhos arregalados, olhando diretamente pra pica do estranho entrando e saindo da buceta da mãe dele. O esperma ainda não tinha saído, mas a cena era crua: a buceta inchada, os lábios agarrados na rola, o mel escorrendo pelas coxas. Lucas ficou ali uns segundos que pareceram horas, o rosto vermelho, sem conseguir desviar o olhar. Depois murmurou um “desculpa” quase inaudível, virou as costas e saiu, fechando a porta devagar. Carla sentiu um choque no corpo todo, mas a pica ainda dentro dela não deixou o tesão ir embora. Na verdade, saber que o filho tinha visto tudo só deixou a buceta dela ainda mais molhada, contraindo mais forte. - Ele viu… meu filho viu você me comendo… porra, que vergonha… mas não para, Rodrigo, continua metendo! - ela pediu, a voz rouca de tesão. Rodrigo sorriu safado e voltou a meter com força total, agora mais agressivo, como se o fato de ter plateia tivesse dado mais gás. - Então o filhinho viu a mamãe sendo arrombada? Que delícia. Toma essa pica, Carla. Vou encher essa buceta de porra quente pra ele lembrar depois. As estocadas voltaram brutais. Carla gemia desesperada, o corpo tremendo. - Aaaahhh sim! Me fode! Me usa como uma puta! A pica tá tão grossa, tá esticando minha buceta toda! Vou gozar, caralho, vou gozar no pau nesse pau gostoso! Ela gozou primeiro, a buceta esguichando um pouco, contraindo forte em volta da pica. Rodrigo não aguentou. Grunhiu alto e meteu fundo, segurando a bunda dela aberta. - Toma toda a porra, vadia! Tá sentindo? Tá enchendo essa buceta gostosa! - ele rosnou enquanto jatos grossos de sêmen quente jorravam dentro dela, enchendo o útero, transbordando pelos lábios da buceta e escorrendo pelas coxas. Ele ficou dentro alguns segundos, pulsando, esvaziando tudo. Depois tirou a pica devagar, deixando um fio grosso de porra sair da buceta aberta. Carla ainda tremia, o cu piscando de tesão, a buceta vermelha e inchada pingando sêmen. Mas Rodrigo não tinha terminado. Ele olhou pra bunda dela, pro cu apertadinho que ainda não tinha sido usado, e sorriu. - Agora vai ser no cu, Carla. Eu vi como esse cuzinho tá piscando pra mim. Vou arrombar ele bem devagar no começo, depois vou te foder até você gritar. Ela ainda estava ofegante, a buceta cheia de porra, mas o tesão não tinha diminuído. - Vai, enfia no meu cu. Eu quero sentir essa pica grossa me rasgando. Mas vai com calma no começo, tá? Rodrigo cuspiu na mão, passou na cabeça da pica ainda dura e suja de porra e buceta, e encostou na roseta dela. Empurrou devagar. O cu dela resistiu no começo, apertado pra caralho. Carla gemeu de dor misturada com prazer. - Aaaaiii que dor gostosa! Tá entrando, tá abrindo meu cu! Mais devagar, porra, tá me rasgando! Ele foi empurrando centímetro por centímetro, sentindo o cu dela ceder aos poucos, o anel apertando forte na pica. Quando a cabeça passou, ele meteu mais fundo, até as bolas encostarem na buceta melada de porra. - Caralho, que cu apertado! Tá engolindo minha pica toda, sua safada. Tá sentindo como ele tá quente por dentro? Começou a meter devagar, depois mais rápido. A dor inicial virou um prazer insano. Carla gemia alto, desesperada, o corpo todo suado. - Aaaahhh fode meu cu! Mais forte! Tá batendo fundo, tá me enchendo! Meu deus, que delícia, que pica no meu cu! Rodrigo acelerou, as estocadas fazendo o corpo dela balançar. A buceta dela ainda pingava porra, misturando com o suor. Ele segurava a bunda dela aberta, olhando o cu esticado em volta da pica. - Goza pra mim, Carla. Goza com essa pica no seu cu apertado. Ela se acabou. O orgasmo veio forte, o cu contraindo violentamente em volta da pica, o corpo tremendo inteiro. - Aaaahhh tô gozando! Tô gozando no cu! Não para, me fode enquanto eu gozo! Aaaaiii porraaa! Enquanto ela gozava, gritando, Rodrigo metia sem parar. Ele sentiu que ia gozar de novo. - Vou gozar no seu cu, Carla. Vou encher