Se eu for malcriada, papai me pune de um jeito gostoso!
Eu sabia que estava ferrada desde o momento que deixei a louça empilhada na pia, suja, gordurosa, fedendo a resto de comida do almoço. Meu pai ia chegar do trabalho cansado, suado, e ia notar na hora. E era exatamente isso que eu queria. O acordo que a gente tinha era simples e sujo: toda vez que eu fosse malcriada, insolente ou negligente com as tarefas da casa, ele podia me castigar do jeito mais bruto possível. Palmadas até a bunda ficar roxa e, o melhor de tudo, ele podia me comer o cu sem piedade, me fodendo até eu virar um trapo tremendo no colchão. Eu provocava de propósito quase toda semana. Porque o subspace que eu caía quando ele me dominava assim era a coisa mais viciante do mundo. Eu virava uma putinha submissa, molhada, implorando por mais dor misturada com prazer. Ontem à noite foi perfeito. Eu tinha passado o dia todo pensando naquilo. Deixei a louça lá, de propósito, e me deitei na cama só de shortinho de pijama fino, sem calcinha, a buceta já latejando de expectativa. Quando ouvi a chave girando na porta da frente, meu coração acelerou. Passos pesados no corredor. A porta do meu quarto se abriu com força. Ele estava ali, alto, ombros largos, camisa social aberta no peito, suor brilhando no pescoço. Os olhos dele caíram direto em mim, deitada de lado, sorrindo aquele sorriso safado que eu sabia que ia me custar caro. - Sua vadiazinha malcriada... de novo deixando a louça suja? Você tá pedindo pra levar no cu hoje, né? Eu não respondi. Só sorri mais largo, mordendo o lábio inferior. Ele fechou a porta atrás de si com um baque seco e veio pra cima de mim como um animal. Me agarrou pelo tornozelo, me puxou de bruços no colchão com um movimento brusco. Meu rosto afundou no travesseiro. O shortinho foi arrancado pra baixo num puxão só, deixando minha bunda redonda e branca exposta pro ar fresco do quarto. - Me dá essa bunda agora, sua putinha. Hoje você vai aprender de verdade o que é castigo. A primeira palmada veio forte, o som ecoando no quarto. Minha pele ardeu na hora. Ele não esperou. Veio a segunda, terceira, quarta, cada tapa mais pesado que o outro, a mão grande dele espalmando minha nádega esquerda, depois a direita, fazendo minha carne tremer e ficar vermelha rapidinho. Eu gemia baixo, já sentindo a buceta molhar o lençol. - Ai, papai... eu fui mal... me castiga... Ele riu baixo, rouco, e continuou batendo, alternando as mãos, às vezes pegando as duas nádegas de uma vez. Minha bunda inteira queimava, latejava, mas a dor descia direto pro meu grelinho inchado. Eu abri as pernas um pouco mais, oferecendo tudo. - Olha só essa bucetinha já pingando... você adora apanhar, né, sua cachorra? Ele enfiou a mão entre minhas coxas, dois dedos grossos abrindo meus lábios melados, esfregando meu grelinho com força bruta. Eu gritei no travesseiro, o corpo se contorcendo. - Aaaahhh... papai... por favor... Ele cuspiu na palma da mão e voltou a bater, agora mais embaixo, quase pegando a buceta. Cada tapa fazia meu clitóris latejar mais. Eu já estava louca, molhada até as coxas. De repente ele parou as palmadas, agarrou meus quadris e me levantou de quatro, a bunda empinada pra ele. - Primeiro eu vou te foder essa buceta safada pra você lembrar quem manda aqui. Depois eu acabo com esse cu que você tanto provoca. Eu não esperava isso, mas meu corpo inteiro vibrou. Ele abriu o zíper da calça com um movimento rápido, o pau grosso e pesado saltando pra fora, já duro como pedra, a cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Ele segurou a base e esfregou a rola toda na minha buceta, de cima pra baixo, lambuzando o pau com minha lubrificação. - Olha como tá molhada... essa bucetinha é uma vadia igual a você. Ele não esperou mais. Empurrou a cabeça grossa entre meus lábios e meteu tudo de uma vez, até o talo. Eu gritei alto, o travesseiro abafando um pouco. - Aaaaiii papai... que pica grossa... me rasga... Ele segurou meus quadris com força e começou a meter fundo, rápido, sem dó. O quarto encheu do som molhado de pele contra pele, ploc ploc ploc, minha buceta engolindo a pica dele até as bolas baterem no meu grelinho. Cada estocada fazia meus peitos balançarem, meus mamilos roçando o lençol. Ele metia com raiva, como se estivesse realmente me castigando. - Toma, sua putinha negligente... toma essa pica no fundo da buceta... você merece ser fodida assim toda vez que me desobedece... Eu gemia desesperada, empinando mais a bunda pra ele enterrar mais fundo. - Sim, papai... me fode... me usa... aaaahhh... eu sou sua vadia... Ele acelerou, as bolas batendo forte no meu clitóris, o pau inchando dentro de mim. Eu sentia ele latejar, a veia grossa pulsando contra minhas paredes. Ele agarrou meu cabelo, puxou minha cabeça pra trás, arqueando minhas costas. - Goza na pica do papai, sua cachorra... aperta essa buceta... Eu não aguentei. O orgasmo me acertou como um soco, minha buceta contraindo forte em volta da pica dele, esguichando