Fiz um ensaio fotográfico com meu namorado, não resistimos e terminou em foda!
A luz do fim de tarde batia suave no parque abandonado no fundo da cidade, aquele lugar que a gente chamava de “o deserto verde” porque ninguém ia lá depois das seis. Árvores altas, mato alto, um riozinho seco e zero movimento. Perfeito pra um ensaio boudoir que começou como brincadeira e virou a maior sacanagem da minha vida. Minha melhor amiga, a Lívia, fotógrafa foda pra caralho, tinha comprado uma câmera nova e ficava se gabando que ia me fazer ficar linda. Eu e o Pedro, meu namorado, rimos e marcamos. Ela ia se mudar em três meses, então era agora ou nunca. Sentamos os três no chão, com uma garrafa de vinho barato, e combinamos: fotos sensuais, nudez leve, nada muito explícito pra não virar pornô. Lívia jurou que ia ser profissional, mesmo com o Pedro pelado na frente dela. Começamos devagar. Eu tirei o vestidinho florido, fiquei só de lingerie preta rendada. Pedro tirou a camisa e a calça, ficou de cueca boxer que já marcava o volume da pica meio dura. Lívia clicava sem parar, elogiando – fica assim, inclina o quadril, olha pra ele com cara de quem quer comer. O ar estava quente, o vento batia leve na pele e eu já sentia a buceta molhando só de imaginar que estava quase nua num lugar aberto. Pedro me olhava com aqueles olhos famintos, a mão roçando disfarçadamente no pau por cima da cueca. – Tá ficando bom demais isso aqui – ele murmurou baixo pra mim. Lívia riu, sem tirar o olho do visor. – Relaxa, gente, eu sou invisível. Só clica e registra a arte. Tiramos a lingerie e a cueca. Meu corpo todo exposto, os peitos empinados com bicos duros, a buceta lisinha e já brilhando de tesão. A pica do Pedro balançava pesada, grossa, veias marcadas, a cabeça rosada já meio molhada de pré-gozo. A gente posava de lado, de costas, ele atrás de mim com as mãos na minha cintura sem encostar de verdade. Mas o tesão estava no ar, pesado. Meu grelinho latejava, a buceta contraía sozinha toda vez que ele roçava sem querer. Lívia guiava: – Agora deita no capim, ele por cima, mas sem encostar a pica. Só estética. Pedro se posicionou entre minhas pernas abertas. A cabeça da pica dele escorregou sem querer na entrada da minha buceta molhada. Foi um segundo. Um deslize. A glande quente pressionou os lábios inchados e entrou dois centímetros. Eu arregalei os olhos, ele congelou. Lívia estava sorrindo atrás da câmera, clicando sem parar. Olhei pra ela. Ela sorriu mais largo, como quem diz “vai, sua safada”. Meu coração disparou. Sussurrei no ouvido dele, voz rouca de tesão: – Continua, amor... mete logo essa pica toda na minha buceta. Eu quero. Pedro gemeu baixo, os quadris dele avançaram devagar. A pica grossa abriu minha buceta centímetro por centímetro, esticando as paredes quentes e molhadas. Eu senti cada veia, cada pulsação. A buceta engoliu ele inteiro até as bolas baterem no meu cu. Um gemido escapou da minha garganta: – Aaaahhh porra... que delícia... tá tão fundo... Ele começou a meter devagar, estocadas longas e profundas. Lívia não parava de clicar, andando em volta, capturando cada ângulo. O barulho molhado da pica entrando e saindo da buceta ecoava no parque deserto. Eu segurei as coxas dele, unhas cravando na pele. – Mete mais forte, caralho... fode essa buceta que tá pingando pra você... Pedro acelerou. As bolas batiam no meu cu com tap tap tap ritmado. Meu grelinho roçava no corpo dele a cada estocada, mandando choques de prazer pra cima. Eu gemia alto agora, sem vergonha: – Ai ai ai... que pica gostosa... me fode assim... não para... Ele me virou de lado, uma perna pra cima, metendo de lado enquanto Lívia se agachava pra pegar close da pica brilhando de melada entrando e saindo. Eu sentia a buceta latejar, apertando ele. O tesão estava insano. Vinte minutos de pura foda selvagem. Ele me pôs de quatro, mãos na minha cintura, metendo fundo como um animal. Meu cu empinado, a buceta aberta engolindo tudo. – Olha esse cu piscando enquanto eu como tua buceta... – ele rosnava. – Sim... come... me usa toda... eu sou tua putinha hoje... Lívia clicava sem parar, o sorriso safado no rosto. Ela nem fingia mais que era só trabalho. Pedro me jogou de costas de novo, pernas nos ombros dele. A pica batia no fundo da buceta, acertando o ponto que me fazia ver estrelas. Eu gozei pela primeira vez, buceta apertando forte em volta dele, mel escorrendo pelas coxas. – Aaaahhh caralho... tô gozando... não para... me fode enquanto eu gozo... Ele não parou. Continuou metendo, suor pingando do peito dele no meu. Meu corpo tremia. Segunda gozada veio rápida, mais forte, eu gritando: – Porra... porra... tô gozando de novo... enche essa