esse cu de porra quente. Ela, ainda gozando, gritou em desespero e prazer. - Não goza dentro, por favor! Se você gozar no meu cu eu vou me cagar toda! Tá muito fundo, vai me fazer cagar! Aaaahhh mas continua metendo! Ele não ligou. Metendo fundo, grunhiu e explodiu. Jatos grossos de porra quente jorraram direto no intestino dela, enchendo o cu até transbordar. - Toma toda, vadia! Tá sentindo minha porra enchendo seu cu? - ele rosnou. Carla gritava, o orgasmo prolongado, o cu pulsando. - Aaaaiii tá enchendo meu cu de porra! Eu tô gozando de novo! Meu cu tá cheio! Rodrigo tirou a pica devagar. No momento que a cabeça saiu, o cu dela não aguentou. Ela rebolou instintivamente, a bunda tremendo, e começou a cagar. Um jato de merda mole misturado com a porra branca dele saiu do cu dilatado, escorrendo pelas coxas, sujando os lençóis. Ela gemia envergonhada mas excitada, rebolando mais, empinando a bunda enquanto cagava o resto. - Olha o que você fez… tô cagando sua porra toda… aaaahh que vergonha, mas que tesão… Rodrigo ficou olhando, a pica ainda latejando, depois vestiu a calça rápido. - Porra, que loucura. Eu tinha que ficar a noite toda, mas depois dessa eu vou embora. Foi foda demais. Ele saiu da casa quase correndo. Carla ficou ali uns minutos, o cu e a buceta ainda pingando mistura de porra e merda, o corpo tremendo. Depois se levantou, limpou o mínimo possível com um lençol, e foi até o quarto do filho, o sêmen do estranho ainda vazando da buceta e do cu, escorrendo pelas pernas. Ela bateu na porta devagar e entrou. Lucas estava sentado na cama, olhando pro chão, o rosto vermelho. - Filho… eu sei que você viu tudo. Desculpa, eu não queria que você presenciasse isso. Mas… eu tô sozinha faz tempo e… - ela começou, a voz baixa, sentindo a porra escorrendo mais ainda. Lucas olhou pra ela, os olhos descendo pro meio das pernas da mãe, onde a mistura branca e marrom ainda pingava no chão do quarto dele. - Mãe… eu… eu vi ele te comendo. Vi a pica dele entrando na sua… na sua buceta. E depois… no cu. Eu ouvi tudo. Os gemidos, os gritos… - ele disse, a voz tremendo. Carla se aproximou, sentou na beira da cama, as coxas abertas, a buceta e o cu ainda expostos, pingando. - Eu sei, meu amor. Foi vergonhoso. Mas eu tava tão excitada… ele me fodeu tão bem. Encheu minha buceta de porra primeiro, depois arrombou meu cu e gozou lá dentro também. E quando ele tirou… eu caguei tudo misturado. Tô toda suja ainda. Você me perdoa? Lucas engoliu em seco, sem conseguir tirar os olhos da bagunça entre as pernas da mãe. - Eu… eu não sei o que dizer, mãe. Mas você tá… tá vazando tudo. Tá escorrendo no meu quarto. Carla sentiu um novo calor subir. Mesmo depois de tudo, o fato do filho estar vendo a porra escorrendo dela ainda deixava ela molhada. - Vem cá, deixa eu te dar um abraço. E depois eu vou tomar um banho. Mas antes… você quer que eu te explique melhor o que aconteceu? Ou prefere que eu vá embora? O quarto ficou em silêncio, só o som da porra pingando no chão. Carla sabia que aquela noite tinha mudado tudo. E o tesão, por mais errado que fosse, ainda estava ali, latejando. Ela olhou pro filho, viu o volume na calça dele crescendo devagar, e o fogo dentro dela explodiu de vez. Sem pensar duas vezes, ela se ajoelhou na frente dele, os olhos brilhando de loucura. - Filho… me deixa ver sua pica. Só ver, vai. Eu tô tão molhada ainda, tão cheia de porra… mostra pra mamãe, por favor. Lucas ficou paralisado, o rosto queimando. - Mãe… não… isso é errado… eu não posso… Mas Carla não esperou. Com as mãos tremendo de tesão, ela abriu o zíper dele, puxou a cueca pra baixo e viu a pica do filho semi-dura, grossa, cheirando a suor de jovem. Sem aviso, sem dar tempo pra ele reagir, ela abriu a boca e engoliu tudo de uma vez, chupando desesperada, a língua girando em volta da cabeça, sugando como se fosse a última