um pouco de lubrificação quente. Eu gritei, o corpo todo tremendo. - Aaaahhh porra... tô gozando... papai... me enche... Ele rosnou, meteu mais três vezes fundo e gozou. Jatos grossos, quentes, enchendo minha buceta até transbordar. Eu senti a porra dele jorrando lá no fundo, misturando com meus sucos, escorrendo pelas minhas coxas. Ele ficou parado um segundo, o pau pulsando dentro de mim, esvaziando tudo. - Isso... toma toda a porra do papai na buceta... agora sua punição de verdade vai começar. Ele puxou o pau devagar, saindo com um som molhado. Um filete de porra branca escorreu da minha buceta aberta, pingando no lençol. Eu ainda tremia do orgasmo quando ele deu mais uma palmada forte na minha bunda já vermelha. - Agora abre esse cu, sua putinha. O castigo vai ser no seu rabinho apertado. Ele cuspiu direto no meu cu, o cuspe quente escorrendo pelo vinco. Enfiou o dedo médio sem aviso, girando, abrindo meu esfíncter. Eu gritei, a dor misturada com prazer. - Aaaaiii... papai... devagar... - Cala a boca e aguenta. Você pediu isso quando deixou a louça. Ele enfiou o segundo dedo, depois o terceiro, esticando meu cu com força, fodendo com os dedos agressivamente. Meu cu piscava em volta deles, abrindo devagar. Eu peguei o lubrificante na mesinha com a mão trêmula e entreguei pra ele. Ele passou um monte no pau ainda melado da minha buceta e na minha bunda, espalhando com os dedos. - Agora sim... vou te arrombar esse cu até você implorar. Ele posicionou a cabeça grossa do pau contra meu buraco enrugado e começou a empurrar. A pressão era enorme. Meu cu resistiu no começo, mas ele forçou, forçou, até a cabeça pop entrar com um estalo. Eu gritei no travesseiro, as lágrimas escorrendo. - Aaaahhh porra... tá doendo... mas não para...fode assim o meu cuzinho... Ele segurou meus quadris e afundou devagar, centímetro por centímetro, o pau grosso abrindo meu reto como nunca. Cada veia, cada saliência do pau dele eu sentia raspando dentro de mim. Quando ele chegou até o fundo, as bolas encostando na minha buceta cheia de porra, eu estava tremendo inteira, as pernas espasmando. - Isso... toma o pau do papai todo no cu... sua vadia suja... você merece ser arrombada assim. Ele começou a meter, devagar no começo, depois mais rápido, mais fundo. O lubrificante e a porra da buceta ajudavam, mas ainda assim era dolorido pra caralho. A dor virava prazer, o prazer virava dor de novo. Eu gemia como uma louca, o rosto afundado no travesseiro molhado de saliva e lágrimas. - Aaaahhh... papai... rasga o meu cu... mais forte... me usa... Ele metia com fúria agora, o quarto cheio do som de carne batendo, meu cu fazendo barulhos molhados obscenos. Minha bunda tremia a cada estocada, as marcas das palmadas brilhando vermelhas. Ele esticou a mão e beliscou meu grelinho inchado, esfregando forte enquanto me fodia o cu. - Goza de novo, sua putinha... goza com o pau do papai atolado no seu cu... Eu me acabei. O orgasmo anal veio forte, diferente, profundo, fazendo meu cu apertar o pau dele como um torno. Eu gritei desesperada, o corpo convulsionando. - Aaaaiii papai... tô gozando pelo cu... aaaahhh porra... não para... Ele não parou. Continuou metendo fundo, o pau inchando dentro do meu intestino. Eu sentia ele perto, as bolas contraindo. - Eu vou gozar no seu cu, sua vadia... Eu entrei em pânico de prazer, ainda gozando, o cu piscando sem controle. - Não... se você gozar dentro do cu eu vou me cagar... papai... por favor... aaaahhh... mas goza... me enche... Ele riu rouco e meteu mais fundo ainda. - Então se caga, sua cachorra... eu quero so ver. Ele gozou. Jatos quentes, grossos, enchendo meu cu até o fundo. Eu senti a porra dele jorrando lá dentro, misturando com o lubrificante, pressionando minhas entranhas. Meu orgasmo não parava, eu gritava, o corpo todo em espasmos. - Aaaahhh... tá enchendo... papai... eu vou... eu tô me cagando... Ele deu mais duas estocadas profundas, esvaziando tudo, e então puxou o pau devagar. No momento que a cabeça grossa saiu do meu cu dilatado, eu não consegui segurar. Meu cu piscou aberto, vermelho, e eu comecei a rebolar sem controle, empinando a bunda pra ele ver. Um jato de porra misturado com minha própria merda quente escorreu devagar, saindo do buraco arrombado, escorrendo pelas coxas, pingando no lençol. Eu rebolava, gemendo envergonhada e excitada ao mesmo tempo. - Olha o que você fez... papai... eu me caguei toda... aaaahhh... sua porra tá saindo misturada... Ele ficou olhando, o pau ainda duro, brilhando de porra e sujeira, dando tapinhas leves na minha bunda suja. - Boa garota... isso é o que acontece quando você provoca o papai. Agora limpa essa bagunça com a língua depois. Eu tremia inteira, o cu latejando, a buceta ainda pingando a primeira carga de porra, o corpo exausto e satisfeito no subspace mais profundo que eu já tinha sentido. A punição tinha sido perfeita. E eu já sabia que amanhã ia deixar a louça suja de novo.
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