buceta de porra, amor... goza dentro... Ele urrou, estocadas curtas e brutas. A pica inchou dentro de mim e explodiu. Jatos grossos e quentes de porra encheram minha buceta até transbordar. Eu sentia o sêmen quente batendo no fundo, escorrendo pra fora misturado com minha melada. Ele ficou lá dentro, pulsando, esvaziando tudo. – Toma toda... enchei tua buceta de porra... – ele gemeu rouco. Lívia capturou o momento exato, o close da buceta inchada pingando sêmen branco. Mas não acabou. Pedro ainda estava duro dentro de mim. Ele puxou a pica devagar, um fio de porra ligando a cabeça ao meu buraco. Olhou pra mim com aquele olhar faminto. – Agora eu quero teu cu, amor... deixa eu foder esse cuzinho apertado... Eu estava ofegante, buceta latejando cheia de porra, mas o tesão não tinha abaixado. Balancei a cabeça, voz tremendo: – Vai... mas vai devagar no começo... tá sensível pra caralho... Ele me virou de quatro de novo, cuspiu na mão e passou na rola ainda melada de porra e mel. A cabeça pressionou meu cu. Eu relaxei o melhor que pude, mas quando ele empurrou, doeu. Doeu pra valer. A pica grossa abriu meu cu devagar, centímetro por centímetro, queimando. – Aaaaiii... dói... caralho... tá abrindo meu cu todo... – Relaxa, amor... respira... tá tão apertado... que delícia... Ele parou no meio, me deixando acostumar. A dor misturava com um prazer doentio, profundo. Meu cu pulsava em volta da pica. Lívia clicava de perto, capturando o momento da penetração anal. Pedro empurrou mais, até as bolas encostarem na minha buceta cheia de porra. Eu gemi alto, misturando dor e tesão: – Uuuuhhh... tá todo dentro... meu cu tá cheio de pica... Ele começou a meter, devagar no começo, depois mais fundo. A dor foi virando prazer bruto. Cada estocada fazia meu cu queimar e apertar. Meu grelinho latejava, a buceta ainda pingando porra dele. Eu comecei a rebolar contra ele, pedindo mais. – Mete... fode meu cu... me rasga toda... Pedro acelerou, estocadas fortes, as bolas batendo na minha buceta. O barulho era obsceno – ploc ploc ploc molhado. Eu sentia a pica dele roçando nas paredes do cu, mandando ondas de prazer que subiam pela espinha. Gozei de novo, forte, o cu apertando a pica dele como um punho. – Aaaahhh porra... tô gozando com seu pau no meu cu... não para... me fode mais... Ele metia como louco agora, suado, gemendo desesperado. Eu gritava, o corpo tremendo: – Ai caralho... tá tão fundo... meu cu tá pulsando... goza... mas se você gozar dentro do meu cu eu vou me cagar toda... tô avisando... vou cagar na tua pica... Ele não parou. Pelo contrário, meteu mais forte, segurando meus quadris. – Eu vou gozar no teu cu mesmo... toma tudo... Eu gozei mais uma vez, o orgasmo mais forte da vida, cu apertando ele, corpo convulsionando. Gritei rouca: – Tô gozando de novo... aaaahhh... se gozar no meu cu eu me cago... porra... tô gozando tanto... Ele urrou, a pica inchou dentro do meu cu e explodiu. Jatos grossos de porra quente encheram meu intestino, misturando com a sensação de pressão. Eu sentia o sêmen dele enchendo meu cu, quente, pesado. Ele gozou muito, esvaziando tudo lá dentro. Quando ele puxou a pica devagar, eu não consegui segurar. Meu cu piscou, aberto, vermelho, e a porra começou a vazar. Mas não só porra. Eu rebolava sem controle, o corpo ainda tremendo do gozo. Um peso desceu e saiu. Caguei mesmo, um jato quente misturado com o sêmen branco dele, escorrendo pelo meu cu e coxas. Rebolava, empinando o cu, sentindo o líquido grosso e quente saindo enquanto Lívia clicava sem parar, o flash capturando tudo. – Aaaahhh... tô cagando... olha o que você fez... tô cagando porra no cu... Pedro olhava hipnotizado, a pica ainda meio dura pingando. Eu rebolava devagar, sentindo o cu se contrair e soltar mais, o sêmen misturado com o que saiu, sujando o capim embaixo de mim. O cheiro forte, o calor, a humilhação safada me fez tremer de prazer residual. Lívia baixou a câmera, rosto vermelho, mas sorrindo. – Caralho, gente... isso foi... arte. Eu estava destruída, buceta e cu latejando, corpo coberto de suor, porra e o resto. Pedro me puxou pra um beijo molhado, sussurrando: – Foi a melhor burrada da nossa vida. Lívia guardou a câmera, mas eu sabia que uma daquelas fotos – talvez a da minha cara de gozo misturada com o que rolou depois – ia virar contato dela. E eu, honestamente, nem ligava mais. A gente riu, se limpou com o que tinha, e voltamos pro carro como se nada tivesse acontecido. Mas dentro de mim, tudo tinha mudado. Aquele ensaio fofo virou o sexo mais público, mais sujo e mais intenso que eu já vivi. E toda vez que lembro, minha buceta molha de novo.
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