pica do mundo. - Mmmmmm… que pica gostosa do meu filho… tá ficando dura na boca da mamãe… chup, chup, fica bem durinha pra mim - ela murmurou com a boca cheia, saliva escorrendo pelo queixo. Lucas tentou afastar a cabeça dela, a voz falhando. - Mãe, para… isso não pode… aaahh porra… Mas a boca quente e molhada dela não parava. Ela mamava fundo, engasgando, babando, os lábios inchados deslizando pela rola que endurecia rápido, as veias pulsando contra a língua. Enquanto chupava, Carla pegou um rolo de papel toalha que estava na mesinha do quarto, limpou o cu dela rapidinho, tirando o resto da merda e da porra do estranho, deixando a roseta limpa e piscando de tesão. O cheiro de sexo ainda pairava forte, misturado com o cheiro do pau do filho agora. A pica dele ficou dura como pedra na boca dela, latejando, o gosto salgado de pré-gozo enchendo a língua. - Isso, filho… tá dura pra caralho… mamãe tá louca por essa pica… - ela gemeu, tirando a boca só um segundo pra respirar, baba grossa ligando os lábios dela na cabeça da rola. Depois, sem dizer mais nada, ela se virou de quatro na cama do filho, empinou a bunda alta, rebolou devagar, o cu limpo piscando pra ele, a buceta ainda pingando porra do estranho. - Come, Lucas… come a mamãe. Enfia essa pica dura no meu cu. Eu quero você mais forte que aquele estranho. Me arromba, filho… me fode até eu gritar. Lucas, agora completamente empolgado, o pau latejando, não aguentou. Segurou a cintura dela e enfiou tudo de uma vez no cu apertado, mais bruto, mais fundo que o Rodrigo tinha feito. - Aaaaiiiiii caralhooo! Que pica grossa do meu menino! Tá me rasgando o cu todo! Dói… mas continua, porra, mete mais forte! - Carla gritou, a voz alta e desesperada, o corpo todo tremendo. Ele meteu como um animal, estocadas rápidas, brutas, o saco batendo forte na buceta molhada dela. A dor era insana, o cu dela esticando ao máximo, mas o prazer era ainda maior, o grelinho roçando na coxa dele a cada entrada. - Mãe… sua vadia… esse cu tá apertando minha pica… tá quente pra caralho… - ele grunhia, segurando a bunda dela aberta, metendo sem dó. Carla rebolava sem parar, empinando mais, gritando alto o suficiente pra ecoar pela casa. - Aaaahhh fode meu cu, filho! Mais forte! Tá batendo tão fundo, tá me matando de dor e tesão! Meu cu tá queimando mas eu quero mais! Aaaaiii gozando… tô gozando pelo cu com o pau do meu filho! O orgasmo dela veio violento, o cu contraindo forte em volta da pica dele, esguichando um pouco de porra velha misturada com tesão novo. Ela rebolava como louca, o corpo suado, os peitos balançando, gritando sem parar. - Aaaahhh porraaa tô gozando tanto! Não para de meter, filho! Me usa, me arromba! Lucas não aguentou mais. Segurou firme e explodiu dentro do cu dela, jatos grossos de porra quente enchendo o intestino da mãe. - Mãe… tô gozando… toma toda a porra do seu filho, toma… Quando ele gozou, Carla surtou de prazer, rebolando ainda mais forte, sentindo o cu cheio e quente. - Aaaaiii tá enchendo meu cu de porra do meu filho! Que delícia… que tesão… eu tô gozando de novo só de sentir você jorrando dentro! Ele tirou devagar, e no mesmo instante o cu dela, ainda dilatado e sensível, não segurou. Ela rebolou uma última vez, gemendo alto, e um jato quente de porra misturada com um pouco de merda mole saiu, escorrendo pelas coxas dela, sujando a cama do filho. O cheiro forte de sexo e merda encheu o quarto, mas ela só gemeu mais, empinando a bunda, sentindo tudo vazar enquanto o corpo tremia de prazer. - Olha o que você fez, filho… tô cagando sua porra toda… que vergonha… mas que tesão da porra… mamãe adorou ser sua putinha… Lucas ficou olhando, ofegante, a pica ainda dura pingando. Carla virou o rosto, sorriu safada, o corpo todo marcado e sujo, sabendo que nada nunca mais seria igual.
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